Posts com a tag "dicas"

Por Equipe Cão Cidadão

latidoscampainha 682x1024 Cães que latem pra campainha: como inibir esse comportamento?

Vamos primeiramente entender, de um modo geral, por que os cães latem.

Da mesma forma que nós humanos nos comunicamos falando, os cães também “falam” através dos latidos. Existem vários tipos de latidos. Cada tipo faz com que o cão expresse seu desejo e suas emoções. O latido pode significar fome, medo, brincadeira, solidão, dor, um estado de alerta, querer chamar a atenção, ou comunicação com outros cães.

Latir é uma condição saudável e natural do cão, e não pode ser totalmente eliminado. Porém, quando é de forma excessiva, ou seja, crônica, se transforma num grande problema para os proprietários e seus vizinhos, e para o animal também! Quanto mais o cachorro late, mais ansioso fica, provocando um estado de estresse tão acentuado que poderá causar problemas em seu sistema imunológico.

Um comportamento só pode ser modificado se as suas causas forem conhecidas e eliminadas. Vamos, então, entender por que alguns cães gostam tanto de latir quando alguém toca a campainha, e o que podemos fazer para inibir este comportamento.

Os cachorros latem muito quando a campainha toca, pois sabem que uma visita está chegando. Alguém novo chegando é sempre uma novidade e por isso ficam agitados e latem. Outro motivo para latirem neste caso, é por sentirem seu território ameaçado com a chegada de um estranho. Com o tempo estes latidos vão aumentando de intensidade. Isso porque, os dono sem perceber acabam “treinando” o cão a latir cada vez mais, quando na tentativa de fazê-los para de latir dão exatamente o que eles querem. E quando o cachorro não obtém o que quer, acaba latindo cada vez mais alto, até alcançar seu objetivo. Ou seja, o animal logo percebe que quando late, e quanto mais alto for seu latido, seu problema será imediatamente resolvido.

Uma boa maneira de controlar os latidos para a campainha é criar uma situação de treinamento para o seu cão. Evite treiná-lo apenas quando chega uma visita. Isso tende a não dar certo. Peça a uma pessoa que toque a campainha, ou bata de leve na porta. Toda vez que a campainha tocar, ou que ouvir a batida na porta, e não latir dê um petisco para seu cachorro. O objetivo aqui é ensinar seu cão através de uma associação positiva onde sempre que a campainha tocar algo de bom acontecerá a ele. Neste caso, ele ganhará um delicioso petisco. Ao mesmo tempo, a atenção dele estará muito mais voltada a você do que ao som da campainha ou a chegada de uma visita. Ao invés de petisco, um brinquedo favorito também pode ser usado.

E se ele latir repreenda-o imediatamente. Uma maneira eficiente de repreender pode ser através de um susto, como chacoalhar uma lata com moedas dentro ou borrifar água na direção do focinho do cão. Nunca utilize violência, apenas um susto.

Porém, lembre-se que, a melhor maneira de estimular o cão a latir menos é de sempre recompensar e elogiar os comportamentos desejados.

Além deste treino, é importante que o animal tenha exercícios e atividades frequentes. Cães sem atividade tendem a desenvolver mais problemas comportamentais, como latir em excesso. Brincadeiras aeróbicas são bastante indicadas, pois proporcionam relaxamento físico e mental. Para isso, consulte os artigos sobre “Enriquecimento Ambiental” aqui no blog.

Aproveite também este treino para familiarizar seu cão a outros sons que possam levá-lo a latir, mas não deixe de recompensá-lo pelo bom comportamento e quando se mantiver em silêncio.

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Texto: Isabel Habrich (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

caoecrianca2 724x1024 Cães e crianças: parte 2   Como apresentar sem traumas

No último texto, falamos sobre os benefícios que a convivência entre cães e crianças pode trazer para ambos. E, para garantir cães e crianças tenham uma convivência saudável e tranquila desde o primeiro contato, há mais algumas dicas a serem seguidas por pais e familiares.

Se for um bebê

Se for o caso do primeiro contato do cão com o bebê da casa, que está vindo da maternidade, é recomendado que alguém da família leve para o cachorro (antes de mamãe e nenê chegarem em casa) algum pano já usado pelo bebê, para que o cão comece a se acostumar com o cheiro dele. É preciso deixar o cão farejar o objeto e, quando ele fizer isso, falar o nome da criança e recompensá-lo com algo bem gostoso! Para que a associação seja ainda mais positiva, o ideal é que o pano seja colocado também embaixo do pote de comida! Assim, o cão, com seu olfato apuradíssimo, já estará associando o bebê com coisas positivas.

