Blog do Eduardo Marini

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3 Fev 18h01

Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do… Flamengo. Exportação de crise? Opine

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Observe as três fotos abaixo:

protesto camisa fla 1 efe Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? Opine EFE

 


protesto.camisa fla 3 Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? Opine EFE

protesto camisa fla 2 reuters Militantes de esquerda protestam em Buenos Aires contra presença do príncipe William nas Ilhas Malvinas. O mais irado deles usava uma camisa do... Flamengo. Exportação de crise? OpineReuters

 

 

Elas foram feitas agora há pouco, nesta terça-feira (3), em um protesto do grupo de esquerda argentino Quebracho contra a presença do príncipe William, da Grã-Bretanha, nas Ilhas Malvinas.

 

 

Localizado ao sul do Oceano Atlântico,  ao lado do território argentino, o arquipélago das Ilhas Malvinas, (chamadas de Falkland Islands pelos britânicos), são disputadas há mais de um século por argentinos e britânicos.

 

 

Atualmente, o arquipélago, com duas ilhas principais e dezenas de outras menores, é controlado pelos britânicos.

 

 

Em 1982, a Argentina desembarcou tropas nas ilhas e declarou guerra à Grã-Bretanha pela posse do arquipélago, mas foi derrotada pelos britânicos.

 

 

Apesar da derrota na guerra, os argentinos reivindicam até hoje a posse das Ilhas Malvinas.

 

 

 

No protesto pela visita de William às ilhas, os militantes do Quebracho lançaram bombas de tinta em agências de bancos de origem britânica em Buenos Aires nesta sexta-feira (3).

 

 

O detalhe curioso: o militante mais revoltado e ativo usava uma camisa número 11 do Flamengo.

 

 

Seria exportação de crise?

 

 

Ou só uma peça de ironia diante do agitado clima vivido pelo rubro-negro nos últimos dias.

 

 

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3 Fev 05h48

Advogado da família de uma jovem morta em desabamento do Rio suspeita que o uso de máquinas pesadas poucas horas após as quedas pode ter esmagado pessoas vivas sob os escombros

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desabamento centro do RIo mariana costa r7 26.01.2012 Advogado da família de uma jovem morta em desabamento do Rio suspeita que o uso de máquinas pesadas poucas horas após as quedas pode ter esmagado pessoas vivas sob os escombros Mariana Costa / R7

 

Leio reportagem bem feita, triste e preocupante sobre o desabamento dos três prédios no centro do Rio de Janeiro, feita por Jorge Lourenço e publicada na página do Jornal do Brasil na internet.

 

 

João Tancredo, advogado da família de Sabrina Prado, que morreu na tragédia ocorrida no dia 25 de janeiro, estuda a possibilidade de abrir processo na Justiça, por homicídio culposo, contra os responsáveis pelo resgate dos envolvidos.

 

 

Tancredo acredita que o uso de grandes escavadeiras e máquinas de remoção de entulhos pouco tempo depois da queda dos três edifícios, na ânsia de liberar o trânsito na área, pode ter esmagado corpos de pessoas ainda vivas embaixo dos escombros.

 

 

Disse o advogado ao repórter Lourenço, do JB:

 

- Precisamos estudar isso com cuidado, mas ficou nítido que, em vez de se priorizar de forma absoluta o trabalho de resgate, houve pressa para mostrar serviço e liberar as ruas do centro. Se ficar constatado que vítimas poderiam estar vivas quando eles começaram a usar máquinas pesadas, vamos acionar judicialmente o responsável pelo resgate, que pode responder por homicídio culposo.

 

 

A reportagem registra, inclusive com fotos, máquinas pesadas em ação nos  escombros apenas 12 horas depois dos desabamentos. É possível que esse intervalo seja ainda menor.

 

 

E lembra que, em casos recentes de tragédias envolvendo vítimas embaixo de escombros, pessoas foram encontradas com vida muito tempo depois dessas 12 horas.

