Os sete ministros do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal terão hoje mais uma oportunidade de interferir diretamente nas eleições do DF. Depois de barrar a candidatura do favorito ao governo local, Joaquim Roriz, hoje, deverão julgar se o adversário do ex-governador, o candidato petista Agnelo Queiroz, deve seguir na disputa.

Como ex-ministro do Esporte no governo Lula, Agnelo teve parte de suas contas rejeitadas. A ação de impugnação do registro da candidatura foi apresentada ao TER/DF pelo PT do B. O petista contesta formalmente a acusação, que, segundo ele, é falsa e “visa, única e exclusivamente, a denegrir a imagem do cidadão e infamar as suas legítimas e ilibadas aspirações políticas (...)”, conforme defesa apresentada ao Tribunal.

Os advogados pedem ainda que seja declarada “litigância de má fé” por parte de seus acusadores, diante do que  alega ser uma “tentativa de alteração dos fatos em detrimento dos documentos e provas já constantes do pedido de registro de candidatura que por si só mitigam o espaço para discussão acerca da veracidade das acusações levianas alcançadas”.

Uma eventual impugnação da candidatura do segundo candidato ao governo do DF – Agnelo tem 27% das intenções de voto – lançaria os eleitores de Brasília e do DF na inusitada condição de optar entre os nanicos: Toninho do PSOL, Rodrigo Dantas, do PSTU, Frank Svensson, do PCB, Eduardo Brandão, do PV e Newton Lins, do PSL.

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