No dia da chegada, o ideal é que a não mãe entre em casa sem o bebê no colo. Outra pessoa deve fazê-lo, já que o peludo estará há dias sem vê-la e certamente estará ansioso por interação com ela. Depois do contato inicial, quando o cão estiver calmo e tranquilo, podemos apresentá-lo ao bebê. Isto pode ocorrer no mesmo dia, alguns dias depois, tudo dependendo da segurança que as pessoas da casa vão sentir em relação ao sucesso da apresentação. É recomendável a utilização de guia, para que todos se sintam melhor.

Quando já instalada a rotina com o bebê na casa, é necessário prestar atenção a um detalhe muitas vezes esquecido: a presença do bebê no mesmo ambiente que o cão deve sempre ser associada a coisas positivas! Assim, quando ambos estiverem no mesmo local, o cão deve ser elogiado, deve ganhar brinquedos e petiscos gostosos. Quando o bebê não está por perto, a atenção deve ser mínima, para que o peludo não relacione a presença da criança com falta de atenção, gestos bruscos ou afastamento. Em geral, os pais costumam fazer exatamente o contrário...

Seguindo essas dicas, certamente a vinda do bebê, momento de muita alegria, será pleno para toda a família, inclusive para o cão!

Quando se trata de crianças maiores

Já quando vamos apresentar uma criança mais velha a um cão, os princípios devem ser os mesmos: para que as interações sejam boas para ambos, vale a regra do reforço positivo, ou seja, tudo deve ser associado a coisas boas!
A criança deve ser alertada quanto ao fato do cão não ser um brinquedo, mas sim um ser vivo que sente dor e medo. Desta forma, evitamos que a criança tente puxar orelhas, dar tapinhas, etc – atos que podem assustar ou machucar o cachorro.

Se o cão já for treinado em comandos de obediência, será bem tranquilo aproximar a criança de forma positiva: basta pedir um SENTA e, assim que o peludo obedecer, deixar a criança dar-lhe a recompensa!

Para cães brincalhões, a interação será ainda mais prazerosa: a criança pode jogar uma bolinha para o cão buscar e este perceberá o quanto aquela “mini pessoa” é divertida!

É importante observar as reações do animal e sempre que ele se mostrar alegre, tranquilo e receptivo à presença da criança, deverá ser prontamente incentivado e muito recompensado!

Por outro lado, se o cachorro for agressivo, ou tiver histórico de agressão, é muito importante que este tipo de aproximação seja feito com o auxílio de um profissional especialista em comportamento canino.

Assim, com cuidado, atenção, persistência e paciência, é possível garantir a todos – bebês, crianças e cães – momentos deliciosos durante a tenra infância, além de permitir à criança que cresça convivendo com um animal de outra espécie, o que é absolutamente saudável do ponto de vista emocional!

Atenção: cães e bebês/crianças pequenas nunca devem ser deixados sozinhos sem supervisão, mesmo que o cão seja dócil e tranquilo. A curiosidade dos peludos e/ou das crianças, pode acabar em acidente.

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

caoecrianca Cães e crianças: parte 1

Esta é uma combinação que tem tudo para dar certo: cães e crianças! Para ambos, os benefícios são claramente percebidos à medida que os laços se estreitam.

Apesar de discursos contrários à possibilidade de uma convivência saudável, vários estudos já demonstraram os benefícios que se notam em crianças que vivem ao lado de um cão.

Vantagens desta convivência

Tais estudos comprovaram que crianças que moram em casas com cães desenvolvem rapidamente seu senso de responsabilidade, já que aprendem que outro ser vivo também tem necessidades para sobreviver, que depende dos membros da família para se manter saudável.

Além disso, crianças muito tímidas podem ser estimuladas a uma maior convivência com outras por conta da presença de um cão.

Apesar de não ser uma experiência nada fácil, muitas vezes, o primeiro contato que a crianças tem com a morte se dá quando ela perde seu cão, o que a ajudará a entender o curso natural da vida.

Alguns cuidados

Mas, apesar dos inúmeros benefícios, nunca se deve esquecer da responsabilidade envolvida quando o assunto são crianças convivendo com cães.

Os adultos sempre serão os responsáveis pelo cão: a criança aprende muito sobre cuidados e responsabilidades, mas cabe aos pais zelar pelo bem estar de ambos.

