Posts com a tag "curiosidades"

Por Equipe Cão Cidadão

caoecrianca2 724x1024 Cães e crianças: parte 2   Como apresentar sem traumas

No último texto, falamos sobre os benefícios que a convivência entre cães e crianças pode trazer para ambos. E, para garantir cães e crianças tenham uma convivência saudável e tranquila desde o primeiro contato, há mais algumas dicas a serem seguidas por pais e familiares.

Se for um bebê

Se for o caso do primeiro contato do cão com o bebê da casa, que está vindo da maternidade, é recomendado que alguém da família leve para o cachorro (antes de mamãe e nenê chegarem em casa) algum pano já usado pelo bebê, para que o cão comece a se acostumar com o cheiro dele. É preciso deixar o cão farejar o objeto e, quando ele fizer isso, falar o nome da criança e recompensá-lo com algo bem gostoso! Para que a associação seja ainda mais positiva, o ideal é que o pano seja colocado também embaixo do pote de comida! Assim, o cão, com seu olfato apuradíssimo, já estará associando o bebê com coisas positivas.

No dia da chegada, o ideal é que a não mãe entre em casa sem o bebê no colo. Outra pessoa deve fazê-lo, já que o peludo estará há dias sem vê-la e certamente estará ansioso por interação com ela. Depois do contato inicial, quando o cão estiver calmo e tranquilo, podemos apresentá-lo ao bebê. Isto pode ocorrer no mesmo dia, alguns dias depois, tudo dependendo da segurança que as pessoas da casa vão sentir em relação ao sucesso da apresentação. É recomendável a utilização de guia, para que todos se sintam melhor.

Quando já instalada a rotina com o bebê na casa, é necessário prestar atenção a um detalhe muitas vezes esquecido: a presença do bebê no mesmo ambiente que o cão deve sempre ser associada a coisas positivas! Assim, quando ambos estiverem no mesmo local, o cão deve ser elogiado, deve ganhar brinquedos e petiscos gostosos. Quando o bebê não está por perto, a atenção deve ser mínima, para que o peludo não relacione a presença da criança com falta de atenção, gestos bruscos ou afastamento. Em geral, os pais costumam fazer exatamente o contrário...

Seguindo essas dicas, certamente a vinda do bebê, momento de muita alegria, será pleno para toda a família, inclusive para o cão!

Quando se trata de crianças maiores

Já quando vamos apresentar uma criança mais velha a um cão, os princípios devem ser os mesmos: para que as interações sejam boas para ambos, vale a regra do reforço positivo, ou seja, tudo deve ser associado a coisas boas!
A criança deve ser alertada quanto ao fato do cão não ser um brinquedo, mas sim um ser vivo que sente dor e medo. Desta forma, evitamos que a criança tente puxar orelhas, dar tapinhas, etc – atos que podem assustar ou machucar o cachorro.

Se o cão já for treinado em comandos de obediência, será bem tranquilo aproximar a criança de forma positiva: basta pedir um SENTA e, assim que o peludo obedecer, deixar a criança dar-lhe a recompensa!

Para cães brincalhões, a interação será ainda mais prazerosa: a criança pode jogar uma bolinha para o cão buscar e este perceberá o quanto aquela “mini pessoa” é divertida!

É importante observar as reações do animal e sempre que ele se mostrar alegre, tranquilo e receptivo à presença da criança, deverá ser prontamente incentivado e muito recompensado!

Por outro lado, se o cachorro for agressivo, ou tiver histórico de agressão, é muito importante que este tipo de aproximação seja feito com o auxílio de um profissional especialista em comportamento canino.

Assim, com cuidado, atenção, persistência e paciência, é possível garantir a todos – bebês, crianças e cães – momentos deliciosos durante a tenra infância, além de permitir à criança que cresça convivendo com um animal de outra espécie, o que é absolutamente saudável do ponto de vista emocional!

Atenção: cães e bebês/crianças pequenas nunca devem ser deixados sozinhos sem supervisão, mesmo que o cão seja dócil e tranquilo. A curiosidade dos peludos e/ou das crianças, pode acabar em acidente.

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.

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Por Equipe Cão Cidadão

caoecrianca Cães e crianças: parte 1

Esta é uma combinação que tem tudo para dar certo: cães e crianças! Para ambos, os benefícios são claramente percebidos à medida que os laços se estreitam.

