Dia 22 de abril, Londres: centenas cercam uma carruagem com o corpo de Malcolm McLaren.
Presentes dois Sex Pistols, Glen Matlock e Paul Cook; Bernie Rhodes, o famoso “quinto Clash”; a ex-senhora McLaren, sua parceira no crime, e uma lenda por seu próprio mérito, a estilista Vivienne Westwood; convidados, familiares, punks de estirpe.
Os cavalos começam a trotar para Regents Park ao som de My Way, na interpretação letal de Sid Vicious. O povo canta junto. Dentro da antiga igreja, hoje não mais solo consagrado, espera o gigantesco arranjo floral com as palavras “Cash from Caos” - grana que vem da anarquia.
Malcolm McLaren: aproveitador, cabotino, gênio.
O punk rock existiria sem Malcolm. Mas seria muito diferente. E menor.
No caixão, de lado a lado, o adeus: “Too Fast To Live, Too Young To Die”.
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