Enviado por Priscilla Mendes, com Fernanda Muylaert, especialmente para este blog
A campanha de José Serra investe no ataque à adversária Dilma Rousseff explorando o caso da violação de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB, entre ele o vice-presidente do partido, Eduardo Jorge. Segundo o coordenador de comunicação, Márcio Aith, as críticas vão persistir “enquanto o Estado continuar violando o sigilo de cidadãos de bem”.
Ao final de sua última edição, a propaganda tucana na tv usou manchetes de jornais e questionou quem estaria por trás do vazamento de dados, além de citar o episódio dos aloprados, quando o PT foi acusado de montar dossiês contra o PSDB.
Roberto Freire, deputado federal e presidente do PPS, menciona o caso do vazamento dos sigilos fiscais para justificar uma eventual fuga de financiadores de campanha de José Serra, uma vez que o candidato vem caindo nas pesquisas. "Antes já havia uma pressão antidemocrática por parte do governo a essas empresas. Imagine agora! Quem quer ter ligação [com o Serra] com uma Receita Federal que quebra não só o sigilo de políticos tucanos como de empresas?"
Márcio Aith nega que os financiadores estejam em debandada: “existe um Estado leviatã massacrando os cidadãos e pressionando empresas. Isso não é fuga de financiadores. Isso é o Estado bandido, criminoso, violando sigilo de cidadãos”, declara.
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