Apesar de discursos contrários à possibilidade de uma convivência saudável, vários estudos já demonstraram os benefícios que se notam em crianças que vivem ao lado de um cão.

Vantagens desta convivência

Tais estudos comprovaram que crianças que moram em casas com cães desenvolvem rapidamente seu senso de responsabilidade, já que aprendem que outro ser vivo também tem necessidades para sobreviver, que depende dos membros da família para se manter saudável.

Além disso, crianças muito tímidas podem ser estimuladas a uma maior convivência com outras por conta da presença de um cão.

Apesar de não ser uma experiência nada fácil, muitas vezes, o primeiro contato que a crianças tem com a morte se dá quando ela perde seu cão, o que a ajudará a entender o curso natural da vida.

Alguns cuidados

Mas, apesar dos inúmeros benefícios, nunca se deve esquecer da responsabilidade envolvida quando o assunto são crianças convivendo com cães.

Os adultos sempre serão os responsáveis pelo cão: a criança aprende muito sobre cuidados e responsabilidades, mas cabe aos pais zelar pelo bem estar de ambos.

Por outro lado, não é indicado que crianças “muito novas (com menos de 5 anos), “ganhem” um cão de presente. Se o peludo for de pequeno porte, o animal poderá se machucar, já que a criança, ingenuamente, acaba o confundindo com um brinquedo. Além disso, cuidar de um filhote e de uma criança pequena pode levar alguns pais a loucura!

Se a convivência já existe, nunca é indicado deixar crianças pequenas e cães sozinhos, sem supervisão, mesmo que se trate de um cão bastante dócil, pois tanto o pet quanto a criança podem ter alguma reação inesperada em relação a determinado estímulo.

Finalmente, providenciar para que o cão seja adestrado com base no reforço positivo certamente facilitará uma melhor convivência, já que o dia a dia com um cachorro que atende a comandos de obediência é muito mais tranquilo, pois, com os treinos, é criado um canal de comunicação entre as espécies. E as aulas de adestramento feitas com a presença das crianças da casa podem se tornar momentos de muita diversão, tanto para os pequenos quanto para os cães!

Melhores raças

Com a decisão tomada, é importante escolher muito bem o cão que passará a conviver com os donos mirins. Cachorros muito pequenos podem sofrer acidentes diante de correrias infantis. E cães com temperamento arredio ou extremamente tímidos também não são indicados.

O importante é escolher um cão com estrutura física robusta (mesmo que de porte pequeno), com boa resistência a dor, bastante tolerante a manipulações e com disposição para aguentar o pique da criançada.
Algumas raças costumam se adequar bem a este perfil, como o Boxer, Labrador e o Golden Retriever. Conhecendo o temperamento do cão, os SRDs também podem ser uma excelente opção, mesmo que adotados já na fase adulta!

No próximo post, não perca algumas dicas sobre como apresentar a criança ao cão, evitando traumas. Aguardem!

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

cao monta 1024x685 Como interromper o cão que faz simulações sexuais inconvenientes

Se existe um comportamento que deixa muita gente constrangida, é quando o cão tenta montar em outros cães, nas pernas das pessoas ou em objetos.

Esse é um comportamento natural nos animais. Quando eles são filhotes, começam a montar como um aprendizado de comportamentos sociais, tanto os machos quanto as fêmeas, pois é nessa idade que eles simulam situações que acontecerão na vida adulta. Conforme eles crescem e passam a nos considerar parte da família, é normal que passem a montar em nós para continuar esse aprendizado.

Na maioria dos casos em que a monta acontece em outros animais, ou pessoas ela está relacionada com o estabelecimento de hierarquia, onde o cão mais dominante quer subir em todos os outros cães, e não deixa que montem nele.

Porém, essa simulação em algum objeto, como uma almofada ou bichinho de pelúcia, ou mais raramente em pessoas pode estar associada a ansiedade, ou mesmo para chamar a atenção. O cão sabe que toda vez que inicia o ato recebe atenção das visitas ou do dono, mesmo que seja com bronca.

Antes de tentar interromper o comportamento, é importante descobrir qual desses motivos está levando o animal a exibi-lo.

Não grite, dê risada, ou faça alarde quando o cão montar. Ignore, e dê a bronca sem olhar para ele. O ideal é que o animal receba uma bronca, sem receber atenção. Podemos fazer barulho, utilizando biribas ou balançando uma lata com moedas, ou utilizar um borrifador de água. O objetivo é que o animal sinta um desconforto e pare imediatamente o comportamento.

