Bahia

Operação apreende quase 100 litros de bebida imprópria para o consumo em Jacobina

Ação fiscalizou também a venda ilegal de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes 

Do R7

Cachaças artesanais continham álcool combustível, ácido acético concentrado e outros produtos ainda não identificados Divulgação/ MP-BA

Durante fiscalização deflagrada pelo Ministério Público estadual junto com a Vigilância Sanitária na noite da última sexta-feira (17) e madrugada do sábado (18), no município de Jacobina, a 330 km de Salvador, foram apreendidos quase 100 litros de bebidas impróprias para o consumo, entre cachaças artesanais, cervejas e refrigerantes fora do prazo de validade.

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Durante a fiscalização, um adulto foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia por fornecer bebidas alcoólicas para um adolescente. Também foram apreendidos mais de nove quilos de produtos deteriorados.

Um bar, localizado no bairro da Serrinha, foi interditado por vender cachaças artesanais com a utilização de álcool combustível, ácido acético concentrado e outros produtos ainda não identificados. O estabelecimento também apresentou situação de higiene precária e comercializava produtos fora do prazo de validade. Segundo os promotores de Justiça Pablo Almeida e Rocío Matos, que participaram da operação, os produtos químicos serão encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica de Jacobina para a devida identificação. Eles informaram que os produtos utilizados na cachaça são corrosivos.

Realizada com a participação do Conselho Tutelar, Vigilância Sanitária, Guarda Municipal e Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Tributos, a operação inspecionou dez bares, distribuidoras e lanchonetes da cidade, com o objetivo de fiscalizar a venda ilegal de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes e as condições sanitárias de bares e estabelecimentos onde são comercializados alimentos e bebidas, além de combater a poluição sonora e a exploração sexual infanto-juvenil.

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Durante a fiscalização, foram expedidas cinco autuações administrativas, por ausência de alvará sanitário ou para utilização de equipamento sonoro. Foi realizado também trabalho de conscientização sobre a importância da manipulação higiênica de alimentos, bem como educação ambiental de combate à poluição sonora. Mesmo os bares que possuem alvará para utilização de som foram fiscalizados, com uso de decibelímetros. Foram apreendidos, ainda, dois equipamentos de som que produziam poluição sonora, com autuação dos estabelecimentos.

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