 

 

No terremoto do Haiti, pessoas foram retiradas vivas até 11 dias após a tragédia. Em alguns prédios atingidos pela tsunami seguida de terremoto no Japão, em março de 2011, o mesmo ocorreu nove dias após a tragédia.

 

 

E mesmo no atentado contra as torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2011, uma pessoa foi retirada dos escombros um dia e quatro horas depois das quedas, apesar da quantidade absurda de entulho acumulada pelos dois prédios gigantescos.

 

 

A Secretaria Estadual de Defesa Civil disse ao repórter que a ordem de usar máquinas pesadas no resgate foi dada pelo Comando-Geral do Corpo de Bombeiros. A ação, afirma a secretaria, seguiu critérios técnicos em busca do salvamento do maior número de pessoas.

 

Pode ser – e eu não tenho conhecimento técnico anterior e nem informação atual para contestar essas afirmações da secretaria.

 

Não sei se poderia haver uma forma melhor de ação.

 

Em todo caso, olhando como leigo aquela operação nas primeiras horas e dias após o desabamento, confesso que fiquei várias vezes angustiado ao ver aquelas máquinas balançando e retirando grandes placas de escombros daquela maneira enquanto se dava conta de 25, 20, 15, dez ou cinco desaparecidos.

 

 

Ao menos duas pessoas próximas chegaram a comentar comigo terem nutrido sentimentos semelhantes.

 

 

Agora tenho certeza de que a angústia não era apenas nossa.

 

 

Por isso, essa suspeita de precipitação deve realmente ser apurada com rigor e verdade.

 

 

É muito grave e séria para ser enterrada sem esclarecimento junto com as vítimas da tragédia.

 

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2 Fev 19h25

Demissão de Vanderlei no Fla. Uma história com muita traição, amadorismo, má gestão, vaidade, primadonnismo periférico e muitos outros erros. Dos dois lados. Opine

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ronaldinho luxemburgo 450 Demissão de Vanderlei no Fla. Uma história com muita traição, amadorismo, má gestão, vaidade, primadonnismo periférico e muitos outros erros. Dos dois lados. Opine VipComm

Vanderlei Luxemburgo foi demitido há pouco, nesta quinta-feira (2), do comando técnico do Flamengo.

 

 

Com ele, deixam o clube o diretor executivo Luiz Augusto Veloso, o gerente de futebol Isaías Tinoco, o preparador físico Antônio Mello e o auxiliar Junior Lopes, filho do técnico Antônio Lopes.

 

 

Mais uma vez, uma decisão importante no Fla foi marcada pela fraqueza, pusilanimidade e incompetência da gestão do clube e, por outro lado, pela insensibilidade igualmente absoluta do demitido.

 

 

No meio disso tudo, demonstrações patéticas e desnecessárias de amadorismo, vaidade e primmadonismo periférico.

 

 

Vanderlei até não estaria errado no conceito de condenar o fato de Ronaldinho Gaúcho ter levado mulher para o hotel da concentração, se isso realmente ocorreu.

 

 

Mas, no restante deste caso e em todo o enfrentamento da diretoria, misturou insensibilidade com aparente inocência.

 

Nem parecia o macaco velho que viveu crises contra cobras criadas e com veneno em toda a sua carreira.

 

 

E que sabe que, ao menos enquanto não voltar a conquistar títulos importantes, voltando a fazer o passado virar presente, seu poder de fogo para bancar batidas de frente e vencê-las, sobretudo com dirigentes fortes e estrelas do porte de R10, é, em função desses desgastes recentes, limitado.

 

 

Se Vanderlei, naquele momento, vazou para a imprensa a informação de que R10 levou a mulher na concentração antes de negociar o que queria com a diretoria, jogou contra si.

 

 

Segundo: achar que Patrícia Amorim e a diretoria do Flamengo, esta em pé de guerra com ele, iriam queimar R10, que interessa ao clube em vários aspectos e não recebe a maior parte de seu pagamento há cinco meses, por uma questão até fácil de contornar como essa da mulher, dando poder ao técnico 0num momento em que não só o craque mas também várias pessoas no time o questionavam, foi de uma inocência quase comovente.

