Dr. Pet

Por Equipe Cão Cidadão

cao ideal estilo vida 300x199 Raça canina mais indicada para cada estilo de vida

Ter um animal de estimação é extremamente gratificante. No entanto, quando adquirimos um cão por impulso, seja porque ele é pequenininho, peludo, orelhudo ou cheio de rugas, antes de pesquisarmos a respeito da raça, podemos ter vários problemas e um cachorro muito diferente do que esperávamos, difícil de se adaptar aos nossos hábitos.

Lembre-se que vocês irão conviver por muitos anos, e, portanto, você deve sempre considerar os aspectos da sua vida para saber qual raça vai se encaixar melhor no seu dia-a-dia. Tenha em mente que, se um dia você casar, mudar para um apartamento ou de alguma forma mudar seu estilo de vida, você deve ser capaz de levar o cão com você. Infelizmente, uma das maiores causas de abandono de cães é a “mudança no estilo de vida”.

Espaço

O espaço que você possui nem sempre determina o tamanho do cão. O mais importante é saber o nível de energia dele. Alguns cães de pequeno porte como o Beagle e o Jack Russel Terrier necessitam de muito exercício e a convivência com eles em apartamento é mais difícil do que com grandões como o Terranova ou o Dogue de Bordeaux.

Todos os cães devem receber estímulos mentais na forma de enriquecimento ambiental, brincadeiras, e exercícios físicos, como caminhadas. Muitos cães, apesar de terem o quintal todo à disposição, preferem ficar ao nosso lado mesmo que seja em um espaço pequeno, pois valorizam muito a nossa companhia. Portanto, ter apenas um quintal grande não é o suficiente para manter o seu animal tranquilo e saudável.

Na hora de se decidir pelo tamanho do seu animal, lembre-se também que um cão de grande porte tem um custo de manutenção mais alto do que um de pequeno porte.

Nível de atividade

Esse é um dos critérios mais importantes que você deve considerar quando for escolher uma raça. Algumas necessitam de mais exercício do que outras, e se você é mais sedentário e não gosta de praticar esportes, opte por raças como Bulldogue Inglês, Basset hound, Chihuahua, Dogue Alemão ou Dogue de Bordeaux.

Se você gosta de fazer muito exercício diariamente e passar bastante tempo ao ar livre, raças como Border Collie, Husky Siberiano, Australian Cattle Dog, Labrador ou Dálmata são uma boa opção. Não escolha nenhuma raça que tenha o focinho achatado, pois essa característica faz com que eles tenham dificuldade em respirar e não podem se submeter a exercícios vigorosos.

Função

Você quer um cão para te fazer companhia? Boas opções são Shih Tzu, Lhasa Apso, Maltês, Yorkshire, Chihuahua, Pug, Whippet e Poodle. Ou talvez para cuidar da casa? Neste caso, Pastor Alemão, Rottweiller, Akita Inu, Dobermann, Dogue Alemão e Fila Brasileiro são bastante indicados.

Crianças

Se você tem criança em casa ou pensa em ter, deverá optar por raças que são adequadas para elas também. Por incrível que pareça, cães pequenos não são uma boa escolha, pois são muito sensíveis e as crianças podem acabar machucando-os sem querer. Boas opções são o Boxer, Beagle, Labrador e o Golden Retriever.

É importante lembrar que, mesmo os cães de uma mesma raça possuindo várias características em comum, o temperamento de cada cão vai depender também da linhagem do animal e da forma que ele for criado! Portanto, após se decidir por uma raça, procure um criador sério e conheça os pais do seu filhote para ter uma idéia de como ele vai ficar, e invista na educação dele.

Lembre-se também que existem muitos cães sem raça definida com as mais variadas características a espera de um lar e com certeza um deles tem o temperamento que você deseja!

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Texto Thais Oliveira (adestradora da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

Confira as dúvidas sobre comportamento enviadas pelos internautas no Consultório Pet, respondidas pela adestradora da Cão Cidadão Cassia Rabelo Cardoso dos Santos.

Importante: nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança! Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias.

Olá Dr. Pet, admiro seu trabalho, já aprendi várias dicas com seus proramas, mas não tenho conseguido controlar meu cattle dog de 1 ano; moro em sitio, ele é criado solto junto com um vira-lata bem grandão, bonzinho, carinhoso e mais velho que ele, sem canil e sem coleira, aprende truques com facilidade, ele gosta de brincar, mas ele não gosta de carinho, é raro o momento que ele aceita ser acariciado e abraçado, é pouco obediente, tem muita atitude e tem avançado muito nos momentos de carinho, mas ao mesmo tempo ele é muito obediente e não avança nos momentos das brincadeiras. Oque fazer? Socorro! Obrigada.
Daniela

Daniela, se seu cão já demonstra facilidade e predisposição para aprender truques, já é um ótimo passo. Agora, o que você precisa fazer é deseensibilizá-lo a carinhos, contato físico com humanos. Não se deve forçá-lo a manter contato físico. O que, para nós, pode parecer “fazer carinho”, para ele pode significar perigo, ameaça. O ideal é fazê-la ganhar confiança aos poucos. Uma forma é sentar-se longe e ir jogando petiscos, que ele certamente pegará se tiver apetite normal. À medida que perceber que ele vai se tornando mais confiante, jogue o petisco mais perto de você, até que ele venha pegá-lo em sua mão.
No momento em que for tentar um carinho, faça-o sem levantar a mão acima da cabeça do cão. Deixe-o ver onde está sua mão e, com a outra bem próxima, ofereça um petisquinho de forma a fazê-lo encostar em sua mão vazia. Boa sorte!

