18 Mai as 11h53
Consultório Pet: dúvidas de comportamento da semana
Por Equipe Cão Cidadão
Confira as dúvidas sobre comportamento enviadas pelos internautas no Consultório Pet, respondidas pela adestradora da Cão Cidadão Cassia Rabelo Cardoso dos Santos.
Importante: nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança! Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias.
Olá Dr. Pet, admiro seu trabalho, já aprendi várias dicas com seus proramas, mas não tenho conseguido controlar meu cattle dog de 1 ano; moro em sitio, ele é criado solto junto com um vira-lata bem grandão, bonzinho, carinhoso e mais velho que ele, sem canil e sem coleira, aprende truques com facilidade, ele gosta de brincar, mas ele não gosta de carinho, é raro o momento que ele aceita ser acariciado e abraçado, é pouco obediente, tem muita atitude e tem avançado muito nos momentos de carinho, mas ao mesmo tempo ele é muito obediente e não avança nos momentos das brincadeiras. Oque fazer? Socorro! Obrigada.
Daniela
Daniela, se seu cão já demonstra facilidade e predisposição para aprender truques, já é um ótimo passo. Agora, o que você precisa fazer é deseensibilizá-lo a carinhos, contato físico com humanos. Não se deve forçá-lo a manter contato físico. O que, para nós, pode parecer “fazer carinho”, para ele pode significar perigo, ameaça. O ideal é fazê-la ganhar confiança aos poucos. Uma forma é sentar-se longe e ir jogando petiscos, que ele certamente pegará se tiver apetite normal. À medida que perceber que ele vai se tornando mais confiante, jogue o petisco mais perto de você, até que ele venha pegá-lo em sua mão.
No momento em que for tentar um carinho, faça-o sem levantar a mão acima da cabeça do cão. Deixe-o ver onde está sua mão e, com a outra bem próxima, ofereça um petisquinho de forma a fazê-lo encostar em sua mão vazia. Boa sorte!
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Porr favor me ajude! Minha família gosta muito de cães, motivo pelo qual nos faz ter aprox 17 cães, alguns vindos de doações, alguns adquiridos e a maioria são de uma criação que não tivemos coragem de nos desfazer.( todos de raças pequenas, sendo lhasa, poodle, shitzu, vira-lata e uma Buldog Inglês. Temos eles em dois canis, os meninos em um e as meninas em outro, a Buldog fica separada. O maior problema são as brigas que vêem acontecendo cada vez com mais frequência. Algumas vezes acabamos deixando os brigões separados, mas não por muito tempo pois eles choram, e minha irmã fica comovida e os coloca juntos novamente. Mas está muito difícil, não sei o que fazer, essas brigas já resultaram em três mortes, e muitas outras situações em que houveram graves ferimentos. Gostaria de saber se há alguma medida para se tomar para que isso se resolva. É muito triste as perdas, os temos como se fossem membros da família. Isso é quase um pedido de SOCOOOORRO. Me ajude por favor..
Tati
Tati, situação que você narrou é extremamente grave. Brigas em grupos grandes de cães, reunidos aleatoriamente (ou melhor, apenas pelo sexo), são comuns e costumam se muito graves. Além de gerarem um alto nível de estresse ao cães. Nesta situação, o ideal seria você separar os cães em grupos menores, de acordo com o temperamento de cada um. Para tanto, seria interessante que todos fossem castrados, assim, você pode reunir machos e fêmeas que tenham temperamentos compatíveis no mesmo local. Depois que os novos grupos estiverem feitos, você deve iniciar treinos de adestramento, com base em reforço positivo, para que os cães aprendam coisas novas e passem a obedecer comandos. Cuidado na hora da alimentação: disputas por comida são também muito comuns. Como sua situação é bastante grave, sugerimos que tenha a ajuda de um profissional especialista em comportamento canino. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138. Para conhecer melhor a empresa, acesse o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!
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olá Dr. Pet. tenho 4 cachorros em casa porém não sei quais as raças exatas pois todos foram achados filhotes na rua e acabei ficando com eles. Dois deles são irmãos e os mais novos da casa eu queria saber como faço para que eles façam as necessidades em um lugar só porque eles fazem em qualquer lugar e ultimamente estão fazendo xixi no pé da porta de entrada da minha casa. O que eu posso fazer pra mudar esse comportamento?
Liliane Moura
Olá, Liliane! O treino para ensinar o cão a fazer necessidades no local correto depende muito da dedicação e paciência do dono.
As dicas que serão colocadas abaixo servem tanto para cães filhotes quanto adultos. O treino consiste em mostrar ao cão que fazer as necessidades em determinado local gera consequências positivas, seja com petiscos, brincadeiras ou elogios. Para tanto, deve-se seguir os seguintes passos:
• preparar o local onde deve ser o “banheiro” de forma permitir que seja bem atrativo para o cão. Para tanto, a cama, potes de águas e comida e brinquedos devem estar numa extremidade oposta ao “banheirinho”, pois os cães não gostam de se aliviar próximo ao local onde comem e dormem;
• alimentar o cão em horários específicos para conseguir prever quando ele sentirá vontade de se aliviar, o que geralmente ocorre logo ao acordar, após as refeições e após uma sessão de brincadeiras;
• sabendo que está se aproximando o momento em que o cão estará “apertado”, ficar com ele no local onde deve fazer as necessidades;
• assim que ele se aliviar na frente do dono no jornal ou tapete, elogiá-lo com carinho e dar uma recompensa (cuidado: não elogiar com “muito entusiasmo” – ele pode se assustar e não querer mais fazer necessidades na frente de ninguém!);
• repetir o treino durante alguns dias, com consistência, até que ele entenda que fazer xixi na frente do dono e em local específico é muito gratificante!
E se o cão errar e fizer em algum local indevido? Deve-se ignorá-lo por completo! Isto para que o cão não aprenda que fazer as necessidades em qualquer lugar atrai a atenção do dono, mas somente quando faz no jornal ou tapete higiênico! Não dar broncas quando o cão se aliviar no lugar impróprio, mesmo que seja no tapete da sala! Ele não sabe ainda qual é o local certo e, sendo punido, aprenderá que fazer na frente do dono é um problema e passará a fazer escondido, o que dificultará o treinamento, pois o peludo passará a se aliviar longe do dono, que perderá a oportunidade de recompensá-lo... A “técnica” de esfregar o focinho do cão na sujeira quando ele fizer em local errado está totalmente ultrapassada e comprovadamente só amedronta o cão. Boa sorte!
