Por Alexandre Rossi
Se o seu cão late, chora e até pula para pedir comida na hora em que você está sentado à mesa, é importante que você mude também suas próprias atitudes e não só as do animal.
Se, de vez em quando, você dá um pedacinho do que está comendo para o cão, ele pode associar que latindo ou chamando a sua atenção ele consegue um pouco da sua comida.
Para que ele não incomode mais você ou sua família durante as refeições e também para que ele não se acostume com "comida humana" – que não é balanceada para ele e em alguns casos pode até fazer mal – não dê nenhum alimento para ao animal enquanto você estiver comendo, não importa o quanto ele implore com aquela cara de pidão.
Ignore e também não dê broncas e nenhum tipo de atenção. Vendo que suas tentativas sempre fracassam, em pouco tempo seu cãozinho vai parar de pedir.
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Texto: Alexandre Rossi
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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Dúvidas sobre o caso do seu bichinho? Então envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.
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+ Por que seu cão merece os kits do Dr. Pet criados pela Record Entretenimento?
28 Abr as 12h27
Como preparar o gato para a mudança de casa?
Por Equipe Cão Cidadão
Os gatos são animais extremamente territoriais. Para se sentirem seguros, os bichanos precisam explorar e conhecer bem todo o território. Essa característica os torna muito mais sensíveis a uma mudança de residências. Alguns felinos podem ficar entocados, parar de se alimentar, ou até fugir.
Preparando o gato
A caixa de transporte é útil, segura e deixa o gato mais tranquilo durante o transporte. Caso seu gato já não esteja acostumado a usa-lá é hora de acostumá-lo! Os felinos, já por natureza, gostam de entrar dentro de tudo que se pareça com uma toca e você pode incentivar que ele comece a entrar sozinho e com mais frequência, colocando alimentos ou o catnip dentro dela. Inicialmente, mantenha sempre a porta aberta, depois feche por pequenos períodos. Nunca associe a caixa de transporte com broncas ou castigos.
Durante o período da mudança mantenha todos os objetos do bichano, não compre nada novo. A mesma cama, comedouro, bebedouro e brinquedos devem ir para a casa nova.
Uma semana antes da mudança, como precaução, diminua um pouco a quantidade de alimento oferecida ao felino, sem pular nenhuma refeição. Você também pode deixar a comida mais gostosa com alimentos úmidos próprios para gatos. Assim após a mudança ele estará mais estimulado a continuar comendo. Não troque a ração neste período.
Na casa nova
Ao chegar na nova residência, arrume um quarto tranquilo, que já esteja com os móveis no lugar e prepare o ambiente. Nele devem estar a cama e os demais utensílios e brinquedos, inclusive a caixa higiênica com o granulado com que o seu gato está acostumado. Coloque a cama, água e comida de um lado do quarto e a caixa sanitária do lado oposto, distante da cama.
O bichano deve ser colocado nesse ambiente por alguns dias junto com a caixa de transporte. Não o force a sair dela e não tire a caixa do quarto, mesmo depois que o gato tenha saído, pois alguns gatos se sentem mais protegidos dentro dela.
Quando ele estiver adaptado, aos poucos, pode ter o acesso liberado para o restante da casa. Os sinais de que o felino não está estressado e que essa liberação pode começar a ser feita são comer e brincar. Porém, nos primeiros dias fique atento e observe também se ele bebe água, urina e evacua normalmente.
Cuidado com as fugas
Durante o período inicial após a mudança, o gato pode querer fugir, na tentativa de voltar para o antigo território. Por isso, não deixe que ele tenha acesso à rua, tome cuidado com portas e janelas, até que ele se acostume com a nova residência. Coloque nele uma coleira com identificação e telefone.
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Texto: Claudia Terzian (Adestradora Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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26 Abr as 12h43
Dr. Pet no Zoo: bastidores do caso da Elefanta Bambi
Por Alexandre Rossi
Oi pessoal, tudo bem?
E aí, o que acharam do caso exibido ontem no Domingo Espetacular? O desafio era fazer com que a Bambi, uma elefanta de mais de 4 toneladas, deixasse o veterinário e o tratador fazerem as unhas de suas patas. Pode parecer bobagem, mas infecções nas unhas são uma das principais causas de morte de elefantes criados em cativeiro.
