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Posts de novembro/2009

9 Nov 03h03

O Vasco é a terceira maior torcida do Brasil, à frente da do Palmeiras e da do São Paulo

54 Comentários

vasco 262x300 O Vasco é a terceira  maior torcida do Brasil, à frente da do Palmeiras e da do São Paulo

A  maior torcida do Brasil - e do mundo - é a do Flamengo.

A segunda é a do Corinthians.

A terceira, no Brasil, é a do Vasco, muito à frente da do São Paulo e da do Palmeiras.

O resto é conversa.

Ou marketing mal intencionado.

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6 Nov 09h01

Uma entrevista exclusiva do R7 com Donna Summer, a rainha da Disco Music

3 Comentários

Entrevistei a Rainha da Disco Music, a americana Dona Summer, para o R7.

E saí cantando, enquanto escrevia, "ohhhh, last dance, oh last dance...".

Aos maiores de 35 anos, as apresentações são dispensáveis.

Aos menores, que fiquem com o meu carinho.

E também com a crença: ela é (ou pelo menos certamente foi) do balacobaco.

Beijos.

Ao que interessa:

donna summer 1 300x225 Uma entrevista exclusiva do R7 com Donna Summer, a rainha da Disco Music

“Adoro Tom Jobim e a batucada do samba”, diz Donna Summer ao R7

Em entrevista exclusiva, a Rainha da Disco Music fala sobre a música brasileira e adianta detalhes dos shows que fará no Rio de Janeiro e em São Paulo

Eduardo Marini, do R7

Quem tem ao menos 35 anos de vida conhece bem músicas como Hot Stuff, Love Love You Baby e Last Dance. A partir dos anos 1970, elas explodiram nas rádios e pistas de dança de todos os cantos do mundo, na voz da americana LaDonna Adrian Gaines, mais conhecida como Donna Summer. Com 130 milhões de discos vendidos em mais de três décadas de carreira e cinco prêmios Grammy no currículo, Donna Summer ganhou do mercado e dos fãs o merecido título de Rainha da Disco.

Atualmente, ela faz a turnê mundial Stamp Your Feet, baseada em seu álbum mais recente, Crayons. Na segunda-feira (09), ela estará no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. Na terça (10) e na quinta (12), subirá ao palco do Credicard Hall, em São Paulo. Logo após desembarcar no Chile para mais um show, na tarde desta quinta-feira (05), Donna Summer concedeu esta entrevista exclusiva ao R7.

R7 – Como serão seus shows no Brasil?

Donna Summer – Cantarei os principais sucessos do período que ficou conhecido como disco music. O público brasileiro certamente irá se divertir com músicas como Love Love You Baby, Hot Stuff e Last Dance. Mas, claro, vou dar também muita ênfase para as músicas de meu álbum mais recente, Crayons, lançado no primeiro semestre do ano passado. Vamos falar dele?

R7 – Claro. Como você o define?
Dona Summer – Eu não lançava um álbum com inéditas desde Mistaken Identity, em 1991. Fiz muitas coisas produtivas neste período, mas não apresentei trabalhos inéditos. Crayons traz para o ambiente atual a sonoridade ampla e empolgante que sempre foi minha marca. Cada uma de suas faixas tem vida própria e remete a uma atmosfera específica.

R7 – Os recursos tecnológicos foram usados sem economia...
Donna Summer – É verdade. Mas eu e os produtores soubemos achar o ponto de equilíbrio neste caso. A tecnologia reforça as características da minha música que todos aprenderam a gostar, mas sem exageros. A fórmula parece ter agradado. Duas faixas atingiram o primeiro lugar na parada de sucessos da Billboard nos Estados Unidos. Na faixa título, há uma participação preciosa do cantor jamaicano Ziggy Marley. Penso que vocês, brasileiros, gostarão particularmente de uma música do disco chamada Drivin’ Down Brazil.

