Posts de dezembro/2010

Por Equipe Cão Cidadão

gato adocao 1024x685 Adoção felina: como escolher o gato ideal pra você

Está pensando em adotar um gato? Já cuidou de algum?

Os felinos são conhecidos por sua independência, por não precisarem de muito espaço e requererem poucos cuidados... Será que é assim mesmo?

Sem dúvida, em comparação com os cães, os gatos são mais fáceis de cuidar, mas demandam bastante atenção, sim, e cuidados durante 15 anos, o tempo médio de vida dos bichanos.

E nem todos os gatos são iguais... Então, quais são os fatores que podem ajudar na escolha?

Temperamento do gato

Eles tem diferentes temperamentos. Podem gostar de conviver com pessoas, com outros gatos e mesmo com cães. Outros, ao contrário, ser medrosos ou ariscos e podem ficar muito incomodados com a presença tanto de outras pessoas como de outros animais. Alguns bichanos são muito carentes e gostam muito de colo e atenção. Outros são mais independentes e gostam de ficar perto do dono, mas sem tanto contato físico. Os mais ativos, quando adultos, continuam gostando de brincar, caçar e interagir com o dono. Já alguns nem tanto... Gostam mais de carinho, de dormir e são mais preguiçosos, como os persas. Os siameses costumam miar bastante e são mais ativos.

Quando o gato pertence a uma raça, é possível estudar o comportamento geral desta espécie e esperar que o indivíduo escolhido apresente o comportamento esperado, na maior parte dos casos, mas claro que existem exceções.

A maioria dos animais para adoção são vira-latas e mestiços, o que pode dificultar um pouco prever essas características de temperamento.

Então, aí vão algumas dicas para ajudar você que quer adotar um bichano, na hora da escolha:

Preste atenção aos detalhes. Os mais medrosos e os mais agressivos estarão escondidos ou pelos cantos e evitam o contato com estranhos, enquanto os carentes, os mais brincalhões e curiosos serão os primeiros a se aproximar pedindo atenção.

Avaliar o temperamento de um gato não é uma tarefa nada fácil e o resultado não é confiável. Os bichanos se estressam muito rapidamente e podem ficar tímidos ou desconfiados mesmo que seu temperamento não seja esse.

Os filhotes tem mais energia, são mais ativos, curiosos e brincalhões, mas também mais bagunceiros exigindo mais atenção e tempo.

Outros fatores que devem ser levados em consideração

Quantas horas por dia seu gato terá que ficar sozinho em casa? Se as pessoas que moram na casa trabalham o dia todo, você terá que se preocupar mais em criar um ambiente saudável para que o gato não fique entediado sem fazer nada o dia todo.

Gatos de pelo curto soltam mais pelos pela casa. Porém, gatos de pelo longo, precisam tomar banho e ser escovados regularmente.

O gato irá conviver com crianças? Crianças pequenas precisam de supervisão quando ficar brincando com o felino.

O ideal é adotar um adulto. Filhotes gostam de brincar e podem arranhar as crianças. Pelo mesmo motivo, filhotes também não são indicados para pessoas idosas.

Terá que conviver com outros animais? Neste caso, filhotes e gatos bem socializados terão maior facilidade em se adaptar a viver com outros bichos da casa. Gatos castrados aceitam melhor outros bichanos.

O gato irá ficar apenas dentro de casa ou terá acesso à rua? Esse é um assunto bem controverso. Independente da decisão, a castração é muito importante. Os machos se tornam mais tranquilos, brigam menos e as fêmeas não tem mais cio.

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Texto: Claudia Terzian (adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.

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Por Equipe Cão Cidadão

Muitos donos enfrentam alguns problemas na hora de alimentar seus cães. Alguns animais rejeitam a ração e simplesmente não comem se o dono não faz suas vontades. No Podcast de hoje, o consultor de comportamento da Cão Cidadão, Daniel Svevo, preparou algumas dicas que podem ajudar você a lidar com esta situação.

Clique aqui para ouvir!

Dúvidas sobre o caso do seu bichinho? Então, deixe seu comentário no blog! Toda semana são selecionadas perguntas dos internautas que são respodidas no Consultório Pet!

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Por Equipe Cão Cidadão

Confiram as respostas da consultora de comportamento da Cão Cidadão, Priscila Felberg, para as dúvidas de comportamento selecionadas nesta semana.

