Blog do Eduardo Marini

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27 Jan 12h40

Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?

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air jordan Da série Imagem é Tudo: cinco anos depois de deixar basquete, Jordan ainda encaixa R$ 157 milhões anuais da Nike apenas em direitos. Deu para aprender, jovens estrelas bad boys?

Leio na coluna de Renato Maurício Prado, de O Globo desta sexta-feira (27), outra prova de que, nestes tempos, para uma estrela das artes ou do esporte, saber cultivar e vender a própria imagem pública é mais lucrativo do que explorar a habilidade profissional.

 

 

O ícone do basquete Michael Jordan, o cidadão da foto acima, mesmo cinco anos após de ter pendurado seu par de tênis cano longo, recebeu em 2011 US$ 90 milhões (R$ 157 milhões) da Nike em direito de uso de seu nome e de sua imagem em calçados e outros produtos vendidos em todo o mundo pela fabricante.

 

 

 

Apenas para comparação, é o dobro dos R$ 78 milhões que o clube de maior torcida do Brasil, o Flamengo, planeja gastar em 2012 para sustentar todo o seu futebol.

 

 

Jovens bad boys: será que deu para aprender alguma coisa com essa informação?

 

 

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27 Jan 10h51

Com o mais absoluto respeito: a Luíza já estourou o saco. E, ao menos por enquanto, o belo e ótimo Canadá também. Deu, né não?

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Mala Sem Alça 1 Com o mais absoluto respeito: a Luíza já estourou o saco. E, ao menos por enquanto, o belo e ótimo Canadá também. Deu, né não?

Internet e internautas são muito legais.

 

 

 

Mudaram (e deram um pouco mais de alegria a) o mundo recente.

 

 

 

Mas, muitas vezes, essa combinação produz, pelo exagero, algumas chatices portentosas, quase insuportáveis.

 

 

 

É o caso do exemplo da  hora: quem ainda aguenta essa malice de Luíza foi-para-0-e-chegou-ou-voltou-do Canadá?

 

mala sem alça 2 Com o mais absoluto respeito: a Luíza já estourou o saco. E, ao menos por enquanto, o belo e ótimo Canadá também. Deu, né não?

 

Com o mais devido respeito: A Luíza já arrebentou o saco, o pai dela também... e, ao menos por enquanto, o Canadá, que é ótimo e belíssimo, idem.

 

 

Deu, né?

 

 

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27 Jan 10h13

Cabral, vada a bordo. Cabral está no Canadá. Cabral entre os desaparecidos. Governador do Estado do Rio leva 17 horas para falar após queda de prédios. A turma, claro, não perdoou…

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wally Cabral, vada a bordo. Cabral está no Canadá. Cabral entre os desaparecidos. Governador do Estado do Rio leva 17 horas para falar após queda de prédios. A turma, claro, não perdoou...

Quase 17 horas.

 

 

 

Este longo tempo, mais da metade de um dia, separou a queda dos três prédios no centro do Rio de Janeiro, ocorrida às 20h33 de quarta-feira (25), da primeira manifestação ao vivo do governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), sobre a tragédia, feita em uma rede de rádio por volta das 13h do dia seguinte, a quinta-feita (26).

 

 

 

Nas redes sociais e na internet, a turma, claro, não perdoou a estranha e inesperada demora do governador, que, por sinal, completa 49 anos nesta sexta-feira (27).

 

 

 

E mandou ver nas piadas e ironias:

 

 

Algumas delas:

 

 

 

"Cabral, vada a bordo, cazzo" (referência à ordem, seguida de um palavrão, dada por Gregorio de Falco, comandante da Capitania dos Portos de Livorno, ao comandante do navio Costa Concordia, Francesco Schettino, após o naufrágio ao lado da Ilha de Giglio, na Itália; frase foi lembrada no Twitter, entre outros, pelo vocalista da banda Ultraje a Rigor, Roger).

 

 

 

"O que Cabral e o comandante do Costa Concordia possuem em comum? Os dois não foram vistos a bordo após o acidente".

