Posts com a tag "problemas comportamentais"

Por Equipe Cão Cidadão

evitar brigas gatos Mantendo a paz entre os gatos

Quanto maior o número de gatos que moram juntos numa mesma casa, maiores as chances de surgirem brigas. O controle do território e a competição pelos recursos como água e alimento são alguns dos principais fatores que podem favorecer as disputas entre os felinos.

As relações de amizade entre os gatos não são constantes – um bichano que era bem aceito no grupo pode passar a ser hostilizado, principalmente depois de um banho ou uma ida ao veterinário, por voltar com um cheiro diferente... Assim como um gato que era atacado pode passar a ser tolerado, se o agressor achar que será difícil expulsar seu “rival”.

A castração

As brigas são mais comuns entre machos não castrados, embora possam fêmeas e animais castrados também possam ser agressivos.

A castração dos animais é muito recomendada por diminuir a agressividade, as disputas por parceiros sexuais e controle do território.

Os recursos e o ambiente

A disposição das vasilhas de ração e água, camas, caixas higiênicas, arranhadores e brinquedos no ambiente, deve ser feita de modo que, nenhum dos felinos possa ter o controle visual de nenhum destes recursos ao mesmo tempo.

Uma dica bacana é que a casa tenha várias fontes de água e os bichanos que não se toleram sejam alimentados separadamente, evitando disputas.

O número de caixas de areia, que devem estar espalhadas distantes umas das outras, deve ser um a mais do que o número de gatos na casa. Assim para 5 gatos devemos ter 6 caixas de areia. Isso porque, um gato mais tímido pode sentir-se intimidado com a presença de outro gato e deixar de usar o banheirinho.

Ferormônios

Ferormônios são odores produzidos por animais que podem influenciar seu comportamento. O F3 (feliway) e o F4 (felifriend) já são sintetizadas artificialmente. São utilizados na forma de aerossóis ou difusores elétricos. Seu principal efeito nos gatos é reduzir o estresse. Em alguns casos, podem ajudar a diminuir a agressividade.

Associações positivas

Outra dica legal é promover a amizade entre os felinos através de associações positivas quando o agressor estiver na presença do bichano atacado, como receber carinho, participar de brincadeiras, ou ganhar algum petisco do qual ele goste muito. Ambos vão associar a presença uma do doutro a coisas legais e tendem a parar com a implicância.

E não tenha pressa forçando as aproximações! Gatos estressados não aceitam alimento e podem até atacar quem está por perto! Nestes casos, reprima sempre as investidas do agressor, com um borrifador ou jato de ar, fazendo com que ele falhe, até que ele desista de atacar.

Texto: Cláudia Terzian (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

gato estressado O que pode causar estresse nos gatos?

Andar de carro, ir ao veterinário, ser contido para cortar as unhas, tomar banho, escovar o pelo, ou mesmo a chegada de visitas... Todas estas são situações típicas do dia-a-dia, mas que costumam deixar os gatos muito estressados.

Socialização

O primeiro passo para que estas situações não se tornem um problema é a socialização, que deve acontecer quando o animal ainda é filhote, entre três e sete semanas de idade. Apresente ao filhote, pessoas, outros animais, barulhos, faça passeios, sempre associando estas interações com alguma recompensa para o gato, seja uma brincadeira, carinho ou um petisco. Acostume o bichano a andar de carro. Tome sempre com muito cuidado para que o felino não tenha nenhum susto ou desconforto. Assim, conforme ele for crescendo estas situações não serão tão assustadoras.

Nos gatos já adultos o processo é mais lento, mas também é possível fazer esse treino, como uma forma de dessensibilização destes momentos com o bichano.

Uso da caixa de transporte

O treino para o uso da caixa de transporte também é muito útil, para quando os gatos precisarem ser transportados. Esse treinamento deve ser iniciado dentro de casa, com a caixa com a porta aberta, e sempre associada a recompensas. A caixa nunca deve ser usada como um castigo para o animal não criar nenhum trauma de entrar nela.

Acostumar o gato à caixa traz também outras vantagens, pois além do transporte, quando o felino estiver em um lugar estranho, a caixa se torna um local de refúgio para onde o bichano pode correr e se sentir seguro e protegido.

Medo de visitas

E para muitos gatos a simples chegada de uma visita já é motivo para se esconder. Ao expor seu gato a situações novas respeite os limites do animal. Se ele se esconde com a chegada de uma visita, não tente tirá-lo a força do seu esconderijo. Se um felino demonstrar agressividade ao ser pego no colo, procure soltá-lo rapidamente, antes que ele fique agressivo.