 

 

Depois de bater de frente com vários diretores e elencos em sua carreira, à custa de muitos desgastes, Vanderlei passou um ano no Flamengo tentando dar, ao clube à opinião pública, a sensação de que tinha se tornado uma pessoa mais tranquila, menos explosiva e sem disposição para embates.

 

 

Um profissional conformado em ser apenas técnico, sem poder para decidir e negociar contratações e a formação do elenco.

 

 

Todos sabiam que Vanderlei tinha apenas colocado o urso para hibernar.

 

 

No primeiro momento em que julgasse existir espaço político para reagir, ele acordaria o bicho e partiria para cima. É de sua natureza. Assim foi feito. E assim, mais uma vez, Vanderlei caiu.

 

 

Patrícia Amorim e seus cartolas agregados não ficaram atrás nos erros.

 

 

Sabiam que era da natureza de Vanderlei este tipo de comportamento e o contrataram mesmo assim.

 

 

Agora, vão pagar R$ 4 milhões de multa rescisória – um jogador dos bons – para ouvir o técnico meter o pau em Patrícia e sua turma por um bom tempo.

 

 

Antes, poderiam ter conversado de forma mais madura com o técnico para esfriar o clima.

 

 

A crise que o clube viveu ainda no período de preparação neste ano foi inaceitável.

 

 

A propósito, deve ser difícil pedir ausência de vaidade desnecessária nesta diretoria quando se vê a cena do sorridente diretor Michel Levy correndo para abraçar Vagner Love, em sua apresentação, como se naquela hora de suprema emoção a estrela necessitasse de uma única atitude nesta terra para aplacar tudo aquilo: um abraço do ... sorridente diretor Michel Levy. Constrangedor.vOs elogios anteriores e fartos da presidente não foram suficientes para conter o ímpeto. Muitos se lembraram de papagaios. E de piratas.

 

 

De qualquer forma, o Flamengo demitiu Vanderlei com requintes de tortura, sem esconder a sede de vingança.

 

 

Na quarta-feira (1º), antes da vitória de 2 a 0 sobre o boliviano Potosí, colocando o clube de vez na Libertadores deste ano, os cartolas deixaram vazar que tinham convidado Joel Santana e dado essa informação aos jogadores.

 

 

A mudança vazada antes do jogo seria uma forma de dar um gás extra a R10 e a outros jogadores em conflito com Vanderlei.

 

 

Quando a notícia caiu nos veículos de comunicação, Patrícia desmentiu tudo, ao vivo e de forma aparentemente segura, na rádio Tupi do Rio de Janeiro. Disse:

 

 

- Venho a público desmentir esta notícia. Ele vai dirigir o time hoje, temos jogo na sexta, no domingo. Não há nada que diga que o treinador não é do Flamengo, não.

 

 

Com a declaração da presidente, a vitória de 2 a 0 sobre o Potosí e a classificação, Luxemburgo trocou o desabafo que prometia por uma entrevista pacificadora, suave até, elogiando todo mundo mas deixando claro que não iria pedir demissão. E, com ela, abrir mão dos R$ 4 milhões da multa.

 

 

Deixou o estádio confiante, perguntando aos jornalistas no elevador se tinha se saído bem (mas com a certeza interna absoluta de que sim) e deve ter dormido com tranquilidade.

 

 

Nesta quinta-feira (2), chegou às 16h05 ao centro de treinamento do Flamengo, no Ninho do Urubu, Zona Oeste do Rio, sem ser comunicado oficialmente de que sua demissão tinha sido decidida em uma reunião de Patrícia com os diretores que durou toda a manhã.

 

 

Por celular, soube que a degola tinha sido anunciada na imprensa exatos 52 minutos antes.

 

 

E com requintes de soberba crueldade.

 

Vazada por seus inimigos dirigentes dentro do Fla, a informação do rodo encontrou primeiro justamente o jornalista Renato Maurício Prado, de O Globo, outro desafeto do técnico. Prado publicou a demissão em primeira mão, em seu blog, precisamente às 15h13.