 

 

 

"O governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral Filho, está entre os desaparecidos no desabamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro". Da página de humor na internet Sensacionalista.

 

 

 

"Cabral está no Canadá, mesmo destino de Luiza".

 

 

"Cabral é o novo Schettino".

 

 

 

A assessoria de imprensa do governador afirmou, em nota, que ele acompanha os acontecimentos desde a queda, na noite de quarta (25), em contato permanente com o prefeito da cidade, Eduardo Paes, o secretário de Defesa Civil, Sérgio Simões, e o secretário de Saúde, Sérgio Cortes.

 

 

A demora de Cabral ficou entre os temas mais comentados do Twitter no Rio de Janeiro, ao lado do marcador sobre o acidente, o #desabamentoRio.

 

 

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26 Jan 20h11

O medo que sobe junto ao pó dos três prédios: será que existe no centro do Rio construções capazes de ruir com o impacto das obras da Copa e dos Jogos? Que as avaliações sejam rigorosas

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predio rio wilton junior ae1 O medo que sobe junto ao pó dos três prédios: será que existe no centro do Rio construções capazes de ruir com o impacto das obras da Copa e dos Jogos? Que as avaliações sejam rigorosasWilton Júnior / AE

As causas da queda dos três prédios no centro do Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira (25), precisam ser apuradas  e passadas à sociedade com toda clareza possível.

 

 

Não só em respeito às vítimas, aos seus familiares e às pessoas e empresas que tiveram prejuízo com a destruição deste patrimônio.

 

 

Mas, acima de tudo, pela desconfiança natural e justificável que passa a tomar conta dos brasileiros, a partir de agora, nestes anos de preparação do Rio para a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, a serem realizados na cidade.

 

 

O Rio de Janeiro, como sabemos, está repleto de construções muito antigas.

 

 

Muitas delas foram erguidas antes do início do Primeiro Império, com a Proclamação da República de 7 de setembro de 1822, e até mesmo da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, em 1808.

 

 

São prédios com mais de 204 anos de existência que, de uma forma ou outra, ainda são usados profissionalmente, frequentados e até habitados por pessoas.

 

 

O Teatro Municipal do Rio, por exemplo, tem 109 anos e está apenas a alguns metros de distância dos três edifícios que desabaram. Felizmente, essa joia da arquitetura e da cultura do País aparentemente não sofreu abalo com as quedas.

 

 

 

É verdade que os três prédios que ruíram (um de 20, outro de dez e um sobrado de quatro andares), todos construídos no século 20, entre 1920 e 1940, não guardavam valor cultural e arquitetônico decisivo como alguns de seus vizinhos mais antigos.

 

 

 

De qualquer forma, o carioca começa a conviver, sobretudo no cento da cidade, com a série de bate-estacas, descargas de materiais e outros impactos trazidos pela sequência pesada de obras programadas para o Mundial e, mais ainda, as Olimpíadas.

 

 

Grande parcela dessas obras será feita em áreas muito antigos e tradicionais da cidade, como Santo Cristo, Região Portuária e Gamboa, esta última ligada de forma visceral à vida e a rotina dos africanos na cidade desde o período da escravidão.

 

 

Com a queda dos três prédios, a desconfiança torna-se inevitável: será que essas áreas, verdadeiros abrigos de relíquias históricas, onde frequentemente são descobertos materiais de rara importância arqueológica, não possuem também prédios e construções antigos, desgastados pelo tempo, que poderiam desabar  e matar pessoas sob o impacto das fortes pancadas de bate-estacas e equipamentos modernos usados para as novas construções em suas vizinhanças?

 

 

Pode ser que não.

 

 

Tomara que não.

 

 

Deus queira que não.

 

 

Mas existe agora todo um ambiente, um justificado ambiente, para que essas desconfianças apareçam com força.

 

 

Por isso, a avaliação das condições dos prédios antigos do centro do Rio, sobretudo vizinhos das áreas reservadas para obras da Copa e dos Jogos, deverá ser feita com o maior rigor e transparência possíveis.