Por outro lado, não é indicado que crianças “muito novas (com menos de 5 anos), “ganhem” um cão de presente. Se o peludo for de pequeno porte, o animal poderá se machucar, já que a criança, ingenuamente, acaba o confundindo com um brinquedo. Além disso, cuidar de um filhote e de uma criança pequena pode levar alguns pais a loucura!

Se a convivência já existe, nunca é indicado deixar crianças pequenas e cães sozinhos, sem supervisão, mesmo que se trate de um cão bastante dócil, pois tanto o pet quanto a criança podem ter alguma reação inesperada em relação a determinado estímulo.

Finalmente, providenciar para que o cão seja adestrado com base no reforço positivo certamente facilitará uma melhor convivência, já que o dia a dia com um cachorro que atende a comandos de obediência é muito mais tranquilo, pois, com os treinos, é criado um canal de comunicação entre as espécies. E as aulas de adestramento feitas com a presença das crianças da casa podem se tornar momentos de muita diversão, tanto para os pequenos quanto para os cães!

Melhores raças

Com a decisão tomada, é importante escolher muito bem o cão que passará a conviver com os donos mirins. Cachorros muito pequenos podem sofrer acidentes diante de correrias infantis. E cães com temperamento arredio ou extremamente tímidos também não são indicados.

O importante é escolher um cão com estrutura física robusta (mesmo que de porte pequeno), com boa resistência a dor, bastante tolerante a manipulações e com disposição para aguentar o pique da criançada.
Algumas raças costumam se adequar bem a este perfil, como o Boxer, Labrador e o Golden Retriever. Conhecendo o temperamento do cão, os SRDs também podem ser uma excelente opção, mesmo que adotados já na fase adulta!

No próximo post, não perca algumas dicas sobre como apresentar a criança ao cão, evitando traumas. Aguardem!

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

Confiram agora as dúvidas de comportamento desta semana, respondidas pelo adestrador e consultor comportamental da Cão Cidadão Daniel Svevo.

Lembrando que nossa equipe NÃO RESPONDE dúvidas sobre problemas de saúde! A qualquer sinal estranho ou alteração fisiológica, procure o mais rápido possível um veterinário de sua confiança. Só ele poderá avaliar os sintomas e dar todas as orientações necessárias!

Olá Dr. Pet,
moro em Salvador e estou precisando muito de sua ajuda com minha cadela Tasha da raça Labrador que tem 3 anos.
Ela é louca por água (claro!) e isso tem sido um problema desde que construímos uma casa de praia com piscina.
Nós a deixamos entrar na piscina, mas quando nós não queremos que ela entre (por exemplo, quando
minha irmã que está grávida está na piscina) ela não deixa ninguém em paz. Ela late muito, muito forte,
ela é capaz de ficar muito tempo latindo até que a gente deixe ela entrar na piscina ou leve ela para fora
de casa para passear. Ela morde o portãozinho, tenta pular, tenta arrancar o portão, enfim, ela tenta de todo
modo entrar na piscina.
Posso garantir que não é falta de exercício, aliás eu não entendo de onde vem tanta energia. O dia geralmente
começa com uma caminhada de vinte minutos até a praia, ficamos umas três horas na praia jogando bola, correndo, nadando,então voltamos caminhando e ao chegar em casa deixo ela brincar na piscina. Depois de algum tempo tiro ela da piscina e ela vaidescansar. Na hora que ela deita geralmente alguém entra na piscina e ela ouve o barulho então começa a latir. Ela pareceque fica hipnotizada pela piscina, ela não ouve ninguém. Já coloquei ela na coleira, já tentei brincar de bola para distrair
(ela é louca por bola de futebol), já borrifei água (ela adorou), já dei osso, petisco e nada.
Não sei mais o que fazer, por favor me ajude!
Obrigada,
Cláudia Aquino

Claudia, você, sem querer, está reforçando este comportamento. Quando se tenta distrair o cão dando atenção, petiscos, ossos, borrifando água (em um cão que adora água), fazendo brincadeiras, etc, você mostra a ela que todo o comportamento que ela estava fazendo gera essas respostas, que devem ser super divertidas, entendeu? As rotinas de exercício estão ótimas. Quando ela começar a latir para ir a piscina, você deve dar um susto que não seja relacionado a sua pessoa, por exemplo use um chocalho de lata com moedas, preso em uma corda, para assustá-la quando ela começar a latir. Apenas quando ela estiver quieta, você deve dar atenção, os petiscos e promover as brincadeiras, ok? Boa sorte!