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Olá Dr. Pet! Tenho um boxer de 1 ano e 3 meses. Ele é muito medroso, parece um pinscher. Late pra tudo diferente que vê: seja um carro parado em frente de casa, motos passando, pessoas de fora ou um cobertor enrolado em cima do sofá. Gostaria de saber o que fazer para que ele perca esse medo! Deixamos ele só no quintal até os 6 meses, só depois de tomar todas as vacinas deixamos ele ir pra varanda... aí ele já tava estranhando tudo e todos! Queria passear com ele na rua, mas ñ consigo segurá-lo e tenho medo dele sair correndo atrás de outros cachorros. O que devo fazer? Grata, Patrícia
Olá, Patrícia! O comportamento pode ser fruto da falta de costume de seu cão com estímulos na fase em que ainda era filhote, ou seja, na fase de sociabilização. Neste período, todas as situações que o filhote vivenciar serão definidoras de seu comportamento no futuro. Sejam elas boas ou ruins. Daí a importância de uma sociabilização bem feita, expondo o filhote a diversas pessoas, locais, ruídos, texturas, sempre de forma positiva, para que ele associe essas experiências a coisas boas. Para tentar melhorar esta situação, você deve fazer com que ele passe a associar os estímulos que deflagram reações de medo a coisas positivas. Por exemplo, você pode gravar sons de carros e colocar em sua casa mesmo, bem baixinho, enquanto ele estiver brincando e comendo. Aos poucos e somente ao perceber que ele está tranquilo, vá aumentando o volume. Só quando ele estiver bem tranquilo, comece a chegar cada vez mais perto de ruas, primeiro as mais tranquilas e sem movimento. Este tipo de treino, que chamamos de dessensibilização, serve para que o cão possa perder a sensibilidade extrema que demonstra em relação a determinados estímulos. Você pode utilizar o mesmo princípio para fazer com que ele se acostume á presença de outros cães. Mas, de toda forma, é recomendável que você contate um profissional especialista em comportamento canino para auxiliá-la. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!
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Olá Dr. Pet, venho lhe pedir ajuda com meu cãozinho. Eu tenho um Lhasa Apso macho de 2 meses,se chama Fred e eu moro em um apartamento. Eu não consigo fazer com que ele durma na sala sózinho em sua caminha. Fica chorando reclamando pq ele quer ficar o tempo todo perto da gente, ai ele acaba se enfiando no meu quarto, debaixo da cama, mas mesmo assim reclama(chia) durante a madrugada. Não posso nem sair de casa e deixa-lo sózinho pq tenho medo dele ficar chorando, latindo, gritando dentro de casa. Por favor, me ajude. O que posso fazer para mudar isso?
Isis Barros
Isis, o seu cãzinho ainda é muito novinho, certamente sente muito a falta da companhia dos irmãos e da mãe. Além disso, cães são animais extremamente sociais, que precisam de um grupo para terem garantido seu bem-estar. Mas isto não significa que devam ficar o tempo todo conosco, pois podem desenvolver o que se chama de ansiedade de separação. Assim, cabe aos donos incentivá-los a ficarem tranquilos sozinhos, sem que este fato gere extremo sofrimento. Muitas pessoas sentem uma grande necessidade de ter o peludo sempre por perto, já que isto traz um grande conforto. Mas tal conduta não faz bem ao cão, pois, quando deixado sozinho, tende a desesperar-se. Assim, treinar o comando “fica” desde já, para que o filhote possa perceber que o dono sai do cômodo, mas em seguida volta. Estimulá-lo a interagir com brinquedos que não necessitam da interação com as pessoas também. Enriquecer o ambiente onde o cão costuma ficar com brinquedos ou ossos mastigáveis ou brinquedos que liberam comida, é uma boa pedida. Quanto a acostumá-lo a dormir fora do quarto, comece colocando a caminha perto da porta do quarto e fazendo-o brincar bastante antes de dormir. Assim, ele tenderá a adormecer profundamente. Nas noites seguintes, vá colocando a caminha para fora do quarto, mas, inicialmente, deixe a porta aberta. Quando ele já estiver bem habituado, passe a fechar a porta. Assim, a tendência é que se acostume a dormir fora de seu quarto.
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tenho uma poddle de 10 anos, mãe de uma poddle de 6 anos, as princeas da ksa, ha 4 meses minha filha ganhou do namorado uma york, q virou a sensação da familia pq sendo bb ela faz mts gracinhas, mas...tem sido um aborrecimento atras do outro, pq a casa virou uma bagunça só, as duas mais velhas entraram no clima da bb e fazem mt bagunça, latem e fazem xixi por toda a casa,ja tentei usar xeirinhos pra educar mais naum funcionam,qndo uma late as outras se juntam num coro de latidos insuportaveis, ja estamos estressados mas não quero e não posso m afastar delas..o q fazer dr ? me ajude por favoooorrrr amo demais minhas meninas, Sirlei
Sirlei, os cães costumam agir muito por imitação e parece que suas duas cadelinhas mais velhas estão achando muito divertido imitar a mais nova integrante da família! Para que a bagunça diminua, providencie bastante atividade para as três: passeios vigorosos, brincadeiras e mantenha o ambiente rico em coisas para elas fazerem. Quanto às necessidades fora do lugar, você deverá reiniciar os treinos com as mais velhas e investir bastante na mais nova: estar com elas perto do local quando acordam, depois que comem e brincam, para poder recompensar quando fizerem no local correto. Certifique-se também que o tamanho do local onde foi designado o banheiro está adequado para que as três possam utilizá-lo, sem que fique sujo demais. Por fim, invista em adestramento com base no reforço positivo, para que elas possam aprender a lhe obedecer, de forma prazerosa!
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Dr Pet, Minha Shih Tzu de um ano e meio acabou de ter sua primeira cria. Foram sete filhotes, todos vivos e gordinhos. O pai também é meu, todos os nove estão juntos, os filhotes no ninho (hoje com 17 dias), os pais transitando pela casa livremente. Durante a gestação, Tequila pegou vários bichinhos de pelúcia para cuidar e ficava muito brava quando alguém se aproximava deles ou tentava tira-los dela. Por isso pensamos que seria uma mãe muito zelosa e ciumenta. Depois do parto, contudo, a quantidade de filhos parece tê-la assustado. Quando todos começam a chorar querendo mamar, ela também chora, sai do ninho e vai se deitar fora da caixinha ou, por vezes, embaixo da cama. Estou complementando a alimentação dos pequenos, faço isso na frente dela sem problemas. Minha dúvida é sobre o comportamento da Tequila, ela não passa ao lado da ninhada tempo suficiente para cuidar de todos, limpá-los e alimentá-los bem. O ninho não fica limpo sem nossa ajuda e ela nem se importa se pegamos um dos filhotes para amamentar, se limita a olhar, checar quem pegou e tudo bem (a menos que o filhote esteja chorando, quando ela fica em cima, lambendo, mas sem possessividade maior). Ela está muito mais mansa agora do que estava com os bichinhos de pelúcia! Além disso, ela não sabe carregar os filhotes com a boca, como fazem as mães... Isso tudo está normal? Devemos nos preocupar? Muito obrigada, Karina
Karina, em todas as cachorras são boas mães... Ela também é nova e trata-se da primeira cria. Assim, é compreensível e até esperado que esteja agindo assim. São muito filhotes e parece que ela não está sabendo lidar com a situação. Continue agindo como relatado: ajude-a a limpar o ninho, suplemente a alimentação dos filhotes e também incentive-a a ficar com eles, ficando você também por perto. Elogie-a, dê-lhe recompensas, toda vez que ela estiver com os filhotes, cuidando deles ou da limpeza do ninho. Certifique-se de que o ambiente onde ela deve ficar com os filhotes seja um local tranquilo, aconchegante e sem barulhos. Assim, ela se sentirá sempre à vontade para ficar por ali. Boa sorte!