Evite também dar broncas muito diretas, que podem piorar os quadros de medo e de agressividade.

E lembre-se sempre de premiar o gato quando que ele se comportar bem.

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Texto: Cláudia Terzian (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

Pasquale Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!

O Pasquale é um lindo Papagaio do Congo que convive há três meses com o dono, Rochester Salatino, e várias outras pessoas. A intenção do dono é que o Pasquale se torne mais dócil e de fácil manejo, acostumado com pessoas, inclusive crianças pequenas.

Mas não é esta a realidade que Rochester vem enfrentando, já que o papagaio sempre acaba dando doloridas bicadas em todos que tentam chegar perto dele...

O motivo das bicadas

A explicação para o comportamento do Pasquale é simples, como bem salientou o Dr. Pet quando de seu primeiro encontro com Rochester: aves em geral são bastante sensíveis, e especificamente os papagaios usam o bico para “testar” a firmeza do local onde vão pisar. Ora, se a mão ou dedo de uma pessoa que tenta pegá-lo mostra-se instável, ele bica ainda mais forte e o comportamento vai sendo cada vez mais reforçado!PasqualeII Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!
Técnica do terromoto e uso da luva

E a técnica para conter este comportamento é bastante simples: basta mostrar à ave que o local onde ela está pisando é ainda mais instável que o dedo da pessoa! E como fazer isso? Inicialmente, utilizando um poleiro onde a ave estará inicialmente, que deve ser girado rapidamente cada vez que o papagaio hesitar ou tentar bicar as pessoas. Assim, concluirá que o dedo da pessoa é uma superfície segura, onde se sentirá bem.

PasqualeIII Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!

Mas uma questão foi muito bem notada, após alguns treinos, inclusive com crianças: se a pessoa fica com medo de ser bicada e tira a mão ao ser tocada com o bico, de nada adiantará o treinamento, pois Pasquale continuará achando que conseguir “afastar o perigo” com o bico.

Por este motivo, Dr. Pet também sugeriu a utilização de uma luva de material grosso (também pode ser uma luva de falcoaria), para manuseio do Pasquale, já que tal utensílio dá mais segurança àqueles que manuseiam o papagaio.

Teste Final

Após uma semana de treinos bem divertidos com Pasquale, o Dr. Pet voltou para verificar como a linda ave estava se comportando.

E qual não foi sua surpresa ao constatar que Rochester estava conseguindo até fazer carinhos na cabeça de Pasquale, sem qualquer sinal de receio por parte deste! Além disso, pegá-lo estava, realmente, muito mais fácil, pois o papagaio não mais se mostrava tão receoso diante das mãos que o manuseavam.

E várias crianças foram convocadas para interagir com Pasquale, que se mostrou muito receptivo, até porque acabava ganhando apetitosos petiscos de seus novos amigos! E o melhor: não mostrou-se inseguro em nenhum momento, não tentando bicar qualquer das crianças!

PasqualeV Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!

A nota do Dr. Pet para o desempenho do Pasquale não poderia ser outra: um gratificante 10!!

Resumão

Papagaios devem ser manuseados com bastante cuidado, pois são sensíveis e podem tornar-se medrosos. Bicam tudo antes de pisar, para verificar se a superfície é firme. Assim, acabam bicando as mãos das pessoas.
Para evitar bicadas doloridas, indica-se a utilização da “técnica do terremoto”, onde o local onde a ave está é balançado, para que ela seja encorajada a ir para o outro local.

Luvas grossas ajudam o treino, pois permitem que as pessoas sintam-se mais seguras, ao saber que não serão machucadas graças a esta proteção.

Nunca é demais lembrar que animais silvestres, exóticos ou selvagens só podem ser adquiridos com a devida autorização do IBAMA e devem ser mantidos e tratados com o zelo e cuidados adequados à espécie.

Enquanto isso: nos bastidores....

Durante as gravações deste episódio, várias pessoas, especialmente no início do treinamento  – inclusive o próprio Dr. Pet – acabaram tomando algumas bicadas do desconfiado Pasquale!

PasqualeVI Pasquale, o papagaio que não cansa de bicar!

A Estopinha, dedicada ajudante do Dr. Pet, não resistiu à tentação e, ao ser solicitada a levar um poleiro para o “pai” utilizar, acabou desviando do caminho para ir brincar com vários “amigos caninos” que a observavam atrás de uma cerca!