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Olá Dr. Pet!! PRECISO MUITO DE UMA AJUDA! Tenho uma shih tzu de 5 meses! E ela começou a "cruzar" com as almofadas, eu já li uma explicação sua sobre deixar uma femea "cruzar" com as almofadas, o que seria melhor que nas penas. Porem, queria saber, se eu castrar ela esse comportamento, essa "vontade", "mania" ira passar?? A castração faz isso??
MUITO OBRIGADA!!! Maysa

Maysa, a castração inibe a produção de alguns hormônios, o resultado pode ser positivo ou não com relação a mudança deste ato. Este comportamento no filhote está mais relacionado a uma ansiedade e do que a uma excitação sexual. Aconselho a conversar com um veterinário para entender melhor quais os benefícios da castração.

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Olá, Dr Pet e equipe do Cão Cidadão, venho novamente com minha duvida...
Tenho um cão da raça Lhasa Apso, de 1 ano e meio, muito educado e obediente, o único problema é que quando alguém vem nos visitar ele não dá sossego...começando quando a visita toca o interfone, ele já faz um escândalo, sai correndo em direção do portão, late, pula, etc. Quando a visita entra então, a coisa piora muito! Ele pula nas visitas, late, arranha, quer atenção só pra ele, faz isso ate cansar, sobe no sofá em cima das visitas,....Já tentei recompensar o comportamento correto, já dei petisco, dei bronca, ignorei, mas...e as coisas só pioram....Tanto que minha mãe e irmã, não vem mais me visitar, pois quando elas vem não conseguimos nem conversar. Minhas preocupações tem aumentado, pois estou tentando engravidar, e quando o bebe nasce, todos os parentes e amigos vem visita-lo, mas acho não terei condições de receber ninguém com esse comportamento dele. Não sei o que fazer! Me ajude Dr Pet...Desde já agradeço a ajuda ...abraços paola

Paola, uma dica muito importante nesta situação é utilizar uma guia, e deixar o cão sob seu controle. Quando nosso bicho está fazendo alguma coisa errada, e tentamos dar uma bronca, porém ele continua fazendo aquilo, perdemos nossa voz de comando. Para acostumá-lo a obedecer você, deve garantir que sua ordem será obedecida, por isso, em poder de uma coleira com guia, você pode dar as broncas, e garantir que ele não ira pulas nas pessoas e fazer bagunça, ok?

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Olá, equipe do Dr. Pet. Adotei uma vira-lata de 2 anos, porte médio (+ou- 13kg). A Baleia foi castrada há pouco tempo (não sei se essa informação é importante) e estamos juntas há quase 3 meses. Moro sozinha em apartamento, mas, com exceção de alguns contratempos, não tive grandes problemas no que diz respeito ao espaço físico. Minha reclamação se dá em virtude do comportamento dela sempre que vamos passear (2x ao dia): ela se mostra agressiva, late demais - escandalosamente - para os cachorros da vizinhança, puxa com muita força a guia, e se alguém passa por nós na mesma calçada ela vai para cima da pessoa. Enfim, o que era para ser uma diversão para nós duas acaba sendo estressante. O que posso fazer para tentar melhorar os ânimos exacerbados? Em casa, ela é extremamente meiga e dócil. Muito obrigada.
Liliana Onozato

Liliana, nesta situação devemos mostrar liderança. Sua cadela precisa entender que você não tolera este tipo de comportamento agressivo, e que pessoas e outros cães, não são motivo de estresse e, sim, de ganhar recompensas (quando se mostra comportada). Para isso segue dois links com dicas para sua situação: http://www.caocidadao.com.br/midia_impressa_artigos.php?id=86 e http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=96

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OLÁ DR PET!
GOSTARIA DE UMA "AJUDINHA". O QUE ACONTECE, TEM UMA ÁRVORE NO MEU JARDIM ONDE POR LIVRE E ESPONTANEA VONTADE 2 PASSARINHOS FIZERAM UM NINHO. ATÉ AÍ TUDO BEM; O PROBLEMA É QUE ELES NOS ATACAM TODA VEZ QUE PASSAMOS PELO JARDIM QUE É A ENTRADA PRINCIPAL DE NOSSA CASA, O QUE PODEMOS FAZER.
DESCULPE, NÃO SEI SE ESSE É O ESPAÇO PARA TIRAR ESSE TIPO DE DÚVIDAS, MAS É O ÚNICO QUE ENCONTREI NO BLOG.
OBRIGADO E PARABENS PELO SEU TRABALHO E SUA EQUIPE! Cosme