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Porr favor me ajude! Minha família gosta muito de cães, motivo pelo qual nos faz ter aprox 17 cães, alguns vindos de doações, alguns adquiridos e a maioria são de uma criação que não tivemos coragem de nos desfazer.( todos de raças pequenas, sendo lhasa, poodle, shitzu, vira-lata e uma Buldog Inglês. Temos eles em dois canis, os meninos em um e as meninas em outro, a Buldog fica separada. O maior problema são as brigas que vêem acontecendo cada vez com mais frequência. Algumas vezes acabamos deixando os brigões separados, mas não por muito tempo pois eles choram, e minha irmã fica comovida e os coloca juntos novamente. Mas está muito difícil, não sei o que fazer, essas brigas já resultaram em três mortes, e muitas outras situações em que houveram graves ferimentos. Gostaria de saber se há alguma medida para se tomar para que isso se resolva. É muito triste as perdas, os temos como se fossem membros da família. Isso é quase um pedido de SOCOOOORRO. Me ajude por favor..
Tati

Tati, situação que você narrou é extremamente grave. Brigas em grupos grandes de cães, reunidos aleatoriamente (ou melhor, apenas pelo sexo), são comuns e costumam se muito graves. Além de gerarem um alto nível de estresse ao cães. Nesta situação, o ideal seria você separar os cães em grupos menores, de acordo com o temperamento de cada um. Para tanto, seria interessante que todos fossem castrados, assim, você pode reunir machos e fêmeas que tenham temperamentos compatíveis no mesmo local. Depois que os novos grupos estiverem feitos, você deve iniciar treinos de adestramento, com base em reforço positivo, para que os cães aprendam coisas novas e passem a obedecer comandos. Cuidado na hora da alimentação: disputas por comida são também muito comuns. Como sua situação é bastante grave, sugerimos que tenha a ajuda de um profissional especialista em comportamento canino. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138. Para conhecer melhor a empresa, acesse o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!

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olá Dr. Pet. tenho 4 cachorros em casa porém não sei quais as raças exatas pois todos foram achados filhotes na rua e acabei ficando com eles. Dois deles são irmãos e os mais novos da casa eu queria saber como faço para que eles façam as necessidades em um lugar só porque eles fazem em qualquer lugar e ultimamente estão fazendo xixi no pé da porta de entrada da minha casa. O que eu posso fazer pra mudar esse comportamento?
Liliane Moura

Olá, Liliane! O treino para ensinar o cão a fazer necessidades no local correto depende muito da dedicação e paciência do dono.
As dicas que serão colocadas abaixo servem tanto para cães filhotes quanto adultos. O treino consiste em mostrar ao cão que fazer as necessidades em determinado local gera consequências positivas, seja com petiscos, brincadeiras ou elogios. Para tanto, deve-se seguir os seguintes passos:

• preparar o local onde deve ser o “banheiro” de forma permitir que seja bem atrativo para o cão. Para tanto, a cama, potes de águas e comida e brinquedos devem estar numa extremidade oposta ao “banheirinho”, pois os cães não gostam de se aliviar próximo ao local onde comem e dormem;
• alimentar o cão em horários específicos para conseguir prever quando ele sentirá vontade de se aliviar, o que geralmente ocorre logo ao acordar, após as refeições e após uma sessão de brincadeiras;
• sabendo que está se aproximando o momento em que o cão estará “apertado”, ficar com ele no local onde deve fazer as necessidades;
• assim que ele se aliviar na frente do dono no jornal ou tapete, elogiá-lo com carinho e dar uma recompensa (cuidado: não elogiar com “muito entusiasmo” – ele pode se assustar e não querer mais fazer necessidades na frente de ninguém!);
• repetir o treino durante alguns dias, com consistência, até que ele entenda que fazer xixi na frente do dono e em local específico é muito gratificante!

E se o cão errar e fizer em algum local indevido? Deve-se ignorá-lo por completo! Isto para que o cão não aprenda que fazer as necessidades em qualquer lugar atrai a atenção do dono, mas somente quando faz no jornal ou tapete higiênico! Não dar broncas quando o cão se aliviar no lugar impróprio, mesmo que seja no tapete da sala! Ele não sabe ainda qual é o local certo e, sendo punido, aprenderá que fazer na frente do dono é um problema e passará a fazer escondido, o que dificultará o treinamento, pois o peludo passará a se aliviar longe do dono, que perderá a oportunidade de recompensá-lo... A “técnica” de esfregar o focinho do cão na sujeira quando ele fizer em local errado está totalmente ultrapassada e comprovadamente só amedronta o cão. Boa sorte!

