Nunca esteve tão bem o relacionamento do presidente da Câmara, Michel Temer, com o Planalto. Esta semana foi alçado ao posto de "principal nome na articulação política", e mereceu adjetivos como "agregador", "pragmático", "objetivo".
Agrada particularmente o presidente Lula, com quem Temer tem se encontrado duas vezes por semana, os despachos curtos com o pemedebista, quando se resolvem questões cruciais em minutos - como o que resultou no fim do regime de urgência nos projetos do pré-sal (script que já tinha sido desenhado dias antes).
Daí a nova fama de "resolvedor" de Temer. Em retribuição, o presidente licenciado do PMDB embarca como convidado na comitiva de Lula na noite de terça-feira (29/09) para Copenhagen, na Dinamarca. O grupo parte do Rio de Janeiro, onde outro pemedebista de peso, o governador Sérgio Cabral, será integrado à comitiva.
Temer retorna ao Brasil só no sábado (03/10). Até lá, deixa a Câmara sob o comando do vice, o petista Marco Maia. Lula segue viagem para Bélgica e Suécia, de onde só retorna em sete de outubro.











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