Olá, Dr. Pet; gostaria de saber se vocês atendem fora de São Paulo e também de tirar uma dúvida, meu cachorro vai deixar de brincar se for adestrado? Karol

Karol, existem, sim, adestradores da nossa equipe em algumas localidades fora da cidade de São Paulo. Por favor, ligue na nossa central – (11) 3571.8138 – e certifique-se se há alguém próximo de você. Quanto ao adestramento interferir nas brincadeiras, isso não ocorre. Seu cão continuará brincando e melhor do que antes, pois estará mais esperto com todo ensinamento que receberá ao ser adestrado. Boa sorte!

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Olá Dr Pet, gostaria de pedir ajuda, pois tenho um coelhinho, ele fica dentro de casa em uma gaiola, mas gostaria de deixá-lo um pouco solto às vezes. Mas o problema é que ele faz xixi no lugar errado, gostaria de saber o que faço pra ele só fazer xixi na gaiola quando estiver solto entrar lá. Obrigado aguardo resposta. Ádila Priscila

Ádila, costumamos utilizar a mesma técnica da recompensa com petisco quando o xixi é feito no lugar certo. O que você pode propor para ele é um banheiro também fora da gaiola e devagar ir deslocando esse banheiro em direção da gaiola até colocá-lo dentro. Separei um artigo que foi escrito para cães, mas as dicas podem ajudar para qualquer outro animal: “Necessidades no lugar certo” - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=119 e “Xixi e coco, o local ideal" - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=120. Boa Sorte!

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Olá Dr. Pet e Priscila, preciso da ajuda de vcs para entender o que está acontecendo com o meu cachorrinho Miky. Ele é um poodle de 7 anos, sempre foi muito manhoso, pq é muito mimado, e é muito apegado a mim, ñ gosta que ninguém se aproxime de mim, se alguém vier muito perto, ele logo avança. Sempre deu um pouco de trabalho na hora de comer, ficava enrolando, mas de uns tempos pra cá, está demais, ele fica tão nervoso, que chega até avançar em mim e na minha irmã, isso pq ele só come se estiver eu e ela perto dele, e quando ñ estou em casa e minha mãe vai dar a comida dele, ele tbm avança nela e só come depois que eu e minha irmã chegamos e ainda depois de muita insistência.
Gostaria de uma opinião de vcs pq vejo que ele fica muito nervoso e fico preocupada com ele, pq ele ñ era assim, antes eu tinha outro cachorro que infelizmente faleceu há 2 anos e eles comiam juntos, sei que ele sentiu muita falta do irmão, mas continuou comendo normalmente, depois adotei uma cachorrinha que hoje está com 1 ano e meio, e eles se dão muito bem, apesar do ciúme de ambas as partes, coloco a ração dos dois juntos, ela come e ele fica todo nervoso latindo à toa, pensei até que fosse ciúmes, mas será que depois de um ano e meio vivendo com ela ele iria ficar assim, pq fora isso, eles vivem muito bem juntos. Por favor, me ajudem, tenho medo que este nervoso todo acabe afetando a saúde dele. Desde já agradeço e aproveito para parabenizar pelo trabalho de vcs, que tenho certeza que já ajudou e vai ajudar muitas pessoas e seus bichinhos!!!
Obrigada... Deus abençoe!!!! Camila

Camila, separei um artigo para você ler: “Como estimular o cão a comer?” - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=126. Leia com calma e procure seguir as dicas contidas nele. Além disso, também gostaria que lesse um artigo sobre ansiedade de separação: “Ansiedade de separação, quando o apego é demais” - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=85. Não é saudável ele depender só de duas pessoas para se alimentar. Procure estimulá-lo a comer sozinho. Quanto aos latidos para a companheira dele, talvez seja mais uma maneira de chamar a atenção de vocês. Faça testes a cada três ou quatro dias: alimente os dois separadamente, depois no mesmo cômodo com certa distância entre eles. Depois próximo novamente e observe as reações dele. E não esqueça de também fazer as dicas contidas nos artigos! Boa sorte!