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Olá Dr. Pet!
Tenho um boxer de 1 ano e 3 meses. Ele é muito medroso, parece um pinscher. Late pra tudo diferente que vê: seja um carro parado em frente de casa, motos passando, pessoas de fora ou um cobertor enrolado em cima do sofá.
Gostaria de saber o que fazer para que ele perca esse medo! Deixamos ele só no quintal até os 6 meses, só depois de tomar todas as vacinas deixamos ele ir pra varanda... aí ele já tava estranhando tudo e todos! Queria passear com ele na rua, mas ñ consigo segurá-lo e tenho medo dele sair correndo atrás de outros cachorros.
O que devo fazer?
 Grata, 
Patrícia

Olá, Patrícia! O comportamento pode ser fruto da falta de costume de seu cão com estímulos na fase em que ainda era filhote, ou seja, na fase de sociabilização. Neste período, todas as situações que o filhote vivenciar serão definidoras de seu comportamento no futuro. Sejam elas boas ou ruins. Daí a importância de uma sociabilização bem feita, expondo o filhote a diversas pessoas, locais, ruídos, texturas, sempre de forma positiva, para que ele associe essas experiências a coisas boas. Para tentar melhorar esta situação, você deve fazer com que ele passe a associar os estímulos que deflagram reações de medo a coisas positivas. Por exemplo, você pode gravar sons de carros e colocar em sua casa mesmo, bem baixinho, enquanto ele estiver brincando e comendo. Aos poucos e somente ao perceber que ele está tranquilo, vá aumentando o volume. Só quando ele estiver bem tranquilo, comece a chegar cada vez mais perto de ruas, primeiro as mais tranquilas e sem movimento. Este tipo de treino, que chamamos de dessensibilização, serve para que o cão possa perder a sensibilidade extrema que demonstra em relação a determinados estímulos. Você pode utilizar o mesmo princípio para fazer com que ele se acostume á presença de outros cães. Mas, de toda forma, é recomendável que você contate um profissional especialista em comportamento canino para auxiliá-la. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!

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Olá Dr. Pet, venho lhe pedir ajuda com meu cãozinho. Eu tenho um Lhasa Apso macho de 2 meses,se chama Fred e eu moro em um apartamento. Eu não consigo fazer com que ele durma na sala sózinho em sua caminha. Fica chorando reclamando pq ele quer ficar o tempo todo perto da gente, ai ele acaba se enfiando no meu quarto, debaixo da cama, mas mesmo assim reclama(chia) durante a madrugada. Não posso nem sair de casa e deixa-lo sózinho pq tenho medo dele ficar chorando, latindo, gritando dentro de casa. Por favor, me ajude. O que posso fazer para mudar isso?
Isis Barros

Isis, o seu cãzinho ainda é muito novinho, certamente sente muito a falta da companhia dos irmãos e da mãe. Além disso, cães são animais extremamente sociais, que precisam de um grupo para terem garantido seu bem-estar. Mas isto não significa que devam ficar o tempo todo conosco, pois podem desenvolver o que se chama de ansiedade de separação. Assim, cabe aos donos incentivá-los a ficarem tranquilos sozinhos, sem que este fato gere extremo sofrimento. Muitas pessoas sentem uma grande necessidade de ter o peludo sempre por perto, já que isto traz um grande conforto. Mas tal conduta não faz bem ao cão, pois, quando deixado sozinho, tende a desesperar-se. Assim, treinar o comando “fica” desde já, para que o filhote possa perceber que o dono sai do cômodo, mas em seguida volta. Estimulá-lo a interagir com brinquedos que não necessitam da interação com as pessoas também. Enriquecer o ambiente onde o cão costuma ficar com brinquedos ou ossos mastigáveis ou brinquedos que liberam comida, é uma boa pedida. Quanto a acostumá-lo a dormir fora do quarto, comece colocando a caminha perto da porta do quarto e fazendo-o brincar bastante antes de dormir. Assim, ele tenderá a adormecer profundamente. Nas noites seguintes, vá colocando a caminha para fora do quarto, mas, inicialmente, deixe a porta aberta. Quando ele já estiver bem habituado, passe a fechar a porta. Assim, a tendência é que se acostume a dormir fora de seu quarto.

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tenho uma poddle de 10 anos, mãe de uma poddle de 6 anos, as princeas da ksa, ha 4 meses minha filha ganhou do namorado uma york, q virou a sensação da familia pq sendo bb ela faz mts gracinhas, mas...tem sido um aborrecimento atras do outro, pq a casa virou uma bagunça só, as duas mais velhas entraram no clima da bb e fazem mt bagunça, latem e fazem xixi por toda a casa,ja tentei usar xeirinhos pra educar mais naum funcionam,qndo uma late as outras se juntam num coro de latidos insuportaveis, ja estamos estressados mas não quero e não posso m afastar delas..o q fazer dr ? me ajude por favoooorrrr amo demais minhas meninas, Sirlei

Sirlei, os cães costumam agir muito por imitação e parece que suas duas cadelinhas mais velhas estão achando muito divertido imitar a mais nova integrante da família! Para que a bagunça diminua, providencie bastante atividade para as três: passeios vigorosos, brincadeiras e mantenha o ambiente rico em coisas para elas fazerem. Quanto às necessidades fora do lugar, você deverá reiniciar os treinos com as mais velhas e investir bastante na mais nova: estar com elas perto do local quando acordam, depois que comem e brincam, para poder recompensar quando fizerem no local correto. Certifique-se também que o tamanho do local onde foi designado o banheiro está adequado para que as três possam utilizá-lo, sem que fique sujo demais. Por fim, invista em adestramento com base no reforço positivo, para que elas possam aprender a lhe obedecer, de forma prazerosa!

