Posts com a tag "gatos"

Por Equipe Cão Cidadão

gato mudanca casa 1024x680 Como preparar o gato para a mudança de casa?

Os gatos são animais extremamente territoriais. Para se sentirem seguros, os bichanos precisam explorar e conhecer bem todo o território. Essa característica os torna muito mais sensíveis a uma mudança de residências. Alguns felinos podem ficar entocados, parar de se alimentar, ou até fugir.

Preparando o gato

A caixa de transporte é útil, segura e deixa o gato mais tranquilo durante o transporte. Caso seu gato já não esteja acostumado a usa-lá é hora de acostumá-lo! Os felinos, já por natureza, gostam de entrar dentro de tudo que se pareça com uma toca e você pode incentivar que ele comece a entrar sozinho e com mais frequência, colocando alimentos ou o catnip dentro dela. Inicialmente, mantenha sempre a porta aberta, depois feche por pequenos períodos. Nunca associe a caixa de transporte com broncas ou castigos.

Durante o período da mudança mantenha todos os objetos do bichano, não compre nada novo. A mesma cama, comedouro, bebedouro e brinquedos devem ir para a casa nova.

Uma semana antes da mudança, como precaução, diminua um pouco a quantidade de alimento oferecida ao felino, sem pular nenhuma refeição. Você também pode deixar a comida mais gostosa com alimentos úmidos próprios para gatos. Assim após a mudança ele estará mais estimulado a continuar comendo. Não troque a ração neste período.

Na casa nova

Ao chegar na nova residência, arrume um quarto tranquilo, que já esteja com os móveis no lugar e prepare o ambiente. Nele devem estar a cama e os demais utensílios e brinquedos, inclusive a caixa higiênica com o granulado com que o seu gato está acostumado. Coloque a cama, água e comida de um lado do quarto e a caixa sanitária do lado oposto, distante da cama.

O bichano deve ser colocado nesse ambiente por alguns dias junto com a caixa de transporte. Não o force a sair dela e não tire a caixa do quarto, mesmo depois que o gato tenha saído, pois alguns gatos se sentem mais protegidos dentro dela.

Quando ele estiver adaptado, aos poucos, pode ter o acesso liberado para o restante da casa. Os sinais de que o felino não está estressado e que essa liberação pode começar a ser feita são comer e brincar. Porém, nos primeiros dias fique atento e observe também se ele bebe água, urina e evacua normalmente.

Cuidado com as fugas

Durante o período inicial após a mudança, o gato pode querer fugir, na tentativa de voltar para o antigo território. Por isso, não deixe que ele tenha acesso à rua, tome cuidado com portas e janelas, até que ele se acostume com a nova residência. Coloque nele uma coleira com identificação e telefone.

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Texto: Claudia Terzian (Adestradora Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Dúvidas sobre o caso do seu bichinho? Então envie um e-mail para doutorpet@caocidadao.com.br.

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Por Alexandre Rossi

ccz campanha 1024x682 CCZ de São Paulo realiza evento de adoção neste sábado

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje passei pra dar um recadinho bem bacana pra quem mora em São Paulo. O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo, o CCZ, vai promover sábado agora, dia 24, das 10h às 16h, um evento especial: Adoção Sem Preconceito. O objetivo é oferecer um novo lar a mais de cem cães e 40 gatos idosos e deficientes. Os animais já estão vermifugados, castrados e vacinados.

Quem tiver pensando em adotar um novo amigo não pode perder esta oportunidade! O CCZ fica na Rua Santa Eulália, 86, no bairro de Santana, na capital paulista.

Quem quiser saber mais sobre as feiras de adoção que eles realizam, é só acessar: www.prefeitura.sp.gov.br/zoonoses

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Por Equipe Cão Cidadão

No método Adestramento Inteligente, criado e desenvolvido por Alexandre Rossi, o uso do clicker é super importante. Para você que quer saber mais sobre adestramento, o consultor comportamental da Cão Cidadão Ricardo Mazzaro preparou um vídeo especial explicando tudo sobre o clicker. Confiram:

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Por Equipe Cão Cidadão

agressividade felina 2 1024x680 Dica Pet: Como lidar com a agressividade felina?