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Boa tarde Equipe Cão Cidadão
Estou com sérios problemas em casa, tenho 4 cachorros, duas fêmeas e dois machos
estou exausta amo cachorros mais de um tempo pra cá as duas fêmeas não se dão mais... Elas sempre brigaram mais nunca foi tão serio... Uma não pode olhar pra outra... Elas já são de idade uma tem 9 à outra tem 12 anos em umas das brigas minha mãe estava sozinha e ela acabou com o braço todo cortado de mordidas,... Já tentei água o extintor mais nada ajuda aguça mais a briga ontem foi à gota elas se pegaram quase matei uma estrangulada pra se largaram e ela mordeu minha mão... Sofro, pois amo as duas e não quero doar nenhuma de nenhuma forma... Estão separadas... Mais se por algum descuido uma escapa já é briga.. Tentei gravar vídeo pra mandar mais acabei quebrando minha câmera na correria tenho muito medo delas se matarem, por favor, me ajude. Michelle

Michelle, seu caso é bem grave e existe a necessidade de um consultor na sua casa urgente para te dar dicas pessoalmente! Ligue para nossa central: (11) 3571.8138 e peça alguém para ir te visitar o quanto antes! Aguardamos a sua ligação!

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Olá equipe cão cidadão!
Adoro o trabalho de vocês!!
Escrevo para tirar uma dúvida:
Tenho um Pinscher de 2 anos (Tobby), porém ele tem uma terrível mania: subir na mesa da cozinha, quando não tem olhando ou ninguém em casa, ele faz isso e pior, se tiver comida ele come, e se não tem ele urina... Já tentamos de tudo, tirar algumas cadeiras, colocar algo que o assuste, brigar com ele quando ele estiver subindo, já colocamos plástico, bolas, porém nada adianta, já até bateram nele por fazer isso...
Gostaria de saber o que fazer, porque gostamos muito dele, porém é uma situação desagradável e nojenta... Desde já agradeço!!! Alan Menossi

Oi, Alan. Que peralta esse seu pequeno, heim? Ele precisa levar um susto no momento exato que esta fazendo a coisa errada. Como ele só faz quando não tem ninguém, então você precisa se esconder, deixar a mesa com alguma coisa para ele roubar que não faça mal para ele e assim que o sapeca for fazer o furto, você faz um barulho para ele se assustar. Mas presta atenção: não pode falar nada e nem aparecer, ele não pode saber que alguém deu esse susto, e sim achar que ainda esta sozinho na casa! Separei um artigo sobre enriquecimento ambiental, que vai ajudá-lo a se distrair e direcionar toda essa esperteza para a coisa certa: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=322 e boa sorte!

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Olá Alexandre Rossi e Equipe Cão Cidadão.
Quero dizer que admiro o trabalho de vocês e adoro acompanhá-lo. Escrevo para tirar uma dúvida: Ganhei um Poodle que hoje está com 52 dias e como boa dona, procurei saber como se dá o processo de adaptação do filhote á casa, por isso preparei um lugar especial para que ele se sentisse bem na primeira noite, então aconteceu algo inesperado, ele não chorou! Assim podemos perceber que é um filhote calmo e silencioso (até de mais), acontece que ele ainda não late, me preocupei por que vejo casos de donos desesperados para fazer o filhote parar de latir tanto, mas o Téo (nome do meu filhote) não entra nesses casos. Isso é normal? Posso ficar tranquila? Espero retorno.
Desde já obrigada. Giulia Galvão

Giulia, sugiro que leve o Téo ao veterinário e faça um exame clínico minucioso para saber se está tudo ok com ele. Descartando a possibilidade de ele estar adoentado, pode, sim, haver cãezinhos mais quietos e tranquilos que outros. Faça essa visita ao médico para ficar tranquila e ter certeza então que foi sortuda e ganhou um filhote bem comportado! Boa sorte!

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Olá Equipe da Cão Cidadão...
Escrevo para vocês, pois estou ficando desesperada e vencida pela cansaço... Tenho um labrador de 07 meses e até os 04 ele ficou dentro de casa por causa do ciclo de vacinas e por orientação do veterinário pelo histórico de saúde desde o nascimento. Há uns 02 meses iniciei o adestramento dele que vem dando um bom resultado nos comandos de senta, deita, fica. Faço caminhadas de quase uma hora com ele diariamente para exercitá-lo e gastar essa energia tão alta que a maioria dos labradores possuem. Pois bem, a única coisa que me incomoda e está me desmotivando a prosseguir com os treinamentos diários dele, é o fato dele pular em mim e me morder, sempre tento o repreender quando ele já ameaça a pular, mas ultimamente está ficando impossível, ele está me machucando muito, fico com os braços todos cheios de hematomas, mesmo deixando o enforcador nele para quando ele pular eu tentar controlá-lo está difícil, pois ele fica mais exaltado ainda.
Não quero desistir dele, pois já o amo muito, estou lendo o seu livro "Adestramento Inteligente" o que tem me ajudado muito, cortando os mimos, sabendo à hora certa de recompensar e repreender, mas nesse fato dele me morder está me deixando extremamente desmotivada, acho q a maior dificuldade é que ele não me leva a sério, ou seja, ele não aceita q eu me torne a líder da matilha, muitas vezes quando eu o repreendo ele fica exaltado. Nas outras pessoas quando está na guia ele já não pula mais está controlando bem a ansiedade, o problema maior está comigo mesmo e não estou achando onde estou errando. Por favor, me ajudem!!! Grande beijo, Daniele Monteiro

