O líder do PSDB na Câmara, deputado João Henrique (BA), e seu colega de partido, líder da minoria, Gustavo Fruet (PR), entraram nesta quarta com representação junto ao Ministério Público Federal pedindo apuração de responsabilidades no caso do último vazamento do Enem. Após o episódio de 2009, em que as provas vazaram logo depois da impressão, desta vez, os dados pessoais e sigilosos de 12 milhões de estudantes - inclusive as notas obtidas nas provas - foram parar na internet.

Para os deputados, além de “violação dos direitos humanos”, o caso provoca “uma crise de confiança irreparável e sem precedentes nas instituições públicas”, segundo afirmam no documento encaminhado ao Procurador Geral, Roberto Gurgel.

A representação acusa o Ministério de Educação de “falta de zelo com a coisa pública” e cobra providências, lembrando que o vazamento viola a Constituição lembrando que o vazamento viola a Constituição, que protege os dados pessoais, a intimidade e a vida privada dos cidadãos.

O ministério, em nota, reconheceu o vazamento, mas transferiu a responsabilidade para instituições que têm acesso aos dados e acusou "fragilidade do sistema".

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