Ensinar seu cão comandos básicos de obediência vai proporcionar mais ferramentas para que você possa lidar com ele, sendo uma parte importante também no estabelecimento da liderança.

A castração é recomendada e pode diminuir a intensidade do comportamento. Caso não haja a intenção de castrar o cão, é possível, através de treinamento, direcionar esse comportamento para algum objeto, de forma que seja permitido ao cão realizar a monta apenas nesse objeto escolhido. Porém, alguns cachorros muito ansiosos podem repetir tantas vezes a monta em objetos que chegam a se machucar. Nesse caso é muito importante que seja feito um enriquecimento ambiental.

É possível redirecionar a atenção do nosso peludo, para outra atividade ou focá-lo em um treino, antes que ele comece a exibir o comportamento. Por exemplo, você pode fornecer brinquedos, jogar uma bola para o cão buscar ou levá-lo para passear e fazer exercícios.

Podem também ser oferecidos vários brinquedos diferentes, como, por exemplo, os que são feitos para serem recheados com pastas ou petiscos, deixando seu cão entretido por algum tempo, além de estimular seu raciocínio.

Existem brinquedos próprios para isso no mercado, com graus de dificuldade de diferentes, ou você mesmo pode fabricar o seu em casa, utilizando garrafas PET e caixas de papelão. Esconder petiscos pela casa e estimular o cão a procurá-los também é uma boa maneira de mantê-lo entretido. Oferecer brinquedos ou pedir comandos na chegada das visitas pode diminuir a ansiedade e a necessidade de obter atenção.

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Texto Thais Oliveira e Claudia Terzian (adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

Confiram agora as dúvidas de comportamento desta semana, respondidas pelo adestrador e consultor comportamental da Cão Cidadão Daniel Svevo.

Lembrando que nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança. Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias!

Olá Dr. Pet,
Tenho uma cadela Boxer e estou aperreado, pois a mesma está destruindo todas as minhas plantas e não sei mais o q fazer já tentei dar susto mais não funcionou. Tem alguma outra alternativa para que ela esquece deu uma vez de destruir as plantas?
Espero sua orientação.
Pedro Henrique

Pedro, não se aperreie! Vamos resolver.. existem muitas dicas para colocar em pratica. Uma delas é bem eficiente, normalmente os cães não interagem com coisas que apresentem o cheiro de suas fezes, então você pode fazer uma diluição deste material e borrifar em cima dos locais que Le vem destruindo. Não se preocupe, pois não fica cheiro! Segue um link com uma porção de outras dicas http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=67, boa sorte!

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Olá, Tenho um cachorro que se chama Ben e que está me causando problemas seríssimos!! Ele é mistura de labrador com pastor alemão e é dócil com pessoas, além de muito enérgico. Porém, já ha algum tempo, ele está muito violento com outros animais. Não pode de maneira nenhuma ver o portão de casa aberto, pois costuma sair e pegar outros cachorros, pelo pescoço. Como é muito forte e grande, não solta de jeito nenhum e acaba machucando seriamente o outro animal. Já tivemos que sacrificar um bichinho uma vez, devido à violência com que meu cachorro o mordeu. fizemos muitas coisas para evitar outros incidentes, mas moro num sitio, numa cidade pequena onde se vê animais por todos os lados, por isso é difícil mantê-lo sob controle. Tenho mais 3 cachorros, 2 fêmeas vira-latas, o outro que é filhote do Ben e também está pegando esta mania de morder cachorros de rua. Já pensamos em comprar uma focinheira e sair com eles na rua para ver se os dois se acostumam com os outros bichinhos, mas não sabemos se isso é realmente o que deve ser feito. Por favor me ajude!!! Como adoramos cachorros (já tivemos mais de 50), não estamos aguentando esta situação e sofremos muito pelos bichinhos que são atacados. Obrigada, Lívia Gazzinelli S. M. Nogueira

Lívia, realmente este é um caso de orientação, pois queremos ao máximo evitar acidentes e ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida do Ben. O primeiro passo seria identificar quais são os “gatilhos” deste comportamento agressivo, ou seja, o que deflagra a briga. Identificado este aspecto, o qual pode ser, por apenas avistar outro cão, devemos neste momento conseguir interromper este comportamento, utilizamos um susto, como um deslocamento de ar, por exemplo. A outra parte do treino vem no sentido de mostrar ao seu cão, que ele deve gostar de ver/encontrar com outros cães, pois se ele se comportar será recompensado. Como seu caso envolve muitos cães e uma dificuldade em manter o controle do ambiente, sugiro que peça auxilio a um profissional, afim de evitar mais acidentes.