Daniele, separei um artigo para você ler: “Como lidar com o cão hiperativo” - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=97. O texto tem dicas bem úteis, que poderão te ajudar. Boa sorte!

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Prezados Dr Pet e equipe do cão cidadão. Preciso de ajuda, por favor!
Tenho 6 cães em casa sendo quatro vira-latas e dois pinschers. Eu e meu marido trabalhamos o dia todo e os cachorros ficam boa parte do tempo sozinhos.
Há algum tempo tivemos reclamações dos vizinhos sobre o barulho excessivo provocado pelos cães. Tomamos algumas medidas como: castração dos macho (5 são machos e apenas uma fêmea) para evitar brigas, separamos o cão dominante dos outros e, passamos a deixar os dois pinschers dentro de casa na tentativa de abafar os latidos estridentes. Além disso, tudo tentamos, na medida do possível, aplicar as dicas do livro Adestramento Inteligente.
Enfim. Nada disso foi suficiente. Os cães continuam fazendo barulho. Não são apenas latidos por ansiedade e excitabilidade, as brincadeiras normalmente são barulhentas com rosnados e latidos. O resultado disso tudo foi mais uma reclamação.
Estamos mudando de residência por causa dos cães. Já brigamos com quase toda a vizinhança. Sei que eles têm direito de reclamar, mas não existe mais clima nem possibilidade de diálogo. Então, já que somos o problema, resolvemos fugir.
Não podemos desfazer de nossos cães. Dos seis, quatro foram vítimas de abandono antes de serem resgatados e adotados por nós. Eu e meu marido já resgatamos vários cães de rua e esses por ironia do destino acabaram ficando com a gente.
Precisamos de ajuda para não criar problemas com os novos vizinhos. Por favor, nos dê algumas dicas para manter os cães mais calmos na nossa ausência. Gostaria de saber também se existe remédios naturais que possam deixá-los menos agitados. Muito obrigada! Liliam

Liliam, separei três artigos para você ler:
1) Cão mais feliz com enriquecimento ambiental e comportamental - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=322;
2) Como ensinar seu cão a latir menos - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=317;
3) Como lidar com o cão hiperativo - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=97.
Boa sorte para você e para sua matilha!

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Olá,
Estou com muitas duvidas e um pouco de medo do temperamento do labrador que temos em casa. Meu irmão trouxe um filhote de labrador preto para casa, e, agora ele tem aproximadamente 7 meses. O labrador era uma fofura, mas de uns tempos para cá vem apresentando um comportamento um pouco agressivo, avança nos moradores da casa sem qualquer motivo, avança até mesmo nas crianças. Às vezes quando vamos fazer carinho ou só de passar perto dele ele começa a rosnar e avança. Ele me mordeu uma vez quando passei a mão na cabeça dele. Estou com dúvidas, pois pelo pouco que conheço de labradores essa raça não costuma ser assim tão agressiva. Acredito que ele não seja puro. Será que um adestramento resolveria?? Ou não tem solução. Estou muito preocupada, pois mesmo ele tendo esse temperamento ruim eu gosto muito dele. Agradeço desde já. Viviane

Viviane, um labrador também pode apresentar agressividade! Isso porque, além da raça, outros fatores são levados em consideração. O adestramento no seu caso é primordial. Se ele com sete meses e já vem dando mostras do seu potencial, então, bem depressa vocês precisam chamar um profissional para te ajudar. Ligue para a Cão Cidadão: (11) 3571.8138 e peça um adestrador na sua região. Leia também o artigo que separei para você: “Lidando com o cão potencialmente perigoso” - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=98. A guardamos a sua ligação!

