Caros leitores e amigos deste blog,

Encerrado o processo eleitoral em que fui escalada pela TV Record para seguir a "caravana eleitoral" da então candidata Dilma Rousseff, saio de férias e retorno em dezembro.

Foi uma tarefa extenuante, mas que me levou a percorrer o Brasil de Norte e Sul e a acompanhar cada desdobramento de uma campanha em tudo surpreendente e histórica. Parte desta experiência compartilhei aqui com vocês, que me honram com sua atenção.

Neste período de descando, sigo observadora da política, enquanto me preparo para nossos próximos encontros.

Um abraço e até já!

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Na gangorra eleitoral da campanha de 2014, o candidato do PSDB, Aécio Neves, esteve em todas as possíveis posições, do fundo do poço ao topo das intenções de voto, e encerra a disputa com um derrota para lá de honrosa, que recoloca o partido como segunda força política nacional e o projeta como líder natural da oposição.

Aécio só teve a lucrar, nos últimos setenta dias de campanha. Como homem público, sai, sem dúvida maior, ao resistir à mais dura das provas: amargar o terceiro lugar, com desempenho pífio, por longas semanas do primeiro turno - período em que quase "virou suco", como registrou esse blog -, sem esmorecer ou dar sinais de fraqueza.

Acabou favorecido, na ocasião, pela eficiente operação petista de desmonte a Marina Silva. A campanha de Dilma Rousseff errou a mão. Focou na ameaça maior daqueles dias, mas a dose foi exagerada e o veneno acabou virando vitamina para outro adversário mais perigoso. O tucano passou ao segundo turno, levado em grande medida pelos eleitores convencidos pelo próprio PT de que Marina não era boa opção de voto.

O tucano foi favorecido pelo erro de cálculo petista, mas também fez a lição de casa. Aécio trabalhou como nunca na articulação de apoios de segundo turno, equilibrou-se entre promessas e meias palavras, desenhou alianças improváveis - para isso, Minas lhe deu régua e compasso. Mas lhe tirou a vitória em seu próprio berço político.

O candidato também mostrou lealdade a líderes partidários, como Fernando Henrique Cardoso, de uma forma que nenhum outro candidato tucano havia logrado fazer, até então. Explorou os pontos frágeis do governo Dilma com eficiência, forçando a oponente a malabarismo indisfarçáveis. Mas ainda não convence a numerosa e majoritária parcela mais pobre da população.

Assim como Lula teve de se reinventar em 2002, para convencer os mais ricos, que temiam o raivoso "sapo barbudo", o tucano aparentemente terá de passar pela transformação que as urnas parecem exigir dele e fazer justamente o caminho contrário, se quiser chegar ao Planalto.

Nos próximos quatro anos, no entanto, Aécio terá a confortável tarefa de oposição a um governo fadado a sérias dificuldades, seja na política, seja na economia. Se não se desconcentrar da tarefa e se mantiver no centro da arena política, o tucano tem meio caminho andado para a disputa de 2018.

Será um candidato conhecido, diante de um sucessor de Dilma que ainda está por ser construído. Aloysio Mercadante foi colocado na Casa Civil - a escola petista de presidentes, mas, nos dias de hoje, parece não ser páreo à altura.

Um embate improvável, mas não impossível, poderia ser com o ex-presidente Lula. Mas esta é uma história que ainda precisa passar pelos próximos quatro anos de governo Dilma - desafio que as urnas acabam de recolocar no colo do PT.

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O fechamento da campanha eleitoral de 2014 teve desdobramentos supreendentes que renovam a face de um partido desgastado pelo execício do poder e falhas éticas. As disputas acirradas entre Dilma e Marina e, depois, entre a petista e Aécio Neves, tiveram o poder de reaproximar a cúpula do partido e a militância, que voltou às ruas na reta final do segundo turno.

A legenda também provou que ainda é a que se comunica de forma mais eficiente e alcança os resultados almejados, ainda que as armas utilizadas sejam discutíveis. Foi assim que a estratégia de desconstrução do adversário serviu tanto para Marina Silva quanto para Aécio Neves - um desmonte implacável que quebrou as pernas de ambos oponentes e recolou a candidata petista na dianteira.

Mas, nunca antes, nos últimos doze anos, o PT esteve tão próximo de ser apeado do poder. Desde o fatídico 13 de agosto, com a queda do avião que levava o então terceiro colocado, Eduardo Campos, até a última pesquisa eleitoral, de 25 de outubro, a gangorra da vontade do eleitor foi de tontear. Foram setenta dias de sobressalto e de redesenho diário de estratégias eleitorais.