R7 - Pois é. Esta letra faz referências aos ritmos daqui. O que você conhece da música braasileira?
Donna Summer – Adoro Tom Jobim e a batucada do samba. Em Drivin’ Down Brazil, falo dessas coisas. Cito Jobim e os termos batucada e samba. Não tenho ouvido muito a produção dos novos cantores, cantoras e compositores brasileiros. Além disso, conheço pouco a língua portuguesa, o que me impede de apreciar coisas boas do Brasil como elas mereceriam. Mas a força dos sambas clássicos, de Jobim e da bossa nova é inegável.

R7 – Você gosta de internet? Ela ajuda no seu trabalho?
Donna Summer – Não sou uma navegadora muito frequente. Uso a rede para reunir informações sobre música e analisar o que falam a meu respeito. De vez em quando, uso a internet para conhecer melhor algum artista ou trabalho que tenha chamado minha atenção. Mas acho uma ferramenta fantástica, sobretudo para as novas gerações de músicos. A animação no ambiente da web lembra a alegria da disco music.

Dona Summer - Turnê Stamp Your Feet

Rio de Janeiro - 9 de novembro de 2009

Local: Citibank Hall - Avenida Ayrton Senna, 3.000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
Horário: 21h30
Preços dos ingressos - De R$ 200,00 a R$ 550,00 - Meia entrada: De R$ 100,00 a R$ 275,00
Informações: 0300-7896846
Classificação: Livre (menores de 15 anos deverão estar acompanhados de responsáveis)

São Paulo - 12 de novembro de 2009

Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro
Horário: 21h30
Preços dos ingressos - De R$ 100,00 a R$ 700,00 - Meia entrada; De R$ 50,00 a R$ 350,00
Informações: (11) 2846-6010/6166/6232
Única apresentação dias 10 e 12 de novembro
Horário: 21h30
Classificação: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos. Com 14 ou 15 anos, a

entrada será liberada com a companhia dos pais ou de responsáveis.

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6 Nov 06h00

Pela ordem: o exemplo do deputado que não falta

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brasilia niemeyer1 300x117 Pela ordem: o exemplo do deputado que não falta

Não conheço o deputado federal Manato (PDT-ES).

Nada sei a respeito de sua atuação política.

Não tenho, portanto, qualquer condição de comentar algo a seu favor.

E, se tivesse, ainda assim não o faria.

Mas, na primeira vez que ouvi falar deste parlamentar, dias atrás, descobri que pelo menos um de seus hábitos poderia inspirar ou ser copiado pela maioria de seus 512 colegas de Câmara.

A história foi escrita e enviada a este blog pela repórter Josie Jerônimo, do R7 de Brasília.

Manato é o único parlamentar da Câmara dos Deputados a ter comparecido em todas as sessões deliberativas nos últimos três anos.

Sessões deliberativas são reuniões de deputados em plenário, normalmente às terças, quartas e quintas-feiras, para decidir e votar matérias e projetos. São constituídas de pequeno expediente, grande expediente, ordem do dia e comunicações parlamentares.

Para não faltar ao trabalho, Manato escala sua mulher nas cerimônias e homenagens recebidas no interior de seu estado, o Espírito Santo. Ele explica:

- Quando alguém me faz alguma homenagem no interior entre terça e quinta, uma entrega de título de cidadão honorário, por exemplo, não vou. Explico a situação e minha mulher vai no meu lugar. Mas ela é médica.Também trabalha muito e nem sempre pode ir.

Não fosse por uma única falta na legislatura anterior, ele completaria os dois mandatos com 100% de presença em 431 sessões deliberativas. Mesmo assim, o motivo da ausência é justificável.

- De 2006 até agora, sou o único deputado a estar presente em todas, rigorosamente todas, as sessões deliberativas. Faltei pela última vez em 27 de setembro de 2005. Foi o dia em que meu pai morreu.

Neste dia, na tentativa de chegar a tempo de votar, o deputado capixaba pegou o primeiro vôo para Brasília após o velório. Mas não deu tempo. Quando chegou, a sessão tinha acabado.

Manato não concorda com a prática dos colegas de se ausentar com o argumento de visitar bases eleitorais. Para ele, é possível cumprir os deveres eleitorais sem prejudicar a rotina na Câmara.