 

 

Vanderlei desligou o celular, pegou o carro e deixou o Ninho apressado, com uma leve cantada de pneus.

 

 

Não se despediu dos jogadores.

 

 

Nesta briga em que todos erraram desde o início, o final não poderia ser mesmo livre de muita maldade.

 

O próximo técnico do clube deverá ser Joel Santana, ao lado do preparador físico Ronaldo Torres e dos auxiliares Marcelo Salles, braço direito de Andrade na conquista do Brasileirão de 2009, e Mauricio Albuquerque.

 

 

Paulo Angione, atual supervisor do Bahia, deverá assumir as funções de Tinoco e Veloso.

 

 

E para você, quem foi o pior nesta história¿

 

 

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1 Fev 22h53

Pesquisa mostra que 14% dos estudantes do ensino médio público do Estado do Rio não leram um único livro nos últimos cinco anos. A situação no resto do País não deve ser diferente…

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O livro em branco Pesquisa mostra que 14% dos estudantes do ensino médio público do Estado do Rio não leram um único livro nos últimos cinco anos. A situação no resto do País não deve ser diferente...

Uma pesquisa feita a pedido da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, com 4 mil alunos de Ensino Médio da rede pública fluminense, revelou dados preocupantes.

 

 

Alguns deles:

 

 

* 14% dos alunos não leram um único livro nos últimos cinco anos.

 

 

* 11% leram apenas um e 26%, dois ou três.

 

 

* 93% dos pesquisados possuem celular e 78% têm computador.

 

 

E o pior é que este retrato, sobretudo em relação à baixa leitura de livros, deve ser mais ou menos o mesmo em todo o ensino médio público brasileiro.

 

 

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31 Jan 20h34

Governo do Sergipe desiste de processar Rita Lee. Melhor assim. Rita passou do tom. Déda foi grosseiro no lance da rebeldia de butique. Que o bom senso e o fim da história vençam os dois

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rita lee daia olivier r7 Governo do Sergipe desiste de processar Rita Lee. Melhor assim. Rita passou do tom. Déda foi grosseiro no lance da rebeldia de butique. Que o bom senso e o fim da história vençam os doisDaia Olivier / R7

 

O governo do Sergipe desistiu de abrir processo contra Rita Lee em que pediria a devolução do cachê pago à cantora e compositora por um show realizado no sábado (28).

 

 

 

Durante a apresentação, feita em uma praia da região metropolitana da capital do estado, Aracaju, a cantora reclamou de policiais que revistavam seus fãs.

 

 

Rita, que se despede dos palcos aos 64 anos por “fragilidade física”, iniciou seu protesto assim:

 

 

- O que vocês querem encontrar? Se querem achar um baseadinho (cigarro de maconha), vão achar. Se querem encontrar alegria, vão achar também.

 

 

Depois, sugeriu aos policiais que “fumassem um baseadinho” e mandassem o chefe que ordenou a missão “para a p... que o p...”

 

 

Ao final da apresentação, a cantora foi levada a uma unidade de polícia do estado para tomar conhecimento do registro de uma ocorrência contra ela por “desacato” e “apologia ao crime ou ao criminoso”, crimes previstos no artigo 287 do Código Penal.

 

 

Na noite do show, o governador do Sergipe, Marcelo Déda (PT), recebeu os policiais após o show.

 

 

Declarou que eles atuaram com correção e equilíbrio e qualificou a atitude de Rita Lee de “rebeldia de butique”.

 

 

Acrescentou que a cantora teria se comportado daquela forma “para cultivar a lenda e vender aos meninos (os fãs presentes) uma atitude artificial”.

 

 

E concluiu:

 

 

- Ela queria uma foto de primeira página, algemada como mártir.

 

 

 

Com a desistência do processo, a lucidez decidiu, finalmente, pairar sobre este caso.

 

 

 

Déda, seu governo e Rita Lee devem mesmo fazer o possível, cada um a seu jeito e com suas possibilidades, para que se esqueça o mais rápido possível essa parte triste e cafona da anuciada última apresentação da roqueira em um palco.

