A presidente Dilma Rousseff abre a agenda de hoje com um encontro, logo cedo, com Gilberto Kassab e representantes do PSD, legenda recém-criada e que ainda não foi homologada pela Justiça Eleitoral. A previsão é que o partido seja formalmente criado no dia 10 de setembro.
O encontro completa a rodada de reuniões que Dilma vem fazendo com a cúpula dos partidos de sua aliança, para tentar pacificar a relação entre governo e aliados. A inclusão do novo PSD na lista revela o interesse do Planalto em inclui-lo na base aliada, embora alguns de seus integrantes negue essa propensão governista.
A senadora Kátia Abreu, que deixou o DEM para integrar o PSD, é uma das que contesta esta opção. "Nós não temos a obrigação, neste momento, de definir se o partido é da base do governo ou da base da oposição. Por que não? Porque nós não fomos batizados nas urnas ainda. A partir de 2014, aí sim, nós temos a obrigação moral e ética de nos defender."
Para a senadora, é preciso conviver com a adversidade: "Até que nós tenhamos esse batismo nas urnas, nós temos, dentro desse partido novo, pessoas que apoiaram o governo da presidente Dilma e pessoas que apoiaram o candidato Serra, como eu, por exemplo. Nós vamos ter que conviver com essa diversidade, sem perder os nossos princípios básicos".
(Colaboraram FERNANDA MUYLAERT, da RecordNews, e TACIANA COLLET, da TV Record)











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