13 Out as 10h32
Caso do Elvis
Por Alexandre Rossi
No finzinho de agosto, eu fui até o programa Hoje em Dia, ajudar a Gianne Albertoni a lidar com a agressividade de seu cão Elvis. Pra quem não lembra como foi, tem um vídeo com parte deste caso aqui no Blog: http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/2010/08/30/participacao-no-hoje-em-dia/
Só que pra resolver o problema de comportamento do Elvis, o treino precisaria ser bem mais intenso. Então, nós gravamos um quadro Dr. Pet especial com a Gianne e o Elvis. Estopinha e eu ganhamos até cenário novo!
Pra quem perdeu o quadro, que foi exibido ontem no Hoje em Dia, o vídeo já está aqui no meu Blog:
Veja mais:
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7
30 Ago as 13h24
Participação no Hoje em Dia
Por Alexandre Rossi
E aí, pessoal? Tudo bem com vocês?
Queria antes de mais nada, agradecer a todo mundo que foi ao curso que eu dei neste fim de semana lá em São Bernardo do Campo. Foi muito bacana ter a presença de vocês! =)
E pra quem não assistiu, hoje eu trouxe o vídeo com uma parte da participação que eu fiz no programa Hoje em Dia, na última sexta-feira, dando uma mãozinha para a Gianne Albertoni e seu cão Elvis. Aproveito pra mandar um grande abraço pra todo pessoal do Hoje em Dia. Muito obrigado pelo carinho de vocês!
Aí vai o vídeo com parte da minha participação:
Ah, vou aproveitar também para agradecer os elogios que o pessoal tem feito as dicas que a Priscila Felberg, consultora da Cão Cidadão, tem dado aqui no blog. Então, não deixem de mandar as perguntas de vocês nos comentários, porque sexta-feira que vem tem mais respostas para as dúvidas de vocês.
26 Ago as 16h30
Cão terapeuta: Dr. Pet ajuda cachorra a descobrir nova vocação
Por Equipe Cão Cidadão
Três cadelas e um único sonho. Tornar uma delas um Cão Terapeuta.
A idéia inicial partiu do filho do casal Renata e Yuri, donos das três cadelas Alice (uma Terra Nova), Tamba (uma Bernese) e Caiana (uma Golden Retriver), com o desejo de levar mais alegria a outras pessoas e instituições.
O Cão Terapeuta desempenha um papel importante para auxiliar pessoas que passam por tratamentos médicos exaustivos e deficientes. A convivência estimula o desenvolvimento emocional e afetivo, a integração social e ainda melhora a capacidade motora e ensina muito sobre a palavra respeito.
Para se tornar um cão terapeuta, o animal deve preencher alguns pré-requisitos, como ser extremamente dócil, socializado, ou seja, não estranhar o contato com pessoas ou outros animais, além de ser receptível a carinhos e afagos, estar com todas as vacinas em dia, vermifugado, e ser regularmente examinado por um veterinário.
Caiana, Tamba e Alice sempre foram extremamente dóceis. Mas infelizmente vivenciaram algumas experiências negativas, antes de serem adotadas pela família de Enzo, e acabaram desenvolvendo alguns traumas.
Por isso a ajuda do Dr. Pet se torna necessária.
Após conhecer uma a uma, o Dr. Pet começou uma serie de testes, para conhecer os medos e limitações de cada uma. Com o resultado em mãos, começou os treinamentos.
Primeira Tarefa:
Como Tamba mostrou-se menos receptível a afagos e toques e Alice, mostrou-se bastante medrosa em relação a barulhos e gestos muito bruscos, foi necessário fazer inicialmente um treino para dessensibilizá-las de seus respectivos medos e traumas.
Aqui, o objetivo é fazer com que o cão associe seu medo a algo bom. Como brincar com ele enquanto barulhos estranhos acontecem, ou oferecer um bom petisco quando seu pêlo e seu rabo são puxados.
Embora Caiana mostrou-se mais tranqüila em todas as etapas de testes, também participou dos treinamentos de dessensibilização, para assegurar sua tranqüilidade.
Aos poucos Tamba e Alice foram se sentindo mais confiantes e deixando seus medos para trás.
Segunda Tarefa:
Agora, além de mais confiantes, tinham ainda que aprender alguns comandos para que pudessem apresentar nas instutições, como senta, deita, da à pata, rola, andar para trás, etc.
Para Tamba, além dos comandos, que aprendeu com muita facilidade, sua segunda tarefa era ainda mais especial: Apesar de seu receio inicial em ser tocada, aprendeu a puxar crianças dentro de um carrinho especialmente construído para a ocasião.
E a escolhida é:
Depois de todo o treino, a grande expectativa: qual das três seria escolhida como Cão Terapeuta?