Quem perdeu o caso da Bambi ou quer rever o quadro, pode assistir aqui no blog:
E, mais uma vez, o pessoal do R7 estava lá acompanhando tudo e gravou os bastidores com exclusividade aqui para o blog! Confiram o vídeo:
É isso aí, gente! E se você não sabe como resolver o problema do seu pet e quer a minha ajuda aí na sua casa, descubra como participar do quadro Dr. Pet na TV clicando no link abaixo:
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Por Alexandre Rossi
Galera, o vídeo desta semana é especial! Vamos mostrar os bastidores de como é feito o treinamento dos adestradores da Cão Cidadão. Se você quer saber como é que a Cão Cidadão seleciona os adestradores que formam a minha equipe, não deixe de assistir!
E se você também quer trabalhar com adestramento e comportamento animal, minha equipe e eu vamos fazer uma nova seleção de franqueados agora no dia 03 de maio! Para participar basta enviar seu nome completo e telefone para o e-mail: eventos@caocidadao.com.br. Para mais informações, acesse: http://www.caocidadao.com.br/equipe
23 Abr as 19h54
CCZ de São Paulo realiza evento de adoção neste sábado
Por Alexandre Rossi
Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Hoje passei pra dar um recadinho bem bacana pra quem mora em São Paulo. O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo, o CCZ, vai promover sábado agora, dia 24, das 10h às 16h, um evento especial: Adoção Sem Preconceito. O objetivo é oferecer um novo lar a mais de cem cães e 40 gatos idosos e deficientes. Os animais já estão vermifugados, castrados e vacinados.
Quem tiver pensando em adotar um novo amigo não pode perder esta oportunidade! O CCZ fica na Rua Santa Eulália, 86, no bairro de Santana, na capital paulista.
Quem quiser saber mais sobre as feiras de adoção que eles realizam, é só acessar: www.prefeitura.sp.gov.br/zoonoses
22 Abr as 22h57
Como lidar com o cão hiperativo
Por Equipe Cão Cidadão
O cão é considerado hiperativo quando seu comportamento é acelerado o tempo todo, o que dificulta o relacionamento com seus proprietários. Este nível de atividade é determinado pela raça, idade, sexo, condição corporal, entre outros fatores. Por ser uma medida subjetiva, está sujeita a disparidades de opiniões entre veterinários. Não existe uma linha que separa claramente um cão normal de um cão hiperativo.
A hiperatividade geralmente já pode ser observada pelo comportamento do filhote: aquele que vai correndo quando cada pessoa aparece, pula sem parar, lambe e brinca, tem maiores chances de ser um cão hiperativo. E geralmente é este filhote que nos encanta, e que acabamos levando pra casa!
Existem algumas causas que podem desencadear este distúrbio, tais como alergias alimentares ou aumento de alguns hormônios, como o estrógeno, por exemplo. No geral, o que acontece atualmente é que raças selecionadas para trabalho, que suportam uma atividade intensa e que devem ser hiperativos para exercerem sua função, foram para dentro de nossas casas, e agora são animais de companhia. Sem atividade suficiente, o cão começa a destruir objetos, tentar chamar a atenção do dono o tempo todo, e até mesmo desenvolver comportamentos compulsivos, como lamber as patas ou correr atrás do rabo, sem parar.
Algumas dicas para lidar com o cão hiperativo:
• A educação é fundamental: imponha limites, ensine comandos e estabeleça uma rotina para seu cão. Dê atenção e carinho para ele. Se ficar com dúvidas ou tiver dificuldades, consulte um profissional;
• Exercício constante: além de queimar energia, ajuda na produção de substâncias e hormônios que aumentam a sensação de bem estar. Procure fazer caminhadas, e brincadeiras bem animadas. É uma das melhores maneiras de interagir com seu cão, de forma agradável e saudável;
• Recompense comportamentos que aliviam a ansiedade: se o seu cão busca um brinquedo toda vez que alguém chega, e fica mordiscando-o enquanto recebe carinho, recompense-o e estimule este comportamento. É uma maneira que o cão encontrou de aliviar a ansiedade pela chegada daquela pessoa.
É importante ressaltar que um cão hiperativo precisa de atividade e atenção. Muitas vezes, esses cães acabam ficando longe do convívio social, por serem difíceis de controlar. Neste caso, procure ajuda de um profissional. O cão merece conviver com os membros da família, e cabe a nós fazermos desta relação a mais harmoniosa possível.
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Texto: Caroline Serratto (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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20 Abr as 12h11
Podcast do Dr. Pet: o uso da focinheira
Por Alexandre Rossi
Oi Pessoal, tudo bem?
O Podcast de hoje traz um tema bem polêmico: a focinheira, um equipamento muito controverso e que, com o uso indevido, pode até trazer riscos a saúde do animal. Para saber mais sobre este tema, clique no link abaixo e ouça o Podcast.
Dúvidas sobre o caso do seu bichinho? Então envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.
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