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11/02/2012 às 09:30:22
Adriano volta para o mengão,la é seu verdadeiro lugar...
estamos te esperando de braços abertos no maior do mundo... -
10/02/2012 às 08:00:09
O CORINTHIANS ADORA APARECER EM MIDIA, IBOPE VER SEU NOME EM MANCHETE, SOLTE O CARA PRAS FARRAS, QUE NÃO VAI FALTAR MANCHETE,
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10/02/2012 às 07:56:59
ESPERO QUE ACONTEÇA PARA DIVULGAR NOSSO NORDESTE QUE E LINDO E GOSTOSO DE SE VER.
30 Nov 03h56
Agora, eu acho que a cantilena derrotada do complô carioca vai voltar…

Se o Flamengo vai honrar esta condição na rodada derradeira, são outros quinhentos.
Mas que está justo, está.
Preparo meu ouvido para a idiotiália do complô carioca nesta semana na crônica da cidade de São Paulo, onde vivo.
26 Nov 05h00
Fama? Sucesso? Dinheiro? Cachês? Indenizações? Playboy? Sexy? Por que Geisy voltaria para a Uniban?

Geisy, a moça do minivestido na Uniban, fez as contas com seus familiares e advogados e chegou a uma conclusão óbvia: voltar para sua antiga universidade, a essa altura do campeonato, traria a ela muito mais perdas do que danos.
Em todos os sentidos.
E fácil entender porque.
Geisy promete mover processos para receber um bom dinheiro da Uniban.
Advogados e juristas independentes falam em até sete crimes passíveis de indenização no episódio em que a moça foi humilhada, xingada e quase agredida no campus da Uniban em São Bernardo do Campo (SP).
Para ela, seria difícil assumir uma batalha judicial contra a universidade, colocá-la no canto do ringue dos tribunais e, ao mesmo tempo, frequentar diariamente suas salas.
Certamente seria muito pressionada por professores, dirigentes e alunos.
Outro detalhe: Geisy, neste momento, é a líder disparada da lista virou viral geral dos veículos de comunicação.
Todo mundo a quer em suas rádios, tevês, jornais e portais de internet - isso sem falar em suas revistas masculinas, essas sempre dispostas a pagar ótimos cachês e participações nas vendas dos exemplares.
Escolas de samba paulistas lutam para exibir sua massa compacta no próximo Carnaval.
Ela, claramente, está usufruindo do maior número possível de vantagens vindas destas situações.
E, para que possa continuar assim, ela precisa de liberdade para espinafrar a Uniban e também deixar a universidade ser criticada em suas participações nos programas.
Sentada lá todas as noites, de volta, isso seria quase impossível.
Por fim, Geisy tem apenas 20 anos.
Mesmo que não consiga aproveitar, em outra faculdade ou universidade, os créditos deste semestre e meio de Turismo cursado na Uniban, ela terá tempo suficiente na vida para começar e terminar qualquer curso, em qualquer lugar.
Moral do capítulo: o que era para ser fermento de uma humilhação deu a Geisy poder suficiente para esnobar qualquer proposta conciliatória da Uniban.
Isso sim é ironia suprema do destino caprichoso.
Leia mais sobre Geisy, revistas masculinas e muito mais.
Leia entrevista exclusiva de Geisy Arruda para o R7.
Geisy presta depoimento nesta quinta-feira (26).
25 Nov 03h47
Ronaldo Fenômeno sempre será Flamengo doente. O resto é conversa fiada