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Texto: Cassia R. C. dos Santos
Fotos: Denise Falck
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

Certamente você já conheceu alguém que se comporta de forma esquisita. Mas manias estranhas, muitas vezes maluquinhas, não são exclusividade somente dos seres humanos. Sarah, uma SRD de quatro anos, é um exemplo de que no mundo animal também existe muitas maluquices, como vocês puderam ver no último caso do Dr. Pet.

DSC01140 O caso da Sarah

Tomar banho, ser enxugada e escovada e até mesmo receber alguns afagos podem ser o motivo para Sarah atacar a si mesma!

A qualquer tentativa de manipulação, a cachorra reage mordendo o rabo e as patas, machucando-se muitas vezes. Situação que deixava sua dona Raquel bastante preocupada e frustrada também.

“Sou veterinária e não consigo tocar e muito menos examinar minha própria cachorra”, lamenta a proprietária. “A Sarah fez alguns exames que comprovaram que ela tem um pequeno problema neurológico. Mas não quero usar apenas medicamentos no tratamento dela. Na verdade queria reduzir ao máximo o uso de remédios, porque sei que isso diminui o tempo de vida da minha cachorra. Já tentei muitas coisas, mas sem resultados. Por isso procurei a ajuda do Dr. Pet”, explica Raquel.

E será que ele vai conseguir ajudar Raquel e Sarah?

Primeiro desafio

Antes de começar sua consulta, Dr. Pet explica a Raquel que a terapia comportamental não deveria substituir o uso de remédios, mas sim funcionar como uma aliada no tratamento.

Como primeira tarefa para conter esses ataques repentinos de Sarah, Dr. Pet ensinou Raquel a dessensibilizar o toque. Como?

Com ajuda de um suporte que podia ser regulado em vários níveis de altura, Raquel alimentava Sarah levantando a cadelinha. O objetivo desse exercício é recompensar Sarah toda vez que ela permitisse ser tocada. Ou seja, sempre que levantada, a cachorra encontrava um gostoso petisco em cima do suporte que era colocado cada vez mais alto.

DSC01269 O caso da Sarah
Segunda parte do treino

A primeira parte do treino teve resultados muito bons, mas Sarah às vezes ainda implicava com as tentativas de tocá-la. Para reforçar o controle de Raquel sobre a cachorra, Dr. Pet ensina como dar algumas broncas para conter qualquer sinal de agressividade.

Para isso foram usadas a guia e uma lata bem barulhenta. Todas as vezes que Sarah dava sinais, mesmo que pequenos como uma simples rosnadinha, de que iria se atacar ao ser manipulada, Raquel puxava sua guia ou mesmo chacoalhava uma lata com moedas ou parafusos, por exemplo. Ambas situações causam incômodo e, principalmente a lata, um susto que inibem um comportamento errado dos cães. No caso da Sarah, a agressividade.

É hora do banho!

Depois de muito tempo Raquel enfim conseguiu dar um bom banho em Sarah. Com ajuda do Dr. Pet, a veterinária conseguiu lavar, esfregar, enxugar e até usar o secador na cachorrinha! Sem nenhum ataque repentino, Sarah se mostrou super comportada e ficou muito limpinha e perfumada.

DSC01472 O caso da Sarah
Final feliz

Banho, exames, carinho. Agora Raquel está feliz da vida por poder tocar e manipular sua cachorrinha à vontade.

Com esta história aprendemos como a terapia comportamental pode ajudar muito, mesmo em casos que exigem o uso de medicamentos.

Aprendemos também como foi importante a persistência da dona de Sarah em procurar outras alternativas para seu tratamento, sem nenhum preconceito com novas possibilidades para garantir muita qualidade de vida para sua companheira.

De olhos nos bastidores

Não foi só o Dr. Pet que ajudou no banho da Sarah, não. Estopinha também entrou em cena carregando os acessórios da prova final.

DSC01129 O caso da Sarah



Texto: Tarsis Ramão
Fotos: Denise Falck
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Veja mais:

+ Curiosidades Pet: Os animais também têm depressão?

+ Dr. Pet: Sarah e a compulsão

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Por Equipe Cão Cidadão

Quem não pode acompanhar ontem o caso da Sarah exibido no Domingo Especatular, pode assistir aqui no Blog do Dr. Pet:

A Sarah é uma SRD que sofre de uma compulsão de causa neurológica. Mas com o auxílio do Dr. Pet e suas dicas, o comportamento da Sarah melhorou bastante, mostrando que a terapia comportamental também pode ajudar neste tipo de caso, associada ao tratamento médico.