 

 

E que esses resultados sejam passados à sociedade sem qualquer máscara.

 

 

É claro que este desabamento não tem nada a ver diretamente com a possibilidade e a competência para realizar ou não o Mundial ou os Jogos.

 

 

Tentar estabelecer essa relação é forçar a barra de forma artificial.

 

 

Fosse assim, Nova York, apenas para citar um exemplo, não poderia abrigar nem campeonato de purrinha após os atentados contra as torres gêmeas em 11 de Setembro de 2001.

 

 

Bom, mas alguém haverá de argumentar: mas lá os prédios não caíram, e sim foram derrubados.

 

 

Devolvo, pois: e daí?

 

Os prédios em Nova York, que por sinal eu conheci bem, foram de fato derrubados, mas as falhas absurdas, toscas até, de segurança e de inteligência que permitiram uma articulação dos terroristas com aquela intensidade, em praticamente todo o país, seriam suficientes para criar ambiente e voto de desconfiança para a realização segura de qualquer evento internacional de médio ou grande porte em território americano.

 

 

Não é verdade?

 

 

Não, não é por este caminho.

 

 

Em todo caso, que as vistorias nos prédios antigos do centro do Rio sejam feitas com rigor e transparência.

 

 

Afinal de contas, o que está e estará em jogo, acima de qualquer valor, olímpico ou não, será a preservação de novas vidas.

 

 

E você, o que pensa?

 

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25 Jan 23h06

Publicação britânica The Week chama Veja de “revista brasileira de fofoca” em seu portal na internet. Opine

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rainha da fofoca Publicação britânica The Week chama Veja de revista brasileira de fofoca em seu portal na internet. Opine

Dias atrás, ao repercutir o suposto estupro ocorrido no BBB 12, que gerou a expulsão do modelo Daniel do programa por "comportamento inadequado", a página da revista The Week, da Inglaterra, se referiu à revista brasileira Veja de forma no mínimo curiosa.

 

 

 

O autor do texto chamou a Veja de “brazilian gossip magazine” ou, na tradução mais direita, de revista brasileira de fofoca.

 

 

 

Na mesma reportagem, a The Week informa que a Globo é alvo de um manifesto, com mais de 700 adesões, para fazer a emissora assumir a responsabilidade pelo caso.

 

 

 

A Veja não comentou a classificação de "revista de fococa".

 

 

 

Mas e você, o que achou?

 

 

 

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24 Jan 06h00

Presidente da Fifa promete uso de replay e aparelho que apita quando a bola ultrapassa a linha do gol na Copa do Brasil. Opine

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Alemanha 4 x 1 Inglaterra: Gol de Lampard (a bola entrou, mas o juiz não deu!) por perolasblogs no Videolog.tv.

O gol que você pode ver acima não foi gol.

 

 

Ou melhor, foi – um golaço, por sinal.

 

 

Um belo chute do inglês Frank Lampard, que deveria ter àquela altura, aos 38 minutos do primeiro tempo, empatado em 2 a 2 a partida que a Inglaterra perdia para a Alemanha pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

 

 

A bola encobriu o goleiro, raspou o travessão, bateu no chão quase um metro atrás da linha do gol e voltou para o campo.

 

 

Mas o bandeirinha não apontou, o árbitro, o uruguaio Jorge Larrionda, não deu o gol e o jogo seguiu, para desespero de Lampard e de todos os ingleses.

 

 

A partida continuou e, no segundo tempo, os alemães fizeram mais dois gols e ampliaram a vantagem para uma goleada de 4 a 1.

 

 

Mas a história do jogo poderia ter sido diferente se os ingleses tivessem empatado àquela altura.

 

 

Você se lembra?

 

 

Pois é: o erro absurdo, o mais recente de uma série de equívocos históricos ocorridos em copas, fez a Fifa se movimentar para o Mundial de 2014, no Brasil.