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Oi, eu tenho um vira latas e uma gata. O vira latas tem um ano e meia e a gatinha 5. Eles são super amigos, mas o cachorro tem sido muito dominador,tanto comigo quanto com a gata, interfere quando ela está perto de mim e quer toda a atenção. Tem latido muito e brinca com ela como se fosse machucá-la. Será que devo castrá-lo? Tenho medo que seu comportamento se torne agressivo. Cassiane

Cassiane, apesar de existir relações muito seguras entre cães e gatos, sugiro que você tenha o máximo controle do seu cão. Ou seja, além dele ter que respeitar suas ordens, você também deve ensiná-lo a interagir com o gato com cuidado, pois ele também pode tomar uma unhada no olho, que será muito ruim. Segue um links com um treino ótimo para promoves esta interação: http://www.caocidadao.com.br/artigos_gatos.php?id=33

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Olá Dr. Pet! Preciso da sua ajuda!
Eu e minha família adotamos uma poodle, de 2 anos, que era maltratada pelo seu dono. Ela se dá super bem com os outros cães, mas em relação às pessoas ela tem pavor! Não podemos nem olhar para ela que ela já se assusta e se esconde em algum cantinho, tremendo de medo.
O que podemos fazer para ajudá-la?
Obrigada desde já pela atenção.
Elisa

Elisa, devemos ter muita paciência, respeito e cuidado com sua poodle, não sabemos se ela foi traumatizada, se apresenta um temperamento mais medroso ou os dois. No geral, devemos tentar fazer associações positivas com as situações que geram medo, no caso de pessoas, deve trabalhar a relação com o cão, e estabelecer uma confiança. Segue um link com dicas para sua situação: http://www.caocidadao.com.br/midia_impressa_artigos.php?id=86

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Ola meu nome é Jussara, resgatei e adotei um cachorro que agora se chama Choco a mais ou menos 7 meses, ele estava muito fraco e no meio de uma avenida muito movimentada, ele é lindo e está enorme, maior que ele só a destruição que ele faz, ele morde tudo, destrói qualquer coisa que acha, puxa as roupas do varal e tudo mais, tento fazer ele me obedecer mais como ele fica muito ansioso com a minha presença não tenho bons resultados, me ajude a acalmar esse meu destruidor de plantão rsrsr. Jussara Araujo

Jussara, é normal que um filhotão desses tenha comportamentos destrutivos. Por isso, devemos direcionar essa necessidade para objetos que sejam dele. Com relação aos objetos que ele não deve interagir, vc pode dar um susto, como por exemplo, um chocalho de lata com moedas, no exato momento que ele estiver interagindo com eles. Seguem dois links para ajudar com os treinos http://www.caocidadao.com.br/videos.php?video=47, http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=322

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Olá Dr. Pet e equipe! Admiro muito o trabalho de vocês. Gostaria de uma dica: tenho um pitbull macho de 1 ano e 7 meses. Meu tio teve filho e está dando o pitbull macho de 4 anos dele. Estamos pensando em adotá-lo. Gostaria de saber como apresentar um ao outro, e as dificuldade de se criar dois pitbulls macho. O meu cachorro tem um temperamento mais forte, o do meu tio é mais calmo e submisso. Conhecemos ele desde bebê, porém os dois cachorros não se conhecem. Preciso da ajuda de vocês. Obrigada. Amanda

Amanda, que bom que você está buscando informações à respeito desta apresentação, pois todo o procedimento deve ser feito com muita segurança. A aproximação controlada funciona da seguinte forma, devemos manter os cães sob domínio, por exemplo com uma guia, devemos estar preparados para interromper algum comportamento agressivo e preparados para associar a presença do outro cão com coisas boas, segue um link par auxiliar na apresentação: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=89

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Dr. Pet,
Tenho uma Poodle de 7 anos, ela adora lamber as patas, a atualmente ela também labém muito o assoalho, principalmente pela amanha quando ela sabe que vou sair para trablhar, quando estou em casa dificilmente ela lambe.
Será que ela quer chamar a minha atenção?
Seria possivel responder por-email?
Agradecida pela atenção
Debora

Debora, sim, ela pode estar fazendo isso para chamar a sua atenção, minha recomendação é que ignore estes comportamentos e que de atenção apenas quando ela estiver interagindo com seus brinquedos ou apresentando comportamentos satisfatórios.

