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16 março 2010 às 16:59

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Existe fofoca do bem?

Oi gente, tudo certo?

Hoje, resolvi falar sobre fofoca. Tomei esta decisão por ter conhecimento de causa. Tanto como jornalista de celebridades como alguém que já foi vítima de boatos. Minha vontade de falar veio assim que soube da história do Zezé Di Camargo e depois de receber um telefonema ontem, de um colega jornalista, me perguntando se eu e a Gianne havíamos chorado muito nos bastidores da Record. Já vou logo dizendo que isso não existiu! Ao contrário, demos boas risadas ontem, durante o almoço, na companhia do Celso e do Edu. Mas quero elogiar esse jornalista (vou manter o nome em segredo por uma questão ética), que me ligou, checou a informação, viu que foi vítima de uma fonte mal-intencionada e não publicou este absurdo. Isto é uma apuração jornalística.

Afinal, tem o joio e o trigo. Existe o jornalismo de celebridades e a fofoca. Vou falar do primeiro. É praticado por repórteres sérios, dispostos a falar do tema “celebridade” com o mesmo critério que cobririam uma guerra, uma eleição presidencial ou jogos olímpicos. Até porque sabem como se pratica o bom jornalismo: descobre-se o fato, checa-se a informação e entrevista-se os dois lados da notícia, ou seja, quem diz algo e quem é citado.

Agora, quanto à fofoca, é praticada por gente com o claro objetivo de destruir a imagem de alguém e (ou) favorecer outra pessoa. Explico. Por exemplo, às vezes, um assessor, um amigo, ou seja lá o que for, de um famoso não se conforma que ele não conseguiu “aquele” papel na novela, ou um lugar num programa de TV, ou o sucesso nas rádios que o outro obteve. Para privilegiar a imagem de seu protegido, este “amigo” tenta destruir a imagem daquele que chegou ao sucesso, criando boatos e situações que não existem sobre o “rival”. É uma pena, mas isso existe aos montes.

O que aconteceu com o Zezé é grave. Quem inventaria a história de que Mariana Kupfer estaria grávida dele, um homem casado? Com qual objetivo? Não estou julgando o repórter, que para mim também pode ser uma vítima neste caso, mas sim o criador do fato. Faça sua análise. Mais do que a vida dos dois, que são pessoas públicas, está em jogo a vida de Zilu, mulher do Zezé. Já pensou como você reagiria ao ficar sabendo pelo jornal que seu companheiro de quase 30 anos a traiu e ainda tem um filho fora do casamento? E os filhos biológicos dele? Já se colocou no lugar?

Poderia ser verdade. Sim, até poderia. Mas o que isso mudaria nas nossas vidas? Nada. Só teríamos alguns minutos de fofoca no salão de beleza ou na roda da família ou na conversa com as vizinhas. Mas na vida deles, muda tudo. Ou você acha que a Zilu está conseguindo sair de casa sem ser olhada, por mais que o marido tenha desmentido publicamente o fato? Até porque algumas pessoas podem ter ouvido a fofoca e não o desmentido. Por isso, devemos pensar 10 vezes antes de falar da vida de alguém, afinal, podemos afetar pessoas a quem não desejamos o mal, mas que serão as grandes vítimas.

Deste modo, não acredito em fofoca do bem. Ela sempre tem efeito nocivo, por mais mascarado que seja.

Bjinhos da Chris!

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