A festa dos 32 anos do PT, que acontece hoje em Brasília, terá um objetivo prático: lançar a ofensiva para ampliar o número de prefeituras administradas pelo partido. Em 2008, o PT foi a legenda que mais elegeu prefeitos comparativamente à eleição anterior – um crescimento de 36,10%, seguido pelo PMDB, com aumento de 13,87%. Na última disputa municipal, o PT conquistou o comando de 558 prefeituras, contra 410, em 2004.

“A meta prioritária do PT é garantir a vitória nos grandes, médios e pequenos municípios brasileiros onde nós já governamos e nos que ainda não somos governo” – declara o secretário de Assuntos Institucionais do partido, Geraldo Magela.  A primeira parte do evento prevê mesas de debates regionais, com a participação de prefeitos petistas. À tarde está programada uma grande plenária para debater as estratégias políticas para a disputa eleitoral.

Festa sem Lula – Pela primeira vez na história do PT,  o criador da legenda não comparecerá ao aniversário do partido. Por recomendação médica,  o ex-presidente Lula não irá à festa, para não comprometer o tratamento contra o câncer na garganta.

A presidente Dilma confirmou presença no ato, que deve começar às 19h, num grande centro de eventos de Brasília. Vários ministros petistas também devem comparecer, entre eles, Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência, e Ideli Salvatti, das Relações Institucionais. A organização prevê a participação de até 500 pessoas, entre militantes e dirigentes. As comemorações incluem uma homenagem aos cem anos de nascimento do filiado número 1 do PT, Apolônio Carvalho.

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Enviado por Cláudia Gonçalves

A agenda de viagens internacionais da presidente Dilma Rousseff para os próximos seis meses já está praticamente fechada e dará prioridade para temas econômicos, com destaque para o encontro com Barack Obama, em abril.

A seguir, o roteiro que deve ser cumprido pela presidente:

Dias 5 e 6 de março – Alemanha, Hannover
Visita à Feira Internacional de Tecnologia e encontra com a chanceler Angela Merkel.

De 28 a 30 de março, Índia, Nova Délhi
Dilma participa IV reunião de cúpula dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)

De 9 a 11 de abril – Estados Unidos, visita oficial
Dilma tem encontro com o presidente Barack Obama e, depois, deve visitar as universidades de Harvard e de MIT (Massachussetts Institute of Technology) para tratar de acordos para o programa “Ciência sem Fronteiras” .

De 9 a 15 de abril – Colômbia, Cartagena de Índias
Na volta dos Estados Unidos, Dilma deve participar da 4ª Cúpula das Américas.

Dias 17 e 18 de junho– participa da reunião do G-20,  no México;

Final de junho, comparece à reunião semestral do Mercosul, na Argentina.

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A presidente Dilma Rousseff, em poucas palavras, elaborou uma espécie de receita para ser um bom ministro, durante a solenidade de posse do novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP/PB) – sétima troca na equipe de ministerial motivada por suspeitas de desvios e corrupção. Dilma elencou três qualidades que, ao seu ver, são quesitos fundamentais para assumir um ministério: capacidade de negociação, bom trânsito político, postura rigorosamente republicana – e frisou bem a expressão  “rigorosamente republicana”.

Para bom entendedor, foi um recado claro sobre o tipo de comportamento que a presidente espera na gestão de mais de R$ 22 bilhões do orçamento das Cidades. Mais não poderia dizer a presidente, sob pena de melindrar os integrantes do PP, que acabaram forçados a trocar de ministro, depois da longa fritura de Mário Negromonte, provocada, entre outros colaboradores, por adversários seus no próprio partido.

O novo ministro parecia alheio ao péssimo ambiente político que permeia sua posse. Para Aguinaldo Ribeiro, aos 43 anos, com um ano de mandato de deputado virar ministro de Estado está melhor que a encomenda. As denúncias de favorecimento de parentes, de uso de laranjas para escamotear patrimônio e atividades empresariais – tudo isso é só “factóide”, segundo ele próprio traduziu, à guisa de explicação.

Ribeiro não apresentou qualquer esclarecimento formal ou informal para a torrente de denúncias que surgiram contra ele desde a última quinta feira, quando sua posse se tornou uma possibilidade concreta. Na posse, fugiu do cerco da imprensa de maneira constrangedora para alguém que está tomando posse e deveria ter razões para comemorar e não para se esconder. Só chegou a dar entrevista porque ficou encurralado por cinegrafistas, num corredor sem saída, atrás do cenário da solenidade, que, por sinal, ameaçou vir abaixo, tamanha a confusão.