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Dr Pet,
 Minha Shih Tzu de um ano e meio acabou de ter sua primeira cria. Foram sete filhotes, todos vivos e gordinhos.
O pai também é meu, todos os nove estão juntos, os filhotes no ninho (hoje com 17 dias), os pais transitando pela casa livremente.
Durante a gestação, Tequila pegou vários bichinhos de pelúcia para cuidar e ficava muito brava quando alguém se aproximava deles ou tentava tira-los dela. Por isso pensamos que seria uma mãe muito zelosa e ciumenta.
Depois do parto, contudo, a quantidade de filhos parece tê-la assustado. Quando todos começam a chorar querendo mamar, ela também chora, sai do ninho e vai se deitar fora da caixinha ou, por vezes, embaixo da cama. Estou complementando a alimentação dos pequenos, faço isso na frente dela sem problemas.
Minha dúvida é sobre o comportamento da Tequila, ela não passa ao lado da ninhada tempo suficiente para cuidar de todos, limpá-los e alimentá-los bem. O ninho não fica limpo sem nossa ajuda e ela nem se importa se pegamos um dos filhotes para amamentar, se limita a olhar, checar quem pegou e tudo bem (a menos que o filhote esteja chorando, quando ela fica em cima, lambendo, mas sem possessividade maior). Ela está muito mais mansa agora do que estava com os bichinhos de pelúcia!
Além disso, ela não sabe carregar os filhotes com a boca, como fazem as mães...
Isso tudo está normal? Devemos nos preocupar?
Muito obrigada, Karina

Karina, em todas as cachorras são boas mães... Ela também é nova e trata-se da primeira cria. Assim, é compreensível e até esperado que esteja agindo assim. São muito filhotes e parece que ela não está sabendo lidar com a situação. Continue agindo como relatado: ajude-a a limpar o ninho, suplemente a alimentação dos filhotes e também incentive-a a ficar com eles, ficando você também por perto. Elogie-a, dê-lhe recompensas, toda vez que ela estiver com os filhotes, cuidando deles ou da limpeza do ninho. Certifique-se de que o ambiente onde ela deve ficar com os filhotes seja um local tranquilo, aconchegante e sem barulhos. Assim, ela se sentirá sempre à vontade para ficar por ali. Boa sorte!

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Ótimo post! Gostaria de tirar uma dúvida. Tenho um gato de 2 anos que ultimamente anda muito assustado e não sei o por quê. Qualquer barulhinho, fica desesperado. Olha os cantos da casa com receio como se tivesse algum bicho lá (e nunca tem). Nada foi mudado, nem a rotina, nem a casa, nem as pessoas que a frequentam. O que fazer para ele melhorar?
Grata.
Shanna Capell

Oi, Shanna! Ele pode ter tomado algum susto, em alguma situação, sem que você tenha percebido. A melhor maneira de deixá-lo mais tranquilo e confiante é mostrando que não há o que temer. Brinque com ele, oferecendo brinquedinhos divertidos para gato. Faça com que essa situação seja algo prazeroso e divertido, mas também algo tranquilo. Comece em um ambiente da casa (um quarto, por exemplo), e quando ele estiver bem à vontade, tente atraí-lo para outro cômodo, para fazer o mesmo exercício. Lembre-se que gatos, para sentirem-se bem, precisam estar no controle da situação, ou seja, conhecer muito bem o ambiente e ter garantidas rotas de fuga e locais para se esconder. Respeite o tempo dele e não o force: permita que vá se tornando confiante aos poucos, no tempo dele. Boa sorte!

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Dr.Pet tenho dois boxers machos,como faço para nao brigarem?
Andressa

Andressa, não obrigatoriamente dois machos que vivam juntos vão brigar. Eles podem se dar muito bem, especialmente se vivem juntos desde filhotes. A convivência deve ser sempre harmônica, com ambos aprendendo comandos, para saberem respeitar o dono. Mas, se a situação narrada é de dois adultos que brigam, você precisa manter ambos na guia e aproximá-los controladamente, oferecendo petiscos e elogiando bastante somente quando ambos estiverem calmos e reagindo bem à presença um do outro, sem encarar ou tentar avançar. Tenha muito cuidado, pois uma briga pode resultar em machucados sérios. Seria bom contar com ajuda profissional. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão (telefone (11) 3571-8138, www.caocidadao.com.br), que oferece consultas comportamentais e aulas de adestramento que, certamente, ajudariam neste processo.

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Na próxima semana tem mais Consultório Pet! Se a sua pergunta ainda não foi respondida ainda, não deixe de mandá-la nos comentários do blog!

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Por Alexandre Rossi

IMG 72941 300x190 Faça parte da minha equipe!

Pessoal, no dia 21 de maio de 2012, segunda-feira, às 20h, eu e a minha equipe da Cão Cidadão apresentaremos nosso Sistema de Franquia aos interessados em trabalhar com adestramento e comportamento animal. Esta é a primeira etapa do nosso processo de seleção e uma ótima oportunidade de todos conhecerem o funcionamento da Cão Cidadão.

Para participar, basta enviar nome completo e contatos telefônicos para eventos@caocidadao.com.br ou acesse
http://www.caocidadao.com.br/agenda para mais informações.

Conto com a presença de vocês! =)

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Por Equipe Cão Cidadão

medo banho 1024x819 Cães que têm medo de água: como dessensibilizar?

Certamente você já ouviu algum comentário do tipo: “Pode deixar o cão entrar na piscina, porque todos sabem nadar...” ou “Cães gostam de água, por isso gostam de tomar banho...”. Claro que existem pets que não têm medo destas situações, porém muitos têm medo relacionado à agua da chuva, da piscina e, principalmente, do banho.

Por isso, aí vão algumas dicas para que você saiba como lidar com essas situações.

Prevenção

Acostume o cachorro gradativamente, desde filhote, a essas situações. Por exemplo: molhe o quintal para ele acostumar pisar no chão molhado, para posteriormente sair na chuva. Deixe o cão se sentir a vontade com água, para depois deixa-lo entrar na piscina.