Dilma Rousseff chega ao dia da eleição com margem pequena de vantagem sobre o adversário, historicamente menor que a das últimas disputas pela presidência - mas, ainda assim, um feito, para quem, por duas vezes, viu a derrota de perto.

Afinal, uma eleição real, sem cartas marcadas e com adversários competitivos, com boa chance de vitória, pode ter trazido ao PT aprendizado duplamente importante. Primeiro: o de que é preciso governar muito melhor e para uma fatia mais ampla da população. Segundo: o de que a identidade popular ainda é seu principal trunfo e não se pode descuidar disso.

Nos últimos dias da campanha, Dilma deu mostras de ter compreendido ambas as lições. Uma vez reeleita, como apontam as projeções, que se lembre delas pelos próximos longos quatro anos de poder que a esperam.

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"Não adianta ela falar que no passado se engavetava denúncia! Isso, agora, é o de menos! diz o taxista José de Alencar, mineiro de Contagem, enquanto me conduz até o aeroporto de Confins, horas depois da passagem da candidata Dilma Rousseff por sua cidade. Sem saber que sou jornalista e cubro a campanha pela Record, ele vai direto ao ponto: "será possível que com essa fama de brava que ela tem, ela não se zangou ao saber da roubalheira na Petrobrás? Isso é que eu não entendo!" - diz o aposentado dos Correios, enquanto guia seu Fiat 2014 por um desvio, para evitar o congestionamento a caminho do aeroporto, em plena tarde de sábado.

Faltou indignação à candidata e à presidente, diante das revelações do ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, que relata 3% de propina ao PT, PMDB e PP. Na passagem por Contagem, pelo terceiro dia consecutivo, Dilma voltou a se mostrar inconformada mais com o vazamento das declarações do delator e com a possível injustiça contra os suspeitos, que com os fatos que ganham vida e impacto, na voz do ex-funcionário de carreira da empresa.

Os petistas talvez subestimem a força da denúncia. Fazem pesquisas qualitativas, estudam a real penetração da história entre este ou aquele nicho de eleitores. Dilma seguirá brandindo a própria biografia contra acusações que no máximo alcançam figuras obscuras de seu partido - um certo Vaccari Neto - ou de legendas aliadas - um tal Sérgio Machado, ex-senador. Afinal, quem se lembra dele?

O taxista José de Alencar - homônimo ao mesmo tempo do Ilustre escritor romântico e do falecido vice de Lula, também mineiro - no entanto, faz perigosa analogia. "Sabe aquele tipo de candidato que rouba mas faz? Pois é! Eu é que não voto nele, de jeito nenhum!" - diz o motorista, sem olhar pelo retrovisor para ver minha reação, como quem pensa alto ou fala consigo mesmo.

Dilma pode até não merecer a comparação, mas precisa deixar isso claro a seus eleitores. A resposta, em Contagem, soou insuficiente. O revide ficou aquém da suspeita milionária de desvio, que, como o próprio taxista indicou, não combina com a imagem da presidente.

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Confrontada com a questão posta frequentemente por adversários de que a campanha petista cria um ambiente de conflito social e divide o país ao contrapôr ricos e pobres, a candidata Dilma Rousseff levou 24 horas para responder de forma específica. E acabou por sustentar: sim, o PT governará prioritariamente para os pobres. "Um governo que não olhar para quem é mais pobre não está fazendo seu trabalho direito".

Para isso, coletou dados da Fundação Getúlio Vargas e do IBGE para sustentar a tese de que durante os doze anos de governo petista houve uma modificação da estrutura de renda da população brasileira. Dilma garante que, no período, houve redução da parcela mais pobre da população e grande migração para a classe média.

Segundo seus dados, em 2002, 54% da população estava nas classes D e E, as de menor renda, e hoje, 73% estariam nas classe B e C - de poder aquisitivo médio e alto. "É isso que transformou o Brasil de forma pacífica e silenciosa, uma modificação na distribuição de renda que levou o país a ter um perfil diferenciado do que tinha" - afirmou.

Dilma sustenta que nos governos petistas "todos ganharam", mas os pobres ganharam mais e ampliaram a classe média, que agora pressiona "legitimamente" por mais e melhores serviços públicos.

