Já que você faz questão de saber:

- interpretação maneirista e histriônica

- autenticidade estudada-deslumbrada

- teatralidade de curso de interpretação para adolescentes

- obsessão fashion disfarçada de despojamento

- roupas linha brechó chique de Nova York-Londres

- arranjos pseudoexperimentais

- uso de instrumentos como violoncelo, para aquele ar jazz-erudito de FM

- uso de instrumentos de índio, para aquele ar "autêntico"

- uso de engenhocas eletrônicas, para aquele ar cyber

- feijoada de música brasileira de raiz e modernidade cosmopolita, resultando em macumba pra turista

- obediência cega aos ditames bom-mocistas da MPB

- colaboração com figurinhas fáceis da cena descolada paulistana-carioca

- admiração acrítica pela Tropicália, o samba dos anos 60 para trás, e qualquer batuque étnico

- queda por reinvenções de canções escritas por medalhões algum dia relevantes

- definições publicitárias-irônicas para definir o próprio estilo, como "tropical punk"

- atividades multimeios: além de cantora, há que ser compositora, artista plástica, designer de moda, ongueira, curadora, "musicista" etc.
- parcerias com sub-celebridades sub-cult da música internacional, como Devendra Banhart

- declarações deste calibre: "sinto a necessidade de absorver tudo, sem medo de me parecer com fulano. Quando se pratica o desapego, você percebe que sempre será único. Deve-se desapegar até de você mesmo, entende?"

Ou eu simplesmente poderia te mostrar isso:

Cibelle: Punk da Periferia por perolasblogs no Videolog.tv.

 

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