Enquanto os petistas e aliados promoviam uma grande reunião em Brasília para funcionar como demonstração de força em favor de Dilma Rousseff, os tucanos tiveram de abrir o segundo turno com um gesto de solidariedade ao senador eleitor Aécio Neves, cujo pai faleceu em pleno dia de votação do primeiro turno.

O candidato José Serra compareceu ao velório e retornou a São Paulo, onde não teve compromissos públicos. Para compensar o momento de recolhimento, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, soltou uma nota conclamando militantes, simpatizantes e todos os que “se identificam” com o projeto tucano a se unirem pela eleição de Serra.

“A saúde, a segurança, a infraestrutura, a educação podem e vão melhorar com Serra presidente. Nossa adversária teve oito anos para fazer melhorias nessas e em outras áreas, mas não fez. O país pode, sim, e vai avançar com Serra”, diz Guerra, na nota, que também menciona as vitórias obtidas neste primeiro turno: “já elegemos governadores em seis estados: São Paulo, Minas, Paraná, Santa Catarina, Tocantins e Rio Grande do Norte. E vamos à luta e podemos vencer, agora no segundo turno, nos seguintes Estados: Pará, Alagoas, Piauí, Roraima e Goiás.”

Na nota, o presidente tucano volta a ressaltar aspectos da biografia de Serra, sustentando que o candidato “anda com as próprias pernas” e é “o mais preparado” para governar o Brasil. E reforça que o segundo turno servirá para destacar “as diferenças” entre os dois concorrentes. “Nossas armas são nossa união, nossa visão maior de Brasil, nosso rumo democrático, a capacidade de gestão e planejamento comprovados do nosso candidato”, declara Sérgio Guerra.

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