12 Dez 01h00
Pelados em Santos, Mamonas e o Internacional: tudo a ver

Apanhei da torcida do Grande Internacional, como um dromedário no deserto, por causa da última tascada enfiada neste canto da blogosfera colorida.
Fiz questão de aprovar pessoalmente, um a um, todos os comentários com suas devidas cacetadas.
Só não entraram aqueles que, de tão recheados de palavrões, perderam todo e qualquer sentido quando, deles, a chularia foi retirada.
Eu não corto a cabeludagem por mim.
Sinceramente, não dou a mínima.
Tiro pelo respeito que eu e todos vocês certamente temos pelos leitores deste R7 que não suportam termos pesados e possuem todo o direito de não querer conviver com eles.
Voltando ao texto, eu aproveitava a festa da torcida do Flamengo pelo título brasileiro para lembrar das letras de Dinho, o líder dos Mamonas Assasinas, que nos deixaram tão cedo num traumático acidente de avião.
Os amigos colorados desabaram sobre mim porque não lembrei do seguinte: a idéia original de adaptar Pelados em Santos, dos Mamonas, foi da torcida do Internacional.
Gosto de verdade do Inter, um time popular e vencedor.
Mas os amados amigos colorados me acusam de algo que não fiz: dizer que quem fez primeiro foram os rubro-negros.
Em nenhum momento do texto eu afirmo isso.
Disse apenas que a torcida do Flamengo fez uma versão - e que eu gostei dela.
Não disse que foi a primeira, a segunda e nem a milionésima primeira.
Disse que foi uma - e que eu achei bacana.
Só isso.
A rigor, se os amigos olharem com atenção, perceberão que o texto é muito mais uma homenagem ao talento do Dinho do que uma reverência a times e torcidas.
O Flamengo e seus torcedores, ali, eram só pretexto.
Achava até que a suprema maioria dos comentários viria de fãs saudosos do Mamonas, e não de rubro-negros ou de colorados.
Eraum comentário de saudosismo musical, e não de bola.
Conheço a versão colorada da música desde o início de 2008.
Vejo os torcedores do Inter cantá-la em todos os seus jogos.
Acho-a criativa, bonita, bem feita.
Enfim, jamais tive a intenção de sugerir que o Flamengo fora o primeiro time a usar a música ou de roubar o ineditismo colorado para entregá-lo a outro time.
Se algum colorado ainda desconfia disso, aí vai outra homenagem:
Inter, estaremos contigo
Tu és minha paixão
Não importa o que digam
Sempre levarei comigo
Minha camisa vermelha
E a cachaça na mão
O Gigante me espera
para começar a festa
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Você me deixa doidão...
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Inter do meu coração...
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Xalaialaiaa …
Todo o carinho ao Grande Inter.
Um abraço na Popular e em todos os apaixonados colorados.













