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Posts de 09/12/2009

9 Dez 01h03

E agora, Sport? Vão processar o doutor Ricardo Teixeira?

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patricia amorim ricardo teixeira1 300x225 E agora, Sport? Vão processar o doutor Ricardo Teixeira?

Declaração do presidente da CBF (Conferação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, ao encontrar a presidente eleita do Flamengo, Patrícia Amorim, no congresso esportivo Footecon, no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (8):

- Estou acostumado com uma presidente. Todos nós, homens, estamos, pois temos uma dentro de casa. Tenho certeza de que ela fará um excelente trabalho. Temos mulheres concorrendo à Presidência, mulher presidente de país vizinho nosso... então, por que não? Boa sorte para a Patrícia. E que ela traga o hepta.

E agora, dirigentes do Sport?

Vão processar o doutor Ricardo Teixeira?

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9 Dez 01h01

Ronaldo Fenômeno sempre será Flamengo doente. O resto é conversa fiada – 2, a prova

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ronaldo Ronaldo Fenômeno sempre será Flamengo doente. O resto é conversa fiada   2, a prova

No último dia 25 de novembro, publiquei neste nosso canto uma tascada com o título "Ronaldo Fenômeno sempre será Flamengo doente. O resto é conversa fiada".

Nele, eu explicava porque o jogador, apesar de magoado, não deixou e nem deixará de torcer para o seu time de coração desde a infância.

Não leu? Então leia aqui.

Foi um dos textos mais prestigiados pelos amados amigos da blogosfera colorida em seus comentários.

De muitos deles, apanhei como barata em rota de fuga de cozinha.

Mas eis que, nesta terça-feira (8), o noticiário é invadido por uma declaração de Ronaldo no Rio de Janeiro.

Disse ele, após ter ido à festa do título rubro-negro em um clube da Barra da Tijuca:

- Este ano foi maravilhoso para mim. Nunca poderia imaginar que pudesse conseguir dois títulos como jogador pelo Corinthians, o Paulista e a Copa do Brasil, e mais dois como torcedor do Flamengo (nota do blogueiro: o tricampeonato carioca e o hexacampeonato brasileiro).

Agora estamos certos e esclarecidos, né não?

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9 Dez 01h00

São Paulo, terça (8), 20h. Dois km de engarrafamento. Ok, medo da água, você venceu

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marginal pinheiros 300x225 São Paulo, terça (8), 20h. Dois km de engarrafamento. Ok, medo da água, você venceu

Retornava de uma entrevista para a redação deste R7, em São Paulo, às 20h02 desta terça-feira (8), quando o locutor de uma rádio especializada em trânsito anunciou solene:

- Milagre: são oito horas e dois minutos da noite e há apenas dois km de engarrafamento em toda a cidade de São Paulo. É isso mesmo: dois km de engarrafamento em toda a cidade.

A esta altura das noites, sabem bem os paulistanos, a coisa raramente está abaixo dos cem quilômetros de pistas e ruas travadas.

Ouvintes mandavam mensagens e jornalistas entravam ao vivo para comemorar o fato de atravessarem as avenidas marginais em poucos minutos.

Ou de terem ido do bairro A para o B em tempo recorde.

Alguns demonstravam alegria.

Quando isso ocorria, confesso que sentia um tom macabro, uma certa esquizofrenia.

Era o vazio pseudo-confortável do fracasso.

Na noite daquele 12 de maio de 2006 em que o PCC (Primeiro Comando da Capital) tocou o terror em São Paulo, fui comer um bife mal passado com um amigo, o jornalista Chico Silva,  em um dos mais tradicionais restaurantes do centro paulistano.

A cidade parecia um cemitério abandonado.

Era o triunfo do medo da bala.

A vitória do medo do fogo.

Hoje, guardadas as devidas proporções (só as devidas), tivemos outro dia de triunfo do medo.

Só que, desta vez, foi o triunfo do medo da água.

Em todo caso, os humilhados somos sempre nós.

Sempre nós.

Gastei minutos para vir da Avenida Paulista à sede do Grupo Record, na Barra Funda - e quatro horas e meia, na ida, a partir das 9h da manhã, para percorrer 0s 35 km que separam minha casa, em Cotia, do centro de São Paulo.

Milhares de pessoas não entraram na cidade.

Outros milhares não saíram hoje de onde estavam.

Eu, como havia prometido ao prefeito, bem que tentei.

Mas ainda não foi desta vez.

A chuva não me pegou de jeito.

Mas estou tentando, juro que estou tentando...

Leia mais sobre ruas vazias em São Paulo no R7.

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