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Ótimo post! Gostaria de tirar uma dúvida. Tenho um gato de 2 anos que ultimamente anda muito assustado e não sei o por quê. Qualquer barulhinho, fica desesperado. Olha os cantos da casa com receio como se tivesse algum bicho lá (e nunca tem). Nada foi mudado, nem a rotina, nem a casa, nem as pessoas que a frequentam. O que fazer para ele melhorar? Grata.
Shanna Capell
Oi, Shanna! Ele pode ter tomado algum susto, em alguma situação, sem que você tenha percebido. A melhor maneira de deixá-lo mais tranquilo e confiante é mostrando que não há o que temer. Brinque com ele, oferecendo brinquedinhos divertidos para gato. Faça com que essa situação seja algo prazeroso e divertido, mas também algo tranquilo. Comece em um ambiente da casa (um quarto, por exemplo), e quando ele estiver bem à vontade, tente atraí-lo para outro cômodo, para fazer o mesmo exercício. Lembre-se que gatos, para sentirem-se bem, precisam estar no controle da situação, ou seja, conhecer muito bem o ambiente e ter garantidas rotas de fuga e locais para se esconder. Respeite o tempo dele e não o force: permita que vá se tornando confiante aos poucos, no tempo dele. Boa sorte!
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Dr.Pet tenho dois boxers machos,como faço para nao brigarem?
Andressa
Andressa, não obrigatoriamente dois machos que vivam juntos vão brigar. Eles podem se dar muito bem, especialmente se vivem juntos desde filhotes. A convivência deve ser sempre harmônica, com ambos aprendendo comandos, para saberem respeitar o dono. Mas, se a situação narrada é de dois adultos que brigam, você precisa manter ambos na guia e aproximá-los controladamente, oferecendo petiscos e elogiando bastante somente quando ambos estiverem calmos e reagindo bem à presença um do outro, sem encarar ou tentar avançar. Tenha muito cuidado, pois uma briga pode resultar em machucados sérios. Seria bom contar com ajuda profissional. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão (telefone (11) 3571-8138, www.caocidadao.com.br), que oferece consultas comportamentais e aulas de adestramento que, certamente, ajudariam neste processo.
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10 Mai as 12h23
Cães que têm medo de água: como dessensibilizar?
Por Equipe Cão Cidadão
Certamente você já ouviu algum comentário do tipo: “Pode deixar o cão entrar na piscina, porque todos sabem nadar...” ou “Cães gostam de água, por isso gostam de tomar banho...”. Claro que existem pets que não têm medo destas situações, porém muitos têm medo relacionado à agua da chuva, da piscina e, principalmente, do banho.
Por isso, aí vão algumas dicas para que você saiba como lidar com essas situações.
Prevenção
Acostume o cachorro gradativamente, desde filhote, a essas situações. Por exemplo: molhe o quintal para ele acostumar pisar no chão molhado, para posteriormente sair na chuva. Deixe o cão se sentir a vontade com água, para depois deixa-lo entrar na piscina.
Simule as situações do banho, massageando-o com mãos, toalhas, escovas. Acostume-o também com os barulhos, da água do chuveiro, torneira e secador. Faça visitas ao pet shop para acostumar o animal com a futura situação do banho. Os primeiros banhos podem ser dados em casa. Sempre que o cão responder positivamente aos novos estímulos, o dono deve recompensar o pet com petiscos, brinquedo ou carinho.
Lembrando que você deve observar e respeitar e o limite do cão, caso contrario ele pode ficar com medo.
Medo instalado
Quando o trauma já encontra-se presente no animal o proprietário, é preciso dessensibilizar a situação, observando exatamente o momento que desencadeia o medo. Por exemplo: o cão fica com medo quando a água é jogada de uma só vez, o dono deve acostumar o pet a ser molhando aos poucos, sempre recompensando-o pelo comportamento correto.
Dessensibilização significa fazer associações positivas para algo que é desagradável ao animal, sempre respeitando seu limite. Algumas dicas aos proprietários:
• o cachorro deve se sentir confortável no local em que vai tomar o banho. Chame-o para entrar no banheiro ou box e ofereça recompensas (petiscos, brinquedos, carinho etc.);
• manipule a torneira, mangueira, balde com água perto do cão;
• molhe o chão e verifique se o pet está à vontade; Use um borrifador espirando água no cão. Encharque um pano com água e molhe o cachorro aos poucos;
• nos dias quentes, os peludos se sentiram mais a vontade em serem molhados;
• comece a molhar o cão pelas patas;
• encha a piscina de plástico com água rasa e aumente gradativamente;
• massageie o cão simulando o uso do xampu.
E lembre-se: o cão não deve ser forçado a fazer o que não quer. Caso esteja com medo, você pode estar indo rápido demais. Então, regrida uma etapa do treino. Tenha paciência e suba degrau por degrau, conquistando vitorias pequenas, pois assim os resultados serão duradouros e seu pet passará a adorar a água.
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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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4 Mai as 11h59
Consultório Pet: dúvidas de comportamento da semana
Por Equipe Cão Cidadão
Confira as dúvidas sobre comportamento enviadas pelos internautas no Consultório Pet, respondidas pela adestradora da Cão Cidadão Cassia Rabelo Cardoso dos Santos.
Importante: nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança! Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias.
DR PET, tenho uma FOX paulistinha adotada de uma ONG de 3 anos, castrada que agora avança e late ameaçando pessoas na rua.Certa vez avançou e mordeu um adolescente e 1 criança no rosto.Ela não tolera pessoas correndo, bêbados, motoqueiros, mendigos, carrinheiros, mochileiros, crianças; avançando e latindo ferozmente contra eles.Estou fazendo-a usar pequena focinheira, jogo água no rosto dela mas não resolve mais. POR FAVOR O QUE DEVO FAZER!
fabiola finzetto
Fabiola, sua cachorrinha parece apresentar agressividade em razão da falta de sociabilização adequada na chamada “janela de socialização”, que vai até os 3 meses de idade do filhote. Neste período, é importante que o cãozinho seja apresentado ao maior número de estímulos, pessoas e situações de forma positiva. De qualquer forma, se este foi o caso, não significa que sua cadelinha não possa melhorar o comportamento. A bronca que você dá na hora em que o comportamento agressivo se instala pode estar deixando-a ainda mais ansiosa, o que piora a situação. O melhor seria que você tentasse aproximar-se de pessoas como as que descreveu até uma distância em que ela não fique nervosa e elogiá-la bastante. Tentar uma aproximação maior somente quando ela se mostrar tranquila e recompensá-la com petiscos que ela adore! Mas o ideal seria que você procurasse o auxílio de um profissional em comportamento canino, pois situações como a relatada por você podem ser muito perigosas e devem ser trabalhadas com cuidado. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone 11 3571-8138. Para conhecer melhor a empresa, acesse o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!
