Com Cláudia Gonçalves, da TV Record
Depois de duas falhas consecutivas em apenas vinte dias, a segurança da presidente Dilma Rousseff dá sinais de mudanças. No final da tarde desta quarta-feira, três homens do Comando de Operações Táticas da Polícia Militar do DF subiram no teto do Palácio do Planalto, armados com fusis equipados com lunetas, para monitorar manifestantes na Praça dos Três Poderes. Um grupo de ex-militares protesta desde a terça-feira diante do Planalto. Hoje, ex-soldados da Aeronáutica que exigem reintegração à Força escalaram o mastro da bandeira nacional, que fica ao centro da Praça.
Há quinze dias, um manifestante escalou o mesmo monumento como forma de protesto. O topo do mastro da bandeira oferece ângulo privilegiado para os escritórios da Presidência da República. Na ocasião, a segurança de Dilma foi criticada por não ter reagido à iniciativa do manifestante, que foi contido horas depois pelo Corpo de Bombeiros.
A assessoria do Planalto não confirmou se a presença dos atiradores de elite da Polícia Militar nesta quarta foi uma solicitação da equipe de Dilma.
A segurança do Planalto também cancelou nesta quarta a visitação pública às dependências do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. O acesso aos visitantes é tradicionalmente permitido às quartas-feiras. É que Dilma Rousseff despachou do Alvorada e inclusive convocou reunião com ministros no local.
Vacina - A assessoria do Planalto não esclareceu porque a presidente não foi trabalhar no Palácio e permaneceu no Alvorada, tendo inclusive recebido a visita do chefe da equipe médica, Dr. Kleber Ferreira. E não comentou rumores de que Dilma esteja enfrentando reação à vacina contra a gripe que tomou na segunda-feira, ao lançar a campanha nacional de vacinação do Ministério da Saúde.











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