- Não acho essa justificativa aceitável. Tem quinta-feira à noite, sexta o dia inteiro, sábado e domingo para isso. Qualquer convite que me façam em dia de plenário eu recuso.

Nem mesmo o presidente Lula consegue tirá-lo do plenário em dia de votação.

- Outro dia, Lula foi ao meu estado em comitiva, mas eu não. Uma vez, estavámos eu e ele em audiência e deu a hora da votação. Pedi desculpas, levantei-me e saí para votar. Voltei depois.

Enquanto Manato figura como o único 100% frequente nos últimos três anos, pelo menos quatro parlamentares cumprem apenas metade do “expediente” legislativo no quesito número de sessões.

Zé Vieira (PR-MA), Nice Lobão (DEM-MA), Arolde de Oliveira (DEM-RJ) e Jader Barbalho (PMDB-PA) acumulam mais de 50% de faltas.

De acordo com a assessoria dos quatro parlamentares, eles apresentaram atestado médico para justificar as ausências.

Veja mais:

+ Corregedoria da Câmara inocenta dois deputados de venda ilegal de passagens aéreas
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5 Nov 22h13

Decisão do Supremo não se discute. Se cumpre. É isso mesmo, senadores?

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cumpra se 186x300 Decisão do Supremo não se discute. Se cumpre. É isso mesmo, senadores?

O que acontece quando aquele seu vizinho deixa de cumprir a decisão do juiz da comarca da esquina de pagar a pensão alimentícia do filho que vive com ex-mulher dele?
Parabéns, vocês acertaram todos: o juiz espera passar o prazo dado na sentença e manda a polícia tascar o inadimplente no xilindró.

Quando há descumprimento de ordem judicial, em caso de pensão ou em qualquer querela legalmente capaz de gerar prisão por desrespeito, o desfecho natural da história é esse mesmo que a gente teme sentir na pele: cadeia.

Sem choro. Tampouco sem grito.

A regra é essa. Para mim e para você.

Pois então, amado amigo da blogosfera colorida, observe com cuidado o que ocorreu nos últimos oito dias no Senado Federal.

Na quarta-feira (28), por sete votos a um, o Supremo Tribunal Federal, o STF, decidiu confirmar o afastamento do senador Expedito Júnior (PSDB-RO), cassado pela Justiça Eleitoral de Rondônia, seu estado, por compra de votos nas eleições de 2006.

No mesmo dia - e na mesma tascada -, o STF determinou que o segundo mais votado em Rondônia, Acir Gurgacz (PDT), fosse empossado na vaga do tucano afastado.

O Supremo é o mais importante tribunal do País.

É também a última instância da Justiça brasileira, aquela que toma a decisão final sobre qualquer processo que apareça por lá.

Isso significa, nobre amigo da blogosfera colorida, que não é possível a ninguém – veja bem, a ninguém - contestar, recorrer e, sobretudo, deixar de cumprir imediatamente os que foi determinado por seus magistrados.
Saiu de lá, é decisão final. Não tem apelação. Só há tempo de respirar fundo - antes de cumprir.

Diante de tudo isso, o que deveria ter feito o Senado no último dia 28?
Isso, isso mesmo: cassar imediatamente o mandato do tucano Expedito Júnior e empossar em seu lugar o pedetista Gurgacz.

E o que o Senado fez?

Bom... Não sei exatamente porque, mas desconfio (com pureza de minhalma)  que todos, rigorosamente todos os nobres amigos tenham, uma vez mais, acertado na mosca.

O Senado fez o seguinte: em uma constrangedora queda de braço com a Justiça, temperada com generosas pitadas de espírito de corpo, adiou, por oito dias, o cumprimento da decisão do STF.

O pretexto para a atitude incompreensível foi dar a Expedito Filho “todas as chances de defesa”.