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Olá Dr Pet!! Tenho uma dúvida: meu cachorro é de médio porte (mistura de chow chow com vira lata) tem um ano, fizemos uma casinha de madeira para ele, pois no nosso pátio não tem nenhum outro lugar coberto pra ele ficar, mas o cachorro não entra na casinha por nada neste mundo, quando está chovendo, prefere ficar na chuva do que entrar na casinha. O que eu faço?? Por favor me dê alguma dica Obrigada
Camila
Olá, Camila! Cães são animais sociais, que precisam de um grupo para terem garantido seu bem-estar. Os cães que se tornaram nossos companheiros precisam da companhia próxima dos donos! Pelo seu relato, parece que seu cachorro procura ficar mais perto das pessoas da família, mesmo que, para tanto, fique todo molhado enquanto chove! Uma dica seria posicionar a casinha para um local mais próximo da porta de acesso a casa, ou do local onde as pessoas circulam. Outra providência é fazer a casinha se tornar um local bem aconchegante para ele: coloque um paninho com seu cheiro, estimule-o a brincar ou roer ossos recreativos lá dentro e alimente-o lá também! De qualquer forma, seria interessante providenciar algum tipo de cobertura para o local onde a casinha estiver posicionada, pois umidade constante sob os pelos pode causar problemas de saúde ao seu cãozinho.
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Olá tenho uma cadela da raça labrador de 5 meses e uma bacê que ja é bem velhinha, o problema e que a Sophia (labrador) nao deixa ninguem chegar perto da nina (bacê) nem pra fazer carinho, ela vai empurrando a gente com o corpo. Eu nao sei se ela tem ciume da gente ou da nina que ja esta se sentindo excluida porque eu acabo cedendo a pressão da sophia. O que eu faço pra ela parar? Me ajuda Dr Pet!?
ARIANE
Oi, Ariane! É muito importante ter bastante equilíbrio para lidar com seus dois peludos, especialmente considerando a chegada de um filhote a uma casa onde já vivia um outro cão mais velhinho. Sim, a filhote pode estar com ciúmes da Nina, mas é importante que você demonstre sempre, para as duas, que a presença da outra é positiva! Quando estiver com as duas, procure dar carinho e recompensas para ambas, sem fazer distinção. Assim, a tendência é que vivam harmonicamente. Outro ponto importante a considerar é que a filhote é de porte grande e pode machucar a Nina com brincadeiras típicas de filhote. Assim, você deve supervisionar os momentos em que as duas estejam brincando. Boa sorte!
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Olá!!!Tenho um shih tzu de quase 3 meses e PRECISO DE AJUDA nós nao podemos caminhar direito pq ele fica mordendo os nossos pés e se tocar nele para fazer carinho ele quer moder as nossas mãos o que eu faço???E tem mais ele fica cavando os canto da parede ele pode estar estressado???ME AJUDA. GRATA
Laura Pinheiro
Olá, Laura! Filhotes sempre são mordedores! Fazem isto para obter interação com os humanos e também para aliviar a coceira na gengiva, pois trocam todos os dentes, assim como nós humanos. Assim, a melhor forma de você mostrar a ele que morder não gera atenção nem interação é parando de brincar com ele quando ele começar a morder. Faça claramente um sinal distintivo, como falar “ai”, retire a mão (ou pés) do alcance dele e pare a interação. Por outro lado, disponibilize vários brinquedos próprios para serem mordidos por filhotes, e mantenha-os perto do filhote em todos os ambientes que ele frequente. Faça carinho e elogie bastante quando ele estiver calmo, mordendo seus próprios brinquedos. Para maiores informações, as dicas do artigo a seguir, disponível no site da Cão Cidadão, podem lhe ser úteis: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=102. Boa sorte!
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Gostaria de tirar uma dúvida, comprei um chow chow de dois anos de idade, em minha casa já tinha um maltês de dois anos também, porém ele tem medo do chow chow, o que devo fazer, é confiável que eles fiquem juntos? Tenho medo que ele ataque o menor, no caso o maltês. O que devo fazer?
Cleidiane
Cleidiane, é preciso que você faça a aproximação dos dois cães com supervisão e aos poucos, para observar as reações de cada um deles. Lembre-se que os dois ainda não se conhecem, então, é preciso dar tempo para que criem laços. O Maltês deve estar se sentindo inseguro com um novo amigo bem maior do que ele e este é realmente um cuidado que você deve ter, pois mesmo uma brincadeira do Chow Chow pode machucar o menor. Para que você possa fazer uma aproximação segura, o ideal é manter ambos na guia e aproximá-los controladamente, oferecendo petiscos e elogiando bastante quando ambos estiverem calmos e reagindo bem à presença um do outro. Permita que o Maltês sempre associe a presença do Chow Chow com brincadeiras e coisas positivas, até que se sinta seguro perto dele. Se precisar de ajuda profissional, você pode contatar a Cão Cidadão (telefone 11 3571-8138, www.caocidadao.com.br), que oferece consultas comportamentais e aulas de adestramento que, certamente, ajudariam neste processo.
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Dr. Pet tenho um Basset hound de 47 dias, tento de toda forma ensiná-lo a fazer xixi no lugar certo mas não consigo.Tenho um DVD do Alexandre Rossi, segui a risca as dicas e mesmo assim não obtive êxito.Tranquei ele na caixa de transporte e também fiquei com ele no colo por 3 horas, vi que ele tava com muita vontade de fazer xixi, então coloquei ele pra cheirar o pipidog( banheiro para cachorro + 5 gotas de pipi pode) e segurei ele no local, mas mesmo assim ele não quis fazer.Quando o soltei ele foi correndo pra grama fazer xixi lá.Não sei se estou fazendo certo ou se ele ainda é muito novinho para aprender.Também já peguei ele fazendo xixi na grama e coloquei ele encima do pipidog e mesmo assim ele não quis fazer xixi.Queria que ele fizesse xixi e coco no lugar certo, pois, assim o restante do quintal incluindo o jardim ficaria pra ele brincar. Grata Darianne
Darianne, sim, seu filhote ainda é muito novo para já estar sabendo o lugar certo, sem nenhum erro! Mas você está no caminho certo: continue ficando perto dele no local onde que você deseja para o banheirinho, especialmente depois que ele comer, acordar e brincar. Mas cuidado para não ficar muito ansiosa com o momento, o que pode deixá-lo desconfortável para fazer as necessidades na sua frente. E o mais importante é que ele seja recompensado quando fizer no local indicado! Pode ser com petiscos ou carinho, mas cuidado para não ser efusiva demais e acabar assustando-o. Ele também pode estar se sentindo desconfortável para fazer na superfície que você elegeu como o banheiro. Tente colocar um jornal ou tapete higiênico por cima (são absorventes), para ver se ele prefere e depois de alguns acertos, vá tirando o jornal e deixando a grade à vista. As dicas do artigo da Cão Cidadão a seguir podem também te ajudar: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=120. Persistência, paciência e consistência farão toda a diferença neste momento! Boa sorte!