Cosme, estes pássaros devem estar sentido medo da aproximação de vocês perto do ninho. Para mudar este comportamento, devemos mostrar que nossa aproximação é muito interessante. Para isso, verifique uma distância que não gere tanta preocupação e forneça comida de passarinho em uma vasilha. Veja se eles se interessam. Aos poucos, você verá que eles irão reconhecer sua chegada com o fato de serem alimentados, e você poderão diminuir esta distância e se aproximar cada vez mais.

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Oi Dr. Pet.
Preciso muito da sua ajuda, tenho um Pug de 1 ano, e embora essa raça não seja nem um pouco agressiva o meu cachorro gosta muito de morder, mas não morder brincando como os filhotes, ele morde pra machucar mesmo, ele me ataca. Eu acredito que ele pense que está brincando, porém ele morde com muita força mesmo e não me solta, estou com o braço todo roxo de tanto ele me ataca, não consigo entender o que acontece com ele, normalmente acompanho meu namorado até a garagem quando ele vai pro trabalho, a hora que volto para meu apartamento, meu cachorro mal espera eu entrar e já vem mordendo meu pé, se eu tento segura ele morde meu braço ou quando ele me vê nervosa, discutindo com qualquer pessoa ele já me ataca.Essa situação já está muito insuportável, tenho que fugir dele, tranca-lo para fora do meu quarto, as vezes preciso da ajuda da minha mãe para conseguir segura-lo, porque ele fica totalmente louco para me morder, essa atitude dele é só comigo, e por incrível que pareça ele também é bem apegado a mim. Essa situação me deixa muito mal, não sei que atitude tomar, se brigo com ele , ele fica bravo e me morde mais, já tentei utiliza o método da latinha, no começo funcionava, mas depois ele começou a vir para cima da lata, assim como aquele sprayzinho de agua.
Por favor me ajuda, não sei o que fazer, amo demais ele e eu sei que ele gosta de mim, mas já está ficando impossível ficar sozinha com ele.
Att. Priscilla

Priscilla, não é legal criar situações de disputa com os cães, isso pode escalar para uma reação mais agressiva. Quando seu Pug começar com este comportamento, você deve pedir para uma terceira pessoas dar uma bronca nele, com a lata de moedas, por exemplo. Se ele estiver na coleira com uma guia, será ainda melhor, pois podemos garantir que não haverá um acidente e que ele não terá sucesso na investida dele. Planeje estas situações com controle e segurança. Além disso você deve assumir uma posição de líder na sua relação, ou seja, crie situações onde ele devera obedecer você, como por exemplo, não deixe ele passar por uma porta, ou pega um petisco do chão. Assim ele irá se acostumar a responder a ordens.

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Olá Alexandre!!!
Como não sei muito usar internet, perdoa-me se eu tiver postando no lugar errado.
Ganhei uma Goden Retriever e fique muito feliz. Ela veio a mim com 2 meses e agora esta com 7 meses e estou com muita preocupação pois até o momento não consegui fazer com que ela tenha muito interesse pela sua alimentação, já mudei pra outra ração e até o momento não tem quem faça ela comer com gosto e eu fico triste e preocupada. Faço um montão de frifi pra ela se interessar até já tentei dar na mão, mas nada e agora estou acrescentado arroz cozido, somente em água, à ração pra ela se alimentar melhor, mas ainda assim nada de nada, por favor, peço dicas ou um procedimento para eu fazer como que ela coma sua ração como gosto e disposição.
Ah já use de todas as dicas encontrada na internet.
O nome dela é Soll.
Ah outra coisa, ainda tem medo de ir para a rua, eu leve vejo que ela gosta mas não se afasta muito do portão e quando ver um carro ou moto se aproximar fica tremendo de medo, gostaria de passear com ela mas... tenho medo que ela fique com traumas.
Atenciosamente,
Alessandra Almeida