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Veja mais:

+ Dr. Pet ajuda cadelinha que tenta morder o próprio rabo

+ Uma Thurman leva cachorros para passear com estilo

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Quem olha para esse cãozinho bonachão nem acredita como era seu comportamento antes da visita do Dr Pet. Rocky, um bulldog inglês bem nervosinho, por muito tempo foi o terror das visitas de sua família. Para tirar esse peludo do sério não precisava muito não. Era só tocar a campainha e pronto: Rocky começava a latir e ficava ao lado da porta para garantir aos “intrusos” uma recepção nada agradável.

A amiga da família, Roseli, que o diga! Ela sempre foi um dos alvos prediletos do bulldog. Mas, pior que a “má-criação” do Rocky, era o comportamento de seus donos, que muitas vezes encaravam os ataques do cão como brincadeira.

DSC00885 300x225 Rocky, o ciumento


Dicas do Dr. Pet

Para conter a agressividade de Rocky, uma das técnicas usadas foi a da “Guia na Cintura”. Como o próprio Dr. Pet explicou durante no episódio, a guia colocada nessa parte do corpo do cão gera um incômodo ao animal e, quando damos um “tranco”, fica mais fácil impedi-lo de fazer algo errado. Essa dica costuma ser uma bronca muito eficiente para maioria dos cães, funcionando bem na hora de contê-los.

A guia certa!

Importante: para realizar essa treino, devemos utilizar uma guia de couro ou de náilon. Não use guias de metal, pois podem beliscar a barriga do cachorro e machucá-lo! Para saber mais sobre as técnicas que o Dr. Pet usou para domar essa ferinha, assista ao episódio completo aqui no blog!

Teste Final

Para saber se Rocky realmente aprendeu as lições, Dr. Pet e Roseli foram à casa dos donos do bulldog para um gostoso café da manhã. E não é que o cãozinho se saiu super bem? Nada de latidos ou tentativas de ataque para recepcionar os convidados.

DSC01104 300x225 Rocky, o ciumento


Resumão

Depois de todo esse treino, Rocky é um cão: comportado e amigável! Agora toda a família, que levou a sério o treinamento, pode receber muitos convidados sem nenhum problema. Roseli, antes a vítima predileta de Rocky, ficou muito feliz com a mudança do bichinho. Hoje os dois vivem em perfeita harmonia e a amiga da família fez até um agradecimento muito emocionado ao Dr Pet e sua equipe.

Muito mais que mudar o comportamento do seu cão, nesse episódio os donos de Rocky aprenderam a mudar suas próprias atitudes e entenderam que a agressividade do seu animal de estimação não era brincadeira e podia fazer com que suas visitas, ou mesmo alguém da família, levassem umas boas mordidas.

Por trás das câmeras

Durante as gravações, a galera da Praia Grande não perdeu tempo e foi prestigiar toda a equipe do Dr. Pet. Em meio a fotos e autógrafos, Alexandre Rossi, o Dr Pet, e Estopinha, sua fiel companheira, fizeram o maior sucesso, principalmente com a garotada.

DSC01056 300x225 Rocky, o ciumento

Entre uma filmagem e outra, o adestrador e sua cachorrinha também puderam aproveitar a visita ao litoral e curtir um gostoso passeio na praia.

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Texto: Tarsis Ramão
Revisão: Alex Candido e Caroline Zerbato
Fotos: Denise Falck
Edição Final: Alex Candido

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Por Equipe Cão Cidadão

filhote choro Dicas Pet: meu filhote sempre chora durante a noite. O que devo fazer?

Essa é uma pergunta que temos recebido muito nos comentários aqui do blog. Diante deste problema, o certo é não perder a paciência, pois é super normal de acontecer. O filhote chora porque sente falta da mãe e dos irmãos. Então, para acostumá-lo gradualmente a ficar sozinho, o ideal é dar um pano com o cheiro da mãe com o qual ele deve dormir. Manter um som baixo e constante vai fazer o cão lembrar da respiração materna e tende a acalmar o cachorrinho. Um simples relógio que faça "tic-tac" pode ajudar nesta tarefa. Além disso, providencie para o cão uma caminha bem confortável e brinque bastante com ele antes de dormir, para que ele fique bem cansado e pegue no sono mais facilmente.

Importante: se o cãozinho insistir em chorar, nunca vá até onde ele está! Se o dono for ver o cão toda vez que ele chorar, ele vai entender que chorando ele consegue a sua atenção e passará a usar essa tática sempre. O ideal é ter certeza de que o cão está bem antes de dormir e depois ignorar seus chamados.

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