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olá dr pet e equipe do cão cidadão. venho novamente com minha dúvida....tenho um lhasa de 1 ano e meio, ele é muito obediente, sabe fazer as necessidade no jornal, atende comandos como deita, volta, etc. mas o problema é quando chegam visitas na nossa casa, ele simplesmente enlouquece....quando o interfone toca, ou simplesmente vê a visita chegando.., ele pula, quer sair do portão, late, pula nas pessoas...e quando a visita entra, quer atenção só pra ele, sobe nas pessoas, no sofá, arranha, late, até cansar...
ja tentei de tudo, dei recompensa no comportamento correto, elogios, e nada! fica cada vez pior! minha irmã e minha mãe nem vem mais na minha casa, pois não podemos nem conversar! minha preocupação é a seguinte, como corrigir o comportamento no momento em que as visitas chegam, como faze-lo se comportar....tenho muita preocupação, pois estou tentando engravidar, e sei que quando o bebe nasce todos os parentes e amigos querem visitar... mas com esse comportamento dele vai so acabar espantando ainda mais minhas visitas! dr pet me ajude! Abraços. Paola, chapeco/ SC

Paola, seu caso é muito comum. O que está acontecendo é que o estímulo das suas vistas pra sua lhasa é muito grande, então com alguns ajustes você pode começar a ter mais sucesso. A primeira recomendação é utilizar uma guia nesses momento, assim fica muita mais fácil de controlá-la para recompensar, outra recomendação, é que peça para seus convidados entrarem com calma na sua residência. Com isso você deve ter sucesso, boa sorte!

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Tenho uma pinscher e nas noites de trovoada e chuva ela não consegue dormir, pois chora o tempo todo, treme e faz xixi dentro de casa.
Por favor, o que devo fazer?
Rose

Rose, é muito comum cães apresentarem medo de trovões e chuva e para lidar com isso existe um treino especifico que deixo aqui disponível neste link: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=348. Gostaria que tivesse em mente que agradar o cão nesta situação reforça o medo, para passar segurança devemos adotar uma atitude confiante.

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Dr. Pet, adotei um cachorro poodle de uns 3 anos, que estava abandonado na rua e foi machucado.Ele é muito carente e percebemos que medroso também. Quando sentamos, ele vem pro colo, pede carinho o tempo todo. Tenho um filho de 7 anos, que ele está estranhando muito, principalmente quando meu filho se aproxima de mim, e por várias vezes ele tem avançado sobre meu filho, querendo mordê-lo. Chamamos a atenção, inclusive usamos latinha com moedas, que ele fica com muito medo, mas volta a querer atacar. Esse comportamento está me preocupando, não queremos devolvê-lo, pois gostamos dele. Até meu filho, correndo o risco de ser mordido, chorou ante a possibilidade de devolvê-lo. Por favor, nos ajude... Elisabete

Elisabete, para que seu cão comece a gostar do seu filho é preciso fazer associações positivas quando ele se aproxima, ou seja, recompensar o cão na presença do seu filho. Os comportamento agressivos devem ser interrompidos, porem você também deve estabelecer uma relação de liderança, independente desta situação. Segue um link com dicas para atingir este objetivos: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=98

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Olá Dr. Pet, tudo bem? Tenho uma shitsu de 1 ano. Antes de reformar a minha sala ela dormia dentro de casa (na sala), mas com a compra de uma novo sofá de tecido tive que colocá-la para dormir na garagem. Ela adora ficar lá fora, porém late por qualquer coisa e o pior, late muito durante a madrugada. O que posso fazer para ela não latir tanto e deixar os vizinhos dormirem? Ela é muito meiga, mas a noite se transforma...rs...rs
Atenciosamente,
Ana

Ana, para tornar a garagem um ambiente mais prazeroso à sua shih tzu, você deve passar algum tempo com ela neste local, interagindo e brincando. Segue um link com dicas para deixar o ambiente mais legal: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=322 Caso ela esteja latindo para chamar sua atenção, qualquer bronca verbal poderá ser recompensador, por isso opte por um susto para interromper o latido.

