20 Nov 19h30
As mulheres são a graça e a alegria de “A Fazenda”
Dia desses, a atriz, modelo e übber-blondie Karina Bacchi tomava sol na piscina do reality show A Fazenda, exibido pela Rede Record.
De um instante para o outro, como se tivesse o direito concedido aos raros de não pensar nas consequências dos próprios atos, a toda-loira segurou a calcinha do biquíni com as pontinhas dos indicadores e polegares (daquele jeito que se fica com os mindinhos levantados, sabe?), descolou por um centímetro e meio (observe a precisão) o triângulo azul da carne que fervia, conferiu o cenário com leveza e ... soltou tudo.
Tum.
A cena estava sem som - mas juro que ouvi a batida seca do elástico a espocar na pele que caminhava do rosa para o vermelho pimentão.
Só então soltei a respiração - e o Brasil, enfim liberto, veio comigo.
Mal tínhamos eu e as galeras nos recuperado e veio Adriana Bombom.
Adriana Bombom e seus banhos.
Adriana Bombom e suas trocas de roupa épicas, executadas com a naturalidade (este é o termo) de quem não deve nada a ninguém.
E com a despretenção, tão irônica quanto deliciosa, de que tudo aquilo, diante de milhões de olhos naturais e artificiais, não requeresse qualquer cuidado ou responsabilidade adicional.
Não acredito que toda mulher se deixe queimar por dentro com o fel impiedoso da inveja diante da massa compacta e das curvas talhadas com estiletes divinos que hoje estabelecem algo chamado Adriana Bombom.
Ouço muito isso, mas, sinceramente, me recuso a acreditar.
Há momentos em que não resta outra coisa a fazer a não ser contemplar o triunfo do vitorioso.
Questão de fair play.
E mulheres nobres sabem que fair play, antes de tudo, é beleza.
Os homens de A Fazenda precisam descobrir os caminhos para, ao menos, tentar equilibrar esse jogo.
Diante da exuberância do contingente feminino do reality, ainda estão apagados.
Nesta primeira semana, elas foram a graça e a alegria de A Fazenda.