Alessandra, verifique com o veterinário se sua cadela encontra-se no peso ideal, pois os cães podem ter necessidades nutricionais diferentes, além de uma possível condição clínica que precise ser analisada. Se estiver tudo correto, você deve valorizar o ato de comer, e não o ato de recusar a comida. Quando oferecemos o alimento e o cão recusa, não devemos insistir, pois valorizamos esta atitude. Devemos dar atenção no momento em que ele estive comendo, para assim, mostrar o que esta correto. Segue um link de um artigo com mais dicas: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=126

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Boa tarde Dr. Pet,
Eu tenho uma cachorra, que deve ter uns 7 anos, foi abandonada no parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre. Lá passou fome, frio, judiarias. Está comigo faz 6 anos. Ela tem um jeito que parece ter medo das pessoas. Então olha com desconfiança. E conforme , se a pessoa está fazendo barulho, ou se aproxima da casa dela, ela morde sem latir e corre para se esconder. Ou se a pessoa entra, ela fica seguindo, e dá umas mordidinhas no ar, ou mesmo na roupa da pessoa.
Nunca em mim sempre noutras pessoas, ou crianças.
Muito obrigada pela sua atenção,
Maria Cecília

Maria, nesta situação você deve agir da seguinte forma: deve-se interromper os comportamento agressivos, com uma bronca, que deve vir de você. Para trabalhar com segurança e garantindo o seu sucesso, utilize uma coleira com guia, quando estiver com suas visitas, isto mostra liderança e deixa um cão que é medroso, mais calmo, pois sente que existe alguém no comando. Ao mesmo tempo, quando sua cadela estiver se comportando adequadamente é muito importante que comece a gostar das pessoas, então, tanto suas visitas, como você devem dar petiscos em situações de calma e tranquilidade.

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ola por favor preciso de uma ajudinha eu pequei um poodul medio mais ja grande ele estava maltratado agora esta bem so que meu filho queria adestrar ele tem como ele cendo velho ?
bjs adoro o seu trabalho. liciane

Liciane, sim! Os cães são capazes de aprender em qualquer idade, por isso, pode incentivar seu filho a adestrá-lo, pois é uma atividade muito importante para desenvolver um bom relacionamento com o cão e promover a educação. Segue um link com varias dicas para o seu filho colocar em prática: http://www.caocidadao.com.br/dicas_adestramento.php

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Dr. Pet, dou abrigo provisório a vários cães que são resgatados das ruas por protetores, atualmente estou com 10 o problema grave é que eles latem muito dia e noite, oque posso fazer para que eles fiquem calmos e parem de latir? a minha vizinhança sofre com isto e eu também. Grata. Alê Sandra

Alê Sandra, neste caso é importante identificar os gatilhos destes latidos, e quais são os cães que iniciam o comportamento. Com isso em mente, você deve tentar controlar estes estímulos e se possível, criar situações controladas, onde você possa interromper o latido com uma bronquinha (um susto, por exemplo), e em outra situação, quando ele não latir para o mesmo estimulo, recompensar o comportamento correto com petisco. Você pode trabalhar mais de uma cão nesta situação, porém inicie os treinos individualmente. Segue dois links com dicas para latidos: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=68 e http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=317

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Olá Dr. Pet , tenho uma pitbull que fez 2 meses e 10 dias, mas desde que ela chegou em casa, toda a noite ela chora; colocamos pano na caixa dela, garrafa com água quente, relógio tic-tac, compramos bolinha e deixamos um rádio perto que fica ligado baixinho, mas ela chora mesmo assim; antes dela dormir fazemos atividades com ela para ela cansar e dormir, mas chega perto das 3 horas da manhã ela acorda, chora, late e uiva e não pára mais; não sabemos mais o que fazer, pedimos sua ajuda. Mychele

Mychele, você pode tentar passar mais tempo com ele no quartinho que ele está ficando a noite, assim não será um local apenas de repouso, e sim um lugar que remete a lembranças de brincadeiras e atividades. De qualquer maneira existem outras dicas para colocar em prática e deixo aqui um link para um artigo que explica como devemos lidar com esta situação: http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=103

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Na próxima semana tem mais Consultório Pet! Se a sua pergunta ainda não foi respondida, não deixe de mandá-la nos comentários do blog!

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banheiro 1024x682 Como montar o banheirinho para o cão

O primeiro passo para ensinar seu cachorro a fazer as necessidades no lugar certo é escolher o local com cuidado. Por instinto, o cãozinho desde filhote se afasta da mãe e dos irmãos para fazer as necessidades, mesmo que por pouco tempo. Ele também procura um lugar absorvente. Sabendo desses comportamentos, o ambiente escolhido deve então ficar longe da caminha, da água e da comida dele. Também devemos observar para não deixar esse banheirinho onde o cão gosta de se deitar e de esperar pelas pessoas, ou seja, próximo das portas. Dê preferência para as extremidades da casa, não coloque o banheiro, por exemplo, no meio da sala, que é onde você brinca com o cãozinho, se nessa sala tiver uma varanda, monte lá esse banheirinho.