 

 

Um filme queimado protagonizado pelas duas partes, diga-se de passagem.

 

 

 

Rita Lee e Marcelo Déda passaram do limite.

 

 

Os xingamentos da cantora foram desnecessários.

 

 

Com sua força, autidade e peso artístico, ela poderia ter feito um protesto sem essas agressões.

 

 

Em termos mais leves, sobretudo diante de trabalhadores que cumprem ordens dentro de uma hierarquia de polícia militar, ele, o protesto de Rita, soaria mais maduro.

 

 

E o que realmente importaria: mais efetivo em relação ao objetivo pretendido.

 

 

Marcelo Déda  - em última instância o contratante do show, lembre-se de passagem - foi grosseiro ao afirmar que Rita Lee exerceu uma “rebeldia de butique”.

 

E também de supor que a roqueira teria dito o que disse, da forma que disse, para conquistar manchetes e holofotes.

 

 

De todos os envolvidos nessa história, não consigo imaginar que Rita Lee seja exatamente a pessoa a necessitar de recursos desse tipo para aparecer em veículos de comunicação.

 

 

Diante do fato de que o próprio governo do Sergipe – Marcelo Déda, em última instância – escolheu e pagou para oferecer o talento de Rita a seus conterrâneos, as palavras de Déda assumem ares ainda mais, vamos combinar de dizer assim, inusitados.

 

 

Os policiais não erraram. Como militares, cumpriram, é certo, ordens superiores.

 

 

Mas o comando errou, sim.

 

Não por procurar supostos traficantes, e sim pelo exagero operacional de partir para cima dos fãs em hora inoportuna, com a música rolando no auge da apresentação, quando poderiam ter feito isso com muito mais calma e eficiência antes do início da apresentação.

 

 

Uma busca deselegante e deseducada de pelo em ovo num show que, marcando a despedida dos palcos de um dos maiores ícones da música brasileira, tinha tudo para ser uma festa de recordações bonitas e sem constrangimentos.

 

 

Essa história só tem vilões fora do tom.

 

 

Por isso, para bem de todos e o triunfo do bom senso, deve ser enterrada o mais rápido possível.

 

 

Depois do estouro de limite de Rita Lee, do exagero da polícia e das declarações infelizes de Déda, o governo do simpático e amado povo do Sergipe ao menos ganhou um ponto com a desistência deste processo que se transformaria em pirraça oficial – e, porque não, em busca de holofote.

 

 

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30 Jan 06h00

Da série Imagem é Tudo: R$ 36 milhões de faturamento anual, 17º jogador mais desejado do mundo para marketing e 3,2 milhões de seguidores no Twitter. Isso é… Neymar, claro. Opine

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neymar close menino RICARDO SAIBUN Gazeta Press Da série Imagem é Tudo: R$ 36 milhões de faturamento anual, 17º jogador mais desejado do mundo para marketing e 3,2 milhões de seguidores no Twitter. Isso é... Neymar, claro. OpineRicardo Saibun/Gazeta Press

 

Reportagem bem apurada e escrita por Carol Knoploch para o caderno de esportes de O Globo deste domingo (29) traz dados, números e estatísticas interessantes sobre o craque Neymar.

 

 

Vamos a alguns deles:

 

 

* R$ 36 milhões de faturamento anual com salários e contratos de publicidade e marketing.

 

 

* Desses 36 milhões, ou R$ 3 milhões mensais, o Santos paga R$ 350 mil a cada mês, de salário. O restante (e que restante...) vem dos contratos de marketing e publicidade.

 

 

 

* Dos contratos firmados após a renovação de Neymar, no ano passado, o jogador fica com 90%  e o clube com os 10% restantes.

 

 

 

* 3,2 milhões de seguidores no Twitter.

 

 

* 17ª lugar na lista dos atletas mais desejados por empresas para contratos de publicidade e marketing em todo o mundo, em ranking feito pela revista britânica SportsPro.

 

 

 

* Contratos de publicidade ou de marketing firmados atualmente com dez grupos empresariais.