A estratégia do segundo turno, de comparar as gestões petistas e tucana, repete a adotada por Lula na campanha de 2005. Desgastado pelo escândalo do mensalão, que abalou profundamente sua popularidade, Lula declarou que desejava uma "eleição plebiscitária", em que o povo avaliasse nas urnas os resultados de sua gestão. Desde domingo, Dilma propõe o mesmo tipo de comparação.

 

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Confrontada com a questão posta frequentemente por adversários de que a campanha petista cria um ambiente de conflito social e divide o país ao contrapôr ricos e pobres, a candidata Dilma Rousseff levou 24 horas para responder de forma específica. E acabou por sustentar: sim, o PT governará prioritariamente para os pobres. "Um governo que não olhar para quem é mais pobre não está fazendo seu trabalho direito".

Para isso, coletou dados da Fundação Getúlio Vargas e do IBGE para sustentar a tese de que durante os doze anos de governo petista houve uma modificação da estrutura de renda da população brasileira. Dilma garante que, no período, houve redução da parcela mais pobre da população e grande migração para a classe média.

Segundo seus dados, em 2002, 54% da população estava nas classes D e E, as de menor renda, e hoje, 73% estariam nas classe B e C - de poder aquisitivo médio e alto. "É isso que transformou o Brasil de forma pacífica e silenciosa, uma modificação na distribuição de renda que levou o país a ter um perfil diferenciado do que tinha" - afirmou.

Dilma sustenta que nos governos petistas "todos ganharam", mas os pobres ganharam mais e ampliaram a classe média, que agora pressiona "legitimamente" por mais e melhores serviços públicos.

A estratégia do segundo turno, de comparar as gestões petistas e tucana, repete a adotada por Lula na campanha de 2005. Desgastado pelo escândalo do mensalão, que abalou profundamente sua popularidade, Lula declarou que desejava uma "eleição plebiscitária", em que o povo avaliasse nas urnas os resultados de sua gestão. Desde domingo, Dilma propõe o mesmo tipo de comparação.

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Fechados os números do primeiro turno, a campanha petista já fazia neste domingo os cálculos políticos para atravessar o segundo turno. E a conclusão era clara: sem os votos de Marina, não há vitória possível sob Aécio Neves. A maior dificuldade, porém, será a superação das mágoas causadas na adversária pelo discurso duro de Dilma, que buscou descontruir a imagem pessebista, e coloborou para seu mergulho fulminante de cerca de doze pontos nas pesquisas.

O ponto alto da agressividade de Dilma se deu quando ela acusou Marina de mentir. A petista alega que ex-senadora votou duas vezes contra a CPMF e hoje nega. Dilma chegou a caracterizar a atitude da adversária de "desvio de caráter". Aliados da petista sabem que será dificílima uma reaproximação de Marina, também duramente alvejada por Lula.

"Foram acidentes de campanha plenamente superáveis, quando está envolvido um bem maior" - diz Gilberto Carvalho, ex-ministro e integrante da campanha. "Vamos atrás desse eleitorado flutuante, que migrou de Marina para Aécio e que está em busca de um candidato" - adianta Carvalho. O problema é que tal eleitorado expressa um voto claramente de oposição - extremamente difícil de reverter.

Oponente de Marina desde os tempos de ministéro, Dilma dificilmente terá a complascência da adversária. E estará no lucro se obtiver um acordo pela neutralidade e o silêncio de Marina pelas próximas três semanas.

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Encerrada a contagem dos votos do primeiro turno, caso se confirme que o tucano Aécio Neves será o adversário de Dilma Rousseff no segundo turno, a artilharia petista contra o senador já está pronta. "Nós o deixamos solto até aqui" , diz presidente do PT, Rui Falcão, sinalizando que a fase do armestício e da cordialidade está prestes a terminar.

Dilma insistirá no discurso de que o adversário não tem projetos - principalmente na área social - e apenas promete dar continuidade aos programas do governo petista. "A troco de que alguém vai escolher quem nunca construiu, nunca fez quando teve a oportunidade, contra quem fez, construiu programas?" - declarou neste sábado, em Belo Horizonte.

Os petistas também estão prontos para travar a batalha dos argumentos ligados à gestão econômica. Dilma tentará vincular a receita proposta pelos tucanos, que prevê cortes de gastos públicos - o chamado "remédio amargo",  a fórmulas de combate à crise que levaram a Europa ao desemprego e à recessão.

Assessores petistas já estudaram números e resultados do governo de Aécio em Minas para usar contra o adversário, quando o assunto for promoção do crescimento e redução da desigualdade. E asseguram que o ex-governador fez bem menos do que propaga e que deixou flancos expostos em diversas áreas.

