O governador biônico do Distrito Federal, Rogério Rosso, eleito de forma indireta para substituir o governador cassado, José Roberto Arruda, está  no quarto dia de governo, e começou a dizer a que veio. Rosso nem bem esperou o fim dos fogos da festa dos 50 anos de Brasília para exonerar, esta tarde, o presidente e dois diretores do Metrô, cuja construção está diretamente ligada a Arruda. O ex-democrata surgiu na política do DF como engenheiro responsável pela obra.

Segundo Rosso, as demissões servem para “colaborar com o bom curso das investigações” do Ministério Público. A suspeita é de fraude em licitação.

Veja abaixo a nota oficial que acaba de ser divulgada pelo governo do DF:

“O governador do Distrito Federal, Rogério Schumann Rosso, com o objetivo de colaborar com o bom curso das investigações face a ação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, ocorrida nesta manhã, na Companha do Metropolitano (Metrô-DF), deteminou a substituição imediata do presidente, diretor de operação e manutenção, e o afastamento do chefe de Departamento da Diretoria Técnica do órgão. Foi determinado, ainda, ao Conselho de Administração da Empresa, que os cargos acima sejam ocupados por servidores públicos com perfil técnico.

Assessoria de Imprensa

Governo do Distrito Federal”