Ronaldo Fenômeno é - e sempre será - torcedor doente do Flamengo.
Quando se é realmente do mundo do futebol, a gente nunca esquece o time que aprendeu a amar desde a infância.
O time do nosso pedaço, da nossa área.
Aquele que nos levou pela primeira vez ao estádio, criou nosso primeiro ídolo, nos fez chorar depois da primeira derrota decisiva e da primeira vitória que valeu campeonato.
Nunca esquece.
Basta perguntar isso, por exemplo, aos dignos e apaixonados torcedores da Fiel.
É o caso de Ronaldo.
Ele, isso é verdade, aprendeu a ter carinho pelo Corinthians e por sua grande e apaixonada torcida (o que não é nada difícil) neste período em que joga no Timão.
Ele ficou magoado porque faltou disposição e empenho da diretoria do Flamengo para fazer, na Gávea, o contrato que o craque merecia e sonhava.
Ele talvez tenha ficado ferido porque a diretoria rubro-negra teve interesse em investir em outros jogadores-símbolo e não nele.
Se o Flamengo, naquela ocasião, tivesse investido profissionalmente em Ronaldo Fenômeno, como ele merece, ele estaria lá, feliz da vida, até agora - e até o fim de sua carreira.
Professando o amor que sempre sentiu - e sempre professou - pelo Flamengo.
Tenham certeza disso.
O Corinthians se interessou em dar a Ronaldo a parceria profissional que o Flamengo vacilou em dar, magoando o Fenômeno.
Ele, Ronaldo, profissional exemplar que é, vestiu a camisa do projeto Corinthians.
E, acariciado pela Fiel, passou a devolver o carinho.
Hoje, diante de uma torcida apaixonada como a de seu time, ele tenta desvincular e diminuir a importância do amor que sente pelo rubro-negro - o que, antes de tudo, é bom para ele, para seus negócios, para o clube paulista e para a torcida do Timão.
Mas Ronaldo Fenômeno é Flamengo.
Flamengo doente.
É e será sempre, até morrer.
Está magoado, talvez até com razão, mas sabe disso.
Os jornalistas esportivos paulistas que alimentam a marola do Ronaldo corintiano também sabem disso.
Todos.
Os torcedores do Corinthians sabem disso.
Todos.
Todo mundo sabe disso.
O resto é conversa fiada.
Em tempo: já é hora de a torcida do Flamengo acabar com essa besteira de travesti contra o rapaz.
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24 Nov 17h31
Já está na hora de termos um barraco básico em A Fazenda

Hélio Campos Mello, um dos meus mestres no jornalismo, piloto na juventude e atual diretor de redação da ótima revista Brasileiros, defende a seguinte tese: a maioria das pessoas vai ao autódromo para ver batida, pancada, e não corrida.
Pode ser, mas não sei se chego a tanto.
Nesta seara (e em muitas outras), Hélio tem claramente mais gasolina do que eu para chegar próximo da verdade.
Mas confesso que, a esta altura do campeonato, esperava contar com pelo um bate-boca interessante, um barraco - um barraquinho básico - no nosso carismático show de realidade A Fazenda.
Nada cruel, desumano ou degradante.
Apenas uma esgrima quente de palavras para animar a festa.
Uma pimentinha para arder de leve o simpático ambiente rural da Bombom, da Bacchi, da Oliveira & da Companhia Limitada.

O show está apenas no início do embalo.
E, você, nobre amigo da blogosfera colorida, o que acha sobre o assunto?
Opine.
23 Nov 05h08
Bom, o Flamengo não venceu e nem assumiu a ponta. O papinho provinciano do complô carioca haverá de perseverar?

Ou teremos agora, por aqui, na baderantália, uma cantilena nova, a do complô paulista?
Eu só queria saber de verdade se esta insânia haverá de perseverar nos comentários a partir de agora...
Ora, façam-me o favor...
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23 Nov 04h11
Marco Antônio Araújo está entre nós. E o R7 amanhece um pouco mais inteligente