Educação e prevenção

A educação do gatinho, ainda filhote, é a melhor forma de prevenir a agressividade e inclui socialização, treinos de obediência, limites e dessensibilização.

O filhote até dois meses, durante o período de socialização, estabelece com maior facilidade as relações sociais. Aproveitamos esta fase para ensiná-lo a conviver com outros gatos, cães e pessoas. A obediência e os limites ajudam que ele entenda o que é e o que não é permitido. E, finalmente, a dessensibilização, consiste em acostumar o gatinho a ser manipulado, contido, a sair de casa, a tomar banho, a cortar as unhas, etc.

Embora seja mais fácil educar um filhote, os treinos também funcionam com gatos adultos, melhorando muito a convivência dele com as pessoas da casa.

A castração dos machos também auxilia na diminuição da agressividade, tornando-os mais tolerantes à presença de outros gatos, principalmente outros machos.

A maioria dos bichanos sinaliza quando estão irritados, antes do ataque propriamente dito. Ficar atento a estes sinais pode ajudar a identificar as situações que desencadeiam a agressão e a evitá-las. Estes sinais incluem: abanar o rabo bruscamente, vocalizações como rosnados ou sibilos, colocar as orelhas para trás e dar pequenos tapas com as unhas das patas retraídas.

Não se deve tentar acalmar, nem punir o felino quando identificamos estes sinais. Apenas o ataque deve ser punido fazendo com que ele falhe, ou seja imediatamente interrompido.

Punições

Os bichanos não devem ser repreendidos com broncas diretas, em que o dono olha ou conversa com o animal. Elas podem ter o efeito contrário, aumentando a agressividade do gato ou fazendo com que ele passe a evitar o dono.

Uma boa forma de dar uma bronca num gato, é usando um borrifador de água, direcionando o jato de água para a cara do animal. Ao dar uma bronca, evite olhar para o gato, movimentar o corpo, ou falar com ele. Se um felino se esfrega nas pernas do dono pedindo comida e ataca quando é ignorado, a bronca deve ser dada quando ele se esfrega nas pernas e não depois que ele atacou. Pedir comida miando e se esfregando nas pernas é o comportamento que precede o ataque, e que deve ser inibido. Alimente o gato agressivo em horários pré- definidos e não quando ele pede.

Evite situações que favoreçam o ataque

Alguns bichanos pedem carinho, mas quando são acariciados, logo ficam irritados e atacam. Para que isso não aconteça, a carícia deve durar um tempo pequeno, terminando antes que o gato fique irritado. Recompense-o sempre que ele não atacar.

O mesmo raciocínio serve para os felinos que não gostam de colo e ficam agressivos nesta situação. Quando pegar o gato solte-o antes que ele comece a reclamar e recompense-o.

Evite brincar com o bichano usando as mãos, para que elas não sejam um possível alvo de ataque. Brinque usando fitas, bolinhas ou laser, direcionando o ataque para estes objetos.

Nas situações onde o gato se sente assustado e fica entocado, não tente tirar o animal à força do seu esconderijo. Respeite o medo e a necessidade que ele tem de se esconder, espere que ele se sinta mais seguro e saia sozinho.
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Texto: Claudia Terzian (Adestradora e Consultora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Alexandre Rossi

gato arranhador 1024x682 Dica Pet: como encontrar o arranhador ideal para o gato?

Para não errar na hora de escolher um arranhador para o seu bichano, observe as preferências e necessidades dele. No começo, disponibilize mais de um tipo para o felino e veja qual ele gosta mais. Teste arranhadores de vários materiais: madeira, corda, carpete e papelão.