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Olá, meu nome é Nathália, tenho um Border Collie, macho e castrado, ele tem 2 anos e estou com problemas. Ele tem pavor de qualquer tipo de barulho, bombinha, flash de máquina fotográfica, trovão, chuva, e tudo que emite sons. Ele fugiu várias vezes por causa da chuva.A última vez que ele fugiu, ficou 6 dias desaparecido. Minha casa é sobrado, e ele já pulou a janela do banheiro que tem 4 metros de altura. O muro também ele já pulou e tem 3 metros de altura. A providência toma foi, deixar ele dentro de casa, mas mesmo assim, portas e janelas ficam arranhadas quando ele tem medo. Preciso da sua ajuda, um Border Collie trancado em casa não está dando, pois ele não é pequeno e solta muito pelo. Me ajude Dr. ele stá ficando muito tristinho preso. Obrigada.
Nathália
Olá, Nathália! Pelo seu relato, seu cão apresenta temperamento extremamente inseguro diante de vários estímulos externos e esta condição pode levá-lo a se machucar ou fugir (como já aconteceu). Para tentar melhorar esta situação, você deve fazer com que ele passe a associar os estímulos que deflagram reações de medo a coisas positivas. Por exemplo, no caso do flash da câmera fotográfica, você deve deixar a câmera por perto enquanto ele estiver brincando e comendo. Aos poucos e somente ao perceber que ele está tranquilo, pegue a câmera e comece a direcioná-la a ele de longe, sempre associando a petiscos ou brinquedos que ele goste. Só quando ele estiver bem tranquilo, comece a fingir que irá tirar uma foto. Após várias sessões, e sempre respeitando o limite dele quanto às reações de medo, tire uma foto com flash, nas primeiras vezes sem direcionar a câmera para ele. Este tipo de treino, que chamamos de dessensibilização, serve para que o cão possa perder a sensibilidade extrema que demonstra em relação a determinados estímulos. È recomendável que você contate um profissional especialista em comportamento canino para auxiliá-la. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone 11 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!
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Dr. Pet, bom dia. Estou com um problema lá em casa. Tenho três cachorros, um poodle de 10 anos, uma vira-lata de 4 anos (Pit) e uma outra vira-lata que resgatei da rua com a pata quebrada (melody), ela deve ter mais ou menos 1 ano e meio de idade. o problema é que eu resgatei a vira-lata da rua tem uns 2 meses, imagimei que a outra estranharia no início, o primeiro contato mas para minha surpresa elas se deram bem..... até uns quinze dias atrás quando a Pit sem nenhum motivo aparente atacou a melody e desde então elas preciso deixá-las separadas. a melody é bem mansinha o problema é a Pit que não tolera a melody. tem alguma coisa que eu possa fazer para que a pit não ataque mais a Melody. Desde já agradeço. Carol Alcântara
Carol, casos de agressividade entre cães são sempre delicados e podem ser muito perigosos. Você precisaria fazer uma aproximação controlada dos dois, mantendo-os na guia e com uma distância segura. À medida que eles não deem sinais de agressividade (encarar, rosnar, latir), recompense-os com petiscos bem gostosos e só vá fazendo a aproximação quando perceber que estão tranquilos e sem dar sinais de agressividade. Num caso como esse, seria muito importante a ajuda de um profissional. você pode contatar a Cão Cidadão e obter auxílio de um adestrador da equipe, pelo telefone 11 3571-8138. Conheça melhor a empresa acessando o site: www.caocidadao.com.br. Boa sorte!
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"Encontrei há um mês uma cachorrinha na rua, que estava muito mal devido a uma inflamação na cirurgia de castração. Levamos ela ao hospital, foi bem cuidada e agora está bem na casa da minha mãe. Apesar de ser super boazinha, ela é extremamente medrosa. Achamos que deve ter sido muito mal tratada. Ela até deixa as pessoas fazerem carinho, mas treme o tempo todo, com o rabo entre as patas, e se esconde. Não conseguimos fazê-la sair da sua casinha de jeito nenhum. O que podemos fazer?"
Daniele
Daniele, a cadelinha provavelmente ainda está sofrendo os efeitos do intenso estresse pelo qual passou. Ainda está se adaptando à nova rotina e família, mas precisa adquirir confiança no ser humano. Para tanto, permita que ela associe a aproximação de pessoas com coisas boas. Sempre que alguém passar por ela, peça que joguem perto um petisco gostoso. Quando for tentar fazê-la sair da casinha, comece jogando petiscos fora da casinha até que ela saia, mas sem tocar nela. Depois, vá atraindo-a para fora até que coma em sua mão. Não ultrapasse o limite dela: caso perceba que ela está insegura, não force contato físico, mesmo que, para você, sejam apenas carinhos. Tenha bastante paciência com ela e boa sorte!
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Olá Dr Pet, tenho um gato siames muito ciumento e por vezes ele ataca o próprio rabo, toda vez ele morde o rabo, fica quase o tempo todo de colar o que fazer?
jenniffer
Olá, Jenniffer! Seu gatinho pode apresentar comportamento compulsivo. Mas, para identificar esta situação, seria necessário avaliar a forma e frequência em que o comportamento ocorre. Se for repetitivo e sem função aparente, pode ser um comportamento compulsivo. Mas correr atrás do rabo de vez em quando pode significar apenas estresse. Esta situação pode ter se originado em razão de situações frustrantes ou que geram ansiedade (como o ciúmes que você relata), ou falta de atividades. Assim, proporcione atividades para seu gato, incentivando o instinto de caça dele, com brinquedos que ele goste bastante. Por outro lado, o uso do colar elizabetano ajuda a evitar que ele se machuque se o comportamento realmente for compulsivo. Você pode ler mais sobre o assunto neste artigo: http://www.caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=337. Seria também interessante a avaliação por um profissional especialista em comportamento animal. Você pode contatar a Cão Cidadão pelo telefone 11 3571-8138. Boa sorte!
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Na próxima semana tem mais Consultório Pet! Se a sua pergunta ainda não foi respondida ainda, não deixe de mandá-la nos comentários do blog!