Para além das hesitações rubro-negras e das felicidades são-paulinas, a melhor notícia do final de semana é a inteligência de Marco Antônio Araújo, vestida em tom noir na cara que deram a ele neste R7, devidamente incorporada a este time de blogueiros.
Marco Antônio Araújo está entre nós - e isso, vocês haverão de perceber, é a felicidade.
Sempre tive orgulho dos caras que conceberam este portal.
Agora, tenho ainda mais.
Marco Antônio Araújo é um dos mais brilhantes e lúcidos profissionais de comunicação de sua geração (e eu, evidentemente, não queria aqui essa rima pobre, mas tampouco esforço-me para evitá-la).
Eu, que trabalhei com ele em momentos áureos, não sei ainda se ele é melhor na tarefa de produzir coisas individualmente ou na de colocar em sua órbita os melhores profissionais que encontra pelo caminho.
Certa vez, perguntaram ao grande Tostão se Romário teria lugar na Seleção de 1970.
O gênio mineiro respondeu: "teria, até porque eu tiraria minha camisa e a entregaria a ele"
Confrade, quer a minha?
21 Nov 08h01
O professor Belluzzo ainda é o antídoto à mediocridade vigente no futebol
Essa turma acha que vai nos confundir.
Evidentemente, não vai.
Quem segura a lanterna de Diógenes e está minimamente de olho no que há de bom sabe: o professor Luiz Gonzaga Belluzzo escorregou, falhou, sim, mas ainda é o antídoto que a gente quer para encarar a mediocridade vigente há décadas no futebol.
O resto é caretice medieval de chorar.
Por favor: não nos confundam.
20 Nov 19h30
As mulheres são a graça e a alegria de “A Fazenda”
Dia desses, a atriz, modelo e übber-blondie Karina Bacchi tomava sol na piscina do reality show A Fazenda, exibido pela Rede Record.
De um instante para o outro, como se tivesse o direito concedido aos raros de não pensar nas consequências dos próprios atos, a toda-loira segurou a calcinha do biquíni com as pontinhas dos indicadores e polegares (daquele jeito que se fica com os mindinhos levantados, sabe?), descolou por um centímetro e meio (observe a precisão) o triângulo azul da carne que fervia, conferiu o cenário com leveza e ... soltou tudo.
Tum.
A cena estava sem som - mas juro que ouvi a batida seca do elástico a espocar na pele que caminhava do rosa para o vermelho pimentão.
Só então soltei a respiração - e o Brasil, enfim liberto, veio comigo.
Mal tínhamos eu e as galeras nos recuperado e veio Adriana Bombom.
Adriana Bombom e seus banhos.
Adriana Bombom e suas trocas de roupa épicas, executadas com a naturalidade (este é o termo) de quem não deve nada a ninguém.
E com a despretenção, tão irônica quanto deliciosa, de que tudo aquilo, diante de milhões de olhos naturais e artificiais, não requeresse qualquer cuidado ou responsabilidade adicional.
Não acredito que toda mulher se deixe queimar por dentro com o fel impiedoso da inveja diante da massa compacta e das curvas talhadas com estiletes divinos que hoje estabelecem algo chamado Adriana Bombom.
Ouço muito isso, mas, sinceramente, me recuso a acreditar.
Há momentos em que não resta outra coisa a fazer a não ser contemplar o triunfo do vitorioso.
Questão de fair play.
E mulheres nobres sabem que fair play, antes de tudo, é beleza.
Os homens de A Fazenda precisam descobrir os caminhos para, ao menos, tentar equilibrar esse jogo.
Diante da exuberância do contingente feminino do reality, ainda estão apagados.
Nesta primeira semana, elas foram a graça e a alegria de A Fazenda.
19 Nov 06h12
Brasileirão: quem tem Obina e Maurício…

... não precisa, definitivamente, de adversário.
O Palmeiras está fora da disputa do título.
Por - digamos assim - virtudes peculiares destes dois cidadãos.
Opinem.
Opinem mesmo.
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19 Nov 05h47
O blogueiro quer um tempinho para chorar. Muito obrigado.

Este cantinho virtual foi colocado em festa.
A perspectiva vã e mal calculada (e, portanto, não-virtual), anunciada na primeira tascada deste blog, de dar a este cidadão a tarefa rotineira de conversar com vocês tem dado, aos números oficiais do R7, um arremedo de bom resultado.
O blog, o cantinho virtual e a blogosfera colorida inventada por este confrade cansado parecem ter caído nas graças de uma parte do amado e generoso público deste R7.
Ah, a generosidade...
Esse pressuposto que iguala só os elegantes no que todos gostariam de ser iguais...
Acho até que - veja só - posso chamar alguns desses insanos fiéis para comemorar comigo, com menos de dois meses de existência de nosso construído portal.
Esta ameba aqui jamais havia feito um blog antes.
E, até por isso mesmo, não sabe o que dizer nestes momentos de confusões emocionais tão bem delineadas.
O coração é pobre - mas a sensação de orgulho é imensa, multifacetada, inigualável.
Isso tudo são vocês.
O próximo post talvez consuma um tempo heterodoxo.
O tempo suficiente para que eu chore de verdade, algo do qual estou, há um bom tempo, e com necessidade, em falta verdadeira.
Chorar o carinho de vocês.
Chorar o obrigado.
Chorar o muito obrigado.
Dizer muito obrigado.
Muito obrigado.