Simule as situações do banho, massageando-o com mãos, toalhas, escovas. Acostume-o também com os barulhos, da água do chuveiro, torneira e secador. Faça visitas ao pet shop para acostumar o animal com a futura situação do banho. Os primeiros banhos podem ser dados em casa. Sempre que o cão responder positivamente aos novos estímulos, o dono deve recompensar o pet com petiscos, brinquedo ou carinho.

Lembrando que você deve observar e respeitar e o limite do cão, caso contrario ele pode ficar com medo.

Medo instalado

Quando o trauma já encontra-se presente no animal o proprietário, é preciso dessensibilizar a situação, observando exatamente o momento que desencadeia o medo. Por exemplo: o cão fica com medo quando a água é jogada de uma só vez, o dono deve acostumar o pet a ser molhando aos poucos, sempre recompensando-o pelo comportamento correto.

Dessensibilização significa fazer associações positivas para algo que é desagradável ao animal, sempre respeitando seu limite. Algumas dicas aos proprietários:

• o cachorro deve se sentir confortável no local em que vai tomar o banho. Chame-o para entrar no banheiro ou box e ofereça recompensas (petiscos, brinquedos, carinho etc.);

• manipule a torneira, mangueira, balde com água perto do cão;

• molhe o chão e verifique se o pet está à vontade; Use um borrifador espirando água no cão. Encharque um pano com água e molhe o cachorro aos poucos;

• nos dias quentes, os peludos se sentiram mais a vontade em serem molhados;

• comece a molhar o cão pelas patas;

• encha a piscina de plástico com água rasa e aumente gradativamente;

• massageie o cão simulando o uso do xampu.

E lembre-se: o cão não deve ser forçado a fazer o que não quer. Caso esteja com medo, você pode estar indo rápido demais. Então, regrida uma etapa do treino. Tenha paciência e suba degrau por degrau, conquistando vitorias pequenas, pois assim os resultados serão duradouros e seu pet passará a adorar a água.

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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

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DR PET, tenho uma FOX paulistinha adotada de uma ONG de 3 anos, castrada que agora avança e late ameaçando pessoas na rua.Certa vez avançou e mordeu um adolescente e 1 criança no rosto.Ela não tolera pessoas correndo, bêbados, motoqueiros, mendigos, carrinheiros, mochileiros, crianças; avançando e latindo ferozmente contra eles.Estou fazendo-a usar pequena focinheira, jogo água no rosto dela mas não resolve mais. POR FAVOR O QUE DEVO FAZER!
fabiola finzetto

Fabiola, sua cachorrinha parece apresentar agressividade em razão da falta de sociabilização adequada na chamada “janela de socialização”, que vai até os 3 meses de idade do filhote. Neste período, é importante que o cãozinho seja apresentado ao maior número de estímulos, pessoas e situações de forma positiva. De qualquer forma, se este foi o caso, não significa que sua cadelinha não possa melhorar o comportamento. A bronca que você dá na hora em que o comportamento agressivo se instala pode estar deixando-a ainda mais ansiosa, o que piora a situação. O melhor seria que você tentasse aproximar-se de pessoas como as que descreveu até uma distância em que ela não fique nervosa e elogiá-la bastante. Tentar uma aproximação maior somente quando ela se mostrar tranquila e recompensá-la com petiscos que ela adore! Mas o ideal seria que você procurasse o auxílio de um profissional em comportamento canino, pois situações como a relatada por você podem ser muito perigosas e devem ser trabalhadas com cuidado. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone 11 3571-8138. Para conhecer melhor a empresa, acesse o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!

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Olá Dr Pet!! Tenho uma dúvida: meu cachorro é de médio porte (mistura de chow chow com vira lata) tem um ano, fizemos uma casinha de madeira para ele, pois no nosso pátio não tem nenhum outro lugar coberto pra ele ficar, mas o cachorro não entra na casinha por nada neste mundo, quando está chovendo, prefere ficar na chuva do que entrar na casinha. O que eu faço?? Por favor me dê alguma dica Obrigada
Camila

Olá, Camila! Cães são animais sociais, que precisam de um grupo para terem garantido seu bem-estar. Os cães que se tornaram nossos companheiros precisam da companhia próxima dos donos! Pelo seu relato, parece que seu cachorro procura ficar mais perto das pessoas da família, mesmo que, para tanto, fique todo molhado enquanto chove! Uma dica seria posicionar a casinha para um local mais próximo da porta de acesso a casa, ou do local onde as pessoas circulam. Outra providência é fazer a casinha se tornar um local bem aconchegante para ele: coloque um paninho com seu cheiro, estimule-o a brincar ou roer ossos recreativos lá dentro e alimente-o lá também! De qualquer forma, seria interessante providenciar algum tipo de cobertura para o local onde a casinha estiver posicionada, pois umidade constante sob os pelos pode causar problemas de saúde ao seu cãozinho.

