Colaborou Taciana Collet, da TV Record
Mesmo durante recesso parlamentar, o episódio da suposto estupro no programa Big Brother Brasil, da TV Globo, provou reações de congressistas. O deputado Ivan Valente, do PSOL, por exemplo, que integra a Frente pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação, exige que seja apurada a responsabilidade da emissora. Pelo twitter, o deputado declarou:
"Durante mais de 24h a Globo agiu como se não houvesse a suspeita de um crime a ser investigado. E, pior, tratou o caso como normal de um BBB. Essa é a mensagem que uma concessionária pública de TV manda para o país diante de um assunto tão sério como a violência sexual contra mulheres?"
Já o petista Fernando Ferro, convoca o Ministério Público a entrar em ação. Publicou em seu twitter a seguinte mensagem: “Rede globo faz apologia ao álcool e cria ambientes para incentivo ao estupro no BBB-bobagens.burrice.baixaria, num espaço público. Atua, MP!”
Iriny expectadora - O governo federal reagiu com cautela diante da polêmica. Chamou atenção a atitude da ministra das Secretaria Especial de Mulheres, Iriny Lopes – pré-candidata à prefeitura de Vitória, no Espírito Santo. A ministra - que foi atacada por criticar campanha publicitária de uma marca de lingerie, estrelada pela modelo Gisele Bundchen - desta vez declarou por nota oficial que o problema é do ministério público e da polícia, e que a secretaria vai acompanhar as apurações.
O ministério das Comunicações mandou requisitar as imagens para ver se houve exibição imprópria para o horário. E o ministério da Justiça pode mudar a classificação indicativa do Programa de 12 para 14 anos. A decisão será tomada até 9 de março.











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