“Jack” é o apelido que se dá na cadeia para estupradores.
Estou lendo um livro sobre as mulheres que se apaixonam por eles e por assassinos seriais. Se você não ficar curioso, desisto.
Faço propaganda do livro aqui e tenho três boas razões para isso.
Primeiro: me mandaram! Abri o envelope na minha mesa e lá estava! Como diz Woody Allen, showing up is 90% of success (90% do sucesso é dar as caras).
Segundo: é do Gilmar Rodrigues e o Fido Nesti! Meus colegas de revista General, 1994! Não bastasse isso, não vejo nenhum dos dois faz milênios.
O Gilmar fez uma das pautas mais lembradas da General, aquela em que ele visitava uma loja de moda para padre.
E experimentava uma batina fashion, claro. Isso anos antes do Marcelo Rossi e do Fábio de Melo.
Depois ele fez outras coisas que também merecem menção, tipo roteiro pra TV Globo, peça de teatro e coisas assim.
O Fido também é coisa fina. Tão fino que adaptou Os Lusíadas para os quadrinhos.
Você já viu ilustrações dele na Rolling Stone e Playboy. Irmão do Zed, que a gente chamava de Calvin.
Terceiro: é uma de reportagem com perfume de ficção, combinada com histórias em quadrinhos.
Eu adoro as duas coisas e misturado, mais ainda.
Não é como o Crônicas Birmanesas do Guy de Lisle, ou o Palestina do Joe Sacco.
É um monte de texto, aí uma HQ de algumas páginas, depois um monte de texto etc. E corre rápido, rápido.
Porque as histórias são muito boas.
Porque a pesquisa científica é bem feita.
Porque todo homem é encafifado com a pergunta que Freud fez e até hoje não respondemos.
O que querem as mulheres?
Fora, claro, creme para celulite que funcione.
O livro é: Loucas de Amor: Mulheres que amam Serial Killers e Criminosos Sexuais.
E não tem em qualquer livraria. Mas você pode comprar já, aqui.
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