 

 

* Jogador mais querido do Brasil, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, de acordo com pesquisa do grupo Sport+Markt.  Neymar teve 25,9% das preferências e Ronaldinho Gaúcho, 25,9%.

 

 

* A marca Neymar é avaliada em R$ 122 milhões pela empresa de consultoria Pluri (a sexta do mundo do futebol atual, com a do argentino Lionel Messi, cotada a R$ 244 milhões, em primeiro).

 

 

* E em R$ 300 milhões por outra consultoria, a BDO.

 

 

* E tudo isso construído, vejam só, antes dos 20 anos, que ele completará no próximo domingo, dia 5 de fevereiro.

 

 

Isso (entre outras coisas) é Neymar.

 

 

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29 Jan 23h12

Duas boas piadas esportivas da semana que passou para quem ainda não viu. Opine

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vagner love deus lhe pague Duas boas piadas esportivas da semana que passou para quem ainda não viu. Opine http://huahua.com.br

 

ceni raio x Duas boas piadas esportivas da semana que passou para quem ainda não viu. Opine http://felldesign.wordpress.com

 

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28 Jan 22h51

BMG bancou os dez milhões de euros (R$ 22,9 milhões) usados pelo Fla em Vagner Love. Em troca, clube cede a banco parte dos direitos de jovens promessas como Adryan e Luiz Antonio

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vagner Love flamengo futebol mauricio val vipcomm BMG bancou os dez milhões de euros (R$ 22,9 milhões) usados pelo Fla em Vagner Love. Em troca, clube cede a banco parte dos direitos de jovens promessas como Adryan e Luiz AntonioMaurício Val/VipComm

 

Os dez milhões de euros (cerca de R$ 22,9 milhões) pagos pelo Flamengo ao clube russo CSKA pelos direitos econômicos e federativos do atacante Vagner Love (acima, chorando na reapresentação) foram bancados pelo BMG.

 

 

 

Em troca, o rubro-negro cedeu ao Banco parte dos direitos econômicos de praticamente todos os talentos do time campeão da Copa São Paulo de Juniores de 2011, entre as grandes esperanças Luiz Antonio e Adryan.

 

 

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28 Jan 22h18

Valdívia processa jornal O Dia por publicação de fotos em que ele aparece com uma mulher em festa íntima. O jogador, casado, alega que divulgação prejudicou contratos de imagem. Opine

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valdivia triste 450x338 1 Valdívia processa jornal O Dia por publicação de fotos em que ele aparece com uma mulher em festa íntima. O jogador, casado, alega que divulgação prejudicou contratos de imagem. Opine Levi Bianco /Neus Free/Gazeta Press


O chileno Valdívia pediu, mas a 16ª Câmara Cível do Estado do Rio de Janeiro negou o segredo de Justiça em um processo movido pelo jogador do Palmeiras contra o jornal carioca O Dia.

 

 

Valdívia quer receber uma indenização do jornal pela publicação de fotos dele numa festa íntima com uma moça.

 

 

O jogador alega que a divulgação das fotos prejudicou seus contratos de imagem.

 

 

Além disso, Valdívia é casado...

 

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27 Jan 12h40

Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?

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air jordan Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?

Leio na coluna de Renato Maurício Prado, de O Globo desta sexta-feira (27), outra prova de que, nestes tempos, para uma estrela das artes ou do esporte, saber cultivar e vender a própria imagem pública é mais lucrativo do que explorar a habilidade profissional.

 

 

O ícone do basquete Michael Jordan, o cidadão da foto acima, mesmo cinco anos após de ter pendurado seu par de tênis cano longo, recebeu em 2011 US$ 90 milhões (R$ 157 milhões) da Nike em direito de uso de seu nome e de sua imagem em calçados e outros produtos vendidos em todo o mundo pela fabricante.

 

 

 

Apenas para comparação, é o dobro dos R$ 78 milhões que o clube de maior torcida do Brasil, o Flamengo, planeja gastar em 2012 para sustentar todo o seu futebol.

 

 

Jovens bad boys: será que deu para aprender alguma coisa com essa informação?

 

 

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