Revoltado com o adiamento, o senador Cristóvão Buarque (PDT-DF), companheiro de partido do pedetista que deveria assumir, ameaçou solicitar à Justiça a prisão do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do  presidente da Comissão de Constituição e Justiça da casa, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), aquele branquinho carequinha (careca, diz meu pai, é ponto de referência. Veja só...).
Sarney chegou a ironizar Cristóvão Buarque.

Disse que não pediria cigarros na prisão (ele não fuma), mas aceitaria carinho e atenção.

Na quarta-feira (04), Gurgacz rumou para Brasília com a família para a posse.

Preparou a festa, comprou o bolo, chamou os amigos, revisou o discurso mas... não lhe colocaram no cargo.

Depois de muita pressão, desgastes e reações de espanto da sociedade, o mandato finalmente lhe foi entregue na quinta-feira (05).
Enquanto contribuía para o adiamento do inadiável, o senador Torres chegou a dizer que a inexplicável e injustificável demora do Senado não deveria preocupar o Supremo e nem os brasileiros, porque “quatro dos sete integrantes da Comissão de Constituição e Justiça estavam decididos a afastar Expedito Filho, e isso garantia a maioria”.

Como assim, Senador? Como assim?

Vossa Excelência sabe mais do que todos nós: determinação de uma coisa chamada Supremo Tribunal Federal é para ser imediatamente cumprida.  Imediatamente cumprida. Se possível, no átimo. Na hora. E ponto.

Não é o caso de questionar a independência dos poderes.

Não é o caso de estabelecer queda de braço provinciana com a Justiça.

Não é o caso de tentar insinuar aos brasileiros que o Senado teria poder suficiente para dar de ombros à Justiça neste caso – até porque ninguém, nem mesmo o manobrista da esquina, acreditaria.

Quando uma instituição tão importante quanto o Senado desafia o Supremo de forma tão provinciana, fica no ar a insinuação de que virar as costas para a lei pode ser algo aceitável e, pior, passível de ser executada por qualquer um de nós.

O que sobrou desses oito dias constrangedores foi a triste lição, involuntária ou não, dada aos brasileiros, de como entrar pequeno numa causa natimorta e sair dela menor ainda.

Leia as notícias de Brasil do R7.

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5 Nov 05h55

Um pouco mais sobre o caso Geisy, a moça do vestido rosa

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vestido blog 32 199x300 Um pouco mais sobre o caso Geisy, a moça do vestido rosa

Volto ao assunto dos comentários nefastos e dos atos de estupidez coletiva cometidos contra a estudante de turismo Geisy Vila Nova Arruda, a moça do vestido rosa curto, feitos por centenas de alunas e alunos (e provavelmente até por alguns professores e seguranças) no campus de São Bernardo do Campo (SP) da Universidade Bandeirante, porque amigos da blogosfera colorida pediram. Muitos entraram até em posts mais recentes, sobre outros temas, para pedir a retomada do debate.

Ajudado pelos colegas da produção do programa Geraldo Brasil, da Rede Record, entrevistei a moça.

O episódio é mesmo grave.

Mas cria oportunidade para que a gente possa discutir coisas importantes.

Vamos lá, pois:

Primeiro: sempre que for possível, é preciso afirmar, reafirmar, afirmar, reafirmar, afirmar e, quando parecer suficiente, afirmar uma vez mais, com toda a ênfase possível, o seguinte: nada, nenhum deslize estético, nenhum erro sobre escolha de roupa ou adequação do que se veste, nada disso justifica, ainda que em ralo pensamento, a ação primitiva ocorrida naquele campus.

Faço questão da ênfase e da repetição porque tenho visto, desde a divulgação do episódio, especialistas em bom comportamento, bom senso fashion, sei lá, gastarem 90% do tempo de seus comentários ou do espaço de seus textos o equívoco da moça ao escolher a roupa daquela noite para ir à aula.

Para só depois, no final, lembrar timidamente que "nada justifica" aquilo.

Não.

Essa história é muito maior do que isso.

A discussão sobre a propriedade estética ou simbólica de a moça ter ido à faculdade com aquele vestidão matador perde toda a relevância diante da brutalidade cometida e dos riscos corrido por Geisy e seus amigos.

