Vacina contra Influenza nas mães previne doença bipolar nos filhos

vacina Vacina contra Influenza nas mães previne doença bipolar nos filhos

Mães imunizadas contra o vírus Influenza podem prevenir o aparecimento de doença bipolar nos filhos. Este é o resultado do estudo publicado no “JAMA Psychiatry” e anunciado no New York Times desta semana. A infecção viral causada pelo vírus Influenza durante a gravidez pode potencializar em até quatro vezes o aparecimento da doença bipolar.

Mais de dezenove mil mulheres grávidas foram estudadas na Califórnia, Estados Unidos, e seus respectivos filhos foram acompanhados posteriormente. Constatou-se que as que estavam imunizadas contra o vírus Influenza, tiveram filhos saudáveis sem sinais da doença bipolar. 

Meu recado para as nossas mamães: Não há por que se preocuparem. É só ficar de olho no calendário anual de vacinas. Converse com seu médico e imunize-se.

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Estresse leva a fissura por doces

 Estresse leva a fissura por doces

Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo apontou que mulheres estressadas têm sete vezes mais chances de desenvolver  dependência e “fissura” por alimentos doces.

O estudo foi realizado com base em 57 mulheres (31 estressadas e 26 não estressadas), com idade entre 20 e 45 anos. Observou-se que a maioria das mulheres com dependência por doces: come o alimento para se sentir melhor e em quantidade cada vez maior, gasta horas pensando em como obter doces, conhece os malefícios do hábito à saúde e percebe em si sintomas de “abstinência” na ausência do produto.

Verificou-se também que as mulheres com estresse afirmaram que sentem mais vontade de comer doces. “Os níveis basais de leptina foram significativamente mais altos entre as dependentes de doces. Altas taxas deste hormônio favorecem o consumo de produtos ricos em açúcares”,  comenta Danielle Marques Macedo, autora da pesquisa.

Segundo Danielle, as principais características das mulheres com estresse foram: escolaridade reduzida, baixa renda sócio-econômica, problemas conjugais e insatisfação com o ambiente de trabalho.

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Uva: Um Doce e Santo Remédio

uva Uva: Um Doce e Santo Remédio

Pesquisadores da Universidade de Michigan, EUA, apontam que consumir uva ajuda a proteger órgãos de danos associados com a síndrome metabólica.

O estudo indica que componentes naturais encontrados nas uvas (polifenóis) reduzem inflamação e armazenamento de gordura, além de proteger rins e fígado.

O pesquisador Mitchell Seymour avaliou os efeitos de uma dieta rica em gordura, com e sem a adição de uva em pó liofilizada, em modelo animal, por 90 dias.

Os resultados demonstraram que uma dieta rica em polifenóis reduziu significativamente os marcadores inflamatórios em todo o organismo.

"O estudo sugere que uma dieta enriquecida com uva pode desempenhar um papel fundamental na proteção contra a síndrome metabólica e os danos que ela causa no organismo e seus órgãos”, declara Seymour.

A inflamação e o estresse oxidativo aceleram a progressão da doença cardiovascular e a disfunção de órgãos em pacientes com diabetes tipo 2.

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Cabelo denuncia grau de estresse

527204 Hidratação caseira para alisar cabelo Cabelo denuncia grau de estresse

Estudo desenvolvido pelo Centro Médico da Universidade de Roterdã, Holanda, aponta que o cabelo pode ser utilizado para medir o nível de estresse e risco de doença cardíaca.

Para Elisabeth van Rossum, coordenadora da pesquisa, enquanto o exame de sangue mede a quantidade de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) no momento do exame, a análise do fio de cabelo revela o estresse 'acumulado' ao longo de vários meses.

A pesquisa teve como base a análise do nível de cortisol em amostras de fios de cabelo de 283 participantes, entre 65 a 85 anos. “Uma maior concentração do cortisol no cabelo está vinculado a um risco mais elevado de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana ou diabetes”, observa Elisabeth Rossum. A pesquisadora ressalta que os resultados de seu estudo servem de referência a idosos, parcela da população que constituiu sua mostra.

A medição do cortisol no cabelo pode servir, a exemplo de indicadores como a pressão alta ou a gordura abdominal, como fator de previsão de  risco, a longo prazo, de problemas cardiovasculares. A descoberta pode ainda auxiliar no desenvolvimento de  novas estratégias de prevenção a essas doenças.

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Fique de olho: Depressão pós-parto

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Estudo realizado na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo aponta dificuldade no diagnóstico da depressão pós-parto e seu impacto na vida das mulheres.

Participaram da pesquisa 15 mulheres residentes no município de São Paulo diagnosticadas com depressão pós-parto e 9 familiares indicados por elas.  Para a interpretação dos dados, o pesquisador utilizou o método qualitativo, aliado a observações do local da entrevista e diário de campo.

Segundo Hudson Pires de Oliveira Santos Júnior, enfermeiro e autor do estudo, um dos maiores desafios para a realização da pesquisa foi à dificuldade das mulheres e seus familiares identificarem e aceitarem o diagnóstico.

Durante as entrevistas, o pesquisador observou que algumas mulheres temiam agredir seus filhos, outras tinham a fantasia de que a violência seria decorrente de um fator externo. “As mulheres relataram ocorrência de pensamentos ruins recorrentes e medo de prejudicar seus filhos”, comenta.

Diante desse quadro, verificou-se que as mulheres adotaram diferentes estratégias, conforme estrutura e disponibilidade de suporte familiar. Algumas transferiam ou compartilhavam a maternidade com familiares, enquanto outras superprotegiam a criança.

Segundo Hudson Santos Jr é importante considerar o diagnóstico de depressão pós-parto em casos de mães que abandonam ou agridem filhos recém-nascidos. “É preciso estruturar estratégias e protocolos para promover a identificação e tratamento precoce da depressão pós-parto, para evitar danos à saúde das mulheres, seus filhos e familiares”, sugere o pesquisador.

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