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Olá Dr. pet!
Por favor, m ajude, sei q sou uma entre milhares, mas tenho esperança q vc se sensibilize com a minha situação.
Tenho dois cães, mãe e filho, a mãe, Nalh, tem 5 anos e é uma mistura de poodle com yorkshine, o filho é poodle e tem 7 meses e se chama Magaiver.
Amo meus bichinhos, eles são hiper carinhosos,quando só existia a nalah eu tinha problemas com ela qt a ela ficar sozinha em casa, pois eu e meu marido saímos para trabalhar, qd chegávamos tava uma devastação pela casa, incluindo coco e xixi, fora os latido de desespero o dia todo, então pensando nela, achando q o problema era companhia a deixamosela ter uma cria, e foi pior, agora são dois fazendo a mesma coisa, se estamos em casa tá td na paz, mas se eu tiver q sair pra ir à esquina comprar um pão, é uma loucura, ontem foi assim, dava pra eu ouvir os latidos desesperados dos dois na esquina de casa, isso tem m entristecido demais, não tenho mais lágrimas e se não tiver uma solução vou ter q passar pela tristeza e grande dor de doá-los, e separá-los o q vai ser mais difícil, pois são mt apegados um com o outro.
Já tentei colocar música ao sair pra não se sentirem tão só, já dei roupa nossa pra eles ficarem sentindo o cheiro.. nada adianta,e eles ficam em casa, prq se eu deixar do lado de fora é bem pior, simplesmente eles se desesperam ao ver q estamos saindo de casa e eles vão ficar...o q faço?
Por favor, Alexandre.. me ajude..estou mt triste...por favor! Cristiane

Oi Cristiane, separei dois artigos para você ler:
1) Ansiedade de separação, quando o apego é demais - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=85
2) Porque alguns cães odeiam ficar sozinhos - http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=347
Também sugiro que chame um consultor de comportamento na sua casa para te ajudar – Cão Cidadão: (11) 3571.8138. Boa sorte pra você e pro Magaiver!

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Se sua pergunta não foi respodida hoje, não deixem de mandar suas dúvidas nos comentários do blog! Na semana que vem o Consultório Pet está de volta.

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Por Alexandre Rossi

Ale adestra caes 5 Última palestra do ano

E aí, pessoal. Tudo bem com vocês?

Hoje eu quero dar um recado especial pra quem está na cidade de São Paulo.

Amanhã, dia 04/12, sábado, eu vou dar uma palestra com entrada gratuita na Pet Center Marginal da Marginal Tietê, às 17h.

O tema da palestra é problemas alimentares!

Conto com a presença de vocês lá! =)

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Por Equipe Cão Cidadão

gsto arranha Por que os gatos arranham?

O ato de arranhar objetos dentro de seu território é um comportamento instintivo e peculiar dos gatos que, mesmo no ambiente doméstico, tem muitos significados.

Arranhar ajuda a remover pedaços soltos das camadas mais externas e velhas das garras, que por terem um crescimento contínuo, arranhar ajuda a mantê-la afiá-las. Também alonga e mantém o tônus dos tendões e dos músculos flexores das patas.

Ao esfregar os coxins plantares, são liberados feromônios, substâncias que afetam o comportamento de outros gatos. O próprio arranhão numa parede ou móvel funciona como um sinal visual que geralmente sinaliza uma demarcação olfativa.

Poderia, inclusive, ser interpretado como um sinal de “dominância”, que nos gatos está relacionado ao controle do território.

Arranhar objetos é um comportamento em si, muito recompensador. Qualquer gato se sente profundamente motivado a expressar este comportamento. Contudo, muitas vezes, esse hábito se torna inadequado, quando ele acaba estragando mesas, cadeiras, sofás ou até mesmo portas e paredes. A solução nunca poderia ser impedir o gato de arranhar. Devemos tentar respeitar e tolerar suas necessidades para não prejudicar seu bem estar. A solução é adaptar a casa, e direcionar este hábito para os objetos onde é permitido arranhar - existem diversos tipos de arranhador no mercado de produtos para pets.

As preferências

Embora os gatos tenham algumas preferências gerais é importante também, identificar as preferências individuais. De modo geral, os arranhões são mais comuns em locais próximos a entrada, nas divisórias dos cômodos ou perto dos locais onde costuma cochilar.

Procure observar que tipo de material seu gato prefere, mais rústicos, ou macios, tecidos ou madeira. Se ele prefere arranhar na vertical, na horizontal ou ambos. Em que altura ocorre a maior parte dos arranhões?