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Olá tenho uma cadela da raça labrador de 5 meses e uma bacê que ja é bem velhinha, o problema e que a Sophia (labrador) nao deixa ninguem chegar perto da nina (bacê) nem pra fazer carinho, ela vai empurrando a gente com o corpo. Eu nao sei se ela tem ciume da gente ou da nina que ja esta se sentindo excluida porque eu acabo cedendo a pressão da sophia. O que eu faço pra ela parar? Me ajuda Dr Pet!?
ARIANE

Oi, Ariane! É muito importante ter bastante equilíbrio para lidar com seus dois peludos, especialmente considerando a chegada de um filhote a uma casa onde já vivia um outro cão mais velhinho. Sim, a filhote pode estar com ciúmes da Nina, mas é importante que você demonstre sempre, para as duas, que a presença da outra é positiva! Quando estiver com as duas, procure dar carinho e recompensas para ambas, sem fazer distinção. Assim, a tendência é que vivam harmonicamente. Outro ponto importante a considerar é que a filhote é de porte grande e pode machucar a Nina com brincadeiras típicas de filhote. Assim, você deve supervisionar os momentos em que as duas estejam brincando. Boa sorte!

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Olá!!!Tenho um shih tzu de quase 3 meses e PRECISO DE AJUDA nós nao podemos caminhar direito pq ele fica mordendo os nossos pés e se tocar nele para fazer carinho ele quer moder as nossas mãos o que eu faço???E tem mais ele fica cavando os canto da parede ele pode estar estressado???ME AJUDA. GRATA
Laura Pinheiro

Olá, Laura! Filhotes sempre são mordedores! Fazem isto para obter interação com os humanos e também para aliviar a coceira na gengiva, pois trocam todos os dentes, assim como nós humanos. Assim, a melhor forma de você mostrar a ele que morder não gera atenção nem interação é parando de brincar com ele quando ele começar a morder. Faça claramente um sinal distintivo, como falar “ai”, retire a mão (ou pés) do alcance dele e pare a interação. Por outro lado, disponibilize vários brinquedos próprios para serem mordidos por filhotes, e mantenha-os perto do filhote em todos os ambientes que ele frequente. Faça carinho e elogie bastante quando ele estiver calmo, mordendo seus próprios brinquedos. Para maiores informações, as dicas do artigo a seguir, disponível no site da Cão Cidadão, podem lhe ser úteis: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=102. Boa sorte!

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Gostaria de tirar uma dúvida, comprei um chow chow de dois anos de idade, em minha casa já tinha um maltês de dois anos também, porém ele tem medo do chow chow, o que devo fazer, é confiável que eles fiquem juntos? Tenho medo que ele ataque o menor, no caso o maltês. O que devo fazer?
Cleidiane

Cleidiane, é preciso que você faça a aproximação dos dois cães com supervisão e aos poucos, para observar as reações de cada um deles. Lembre-se que os dois ainda não se conhecem, então, é preciso dar tempo para que criem laços. O Maltês deve estar se sentindo inseguro com um novo amigo bem maior do que ele e este é realmente um cuidado que você deve ter, pois mesmo uma brincadeira do Chow Chow pode machucar o menor. Para que você possa fazer uma aproximação segura, o ideal é manter ambos na guia e aproximá-los controladamente, oferecendo petiscos e elogiando bastante quando ambos estiverem calmos e reagindo bem à presença um do outro. Permita que o Maltês sempre associe a presença do Chow Chow com brincadeiras e coisas positivas, até que se sinta seguro perto dele. Se precisar de ajuda profissional, você pode contatar a Cão Cidadão (telefone 11 3571-8138, www.caocidadao.com.br), que oferece consultas comportamentais e aulas de adestramento que, certamente, ajudariam neste processo.

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Dr. Pet tenho um Basset hound de 47 dias, tento de toda forma ensiná-lo a fazer xixi no lugar certo mas não consigo.Tenho um DVD do Alexandre Rossi, segui a risca as dicas e mesmo assim não obtive êxito.Tranquei ele na caixa de transporte e também fiquei com ele no colo por 3 horas, vi que ele tava com muita vontade de fazer xixi, então coloquei ele pra cheirar o pipidog( banheiro para cachorro + 5 gotas de pipi pode) e segurei ele no local, mas mesmo assim ele não quis fazer.Quando o soltei ele foi correndo pra grama fazer xixi lá.Não sei se estou fazendo certo ou se ele ainda é muito novinho para aprender.Também já peguei ele fazendo xixi na grama e coloquei ele encima do pipidog e mesmo assim ele não quis fazer xixi.Queria que ele fizesse xixi e coco no lugar certo, pois, assim o restante do quintal incluindo o jardim ficaria pra ele brincar. Grata Darianne

Darianne, sim, seu filhote ainda é muito novo para já estar sabendo o lugar certo, sem nenhum erro! Mas você está no caminho certo: continue ficando perto dele no local onde que você deseja para o banheirinho, especialmente depois que ele comer, acordar e brincar. Mas cuidado para não ficar muito ansiosa com o momento, o que pode deixá-lo desconfortável para fazer as necessidades na sua frente. E o mais importante é que ele seja recompensado quando fizer no local indicado! Pode ser com petiscos ou carinho, mas cuidado para não ser efusiva demais e acabar assustando-o. Ele também pode estar se sentindo desconfortável para fazer na superfície que você elegeu como o banheiro. Tente colocar um jornal ou tapete higiênico por cima (são absorventes), para ver se ele prefere e depois de alguns acertos, vá tirando o jornal e deixando a grade à vista. As dicas do artigo da Cão Cidadão a seguir podem também te ajudar: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=120. Persistência, paciência e consistência farão toda a diferença neste momento! Boa sorte!