Mau começo para o jovem ministro, que, pela pouca idade, agora é um dos mais novos integrantes do primeiro escalão, mas, aparentemente, já bem escolado nas velhas práticas da política.

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O líder do PP na Camara, Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba nem assumiu na vaga de Mário Negromonte no ministério das Cidades e já é alvo dos ciúmes de colegas do próprio partido, que resistem em aceitar sua indicação porque consideram que a trajetória política do deputado é curta demais para que lhe seja entregue o posto mais alto do partido.

Ribeiro é deputado federal de primeiro mandato, assumiu a liderança do partido na Casa há menos de seis meses e está prestes a virar ministro, isto é, a ocupar o único cargo de primeiro escalão do PP. Engenheiro e administrador, no curriculum traz a experiência de secretário estadual na Paraíba, e municipal, em Joao Pessoa, capital do estado. Mesmo assim, é o indicado do partido para as Cidades, pasta responsável pela execução de obras bilionárias do PAC e de projetos fundamentais para o sucesso de grandes eventos, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

A nomeação de Ribeiro por Dilma é dada como certa e pode acontecer nos próximos dias, faltando apenas esclarecer, junto à Casa Civil, pendências judiciais do deputado. A posse iminente de Ribeiro, considerado um novato por parte da bancada do próprio PP, provoca ciúmes em colegas como Joao Pizolatti, de Santa Catarina, que se oporia à indicação do líder. A divisão no PP repete a história que engendrou o desgaste político de Márcio Fortes nas Cidades e do próprio Negromonte - uma história conhecida e péssimo prenúncio para o virtual novo ministro.

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Nenhum ministro cresceu tanto no cargo em 13 meses de governo Dilma quanto Gleisi Hoffmann. A indicação da senadora do Paraná, mulher do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para a crucial Casa Civil, em junho do ano passado, surpreendeu a todos e foi a primeira escolha com a marca clara da presidente Dilma. Na época, muita gente desdenhou. Hoje, a discreta lourinha com cara de boneca é a substituta suave da presidente, com exclusivo poder de interlocução conferido pela própria Dilma.

Causou surpresa durante a reunião ministerial da semana passada o tom peremptório com que a presidente declarou aos ministros que, na equipe, ninguém é melhor que ninguém, mas, quem fala por Dilma é Gleisi. É a ela que devem ser encaminhados os projetos, para o devido crivo técnico. E mais, não adianta mandar substituto para se reunir com Gleisi, porque a audiência será cancelada automaticamente.

É esta Gleisi, sete meses depois de assumir na vaga de Palocci, que se apresenta pela primeira vez ao Congresso na quinta-feira para levar a mensagem do Executivo na abertura do ano legislativo. Dilma a está transformando na gerente que ela mesma foi, e tenta evitar os problemas que tanto a irritavam quando exerceu esta função, como por exemplo, ser surpreendida por ministros que vendiam idéias diretamente a Lula. Sobrava para Dilma demover o presidente de projetos frágeis, gastadores ou ineficientes.

A presidente admira a suavidade, o senso de organização e capacidade técnica da ministra – uma espécie de algodão entre os cristais ásperos do poder palaciano.

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Com 30 líderes mundiais confirmados pelo Itamaraty, a maior conferência internacional já sediada no Rio de Janeiro deve enfrentar um problema logístico nada desprezível: a falta de acomodação para as cerca de 50 mil pessoas esperadas para a Rio+20. Em Brasília, o corpo diplomático já foi alertado para o problema: a rede hoteleira da capital carioca dispõe de aproximadamente 28 mil leitos, número que representa pouco mais da metade das acomodações necessárias para atender ao gigantismo do evento.

Além dos chefes de Estado e de governo e respectivas comitivas oficiais, são esperadas delegações de representantes dos demais países com assento nas Nações Unidas – ao todo são 193. Acrescentem-se a eles especialistas, observadores, jornalistas, seguranças, ativistas e as próprias autoridades brasileiras.

Somando a disponibilidade da capital  à rede hoteleira de Niterói, o número de leitos salta para 39.311, o que ainda não atenderá à demanda de visitantes do Rio, que devem começar a chegar antes do dia 13 de junho, para as reuniões preparatórias da Conferência, que culmina com as reuniões dos dias  20, 21 a 22.

Segundo levantamento de SindRio - o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes da cidade, as reservas estão praticamente esgotadas em Copacabana, em Ipanema chegam a 98%, em São Conrado, 95%, Flamengo, 90%, Centro, 80%.

