O ministro Celso Amorim responde a quem diz que o Brasil errou ou foi amador no episódio do abrigo a Zelaya na embaixada do Brasil em Tegucigalpa. “Seria covardia” não acolhê-lo ou expulsá-lo, diz.

O que porém não explica permitir que Zelaya transforme a embaixada em QG de luta – ele, que está longe de ser um herói da resistência democrática. Enquanto isso, quem vai virando herói em Honduras é o presidente Lula. Pelo menos entre os apoiadores de Zelaya.

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