A disputa devolverá o PSDB à velha posição de antagonista do petismo, posto que ocupa há mais de vinte anos e que por breve período pareceu perder, com a ascenção súbita de Marina Silva, na primeira fase da campanha.

Passar ao segundo turno, para Aécio Neves, será um feito - capaz de resgatá-lo de um fracasso retumbante e de salvar o partido de um nefasto encolhimento político. O entusiasmo angariado a partir de tal resultado pode, sim, dar trabalho a Dilma. Nestas condições, mesmo uma eventual derrota do tucano no segundo turno torna-se para lá de honrosa.

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O comando do Partido dos Trabalhadores acha improvável a vitória definitiva de Dilma Rousseff no primeiro turno, apesar de considerar que haja uma chance. Mas já escolheu o adversário ideal: seria Marina Silva, do PSB, e não o tucano Aécio Neves.

Apesar de ter o arsenal pronto para enfrentar o tucano, uma das razões para preferir Marina está relacionada à boa fase da campanha do senador. "É melhor pegar Marina em trajetória de queda do que Aécio decolando" - comenta um importante integrante da cúpula petista.

O partido também considera que foi bem sucedida a operação de "desmonte" da imagem da ex-ministra, que incluiu explorar contradições do programa e da própria personagem.

Agenda pós-vitória - O partido pretende também reunir em Brasília, na terça-feira, 7, logo após o primeiro turno, a Executiva e os candidatos vitoriosos do PT. "Será uma espécie de pajelança", relata um dirigente partidário.

A própria Dilma, que acompanhará a apuração eletrônica no Palácio da Alvorada na companhia de correligionátios e apoiadores, fará pronunciamento assim que um resultado seguro a confirme no segundo turno.

A  manifestação será num hotel próximo ao Alvorada. Mas a campanha pretende evitar o "clima de velório" de 2010, quando a frustração da vitória em primeiro turno foi recebida como derrota. Para isso, a militância está convocada para fazer a festa diante do hotel.

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"É absurdo que o governo seja atacado e eu não possa responder!" A reação indignada da presidente e candidata Dilma Rousseff foi logo no primeiro bloco do debate promovido pela TV Record, na noite deste domingo, e pontuou todo o confronto. Inconformada, a petista pediu quatro vezes direito de resposta, mas só obteve um - após usar o argumento de que havia sido citada nominalmente.

A regra, discutida e acordada com as equipes de campanha e comum à maioria dos debates em televisão, prevê que o direito de resposta seja concedido apenas em casos de ofensas pessoais.

Com uma vantagem de 13 pontos sobre a segunda colocada no primeiro turno, Dilma e o governo tornaram-se o principal alvo dos adversários, que a atacavam inclusive quando não era ela a sabatinada. A situação deixou exasperados os assessores de campanha. "O formato é muito ruim, com apenas 30 segundos para réplica e tréplica" - reclamavam.

Erros táticos - Visivelmente contrariada, acabou errando no contra-ataque. Ao buscar o confronto com Aécio Neves, introduziu no debate o tema Petrobrás - um flanco exposto de seu governo, com denúncias de desvios milionários que lançam suspeitas inclusive sobre o financiamento de sua primeira campanha. O tucano decolou nos ataques à adversária e transformou a acusação de que pretenda privatizar a Petrobrás em trunfo contra a petista.

Preocupada em dar resposta às múltiplas críticas - da falta de verbas para os militares às distorções do Mais Médicos - Dilma acabou consumindo o tempo de fala sem responder a uma dura colocação de Marina Silva, que se referia às demissões e fechamento de empresas ligadas à produção de álcool e etanol. A petista deixou passar a oportunidade de explorar um dos principais pontos fracos da adversária, ex-ministra do Meio Ambiente: a aversão que têm por ela os representantes do agronegócio, inclusive os próprios produtores de cana-de-açúcar.

Foram poucos os momentos de descontração da candidata do PT. Num dos intervalos, Dilma riu e comentou discretamente com o marqueteiro da campanha, João Santana, as respostas do candidato Levy Fidelix sobre o casamento entre homossexuais - que levaram a platéia a gargalhar.

Ao deixar a emissora, no entanto, a petista já parecia menos tensa. Parou pelos corredores para cumprimentar funcionários e demonstrou boa vontade ao atender a pedidos para tirar fotos, apesar do avançado da hora. Seguida por um séquito de dezenas de assessores e seguranças, ela deixou a emissora pouco antes da uma da manhã.

 

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