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Olá, meu nome é Nathália, tenho um Border Collie, macho e castrado, ele tem 2 anos e estou com problemas. Ele tem pavor de qualquer tipo de barulho, bombinha, flash de máquina fotográfica, trovão, chuva, e tudo que emite sons. Ele fugiu várias vezes por causa da chuva.A última vez que ele fugiu, ficou 6 dias desaparecido. Minha casa é sobrado, e ele já pulou a janela do banheiro que tem 4 metros de altura. O muro também ele já pulou e tem 3 metros de altura. A providência toma foi, deixar ele dentro de casa, mas mesmo assim, portas e janelas ficam arranhadas quando ele tem medo. Preciso da sua ajuda, um Border Collie trancado em casa não está dando, pois ele não é pequeno e solta muito pelo. Me ajude Dr. ele stá ficando muito tristinho preso. Obrigada.
Nathália

Olá, Nathália! Pelo seu relato, seu cão apresenta temperamento extremamente inseguro diante de vários estímulos externos e esta condição pode levá-lo a se machucar ou fugir (como já aconteceu). Para tentar melhorar esta situação, você deve fazer com que ele passe a associar os estímulos que deflagram reações de medo a coisas positivas. Por exemplo, no caso do flash da câmera fotográfica, você deve deixar a câmera por perto enquanto ele estiver brincando e comendo. Aos poucos e somente ao perceber que ele está tranquilo, pegue a câmera e comece a direcioná-la a ele de longe, sempre associando a petiscos ou brinquedos que ele goste. Só quando ele estiver bem tranquilo, comece a fingir que irá tirar uma foto. Após várias sessões, e sempre respeitando o limite dele quanto às reações de medo, tire uma foto com flash, nas primeiras vezes sem direcionar a câmera para ele. Este tipo de treino, que chamamos de dessensibilização, serve para que o cão possa perder a sensibilidade extrema que demonstra em relação a determinados estímulos. È recomendável que você contate um profissional especialista em comportamento canino para auxiliá-la. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone 11 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!

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Dr. Pet, bom dia. Estou com um problema lá em casa. Tenho três cachorros, um poodle de 10 anos, uma vira-lata de 4 anos (Pit) e uma outra vira-lata que resgatei da rua com a pata quebrada (melody), ela deve ter mais ou menos 1 ano e meio de idade. o problema é que eu resgatei a vira-lata da rua tem uns 2 meses, imagimei que a outra estranharia no início, o primeiro contato mas para minha surpresa elas se deram bem..... até uns quinze dias atrás quando a Pit sem nenhum motivo aparente atacou a melody e desde então elas preciso deixá-las separadas. a melody é bem mansinha o problema é a Pit que não tolera a melody. tem alguma coisa que eu possa fazer para que a pit não ataque mais a Melody. Desde já agradeço. Carol Alcântara

Carol, casos de agressividade entre cães são sempre delicados e podem ser muito perigosos. Você precisaria fazer uma aproximação controlada dos dois, mantendo-os na guia e com uma distância segura. À medida que eles não deem sinais de agressividade (encarar, rosnar, latir), recompense-os com petiscos bem gostosos e só vá fazendo a aproximação quando perceber que estão tranquilos e sem dar sinais de agressividade. Num caso como esse, seria muito importante a ajuda de um profissional. você pode contatar a Cão Cidadão e obter auxílio de um adestrador da equipe, pelo telefone 11 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!

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"Encontrei há um mês uma cachorrinha na rua, que estava muito mal devido a uma inflamação na cirurgia de castração. Levamos ela ao hospital, foi bem cuidada e agora está bem na casa da minha mãe. Apesar de ser super boazinha, ela é extremamente medrosa. Achamos que deve ter sido muito mal tratada. Ela até deixa as pessoas fazerem carinho, mas treme o tempo todo, com o rabo entre as patas, e se esconde. Não conseguimos fazê-la sair da sua casinha de jeito nenhum. O que podemos fazer?"
Daniele

Daniele, a cadelinha provavelmente ainda está sofrendo os efeitos do intenso estresse pelo qual passou. Ainda está se adaptando à nova rotina e família, mas precisa adquirir confiança no ser humano. Para tanto, permita que ela associe a aproximação de pessoas com coisas boas. Sempre que alguém passar por ela, peça que joguem perto um petisco gostoso. Quando for tentar fazê-la sair da casinha, comece jogando petiscos fora da casinha até que ela saia, mas sem tocar nela. Depois, vá atraindo-a para fora até que coma em sua mão. Não ultrapasse o limite dela: caso perceba que ela está insegura, não force contato físico, mesmo que, para você, sejam apenas carinhos. Tenha bastante paciência com ela e boa sorte!

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Olá Dr Pet, tenho um gato siames muito ciumento e por vezes ele ataca o próprio rabo, toda vez ele morde o rabo, fica quase o tempo todo de colar o que fazer?
jenniffer

Olá, Jenniffer! Seu gatinho pode apresentar comportamento compulsivo. Mas, para identificar esta situação, seria necessário avaliar a forma e frequência em que o comportamento ocorre. Se for repetitivo e sem função aparente, pode ser um comportamento compulsivo. Mas correr atrás do rabo de vez em quando pode significar apenas estresse. Esta situação pode ter se originado em razão de situações frustrantes ou que geram ansiedade (como o ciúmes que você relata), ou falta de atividades. Assim, proporcione atividades para seu gato, incentivando o instinto de caça dele, com brinquedos que ele goste bastante. Por outro lado, o uso do colar elizabetano ajuda a evitar que ele se machuque se o comportamento realmente for compulsivo. Você pode ler mais sobre o assunto neste artigo: http://www.caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=337. Seria também interessante a avaliação por um profissional especialista em comportamento animal. Você pode contatar a Cão Cidadão pelo telefone 11 3571-8138. Boa sorte!