Em Brasília já se ventila a possibilidade de credenciar proprietários de imóveis mobiliados desocupados para suprir a necessidade de acomodações – algo que ocorreu durante a conferência do clima em Copenhagen, na Dinamarca.

A rede hoteleira do Rio é a segunda maior do Brasil, atrás apenas da de São Paulo – a maior da América Latina, com 42 mil leitos -  e seguida pela de Belo Horizonte, com 28 mil. Os planos do governo e de empresários do setor são aumentá-la em pelo menos mais 10 mil acomodações até a realização das Olimpíadas em 2016.

Acampamento no Aterro do Flamengo – Um grupo muito especial de participantes da Rio+20 não pretende disputar os poucos quartos oferecidos pela capital para os integrantes da Conferência. Pelo menos dez mil pessoas pretendem acampar em parques próximos ao Aterro do Flamengo para acompanhar o evento. São os “alternativos” da Conferência: ambientalistas, grupos indígenas, movimentos sociais, ativistas mulheres, jovens e negros.

O acampamento já tem até nome: “Território do Futuro”, onde deve ocorrer a “Cúpula dos Povos”, em paralelo ao evento oficial. O espaço promete abrigar bem menos formalidade e muito mais rebeldia que a Rio+20. Entre os participantes esperados estão, por exemplo, ativistas do movimento que ficou conhecido como Ocupem Wall Street, que tomou por meses o coração financeiro de Nova Iorque, nos Estados Unidos, para protestar contra o impacto da crise econômica nos padrões de vida americanos.

 

(Colaborou: LINCOLN FREITAS, TV RECORD)

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Não demorou 48 horas. O novo ministro da Educação assumiu a vaga de Fernando Haddad com carta branca para fazer mudanças em postos-chave e com a determinação da presidente Dilma de trocar o comando do Inep, por causa das falhas no Enem – o Exame Nacional do Ensino Médio. Duas demissões efetivadas nesta quinta mostram que a estratégia do Planalto foi evitar que o desgaste político com as trocas recaísse sobre o pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.

Ao demitir Malvina Tuttman, a presidente do Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - e a Secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda – duas das mais importantes auxiliares de Haddad, Mercadante dá mostras de que imprimirá seu estilo à gestão de Educação: sai o moço discreto, de fala mansa e que jamais se irritava, e entra um dos tratores do PT, com pressa de apresentar resultados.

Campanha - No dia da posse, a última terça, Mercadante já avisava que faria mudanças na estrutura da pasta. O novo ministro – que detém eleitorado cativo e numeroso em São Paulo – também foi direto quando perguntado se faria campanha para Fernando Haddad. “Eu vou ser o ministro da Educação” – declarou.

O Enem, o problemático exame que substituiu o vestibular, foi enfaticamente defendido pela presidente Dilma Rousseff em duas ocasiões solenes esta semana. Para Dilma, o exame é garantia de democratização do acesso ao ensino superior. Esse deve ser um dos principais bordões da campanha de Haddad, no esforço para exorcizar o que os adversários consideram seu ponto fraco.

O próprio ex-ministro, ao deixar o cargo na terça-feira, alegou que o Enem não representaria problema, e sim trunfo, uma vez que, segundo ele, a maioria dos alunos de baixa renda aprovam este método de seleção.

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A presidente Dilma Rousseff encontrou uma forma de fazer uma intervenção branca nos órgãos e empresas de segundo escalão, subordinados a ministérios sob comando de partidos aliados. Depois de um ano marcado por denúncias de desvios ou direcionamento partidário dos recursos públicos, Dilma está instalando técnicos de sua confiança, sem vinculação partidária, em postos chaves do segundo escalão.

O exemplo mais recente foi a troca do diretor administrativo-financeiro do DNOCS – Departamento Nacional de Obras contra a Seca, Albert Gradvohl, por um economista de carreira da Controladoria Geral da União, Vítor de Souza Leão. A substituição ainda não foi digerida pelo líder do PMDB da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que agora bate-pé para manter o diretor geral da empresa, Elias Fernandes Neto.

Com a medida, a presidente evita o confronto direto com aliados que detêm o comando do órgão, e, simultaneamente, bloqueia a possibilidade de controle político-partidário das verbas. O partido mais afetado pela estratégia até aqui tem sido o PMDB, legenda que comanda orçamentos bilionários nas áreas de agricultura e infraestrutura.