 

 

 

O presidente da Fifa, Joseph, garantiu à revista alemã Kicker que a Copa do Brasil contará com uma tecnologia de linha do gol. Além disso, um sistema de câmeras poderá ser consultado pela arbitragem em casos de dúvida como a do gol não validado de Lampard.

 

 

Diz Blatter à revista:

 

 

- Teremos uma tecnologia para marcar a passagem da bola pela linha do gol no Brasil. Não podemos permitir novamente um acidente como o gol não validado da Inglaterra contra a Alemanha. Fiquei paralisado quando vi aquele lance.

 

 

Além das câmeras, o árbitro carregará um ponto, conectado ao sistema de captação instalado nas duas traves, que emitirá um sinal sonoro toda vez que a bola ultrapassar a linha do gol.

 

 

Blatter era a favor de que essa tecnologia tivesse sido usada na África do Sul, mas o então chefe de árbitros da Fifa, o espanhol Garcia Aranda, o convenceu de que o investimento não era necessário pois a federação tinha gasto US$ 30 milhões, o equivalente a R$ 52,5 milhões, na melhor formação possível de árbitros e auxiliares.

 

 

Resultado: depois do mico do lance de Lampard, Aranda foi demitido e substituído pelo suíco Massimo Busacca.

 

 

As mudanças deverão ser oficializadas na próxima reunião da International Board, comitê da Fifa que cuida das regras do futebol, nos próximos dias 2 e 3 de março.

 

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23 Jan 23h56

Rita Lee deixa o palco. Aos 64, está de saco cheio de turnê, aeroporto, viagem, camas que não são a sua. A gente entende. Ande meio desligada no feriaday. Mas não pare de compor…

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Rita Lee anunciou sua aposentadoria dos shows neste final de semana, em sua primeira apresentação no trintão e mitológico Circo Voador, na Lapa, Rio de Janeiro.

 

 

Veja:

 

 

 

 

Aos 64 anos (nascida em 31 de dezembro de 1947, ela acrescenta três no discurso da despedida), a rainha roqueira, musa tropicalista, pilar do rock e do pop do País sente-se cansada da pauleira dos shows.

 

E de tudo o que vem junto com ela: pula-pula de hotel para hotel, chá de aeroporto, viagens sem fim, distância da caminha e da casinha a maior parte do ano, e por aí vai.

 

 

A gente entende - e deseja a ela o melhor feriaday (feriado todo dia, como ela bem definiu) do mundo.

 

 

Mas que Dona Rita Lee Jones não pare de compor e lançar músicas novas, estamos combinados?

 

 

Dá muito bem para lançar discos e, no intervalo, ir para o Canadá.

 

 

Se ainda houver tempo, a gente promete  te dizer aquilo tudo que a gente decorou.

 

Fiquem com Rita em Ando Meio Desligado e Mania de Você no Teatro Bradesco, em São Paulo, no dia e de abril de 2011, no bis de um show que faz parte desta turnê ETC.

 

Ao que parece, a derradeira.

 

Vamos lá:

 

 

 

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22 Jan 06h00

Jennifer Lopez será a estrela do Camarote da Brahma.Não precisará de pandeiro e tamborim para rebolar de alegria: cachê de dois milhões de dólares (R$ 3,53 milhões) já dá um samba danado

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jennifer lopez Jennifer Lopez será a estrela do Camarote da Brahma.Não precisará de pandeiro e tamborim para rebolar de alegria: cachê de dois milhões de dólares (R$ 3,53 milhões) já dá um samba danado Divulgação

 

A atriz americana Jennifer Lopez será a grande estrela internacional do Camarote da Brahma no desfile das escolas de samba do Carnaval de 2012, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.

 

 

Além de atrair as atenções no camarote, J.Lo será protagonista de uma campanha publicitária para a cervejaria Ambev, dona da marca.

 

 

A estrela não precisará ouvir o ronco da cuíca, o estalar do pandeiro ou o trepidar do tamborim para pular de alegria: o cachezinho, um modesto encaixe de dois milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 3,52 milhões, já dá samba pra caramba, não é verdade?