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Na próxima semana tem mais Consultório Pet! Se a sua pergunta ainda não foi respondida ainda, não deixe de mandá-la nos comentários do blog!

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Por Equipe Cão Cidadão

caoecrianca2 724x1024 Benefícios da convivência entre cães e humanos

Quem tem cachorro em casa já sabe faz tempo: os cães são ótimos companheiros e nos trazem muita alegria. Eles estão sempre dispostos e felizes com a nossa presença. Ainda existem os cães que trabalham ao nosso lado, ajudando a salvar vidas, nos bombeiros, polícia e como guias de cegos. Mas estudos científicos agora provam que eles nos beneficiam também de muitas outras formas.

De todos os animais domésticos, os cães fazem parte da maioria e dos mais desejados, seguido de perto pelos gatos. Eles nos permitem dormir mais tranquilamente, pois sabemos que estão cuidando da nossa casa, fazem festa quando chegamos e estão sempre por perto quando precisamos de companhia.

Essa convivência traz muitos benefícios também para as crianças. Além de ensiná-las a respeitar os animais, uma pesquisa científica feita na Suécia, com 1649 crianças a partir de sete anos, concluiu que as donas de animais de estimação desde o primeiro ano de vida estavam menos sujeitas a asma e rinite alérgica.

Os cães também ajudam na recuperação de crianças com distúrbios psicológicos, por satisfazerem a necessidade de contato físico.

Já nos adultos, é comprovado que eles nos trazem benefícios fisiológicos e psicológicos. Um estudo publicado no American Journal of Cardiology mostrou que o convívio com animais ajuda a controlar o estresse, diminui a pressão arterial e reduz o risco de problemas cardiovasculares. Pacientes hipertensos com animais, quando em situações de estresse, apresentam pressão arterial mais baixa do que aqueles que não têm pets.

Ter um cão também leva a uma redução dos níveis de triglicérides, colesterol, melhor recuperação e maior taxa de sobrevivência a infartos do miocárdio, menor incidência de doenças, maior bem estar psicológico, maior taxa recuperação de doenças psiquiátricas e aumento do cuidado pessoal e da auto-estima.

Os animais também melhoram o estado emocional das pessoas, principalmente os idosos, pelo fato de se deixarem tocar e acariciar, e por aumentar a interação social dessas pessoas quando elas saem com eles para passear.

Nos EUA, um estudo concluiu que: “a convivência com animais de estimação proporciona uma oportunidade de melhorar a saúde. Um animal pode se tornar um estímulo para fazer exercícios físicos e reduzir a ansiedade. Animais de estimação também são uma fonte de contato e conforto físico e podem reduzir a solidão e a depressão. E, ao levar um animal para passear, a pessoa perde peso e melhora sua condição cardiovascular.”

Existem ainda os animais terapeutas, que visitam hospitais e asilos levando alegria e todos os demais benefícios ao pacientes, auxiliando no bem-estar físico e psicológico.

Segundo um artigo publicado da revista Journal of Personality and Social Psychology, em termos gerais, pessoas que possuem cães “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais do que as que não têm animal de estimação”. Isso porque a sensação de alegria ao interagirmos com nosso cão libera neurotransmissores e hormônios capazes de relaxar, colaborar com nosso bem-estar, controlar a pressão sanguínea e até mesmo melhorar nosso sono.

E você, já acariciou seu cãozinho hoje?

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Texto Thais Oliveira (adestradora da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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Por Alexandre Rossi

ALEXANDRE ROSSI 10 Novo concurso cultural: Alexandre Rossi na minha casa!

Foto: Regina Motta/Foto Patas

Oi, pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje eu tenho um recado muito especial para todo o pessoal de São Paulo. Está rolando no Facebook da Cão Cidadão um novo concurso cultural! Se você mora na capital e seu pet tem algum desses problemas de comportamento listados abaixo, mande um e-mail pra gente no queroparticipar@caocidadao.com.br .

Os melhores casos ganharão kits exclusivos e a minha visita na sua casa!

Para saber mais, acessem: http://www.facebook.com/caocidadaooficial

Lista de problemas comportamentais que podem concorrer:

Coprofagia: cães que comem fezes
Ansiedade de separação
Brigas entre cães
Brigas entre cães e gatos
Medo de fogos e trovões
Animais que não comem ração
Mordidinhas de filhotes
Compulsão por sombras
Cães com medo de passear
Cadelas com gravidez psicológica
Socialização de cão adulto com gato filhote
Agressividade de cães com crianças
Cães que roubam alimentos
Cães que se automutilam
Cães que não gostam de água
Agressividade entre cães da mesma casa
Agressividade dos cães com os donos
Cães que ficam muito estressados ao andar de carro
Cães que avançam no carteiro
Cães que atacam outros bichos
Animais que latem demais ou importunam durante a noite
Animais para adoção que já tenham sido rejeitados várias vezes
Cães que se comportam em casa como “gangues”
Cães que ajudam de crianças e pessoas com deficiências
Pessoas com fobia ou pânico de animais
Cães que correm atrás de pessoas na rua, carros, motos e bicicletas
Animais que ficam desgovernados durante o passeio
Gatos de apartamento e o risco de quedas das janelas
Cães que ficam pastoreando objetos ou pessoas
Pessoas alérgicas que precisam que seus gatos gostem de tomar banho
Problemas de comportamento de aves, roedores e outros pets

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