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2 Mai as 14h50
Benefícios da convivência entre cães e humanos
Por Equipe Cão Cidadão
Quem tem cachorro em casa já sabe faz tempo: os cães são ótimos companheiros e nos trazem muita alegria. Eles estão sempre dispostos e felizes com a nossa presença. Ainda existem os cães que trabalham ao nosso lado, ajudando a salvar vidas, nos bombeiros, polícia e como guias de cegos. Mas estudos científicos agora provam que eles nos beneficiam também de muitas outras formas.
De todos os animais domésticos, os cães fazem parte da maioria e dos mais desejados, seguido de perto pelos gatos. Eles nos permitem dormir mais tranquilamente, pois sabemos que estão cuidando da nossa casa, fazem festa quando chegamos e estão sempre por perto quando precisamos de companhia.
Essa convivência traz muitos benefícios também para as crianças. Além de ensiná-las a respeitar os animais, uma pesquisa científica feita na Suécia, com 1649 crianças a partir de sete anos, concluiu que as donas de animais de estimação desde o primeiro ano de vida estavam menos sujeitas a asma e rinite alérgica.
Os cães também ajudam na recuperação de crianças com distúrbios psicológicos, por satisfazerem a necessidade de contato físico.
Já nos adultos, é comprovado que eles nos trazem benefícios fisiológicos e psicológicos. Um estudo publicado no American Journal of Cardiology mostrou que o convívio com animais ajuda a controlar o estresse, diminui a pressão arterial e reduz o risco de problemas cardiovasculares. Pacientes hipertensos com animais, quando em situações de estresse, apresentam pressão arterial mais baixa do que aqueles que não têm pets.
Ter um cão também leva a uma redução dos níveis de triglicérides, colesterol, melhor recuperação e maior taxa de sobrevivência a infartos do miocárdio, menor incidência de doenças, maior bem estar psicológico, maior taxa recuperação de doenças psiquiátricas e aumento do cuidado pessoal e da auto-estima.
Os animais também melhoram o estado emocional das pessoas, principalmente os idosos, pelo fato de se deixarem tocar e acariciar, e por aumentar a interação social dessas pessoas quando elas saem com eles para passear.
Nos EUA, um estudo concluiu que: “a convivência com animais de estimação proporciona uma oportunidade de melhorar a saúde. Um animal pode se tornar um estímulo para fazer exercícios físicos e reduzir a ansiedade. Animais de estimação também são uma fonte de contato e conforto físico e podem reduzir a solidão e a depressão. E, ao levar um animal para passear, a pessoa perde peso e melhora sua condição cardiovascular.”
Existem ainda os animais terapeutas, que visitam hospitais e asilos levando alegria e todos os demais benefícios ao pacientes, auxiliando no bem-estar físico e psicológico.
Segundo um artigo publicado da revista Journal of Personality and Social Psychology, em termos gerais, pessoas que possuem cães “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais do que as que não têm animal de estimação”. Isso porque a sensação de alegria ao interagirmos com nosso cão libera neurotransmissores e hormônios capazes de relaxar, colaborar com nosso bem-estar, controlar a pressão sanguínea e até mesmo melhorar nosso sono.
E você, já acariciou seu cãozinho hoje?
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Texto Thais Oliveira (adestradora da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido
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25 Abr as 13h41
Novo concurso cultural: Alexandre Rossi na minha casa!
Por Alexandre Rossi
Oi, pessoal! Tudo bem com vocês?
Hoje eu tenho um recado muito especial para todo o pessoal de São Paulo. Está rolando no Facebook da Cão Cidadão um novo concurso cultural! Se você mora na capital e seu pet tem algum desses problemas de comportamento listados abaixo, mande um e-mail pra gente no queroparticipar@caocidadao.com.br .
Os melhores casos ganharão kits exclusivos e a minha visita na sua casa!
Para saber mais, acessem: http://www.facebook.com/caocidadaooficial
Lista de problemas comportamentais que podem concorrer:
Coprofagia: cães que comem fezes
Ansiedade de separação
Brigas entre cães
Brigas entre cães e gatos
Medo de fogos e trovões
Animais que não comem ração
Mordidinhas de filhotes
Compulsão por sombras
Cães com medo de passear
Cadelas com gravidez psicológica
Socialização de cão adulto com gato filhote
Agressividade de cães com crianças
Cães que roubam alimentos
Cães que se automutilam
Cães que não gostam de água
Agressividade entre cães da mesma casa
Agressividade dos cães com os donos
Cães que ficam muito estressados ao andar de carro
Cães que avançam no carteiro
Cães que atacam outros bichos
Animais que latem demais ou importunam durante a noite
Animais para adoção que já tenham sido rejeitados várias vezes
Cães que se comportam em casa como “gangues”
Cães que ajudam de crianças e pessoas com deficiências
Pessoas com fobia ou pânico de animais
Cães que correm atrás de pessoas na rua, carros, motos e bicicletas
Animais que ficam desgovernados durante o passeio
Gatos de apartamento e o risco de quedas das janelas
Cães que ficam pastoreando objetos ou pessoas
Pessoas alérgicas que precisam que seus gatos gostem de tomar banho
Problemas de comportamento de aves, roedores e outros pets
17 Abr as 14h54
Como agir em casos de agressividade por possessividade?
Por Equipe Cão Cidadão
Imagine um cãozinho que é um amor com seu dono, mas que se torna agressivo quando está com a bolinha preferida na boca... Ele pode estar manifestando agressividade por possessividade. Aí vão algumas dicas para o proprietário evitar e controlar esses casos.
A agressividade faz parte do comportamento dos cães. É transmitida geneticamente e pode sofrer alterações dependendo de tipo de criação (socialização, educação, etc). A agressividade pode ser apresentada desde filhote, enquanto estão disputando a mamada da mãe; durante a adolescência, quando os machos começam a disputa na hierarquia; nos adultos quando defendem o território ou a comida; além de muitas outras situações ou fases de vida.
A agressividade por possessividade acontece quando o animal demonstra agressividade com objetos valiosos (brinquedos preferidos), pessoas ou outros animais. Um bom exemplo é quando o proprietário pega o cão no colo e ele fica latindo e rosnando para outras pessoas ou animais. Outro caso bem comum é quando o cachorro está com a bolinha preferida na boca e fica agressivo se alguém tenta pegar.
O melhor controle é a melhor prevenção. Acostume seu cão, desde filhote, com diversos brinquedos, ossos, manipulando os objetos na boca do animal. Por exemplo: quando for pegar osso da boca do cachorro, recompense a atitude correta. O comando “solta” é de grande utilidade para evitar o problema. O cão também deve aceitar e ser recompensado pela aproximação de outras pessoas ou animais quando está no colo ou perto do dono.
A hierárquica deve estar muito bem definida para o animal, sabendo que todas as regras e limites são estabelecidos pelos proprietários, caso contrario, ele pode tentar liderar algumas situações como, se mostrar agressivo quando alguém abraçar seu dono.