São duas coisas absolutamente diferentes em dimensão e em relevância.

Não podem ser medidas pela mesma régua.

E, colocadas lado a lado, provocam mais confusão do que esclarecimento.

Há vários indícios de violência à lei no que se fez com a estudante.

Por isso, infelizmente e sem referências infames, o buraco é mais embaixo do que a malhazinha sanfonadinha rosinha de gosto duvidoso que a moça de Diadema usou com o coração leve de pardal solto.

O amigo da blogosfera colorida Armando P. da Silva Jr., um leitores mais atentos e participativos deste espaço, lembra que os estudantes da Uniban protestaram nesta semana dizendo que o curso de turismo e o campus de São Bernardo do Campo ficaram “mal vistos”.

E conclui: "Até agora não vi nem professores e nem a faculdade defender a estudante, como se fosse ela a culpada por tudo o que aconteceu".

Acrescento: depois do que se viu por lá, fica difícil mesmo - diria impossível - não se imaginar "mal visto".

Outro ponto: vários amigos leitores levantaram aqui, como justificativa para as reações animalescas das alunas e dos alunos da Uniban, a hipótese de a moça ser prostituta ou garota de programa.

Mais uma vez: francamente.

Consideremos por hipótese que tudo isso seja fato.

Deixe-me ver se entendi a lógica do raciocínio, da insinuação ou da tentativa de construção de uma ponte entre atitude e pena.

A gente forma um grupo e sai por aí, na ruas, nos flats de luxo de São Paulo, na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, nas estradas do País, e pergunta para toda a mulher que a gente encontrar se ela é prostituta ou garota de programa.

Sempre que uma delas responder sim, a gente ameaça fotografar suas partes íntimas, urra palavrões como bicho e, se for possível, dá uns tapas, umas porretadas, quem sabe mata.

É isso?

Ora, façam-me o favor...

Leiam mais sobre o caso Geisy no ótimo blog de André Forastieri.

Mais reportagens do R7 sobre o caso Geisy.

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5 Nov 05h30

Coloquem fogo no debate sobre a filha do gente boa Zezé di Camargo. Mas sem exagero…

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flores1 Coloquem fogo no debate sobre a filha do gente boa Zezé di Camargo. Mas sem exagero...

A participação avassaladora dos amigos da blogosfera colorida nos comentários, a partir de um texto meu sobre a filha do gente boa Zezé di Camargo, deixou-me orgulhoso e feliz.

Continuem por aqui.

Poucas coisas me deixam mais satisfeito do que merecer algum tempo de vocês.

Se, além da leitura, os amigos se prestam à delicadeza de tascar um comentário, aí é a gratificação total.

Os que discordam ou me malham, suave ou duramente, são tão valorizados quanto as pessoas que apoiaram minha opinião em todos os casos.

Não tenho o menor problema em ser criticado, mesmo com dureza.

Sempre que posso, eu mesmo libero e publico todos os comentários. A favor ou contra.

E, para ser muito sincero, lembro-me por muito pouco tempo do que foi dito. A favor ou contra.

A rigor, qualquer espaço dedicado ao leitor preenchido apenas com elogios traz uma visão distorcida e falsa da realidade, seja ele aberto em jornal, revista, rádio, tevê ou internet.

E aqueles com 100% de crítica também.

Pelo fato singelo e comovente de que nada na vida é 100% de um jeito só.

Aos que detestaram esta ou qualquer outra opinião do blogueiro, obrigado.

Aos que gostaram desta ou de qualquer outra opinião do blogueiro, obrigado.

Só vamos combinar uma coisa: é preciso abandonar, nos comentários, as ofensas com palavrões inclassificáveis.

As regras do R7 não permitem que eles sejam publicados dessa forma.

Em casos específicos, quando se reproduz declarações de entrevistados, e os termos são indispensáveis para o entendimento do texto, eles podem ser reproduzidos.

Mas, para promover ataque de leitor contra leitor ou de leitor contra personalidades e entrevistados, não.

Pessoalmente, não ligo para qualquer tipo de ataque, com qualquer termo.