Direcionando o comportamento

Identificadas as preferências, devem ser providenciados arranhadores. Existem muitos modelos de diferentes formas, tamanhos e materiais. Outra opção é usar tábuas recobertas com o material preferido pelo seu gato. Coloque os arranhadores próximos aos locais onde o bichano já costuma arranhar. As tábuas devem ser fixadas na parede.

Espalhar um pouco de catnip sobre o arranhador incentiva o seu bichano a demarcá-lo com as unhas. Elogie, acaricie ou dê petiscos, sempre que ele estiver usando um arranhador.

Evitando a desruição

E o que fazer nos lugares onde o gato costumava arranhar? Uma solução bem eficiente é colocar fitas dupla face ou papel alumínio, tornando o antigo local desagradável de arranhar. Não tenha pressa para retirar esta proteção, pois pode demorar um pouco para o gato perder o hábito de arranhar por ali.

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Texto: Claudia Terzian (adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

perseguir o proprio rabo 1024x809 Compulsão: Como agir com cães que perseguem o próprio rabo?

Quem nunca viu um cão correr atrás do rabo? Pois é, quase todos nós já observamos nosso amigo se divertindo girando em parafusos para alcançar sua calda... Porém, quando este comportamento ocorre em demasiada frequência devemos prestar atenção e nos perguntar se o cão não está desenvolvendo uma compulsão. Para entendermos distúrbios dessa ordem é necessário que tenhamos em mente como podemos classificar um comportamento como compulsivo.

O que é compulsão?

Uma boa definição é: um comportamento repetitivo, constante e que não tem como finalidade algum propósito aparente. O surgimento desses distúrbios, normalmente, ocorre quando o animal entra em situações de estresse, conflito, frustração, ansiedade ou falta de escapes apropriados para exibirem comportamentos normais da espécie. Quando estes fatores se combinam com o tempo e uma predisposição genética do animal, ocorre a compulsão.

O que fazer?

Primeiramente devemos identificar as situações iniciais (de estresse, conflito ou ansiedade) que dão origem à perseguição do rabo. Evitar essas situações ou torná-las agradáveis, por meio de treinamento, já é um ótimo começo.

Visto que o animal com comportamento compulsivo tem uma predisposição a esse distúrbio, devemos avaliar se é interessante bloquear ou não o comportamento, já que o cão pode encontrar outra válvula de escape (outra compulsão) pior do que ele já vem apresentando. Logo, devemos inicialmente considerar os casos em que os comportamentos podem prejudicar a saúde do animal ou aqueles que são suficientemente irritantes para o convívio.

Uma das formas de tratamento consiste em promover diversas e variadas formas de exercício e interação social que, além de diminuírem a ansiedade, promoverem cansaço físico e equilibram a química do cérebro. Uma modificação ambiental também pode ser de extrema importância, fazendo com que o animal gaste seu tempo interagindo de maneira adequada, próximo ao que seria natural. Em zoológicos, por exemplo, os tratadores dificultam a obtenção de comida (congelando, escondendo, etc) fazendo com que os animais ocupem mais parte de seu tempo com essa tarefa, já que são privados da caça ou do tempo que despenderiam para se alimentar em vida livre. No caso de cães, podemos esconder petiscos pela casa a fim de estimular a investigação e exploração, ou então fornecer sua refeição dentro de uma garrafa PET com furos, para que trabalhe para retirar os grãos de ração de dentro.

Para interromper o comportamento compulsivo podemos utilizar broncas que não estão associadas à atenção do dono (punições verbais e físicas não são aceitas!). Um susto chacoalhando uma lata cheia de moedas ou uma borrifada de spray de água, normalmente, se mostram eficientes. Caso o comportamento não ocorra novamente em situação semelhante, devemos recompensar o cão por estar calmo, dando bastante carinho e petiscos.

Terapia com medicamentos que regulam o equilíbrio de neurotransmissores no cérebro também são muito úteis, pois modulam uma resposta do animal frente a um estímulo, como por exemplo, quando algo que causa estresse e ansiedade passa a ser tolerável após a terapia, ou uma bronca que não interrompe o comportamento pode passar a interromper. Por isso, não deixe de consultar também um veterinário de sua confiança.

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Texto: Daniel Svevo (Consultor de Comportamento da Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Se você tem dúvidas sobre o caso do seu bichinho, deixe seu comentário aqui no blog! Nesta sexta-feira, a consultora de comportamento da Equipe Cão Cidadão, Priscila Felberg, responderá as perguntas dos internautas aqui no Blog do Dr. Pet.

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