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Olá, Dr Pet. Eu e meu marido moramos em apartamento e adotamos duas cachorrinhas que foram abandonadas ainda bebês. Elas já estão com uns 7 meses, SRD. Estou desesperada pois elas estão compulsivas por destruir o meu sofá. O pior é que isso só acontece quando não estamos por perto, ou seja, de madrugada ou nas nossas saídas de casa. Já usei repelente, spray amargo, deixo muitos brinquedos divertidos durante nossa ausência, como vi em outras dicas que você deu no programa e no blog, mas nada funcionou. Por favor, ajude, Dr. Pet! Como fazer com que a Coka e a Daisy desistam de destruir o nosso sofá? Lia

Lia, na sua situação existem duas opções: Você pode limitar o acesso ao sofá quando não estiverem presente e ensiná-las a não destruir quando tiverem supervisionando. Próxima opção é criar uma armadilha que de um susto nas cadelas quando elas subirem no sofá, mas para isso funcionar deve existir uma coerência nos treinos, não é saudável em determinados momentos elas conseguirem interagis com o sofá e em outros momentos tomarem broncas, esta inconsistência prejudica o treinamento.

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Olá Dr. Pet! Preciso muito de sua ajuda.Tenho um husky siberiano de 1 mês,o problema é q sempre q vamos dormir ele fica na porta do nosso quarto querendo entrar,e fica arranhando e chorando.
Como faço para mudar isso?
Agradeço desde já.
Angela

Angela, provavelmente você deve estar dando um bronca verbal no seu cão, o que pode ser recompensador, pois ele entende que você está prestando atenção nele. Experimente da um susto, como por exemplo sacudir uma lata de moedas ou bater com uma garrafa pet no chão.

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Boa tarde, Dr. Pet!! Tudo bem??
Moro em Teresina-PI, mas sou do Estado de SP. Trouxe uma maltesinha micro comigo de SJC aos 3 meses e meio, hj ela está com 10 meses e meio. Moro em apto e ela é uma cachorrinha muito barulhenta quando passam pessoas no corredor, principalmente crianças, ou quando vê pelo vidro do carro pessoas passando... late o tempo todo! E quando está no meu colo, se alguém chega perto, ela rosna e avança!
Além disso, estou muito preocupada porque "acho" que ela está com síndrome do Abandono. Precisei viajar para SP durante 3 dias e ela ficou com meu marido. Ele disse que ela uivava muito e ficava o tempo todo deitada olhando pra porta da sala.... Isso ela costuma fazer todas as vezes que saio de casa, independentemente do tempo, e se não fica ninguém em casa, ela também não come e não bebe água.
Em outubro precisarei viajar de novo e ficarei 6 dias fora, e ficará com meu marido novamente (não em tempo integral, pois ele trabalha). Estou com muito medo dela adoecer pela minha ausência. Corro esse risco?? O que devo fazer?? Deixar somente durante o dia num hotelzinho, ajuda??
Um abraço e aguardo ansiosa sua resposta!!
Obrigada!! Celeste

Celeste, existem dois problemas para se pensar, a agressividade e a possível ansiedade de separação, que é a insegurança em ficar sozinha. Com relação a agressividade você deve estabelecer treinos de liderança, e deixo este link para lhe guiar com os treinos: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=98. Com relação ao fato dela não suportar ficar sozinha existem uma porção de maneira para tentar modificar isso. Uma adaptação em um hotel pode ser uma boa idéia, de qualquer maneira deixo outro link a disposição com dicas para esta situação: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=85

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Na próxima semana tem mais Consultório Pet! Se a sua pergunta ainda não foi respondida, não deixe de mandá-la nos comentários do blog!

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Por Equipe Cão Cidadão

castracao 1024x682 Mitos e verdades sobre a castração

A castração é um assunto bastante discutido atualmente por todos aqueles que convivem com cães.

E, no que se refere a este tema, amplos debates já foram travados, estudos realizados e já não restam mais dúvidas de que promover a castração de animais de estimação é a medida mais eficaz para evitar abandono e maus-tratos a cães e gatos, pois evita o nascimento de inúmeros filhotes quem, em grande parte das vezes, acabam não encontrando um lar...

Mas, mesmo assim, falar sobre castração ainda traz a tona alguns mitos que precisam ser esclarecidos:

O cão castrado sofre por não poder mais acasalar?