Todas se saíram muito bem. Tamba, com sua alegria contagiante, puxava de um lado para o outro as crianças pela instituição. Alice com todo seu tamanho e calma encantava todas as crianças. E Caiana, com toda a sua doçura executava cada comando solicitado pelas crianças, tirou fotos, recebeu abraços fortes (e alguns puxões no rabo) sem perder em momento algum sua tranquilidade.
Prova Final:
Na prova final, a grande vencedora, que foi Caiana, fez sua grande estréia no GRAAC. Neste dia, nada poderia dar errado. Deveria manter sua calma e seu bom humor de sempre. Não poderia se assustar com nenhum cheiro, barulho, pessoa, equipamento médico ou movimento. E não poderia, em hipótese alguma, ferir ou derrubar alguém.
E ela tirou tudo de letra.
Parabéns para Caiana, Tamba e Alice por suas personalidades tão marcantes e dóceis, e por terem feito o dia de muitas crianças mais especial.
Enquanto isso nos bastidores...
Estopinha aproveitava cada segundo de intervalo entre as gravações para correr com a criançada e, como sempre, adorava fazer pose para as fotos...
---
Texto: Isabel Sophie Habrich
Revisão e Edição Final: Alex Candido
Fotos: Denise Falck
---
Se você quer participar do quadro Dr. Pet, envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.
Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.
23 Ago as 13h26
Caso da semana: cães terapeutas
Por Alexandre Rossi
E aí, pessoal? Como passaram o fim de semana?
Ontem teve exibição do quadro Dr. Pet na TV! Pra quem perdeu ou quer assistir novamente, o vídeo já está aqui no blog:
O caso deste programa foi muito bacana! O trabalho de animais que realizam terapia assistida é super importante! Espero que tenham gostado! =)
Ah, e só aproveitando pra deixar mais um recadinho: está é a última semana para quem quiser se inscrever no meu novo curso de Adestramento Inteligente! Quem tiver interesse, basta clicar neste link: Pré-Inscrição!!!
O resultado do concurso aqui do Blog, do vídeo que ganhou a vaga para o curso sai amanhã! Quem mandou o vídeo, fique de olho!
10 Ago as 13h44
Shitara: a pitbull com medo de rojões
Por Equipe Cão Cidadão
Jogos de futebol, réveillon ou qualquer outra comemoração que tenha fogos de artifício é sempre um problema para cães sensíveis a rojões. Com nossa amiga Shitara, uma pitbull tigrada, não é diferente. Já pensou num cão que escala o que vê pela frente para buscar as alturas, tenta pular o muro ou se esconder em cima da laje, com medo do barulho? Pois é; em casos assim, há sempre o risco de um acidente e o Dr. Pet foi chamado para ajudar.
Diferentemente do que se imagina, os cães têm medo do barulho não apenas porque possuem uma audição mais apurada, mas, principalmente, porque associam o barulho intenso a alguma catástrofe iminente (pense na origem dos cães, há milhões de anos... barulho alto era originado por alguma coisa grave: estouro de uma manada, uma tempestade intensa – e prováveis inundações, pedras rolando, etc).
Para ajudar nossa amiga Shitara, o Dr. Pet deu algumas sugestões:
• Criar um cantinho seguro, onde ela possa se esconder quando estiver com medo (lembre-se: cachorro adora uma toca apertadinha);
• Associar o barulho a estímulos positivos. Como assim? Brincar com o cão quando um rojão estoura, ao invés de abraçar o cãozinho, dar carinho e pegá-lo no colo (comportamentos que potencializam o medo). O cão passa a associar barulho alto a brincadeira... Legal, né?
• Muito treino para dessensibilizar o cão ao medo, pois um comportamento adquirido não se muda da noite par ao dia.
A Shitara, que tinha pavor a fogos de artifício se mostrou bastante disposta a deixar o medo para trás e dar mais atenção às coisas bacanas da vida. Subir em escada, pular o muro ou tentar entrar na casa pela janela é passado. O negócio, agora, é brincar de bola quando o barulho começa!
Desta forma, conhecer a origem do medo, ter persistência nas tarefas para solução e, acima de tudo, mudar a forma como se encara o problema são dicas importantes para se alterar o comportamento do cão. Por mais que seja uma delícia pegar o cachorro no colo toda vez que um rojão estoura, o melhor, mesmo, é permitir que seu cão tenha um cantinho de refúgio e enche-lo de brincadeiras gostosas sempre que o medo está se instalando.
Nos bastidores
E, pra variar, a Estopinha roubou a cena... Enquanto todos assistiam um jogo de futebol da seleção, a assistente do Dr. Pet chegou vestida a caráter pra torcer pelo Brasil e aproveitou pra comemorar a melhora de sua nova amiga, Shitara!