A maior parte das mudanças exigidas pela presidente nestas empresas – que são braços executores dos ministérios nos estados – é motivada pela descoberta de irregularidades por auditorias feitas pelo próprio governo, através da Controladoria Geral da União. Foi assim no caso dO DNOCS e da CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento – onde a CGU identificou operações irregulares que provocaram um prejuízo estimado em R$228 mi.

CONAB e DNIT - O resultado foi a troca da diretoria financeira da Conab, onde assumiu um juiz militar aposentado, João Carlos Bona Garcia, seis meses depois da saída do irmão do líder governista Romero Jucá, na esteira das denúncias que provocaram a demissão do próprio ministro Wagner Rossi.

Em agosto de 2011, Dilma trocou toda a direção do DNIT – o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Foram sete substituições de uma tacada, que levaram o PR a declarar-se fora da base governista, no mesmo episódio que levou à demissão do então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento.

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A partir de agora, o ministro Fernando Haddad, que deixa o governo na segunda-feira, se torna o principal candidato para a prefeitura de São Paulo - o que ainda não é garantia de nada. O jovem de origem simples, economista de formação e trabalhador obstinado é o exemplo de self-made-man que agrada Lula, o padrinho de peso do pré-candidato. O ex-presidente joga o prestígio, a habilidade política e a capacidade de influencia sobre o eleitorado, para repetir façanha parecida com a que elegeu Dilma em 2010.

Se Haddad tem capacidade administrativa para governar a maior e mais complexa cidade do país é uma outra história. O ministro é jovem, bonitão, ficha limpa e inexperiente em gestão pública, a não ser pela atividade no comando da pasta da Educação, que nada tem a ver com o novo desafio. Se vai convencer o eleitorado paulista? Vai depender de vários fatores, entre eles, de quem mais vá entrar na disputa. Todos os olhares se voltam agora para o José Serra. A pressão sobre o tucano para que se decida pela candidatura deve aumentar daqui para frente.

O dilema de Mercadante - Outra questão freqüente a partir da mudança ministerial promovida por Dilma é se Mercadante, que agora vai comandar a Educação, o segundo ministério social mais importante do governo, vai ter de dar adeus às suas pretensões de vir a disputar o governo de São Paulo, em 2014.

Depois de amargar um período difícil no partido, de ter ido para o sacrifício mais de uma vez por absoluta disciplina petista (entre eles a malfadada candidatura a prefeito de São Paulo, que nunca desejou), Mercadante agora recebe a merecida compensação política. Estará à frente de um orçamento de 85 bilhões de reais e ocupará de visibilidade muito maior que a Ciência e Tecnologia.

O ministério da Educação, ao lado do da Saúde, vem merecendo o título de trampolim político da Esplanada. Se a presidente Dilma vai liberá-lo para disputar o governo de São Paulo em 2014 - parece ser questão que não incomoda neste momento o ministro, que soltou até nota oficial manifestando sua satisfação com a troca de cadeiras.

Mas Mercadante também vai ter de perder boas noites de sono para resolver um desafio crucial para o desenvolvimento do país: melhorar a Educação brasileira, que tem índices de qualidade de quinto mundo. Um eventual insucesso nesta área também terá efeitos políticos muito mais danosos do que ocorreria em outra pasta.

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embaixatrizes Embaixatrizes sem frescura vão à luta por crianças com câncer

As embaixatrizes Maria Teresa AlBader, do Catar, e Laura Mbeng, da República dos Camarões: mobilização solidária que rompe com paradigmas da elite.

Elas romperam com o paradigma das mulheres da corte brasiliense com muito dinheiro para gastar e tempo de sobra para morrer de tédio. Laura Mbeng, embaixatriz da República dos Camarões, e Maria Teresa AlBader, embaixatriz do Catar, encabeçam um grupo de mulheres estrangeiras do corpo diplomático que querem deixar a marca de sua passagem por Brasília com gestos de solidariedade com o país que aprenderam a admirar e respeitar.

Uma das iniciativas mais importantes do grupo é captar recursos para financiar o reaparelhamento de hospitais, como o Hospital da Criança José Alencar, que trata crianças com câncer, e até mesmo do Hospital de Base, para o qual providenciaram socorro que possibilitou a compra de itens que vão de aparelhos de ar condicionado para os leitos a pedestais móveis para soro e medicamentos.

No caso do Hospital da Criança, elas resolveram lutar com armas bem conhecidas das socialites de Brasília para levantar fundos para a entidade. As embaixatrizes promovem em março um baile para todo corpo diplomático, com ingressos a R$200, no Clube Naval de Brasília. A renda será revertida para financiar equipamentos e ações em favor das crianças atendidas pelo hospital.

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