A cirurgia de castração extrai ovários, tubas uterinas e útero nas fêmeas, e testículos nos machos. O cão não sente qualquer pesar após a cirurgia; ele/ela simplesmente não tem consciência do que aconteceu. Muito pelo contrário: como não mais estarão sujeitos aos efeitos dos hormônios circulantes, os cães passam a viver com mais tranquilidade, sem o inconveniente de estarem expostos aos instintos de procriação decorrentes dos hormônios.

O cão castrado engorda?

Não se pode culpar a castração pela obesidade dos cães! Na verdade, com a supressão dos hormônios, algumas atividades antes comuns, como buscar parceiros, marcar locais com urina e enfrentar possíveis “rivais”, não mais se fazem necessárias. Assim, cabe ao dono proporcionar ao cão outras atividades, para que este possa manter o mesmo ritmo de vida, sem também descuidar da alimentação.

A cirurgia é arriscada?

Médicos veterinários responsáveis realizam exames pré-operatórios nos cães e prezam pelos cuidados com anestesia e analgesia. É uma cirurgia simples em que, geralmente, os peludos voltam à ativa em poucos dias.

O cão deve cruzar ao menos uma vez antes de ser castrado?

Já está cientificamente comprovado que não existe qualquer relação entre o ato sexual e a boa saúde ou amadurecimento do cão. Na verdade, esperar pelo amadurecimento sexual pode, inclusive, trazer malefícios na relação dono-cão: o macho, ao aprender a marcar locais com urina levantando a perna, pode nunca mais perder este hábito adquirido, mesmo depois de castrado.

O cão castrado fica preguiçoso?

Não existe qualquer relação entre castração e letargia. Na verdade, se o cão engordar por falta de atividades, acabará ficando mais preguiçoso, pois tudo se tornará mais difícil. Além disso, os cães deixam de ser tão ativos à medida que envelhecem, mas as pessoas costumam associar este evento com a castração.

Finalmente, nunca é demais ressaltar os benefícios já efetivamente comprovados da castração:

- a castração realizada antes do completo amadurecimento sexual previne câncer de mama e de útero nas fêmeas, que ficam praticamente livres da chance de desenvolver essas doenças graves na velhice;

- a castração ajuda a evitar fugas, especialmente dos machos, que podem sentir o odor de uma fêmea no cio há dois quilômetros de distância;

- cadelas castradas não passam pelo inconveniente da gravidez psicológica (pseudociese), condição relativamente comum que as faz produzir leite e muitas vezes apresentar dor nas mamas neste período.

Assim, quando o assunto é castração, é muito importante deixar de lado falsas crenças, muitas vezes difundidas por gerações, e prezar, sim, pelo bem estar dos peludos!

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

caes trabalho 1024x768 O que são cães de trabalho?

Os cães, desde há muito tempo, têm sido usados acompanhando o homem na caça, no pastoreio de rebanhos, na guarda da casa, nos exércitos. Estes “cães de trabalho” foram, ao longo de séculos, selecionados para serem, incansáveis e persistentes e muito atentos.

Atualmente, também se tornaram guias para cegos, ou companheiros que auxiliam portadores de outras deficiências como surdez ou paraplegia. Na medicina, atuam fazendo diagnósticos de câncer ou sendo adestrados para avisarem quando seus donos estão prestes a terem um ataque epilético.

Junto à polícia e ao exército, além da função tradicional, assumiram o farejamento de drogas e a busca e resgate de pessoas e corpos desaparecidos em catástrofes.

Cães-guia

Os cães que fazem o trabalho de guias de cegos são treinados por no mínimo um ano antes de serem entregues, e por mais um mês junto com o deficiente que o receberá, para adaptá-lo ao seu novo parceiro. No Brasil há poucos cães treinados para essa finalidade. Normalmente, o cão é entregue sem custos para quem o recebe. Durante a condução dos deficientes visuais, o cão deve ter a capacidade de discernir eventuais perigos devido a obstáculos suspensos, até desobedecendo a uma ordem dada pelo condutor, se esta o puser em risco, o que requer cães bem selecionados e com treinamento avançado.

Os cães não são capazes de distinguir cores como verde e vermelho, presentes no semáforo. Eles são treinados para observarem o fluxo da área a ser percorrida e realizar a ação desejada com segurança.

As raças mais utilizadas são o Labrador e o Golden Retriever. A escolha do filhote é muito importante, pode ser macho ou fêmea, mas deverá ser castrado. Deve ser meigo, mas não pode ser medroso e deve ser muito bem socializado. A ligação entre o cão e o cego é grande e o aspecto psicológico muito positivo.