---
Texto: Renato Zanetti
Revisão e Edição Final: Alex Candido
Fotos: Denise Falck
---
Se você quer participar do quadro Dr. Pet, envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.
Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.
9 Ago as 14h17
Caso da Shitara
Por Alexandre Rossi
Oi Pessoal, tudo bem com vocês?
Quem perdeu a exibição do quadro Dr. Pet ontem no Domingo Espetacular ou quer rever as dicas que eu dei, pode assistir o vídeo aqui no blog:
A Shitara é uma Pitbull que morria de medo de fogos de artifícios. Este tipo de problema acontece bastante com os cães, independente da raça. Então, espero que as dicas possam ajudar vocês que estão passando por uma situação parecida.
E quem quiser participar do quadro Dr. Pet, basta escrever pra gente. O e-mail é doutorpet@caocidadao.com.br ou clique no link abaixo e saiba mais informações: http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/novos-casos/
27 Jul as 20h04
Breno e compulsão por chaves
Por Equipe Cão Cidadão
Apesar de nunca ter tido um bicho de estimação, a Lourdes logo se encantou por Breno, um cão sem raça definida, que estava um dia na frente da porta de seu consultório.
Lourdes, que como psicóloga esta acostumada a ajudar pessoas a encontrar soluções para seus mais variados problemas, nunca imaginou que um cão pudesse lhe trazer um desafio tão grande: compulsão por chaves.
Compulsão: Quando um animal desenvolve comportamentos repetitivos, como perseguir a própria cauda, lamber o próprio corpo sem parar, arrancar parte da pelagem, etc, é possível que esteja com compulsão. Este comportamento, além de desagradável pode resultar em prejuízo à saúde.
A compulsão pode ser uma predisposição herdada, ou pode estar associado a estresse e ansiedade, provocados pelo ambiente onde o animal vive e pelas relações com os humanos. Apesar de não ter uma “cura”, a melhor maneira de diminuir os efeitos prejudiciais deste problema, é transferir o foco ou objeto da compulsão.
No caso de Breno, ele tinha um desejo incontrolável de morder chaves. Chegando muitas vezes a se machucar. O fato de ter desenvolvido uma compulsão por um objeto que o machucava, levou a família a esconder todas as chaves da casa. Como efeito colateral, isso fazia com que Breno ficasse cada vez mais obcecado em pegar esses objetos.
Por isso, Lourdes pediu a ajuda ao Dr. Pet.
Primeira Tarefa: Como primeira tarefa, Dr. Pet ensina como transferir o comportamento compulsivo de Breno para outro objeto, no caso uma bola de tênis.
O objetivo é fazer com que a bolinha de tênis se torne muito mais interessante do que as chaves. Para isso, é importante fazer com que esta bolinha, se torne um objeto misterioso, que ele só poderia morder em alguns momentos.
Aos poucos, Breno começou a se sentir interessado pela bolinha de tênis, mostrando até mesmo certa fixação.
Segunda Tarefa: Mesmo com os bons resultados conseguidos inicialmente, Breno ainda sentia um forte desejo pelas chaves, esquecendo da bola quando as via.
A nova tarefa era potencializar a bronca, com a ajuda de uma lata cheia de pregos que ao chacoalhar emitia um som alto e desagradável. Esta bronca era usada sempre que Breno tentasse pegar uma chave, ou quando tentasse pegar a bolinha de tênis sem a permissão de sua dona.
Esta limitação aguçou ainda mais a curiosidade e o desejo de Breno sobre a bolinha.
Resolução do Problema: Como prova final, Dr. Pet jogou varias chaves no chão, bem na frente de Breno. O cão demonstrou que com todo este treino, sua compulsão por chaves diminuiu drasticamente, e com o passar do tempo estará totalmente transferida para a bolinha de tênis.
Resumão: A compulsão por um objeto tem de ser substituída por outro, de valor igual, porém menos prejudicial á saúde, uma vez que a compulsão não tem fim.
Breno trocou sua compulsão pelas chaves, que podem tanto machucá-lo, como prejudicar a rotina da família, pela bola de tênis, que além de ser uma brincadeira, não representa perigo algum.
E nos bastidores: Entre uma gravação e outra, Estopinha, sempre alegre, era a estrela do dia. Não podia dar um passo sem que fosse reconhecida e paparicada por todos na rua. Muitas vezes, era reconhecida antes mesmo de seu “pai”!
---
Texto: Isabel Sophie Habrich
Revisão e Edição Final: Alex Candido
Fotos: Denise Falck
---
Se você quer participar do quadro Dr. Pet, envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.
Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site www.caocidadao.com.br.



