Valorize outros brinquedos ou tenha dois iguais. Se o cão ficar agressivo quando está com o bicho de pelúcia o proprietário pode tentar trocar por uma bola (que o cachorro também valorize) ou por um bicho de pelúcia idêntico.
Desde o início nunca reforce um comportamento de agressividade como, achar engraçado o cão rosnar quando alguém tirar a bola de sua boca. O proprietário deve lembrar que é muito mais fácil corrigir a agressividade no começo.
Caso o cão esteja muito agressivo, nunca tente o confronto direto, pois pode ser perigoso. Associe bons acontecimentos com o fator que desencadeia a agressão. Se o problema for à aproximação de outra pessoa perto do dono, trabalhe recompensando o animal enquanto ele não estiver agressivo.
Seja qual for o caso de agressividade, este problema pode colocar em risco a segurança dos envolvidos. Por isso, conte sempre com a ajuda de um adestrador ou especialista em comportamento no local, para avaliar o caso e dar as orientações necessárias.
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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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13 Abr as 16h06
Consultório Pet: dúvidas de comportamento da semana
Por Equipe Cão Cidadão
A partir dessa semana, as dúvidas sobre comportamento enviadas pelos internautas no Consultório Pet serão respondidas pela adestradora da Cão Cidadão Cassia Rabelo Cardoso dos Santos.
Importante: nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança! Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias.
Tenho uma dúvida sobre como proceder com minha gatinha. Ela tem quase 11 meses e de uns 3 meses pra cá, deu pra ficar miando na porta do quarto, quando vamos dormir e antes de acordar. Ela sempre ficou pra fora de noite, mas começou a miar as 4, 5 da manhã. De umas semanas pra cá, aprendeu a abrir a maçaneta e fica tentando mesmo com a porta trancada. Já tentei o truque do aspirador de pé (substituido por um secador de cabelo), mas ela sempre volta a miar, aquele miado agudo, sofrido. E ela não tem problema de saude, já levamos no veterinario.
Aline Rabinovici
Aline, certamente, em algumas dessas situações, sua gatinha deve ter conseguido sucesso no objetivo de entrar no quarto e, agora, insiste bastante para alcançar este objetivo. Se for ignorada e não conseguir entrar, a tendência é que o comportamento se extinga. Outra boa dica é enriquecer o ambiente onde ela fica à noite, para que ela possa se distrair e brincar. Algumas dicas para tanto: esconder a comida dela em vários cantinhos para que ela possa farejar; deixar brinquedos que ela goste pendurados; espalhar seus brinquedos preferidos no local onde ela fica à noite. No artigo a seguir, você pode obter mais dicas que a auxiliarão: http://caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=31.
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bom dia dr pet, estou precisando de ajuda urgente, tenho uma vizinha que possui 7 gatos, e não cuida dos animas direito, eles literalmente invadiram meu quintal, destruíram todo o meu jardim, e resolveram usar um banco de madeira que tenho na varanda com seu banheiro. Eu também tenho uma gatinha angora que e criada apenas dentro de casa, e agora ela não pode mais sair no quintal pois eles já a atacaram 2 vezes. conversei com essa vizinha para que ela cuidasse mais de seus gatos só que não adiantou nada, então gostaria de saber se tem algum modo de eu afastar esses gatos do meu quintal sem ferir, pois os animais não são culpados de terem donos irresponsáveis.
Paulo
Paulo, a dica principal é tornar seu quintal não tão atraente para esses gatinhos. Você pode fazer isso tornando os acessos desagradáveis para eles como, por exemplo, colando fita dupla face no muro por onde eles costumam entrar (gatos costumam detestar coisas "grudentas" em suas patas). No jardim, uma boa ideia é instalar aqueles regadores de plantas automáticos, que são programados para ligar e borrifar água. Certamente não será do agrado dos gatinhos, que, ao perceberem que seu jardim não é mais um local gostoso de ficar, pararão de frequentá-lo.
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Olá Dr. Pet Temos uma cachorrinha lhasa apso que já está com 2 anos, porém é muita agressiva, não conseguimos dar banho pois ela quer morder, quando sai para a rua quer morder as pessoas, não nos obedece em nada! Estamos muito preocupados pois as vezes não conseguimos segurá-la e ela vai para a rua e começa a latir para as pessoas, querendo morder! Precisamos de sua ajuda!/ Obrigada!
Daniela
Daniela, comportamentos agressivos devem ser sempre tratados com cuidado, mesmo em cães pequenos. Pelo seu relato, pode se tratar de um quadro de agressividade por medo, já que sua cadelinha adota o comportamento em situações desconfortáveis ou com muitos estímulos desconhecidos. O ideal seria você consultar um profissional especializado em comportamento, que poderá avaliar essas situações e lhe dar as orientações pertinentes e adequadas. Para tanto, você pode contatar a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138. Para conhecer melhor a empresa, acesse o site: www.caocidadao.com.br.
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OI! Dr pet preciso de ajuda, pois tenho um dálmata surdo, tenho uma dificuldade de ensinar, porque ele morde, sobe nos moveis, fica dentro de casa, pode me ajudar, abraço.
Àurea Marcia
Áurea, é perfeitamente possível treinar um cãozinho surdo. Para tanto, é preciso focar no ensino de comandos através de gestos. Baseando o treinamento no reforço positivo, onde o cão aprende sendo recompensado pelos comportamentos desejados e esperados, a evolução será evidente! E, considerando que seu amigo é surdo, é preciso demonstrar a ele os acertos através de um sinal visual, como uma lanterna de laser, por exemplo. O treino demandará planejamento e paciência e, caso você sinta dificuldade, pode entrar em contato com a Cão Cidadão – fone: (11) 3571-8138 – e solicitar a ajuda de um profissional.
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Dr. Pet, tenho uma lhasa apso de 1 ano e cinco meses, ela é um amor mas na hora de ir passear ela resiste em colocar a coleira, me parece que não gosta, mas já tentei sair com ela sem coleira e ela não me obedece por isso tenho medo, não sei como lidar, pode me ajudar?, grande abraço.
Terezinha
Terezinha, é preciso que sua cadelinha faça associações positivas quando você colocar a coleira em seu pescoço. Para tanto, a dica é um treino bem fácil: você deve segurar a coleira de frente para sua cadelinha, sem “laçá-la”, com um petisquinho do outro lado, de modo a atrair a cachorrinha para passar o pescoço pela coleira e pegar o prêmio. Faça esse exercício várias vezes e, quando ela estiver passando o pescoço tranquilamente, você começará a notar que este momento antes do passeio ficará muito mais tranquilo e prazeroso! Finalmente, uma dica importante: não é seguro andar com seu cão pelas ruas sem uso de guia, pois sempre há risco de acidentes graves e até fugas.