Se dependesse exclusivamente de mim, publicaria todos do jeito que eles chegam.

Mas a questão, bem destacada pela direção do R7, é a seguinte: os outros leitores, os que ficam incomodados ou ofendidos com palavrões, têm o direito de consumir os produtos do Grupo Record sem bater de frente com um deles a cada momento.

Concordo com cada letra.

Critiquem e opinem com vontade.

Mas sem golpe baixo, ok?

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4 Nov 06h00

Você ama alguém com mais de 65 anos? Então fique atento

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idoso 300x264 Você ama alguém com mais de 65 anos? Então fique atento

Fratura óssea é uma coisa realmente complicada para quem tem mais de 65 anos.

Nesta fase da vida, os índices baixos de cálcio no organismo dificultam dramaticamente a reconstituição do osso quebrado.

Muitos idosos com o problema não conseguem se recuperar e morrem por causa de complicões geradas a partir da fratura.

Por isso, todo cuidado com nossos idosos amados é pouco.

Os estudos mostram: a maior parte deles teme sofrer uma fratura óssea durante o banho.

O banheiro, é claro, traz riscos.

Mas, de acordo com uma pesquisa que acaba de ser divulgada no 41º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, realizado no Rio de Janeiro, os maiores perigos estão nos corredores, entradas e, sobretudo, nos quintais das casas em que essas pessoas vivem.

Foram entrevistadas 174 pessoas com mais de 65 anos,  internadas em hospitais por causa de pelo menos uma fratura.

Trinta por cento delas - ou seja, três em cada dez - tinham quebrado o maior osso do corpo humano, o da coxa, chamado de fêmur.

Algumas conclusões importantes da pesquisa:

* Três em cada quatro entrevistados eram mulheres. A menopausa é o motivo principal da alta incidência do problema no universo feminino. Ao diminuir drasticamente a absorção de cálcio, a menopausa agrava a osteoporose, doença que deixa os ossos porosos e fracos.

*52% dos ouvidos caíram no espaço da casa, mas fora do banheiro. Deste total, mais de metade foi vítima de buracos e de irregularidades nos pisos do quintal e das entradas residenciais. O restante caiu nos corredores e áreas internas da casa.

* 18% enfrentaram o problema após um tombo no banheiro.

Os especialistas reunidos no congresso sugeriram medidas para serem tomadas em casas que abrigam idosos. As principais:

* Manter os pisos externos da casa regulares, sem buracos, e impedir que os idosos andem pelos locais que não puderem ser alinhados.

* Colocar pisos antiderrapantes eliminar degraus nos banheiros e na casa.

* Tirar tapetes de banheiros, quartos, corredores e das áreas em que os idosos circulem.

* Instalar vasos sanitários um pouco mais altos, que demandem pouco esforço para levantar.

* Colocar barras laterais nos boxes dos banheiros e em torno dos vasos sanitários.

* Colocar móveis com quinas arredondadas e camas um pouco mais altas.

Se pelo menos parte dessas atitudes for tomada, o risco diminuirá bastante.

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3 Nov 16h43

Miley Cyrus detona novamente o Twitter. Miley? Mala?

19 Comentários

mala 265x300 Miley Cyrus detona novamente o Twitter. Miley? Mala?

A teen star Miley Cyrus precisa resolver rapidamente sua relação com o Twitter.

No início, ela e sua equipe mergulharam de ponta e acumularam mais de dois milhões de seguidores em todo o mundo.

Tudo era, então, lindo e maravilhoso.

Em seguida, com tantas crianças e adolescentes virtualmente na  sua cola, Miley vislumbrou a possibilidade de ganhar mais um troco com a ferramenta e anunciou a disposição de cobrar para conversar com os fãs por meio do microblog.

Agora, diz que ele é perigoso, gera vício, favorece a invasão de privacidade e  deveria "ser banido do universo".

Afinal, Twitter serve para arrancar ainda mais dólares de fãs apaixonados ou é uma droga sem qualquer utilidade que merece ser banida?

Essa malinha já está ficando pesada...

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