É comum ouvirmos reclamações que os cães fazem as necessidades no tapete, no sofá e, às vezes, até na cama dos donos. Mas eles fazem isso por instinto, pois eles procuram um lugar que absorva rápido o xixi. Por isso acabam escolhendo esses objetos da casa.

Os banheiros ideais podem ser de jornal, tapetes higiênicos, cones ou um espaço com grama. Todas essas são ótimas opções, então como decidir qual a melhor para você, seu cão e sua casa? Lembre-se de alguns detalhes, como o espaço, que deve ser suficiente para o cão dar as famosas voltinhas, deve ser prático para você limpar, e assim a melhor opção é você e o cão quem vão decidir.

Você pode pensar, “então vou ensinar o meu cachorro a fazer as necessidades somente na rua”, mas essa é uma decisão que precisa ser muito bem pensada, pois alguns cães podem se recusar a fazer as necessidades em casa, e isso pode gerar diversos problemas, pois o cão pode ficar segurando o xixi por tanto tempo esperando alguém para poder sair com ele, chegando até a chorar de tão apertado. Segurar as necessidades por muito tempo pode causar problemas fisiológicos no animal. Os passeios devem, sim, fazer parte da rotina, mas é preciso que você tenha a liberdade de saber que quando estiver chovendo muito forte, quando você tiver algum compromisso e precisar chegar mais tarde em casa, ou mesmo quiser dormir mais um pouquinho, que seu amigão vai estar bem.

Local do banheiro escolhido e preparado, agora vamos ensiná-lo usar. Esqueça aquela história de esfregar o focinho do cão no xixi ou cocô e depois no lugar certo, isso não funciona!

Não dê bronca se ele errar, ele pode interpretar errado e achar que ele não pode fazer xixi na sua frente e não que aquele lugar está errado. Isso atrapalha o treinamento, alguns cães podem começar a se esconder para fazer as necessidades. Limpe o lugar errado com produto neutralizador de odores e de preferência não na frente dele.

Filhotes não conseguem segurar as necessidades por muito tempo, então nesta fase prepare mais de um banheirinho para que ele consiga chegar ao lugar certo a tempo.

Fique atento, depois que o cachorro acorda, depois de comer e antes de dormir, ele deve ser levado até o banheiro e quando acertar deve ganhar muitos elogios e uma recompensa, reforço positivo sempre e ele vai aprender bem rápido. Rotina é muito importante no aprendizado, assim, em pouco tempo ele estará usando o banheirinho corretamente.

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Texto: Malu Araujo (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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cao monta 1024x685 Como interromper o cão que faz simulações sexuais inconvenientes

Se existe um comportamento que deixa muita gente constrangida, é quando o cão tenta montar em outros cães, nas pernas das pessoas ou em objetos.

Esse é um comportamento natural nos animais. Quando eles são filhotes, começam a montar como um aprendizado de comportamentos sociais, tanto os machos quanto as fêmeas, pois é nessa idade que eles simulam situações que acontecerão na vida adulta. Conforme eles crescem e passam a nos considerar parte da família, é normal que passem a montar em nós para continuar esse aprendizado.

Na maioria dos casos em que a monta acontece em outros animais, ou pessoas ela está relacionada com o estabelecimento de hierarquia, onde o cão mais dominante quer subir em todos os outros cães, e não deixa que montem nele.

Porém, essa simulação em algum objeto, como uma almofada ou bichinho de pelúcia, ou mais raramente em pessoas pode estar associada a ansiedade, ou mesmo para chamar a atenção. O cão sabe que toda vez que inicia o ato recebe atenção das visitas ou do dono, mesmo que seja com bronca.

Antes de tentar interromper o comportamento, é importante descobrir qual desses motivos está levando o animal a exibi-lo.

Não grite, dê risada, ou faça alarde quando o cão montar. Ignore, e dê a bronca sem olhar para ele. O ideal é que o animal receba uma bronca, sem receber atenção. Podemos fazer barulho, utilizando biribas ou balançando uma lata com moedas, ou utilizar um borrifador de água. O objetivo é que o animal sinta um desconforto e pare imediatamente o comportamento.