Outro fator importante é a educação da comunidade. O cão guia durante o trabalho, não deve ser distraído. A legislação especifica que, estes cães, tem permissão para entrar em qualquer local público ou meio de transporte.

Os cães treinados para deficientes auditivos identificam a fonte do ruído e avisam seus donos. Eles são treinados para quatro sons básicos: telefone, interfone ou a campainha, despertador e o choro de um bebê. Também podem ser treinados para identificar outros sons como alarmes de incêndio, alarmes de forno, ou o apito de uma panela de pressão. Os cães que convivem com paraplégicos, podem ser treinados para fazer pequenas tarefas como acender e apagar a luz, buscar objetos ou abrir portas.

Cães farejadores

O trabalho com cães de resgate no Brasil é desenvolvido apenas nos estados de São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Em Santa Catarina, por exemplo, a Polícia Civil fornece cães treinados na busca de inúmeros tipos drogas, para as operações policiais. A maioria dos animais é treinada em corporações militares, como Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, desempenhando um papel fundamental na localização de pessoas desaparecidas em florestas, desabamentos e soterramentos, crianças perdidas, cadáveres, vítimas de afogamento ou avalanches, suspeitos de crimes ou fugitivos da polícia. Geralmente, as raças de trabalho como Golden Retrievers, Labradores, Pastores Alemães, Border Collies e Malinois são as mais utilizadas.

Cães de pastoreio

Há muitas raças de cães pastores, como o Collie, o Pastor de Sheatland, o Old English Sheepdog e o Pastor Alemão. No entanto, muitas delas foram usadas para guarda ou companhia e perderam muito de suas aptidões para o pastoreio. Atualmente as raças mais utilizadas são os Borders Collies, os Pastores Australianos e o Australian Catle Dog. A seleção genética destes, leva muito mais em conta, a aptidão e o potencial de trabalho dos reprodutores, do que os padrões estéticos da raça.

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Texto Claudia Terzian (adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

calopsitas 767x1024 Calopsitas: que cuidados devemos ter com estes pets?

A calopsita é um pássaro de origem australiana, considerado um ótimo animal de estimação por ser muito curioso, amigável e companheiro.

Mas alguns cuidados específicos devem ser tomados para que o convívio com este simpática ave possa ser sempre saudável e feliz!

Alimentação

Um veterinário especializado em aves deve ser consultado quanto aos alimentos mais adequados às calopsitas. No dia-a-dia, é preciso oferecer ao pet as quantidades recomendadas, o que lhe garantirá perfeita saúde e evitará obesidade que, assim como acontece com os humanos, pode ser extremamente prejudicial.

Enriquecimento ambiental

As calopsitas que vivem sozinhas tendem a se apegar muito ao dono e podem desenvolver comportamentos compulsivos, como arrancar as próprias penas ou gritar demais.

Mesmo que duas ou mais vivam juntas, o ideal é que tenham atividades, especialmente se considerarmos que esta ave nômade voa em bandos por quilômetros e mais quilômetros, em busca de água e comida em regiões desérticas da Austrália.

Assim, proporcionar atividades para as calopsitas é muito importante. Atualmente, existem muitos brinquedos disponíveis em pet shops, direcionados a aves e visando seu entretenimento. Alguns exemplos são objetos feitos de cordões, argolas e guizos, fabricados predominantemente em madeira colorida (pintados com tinta não-tóxica), que distraem as aves por longos períodos (é comum a calopsita demorar um pouco para se habituar com o novo brinquedo).

A madeira permite que a calopsita afie seu bico, comportamento adotado pela espécie na natureza e que deve ser mantido em casa.

Cuidado com acidentes!

A calopsita é conhecida por ser uma ave extremamente curiosa. Assim, em ocasiões em que esteja solta em algum ambiente da casa (com janelas devidamente teladas), é preciso prestar atenção aos locais que ela tentará “descobrir”... Uma calopsita curiosa com o ventinho de um ventilador ligado pode ocasionar um acidente sério.
Além disso, as calopsitas se assustam facilmente. Assim, não é conveniente andar com ela no ombro pelas ruas, por exemplo, pois com um susto podem voar para longe ou sofrer um acidente.

Com esses cuidados básicos, será possível manter um relacionamento saudável e tranquilo com esta ave tão amigável!

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.

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