 

 

A propósito, J.Lo está bem no quadro com a Wikipédia.

 

 

A enciclopédia virtual atribui à americana de ascendência porto-riquenha, de 41 anos, nada menos do que sete qualificações profissionais: atriz, cantora, compositora, produtora musical, dançarina, estilista e (ufa...) produtora de televisão.

 

 

Ela merece?

 

 

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22 Jan 05h59

Investidor que controla parte do time inglês Tottenham deverá ser o novo dono da marca Pelé. Opine

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pele treino santos paulo amaral r7 Investidor que controla parte do time inglês Tottenham deverá ser o novo dono da marca Pelé. Opine Paulo Amaral /R7

 

 

A marca Pelé, informa Lauro Jardim na coluna Radar da edição mais recente da revista Veja, deverá ter brevemente um novo dono.

 

 

 

Quem controla a marca Pelé desde 2005 é a empresa brasileira Prime Licenciamentos, de Marco Parizotto, diretor e herdeiro da construtora Inpar.

 

 

 

A Prime tem com o Atleta do Século um contrato para explorar comercialmente o seu nome em negócios no Brasil e no mundo.

 

 

 

Acontece que o milionário investidor inglês Paul Kemsley, dono de negócios que incluem parte do time de futebol do Tottenham, quer comprar a Prime - e com ela, claro, os direitos de uso da marca Pelé.

 

 

 

Se o negócio sair, Parizotto terá, por contrato,  de repassar uma parte da bufunfa em que colocar as mãos para Pelé.

 

 

 

Não a marca, claro, mas o homem, o Atleta do Século, o maior jogador de futebol de todos os tempos.

 

 

 

Um certo Edson Arantes do Nascimento, que, por sinal, ficará um pouquinho mais rico.

 

 

 

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21 Jan 23h54

“Atletas de verão” aumentam matrículas nas academias 30% entre janeiro e março. Vão em média apenas 4,8 vezes por mês. E dois a cada dez abandonam a malhação em, no máximo, 90 dias

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gordo academia esteira Atletas de verão aumentam matrículas nas academias 30% entre janeiro e março. Vão em média apenas 4,8 vezes por mês. E dois a cada dez abandonam a malhação em, no máximo, 90 dias

A revista Veja publica em sua edição mais recente dados curiosos de um estudo feito pela Associação Brasileira de Academias de Ginástica.

 

 

Alguns deles:

 

* Todos os anos, esses chamados "atletas de verão" aumentam em pelo menos 30% o número de matrículas nas academias do País.

 

 

* Eles vão malhar, em média, 4,8 (ou seja, quase cinco) vezes por mês. Ou seja, praticamente vez por semana e muito menos do que duas vezes semanais, o que daria, na média, oito vezes ao mês.

 

 

* A maior parte desses alunos avalia mal a própria capacidade de ultrapassar a barreira dos primeiros meses de exercício após um longo período de sedentarismo. Quase sempre, com falso otimismo. Eles escolhem pacotes de pagamento com dia e horário de malhação livres, mais caros do que os com número de visitas mensais definidas. Como acabam indo pouco à academia a partir da segunda semana, passando à média de 4,8 visitas mensais, como se viu no tópico anterior, eles acabam pagando bem mais caro por aula do que se tivessem optado pelo pacotes mais baratos, com número de aulas definido anteriormente, ao menos nos primeiros seis meses de atividade.

 

 

* E, de fato, a festa acaba cedo para muitos. Dois em cada dez atletas de verão, ou 20 deles, abandonam a academia em no máximo três meses.

 

 

Bom, aí, em dezembro de 2012, quando o sol quente trouxer de volta o bafo das altas temperaturas, e os corpitchos sarados começarem a dominar as imagens de tevê, começará tudo de novo: vou diminuir ou cortar a cervejinha e o chope, ficar longe da picanha, do trash food, do pão, do prato de macarrão e... claro, mergulhar fundo na malhação.

 

 

Está bom, a gente acredita...

 

 

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