É importante saber que alguns felinos curtem mais arranhar superfícies verticais do que horizontais, enquanto outros preferem variar. Outra dica importante: quase todos os gatos gostam de arranhar objetos bem firmes. Portanto, escolha arranhadores grandes ou que possam ser fixados em algum lugar da casa.

Quando você encontrar o modelo que mais agrada o bichano, substitua aos poucos os tipos que ele não usa por aqueles que mais curte. Lembrando que, os arranhadores são um ótima pedida para evitar que o gato arranhe os móveis da casa.

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Texto: Alexandre Rossi
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

gato arranha moveis 1024x768 Como evitar a destruição dos móveis

Sofás, poltronas e cortinas desfiados, rasgados ou furados pelas unhas dos gatos são a principal queixa de comportamento dos proprietários de gatos.

Entendendo o problema

Os gatos têm a necessidade de arranhar superfícies por dois motivos principais. O primeiro é para ajudar na manutenção das garras eliminando as camadas laterais externas das unhas que vão se soltando.

O segundo é a demarcação do território. O gato ao arranhar as superfícies, deixa marcas visuais que são uma forma de informar aos outros gatos, que aquele local tem dono. Além disso, ao esfregar os coxins das patas durante a arranhadura o gato libera um ferormônio, um odor que é exalado pelo animal e interfere no comportamento dos outros gatos.

As cortinas também são destruídas quando o gato tenta subir em algum móvel, ou janela, usando a cortina como “escada”. Os gatos gostam muito de olhar seu território de locais onde podem ver uma área mais ampla.

Resolvendo o problema

Estes comportamentos são importantes para os felinos, por isso não se deve tentar eliminá-los com broncas. Uma solução melhor, é fazer com que estes comportamentos possam ser manifestados, sem que a casa seja destruída.

Enriquecendo o ambiente

Normalmente os gatos arranham principalmente os móveis próximos aos locais de descanso, as portas de entrada, ou as divisórias entre os ambientes. Nestes locais devem ser colocados arranhadores e seu uso deve ser estimulado, com uma recompensa cada vez que o gato se aproxima ou usa o arranhador.

Os arranhadores podem ser comprados em lojas, ou ser objetos que os gatos gostem de arranhar, como caixas de papelão ou pedaços de carpete fixados no chão ou na parede.

Nos locais onde queremos inibir este comportamento, como os braços das poltronas, podem ser fixadas fitas dupla face que tornem desagradável o contato das patas com o móvel.

Instale prateleiras ou brinquedos com plataformas altas onde o gato possa subir, e coloque pelo menos um junto a janela, facilitando o acesso. Use várias faixas de fita dupla face presas ao redor da cortina, par impedir que o gato a arranhe ou suba por ela.

Outras formas de destruição

São menos comuns e incluem mastigação e ingestão de objetos como tecidos, barbantes, pedaços de borracha, látex, plantas ou fios elétricos.

O tratamento também envolve o enriquecimento do ambiente, para que o gato se entretenha com brinquedos, que ele possa perseguir e morder, com caixas vazias, prateleiras ou procurando petiscos escondidos. Pode também ser associado o uso de um spray amargo nos objetos que ele não deve mastigar.

Os casos mais graves podem exigir o uso de medicamentos no tratamento, que deve ser orientado por um especialista em comportamento.

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Texto: Claudia Terzian (Adestradora Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Alexandre Rossi

Esse Pet Show chegou do outro lado do mundo. O Marcos e a Elisa vivem no Japão e mandaram alguns vídeos do seu gatinho Gary! E além de muito bem adestrado, o Gary também é um excelente ator! =)

Confiram os vídeos!

E não se esqueça de mandar o vídeo do seu bichinho também! Envie o link do YouTube ou o próprio arquivo do vídeo para petshow@caocidadao.com.br. Semana quem vem, coloco mais um novo vídeo dos internautas aqui no blog!

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