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Isso é um pedido de S-O-C-O-R-R-O urgente . Dr Pet, Venho aqui encarecidamente , pedir socorro , meu labrador faz buracos ,enormes , no quintal , ele faz exercicio , vai a praia , brinca , caça e tudo mais já tentamos de tudo mas ele não responde as nossas expectativas continua cavando frenéticamente . Por favor me ajude.
Eliane
Eliane, cavar é um comportamento normal para os cães. Eles fazem isto para brincar, para criar um cantinho aconchegante para deitar ou para esconder ossos e brinquedos. Para evitar que seu cão continue fazendo buracos pelo jardim, uma dica praticamente infalível é enterrar o próprio cocô dele nos locais onde ele mais costuma cavar. Certamente, a experiência não será mais algo tão divertido e o comportamento tende a se extinguir. Continue mantendo uma rotina com atividades físicas e mentais, enriquecendo o ambiente com atividades que possam entreter seu Labrador, como deixar brinquedos que liberam comida para ele brincar. Veja mais dicas lendo este artigo no site da Cão Cidadão: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=316.
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Boa tarde Dr. Pet. Tenho uma cachorrinha de 7 meses. Ela dorme dentro de casa e quando preciso fazer as necessidades ela pede latindo. Mas ultimamente mesmo ela fazendo o xixi e o coco no quintal, ela entra em casa e faz também. Quando ela faz as necessidades no quintal nós brincamos e damos carinhos, mas quando faz dentro de casa brigamos sempre, mas depois ela faz novamente. O que sera que esta acontecendo com ela?
Hilda
Hilda, sua cachorrinha parece estar adotando o comportamento de fazer as necessidades dentro de casa também para chamar sua atenção. Às vezes, o que pensamos ser uma bronca, para o cão significa a atenção que ele deseje. Além disso, sua amiga peluda é filhote ainda, certamente ainda não fixou totalmente o aprendizado. A forma mais eficaz de ensinar a fazer as necessidades no lugar certo é elogiando e recompensando quando forem feitas no local desejado e ignorando quando “acidentes” (dentro de casa, por exemplo), ocorrerem. É importante também não puni-la quando errar, pois ela pode aprender que o errado é fazer na sua frente e, assim, passará a fazer escondido e diminuirão as oportunidades que você teria para recompensá-la nos acertos. Para mais detalhes sobre como ensinar o filhote, leia este artigo no site da Cão Cidadão: http://caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=120.
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Olá, Dr. Pet, me ajude, acabei de adotar uma gata de 8 meses de vida ela é muito teimosa gosta de subir em tudo, além das cortinas e o sofa sofrerem com sua unha, ela agora fica arracando terras das plantas, o que eu faço, tenho borrifador de agua e fiz um chocalho mais mesmo assim ela teima.
Patrícia
Patrícia, filhotes de gato costumam ser bastante ativos. Além disso, explorar locais altos é um comportamento absolutamente normal. Mas você pode direcionar essas “excursões”, criando locais em sua casa onde a gatinha possa subir e explorar livremente. Para tanto, você pode colocar prateleiras em lugares altos, onde ela possa subir, além de providenciar arranhadores com alguns andares, onde ela possa escalar, arranhar e se divertir. É importante também recompensá-la quando adotar comportamentos desejados, com brincadeiras e petiscos de que ela goste muito. No artigo a seguir, você pode obter mais dicas que a auxiliarão: http://caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=31.
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OLá, Tenho uma gata chamada Clarinha. Ela teve três filhotes a dois meses, mas um morreu. Durante a gestação e após, ela passou a fazer suas fezes em casa( menos XIXI)e sempre no mesmo lugar, nunca tivemos esse tipo de problema com ela, mas agora ´não sei o que fazer! Meus pais não querem mais ela se isso continuar. Até colocaram ela pra dormir no quintal junto com os filhotes. O que devo fazer para ela mudar de comportamento?
Ana Flavia Vilhena
Ana Flávia, uma dica importante em situações onde o gato faz necessidades em local diverso da caixa de areia é disponibilizar mais locais agradáveis para ela utilizar. Além disso, parece que você tem agora três gatos em casa, correto? O ideal, nestes casos, é disponibilizar o dobro de caixas em relação ao número de gatos, pois os bichanos não gostam de utilizar caixas sujas ou que tenham que disputar com os amigos. Assim, você deve espalhar 6 caixas de areia pela casa, para permitir que todos tenham opções para se aliviar. Além disso, verifique se os locais são tranquilos e mantenha as caixas sempre limpas. Para se aprofundar nas dicas, leia este artigo da equipe Cão Cidadão: http://caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=321.
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Agressividade. Olá, amigos Doutores, estou em busca de uma ajudinha... Adotei uma gatinha, já castrada, (Namastê) há 1 mês e meio, ela tem 4 meses e sempre foi muito dócil, carinhosa e carente, mas desde que adotei eu a tenho levado ao veterinário quase toda semana porque foi diagnosticada estando abaixo do peso (possivelmente com nanismo e hipotireoidismo), por isso, desde o início tenho que segurá-la para dar vitamina e um ou outro medicamento, assim, há pouco mais de 2 semanas ela tem tido um comportamento diferente do habitual: pela manhã, ela sobe na cama para me acordar, como meu marido não gosta, eu faço mençaõ de pegá-la, mas, quando aproximo a mão ela se abaixa, com as orelhas pará trás e rosna, depois me morde. Quando eu levanto e começo a minha rotina (montei um escritório de trabalho em casa), ela fica um doce, vai onde vou, sempre brincando, passa boa parte da tarde dormindo no meu colo, me lambendo etc. Mas, quando anoitece, ela fica extremamente agitada, corre pela casa toda, sempre com as orelhas para trás e rosnando, pulando, correndo e arranhando tudo, quando eu chego perto ela corre, se pego, me morde etc. não entendo essa relação de amor e ódio...
Fernanda Duarte
Fernanda, sua gatinha parece ter adotado este comportamento agressivo em razão de ter associado manipulação com coisas desagradáveis, como idas ao veterinário e para tomar remédios. Além disso, pode ter associado determinados horários do dia com a hora de tomar remédios. Como ela é filhote ainda, você ainda tem muita chance de conseguir reverter essa situação, fazendo com que ela associe manipulação com consequências agradáveis. É preciso aproveitar esta fase! Comece encostando nela levemente e recompensando com um petisco gostoso. Depois, quando ela demonstrar tranquilidade assim, aumente o estímulo pegando-a no colo só para dar coisas gostosas. Vá também ao veterinário apenas para dar carinho e petiscos, sem consultas e coisas desagradáveis. Também é importante que a hora de tomar remédios e vitaminas seja associada a coisas positivas. Seria importante você consultar um especialista em comportamento para lhe auxiliar. Para tanto, você pode entrar em contato com a Cão Cidadão, pelo telefone (11) 3571-8138.
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