Ensinar seu cão comandos básicos de obediência vai proporcionar mais ferramentas para que você possa lidar com ele, sendo uma parte importante também no estabelecimento da liderança.

A castração é recomendada e pode diminuir a intensidade do comportamento. Caso não haja a intenção de castrar o cão, é possível, através de treinamento, direcionar esse comportamento para algum objeto, de forma que seja permitido ao cão realizar a monta apenas nesse objeto escolhido. Porém, alguns cachorros muito ansiosos podem repetir tantas vezes a monta em objetos que chegam a se machucar. Nesse caso é muito importante que seja feito um enriquecimento ambiental.

É possível redirecionar a atenção do nosso peludo, para outra atividade ou focá-lo em um treino, antes que ele comece a exibir o comportamento. Por exemplo, você pode fornecer brinquedos, jogar uma bola para o cão buscar ou levá-lo para passear e fazer exercícios.

Podem também ser oferecidos vários brinquedos diferentes, como, por exemplo, os que são feitos para serem recheados com pastas ou petiscos, deixando seu cão entretido por algum tempo, além de estimular seu raciocínio.

Existem brinquedos próprios para isso no mercado, com graus de dificuldade de diferentes, ou você mesmo pode fabricar o seu em casa, utilizando garrafas PET e caixas de papelão. Esconder petiscos pela casa e estimular o cão a procurá-los também é uma boa maneira de mantê-lo entretido. Oferecer brinquedos ou pedir comandos na chegada das visitas pode diminuir a ansiedade e a necessidade de obter atenção.

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Texto Thais Oliveira e Claudia Terzian (adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

enriquecimento 1024x647 Enriquecimento ambiental: o que é e no que pode ajudar?

Assim como as pessoas, os bichos que temos em casa necessitam de estímulos adequados para terem bem-estar físico e psicológico. Imagine-se confinado num quarto com cama, janela, TV, banheiro, e comida e água suficientes. Aparentemente dá para passar alguma horas sem nenhum problema. Porém, com o passar do tempo é natural que o tédio comece a bater e então você vai ficando inquieto a procura do que fazer, sem ter muito sucesso.

Um animal doméstico (seja cão, gato, hamster, coelho ou qualquer outro bicho) sem os estímulos adequados se encontra numa situação bem parecida com a pessoa no quarto hipotético mencionado. E, muitas vezes, por mais boa intenção que o dono tenha, essas necessidades não são supridas, levando o animal a desenvolver potenciais problemas comportamentais como agressividade, ansiedade, compulsão, destruição de objetos, etc.

O enriquecimento ambiental é uma forma de promover atividades ao animal para diminuir o tempo em que ele fica ocioso. É uma ferramenta poderosa que é utilizada em animais de cativeiro de todo tipo, não apenas nos domésticos, mas também nos de zoológico, de pesquisa e outros tipos de confinamento.

Brincadeiras e passeios são recursos importantíssimos para que esse bem-estar seja alcançado, mas não são as únicas ferramentas que existem.

Podemos observar os bichos que temos em casa e analisar seus comportamentos para oferecer as atividades mais adequadas para cada um. Há cães que gostam de manipular os objetos usando as patas, enquanto outros preferem mastigá-los. Cada indivíduo tem uma personalidade diferente e a partir desses detalhes conseguimos identificar e promover estímulos ambientais necessários para o bem estar.

Na verdade, qualquer estímulo novo e atraente para o animal, pode ser considerado enriquecimento: cheiros, brinquedos, interações sociais, alimentos diferentes ou apresentados de formas diferentes...

Em casa podemos modificar a forma que oferecemos o alimento ao cão, já que comer é uma atividade essencial para manter a saúde física de qualquer animal. Por isso, quebra-cabeças simples que precisam ser resolvidos para dar acesso a comida podem ser utilizados com bastante sucesso. Assim, possibilitamos que eles exercitem sua capacidade exploratória e se ocupem mais para conseguir o alimento. Quando oferecemos as refeições em potes, sem querer estamos reduzindo o tempo que eles gastam para se alimentar, tornando maior o tempo em que ficam ociosos.

Sabendo disso, agora é só usar a criatividade para elaborar os quebra-cabeças personalizados mais legais que seu pet pode querer, tornando a vida deles mais divertida!

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Texto: Glenn Makuta (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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