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16 Fev 03h27

A segunda “morte” de Geisy por causa de um vestidinho. Desta vez, no calor do Rio. O melhor é partir para as calças compridas

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geisy lonao 300x225 A segunda morte de Geisy por causa de um vestidinho. Desta vez, no calor do Rio. O melhor é partir para as calças compridas

Nossa simpática Geisy Arruda desceu esbaforida, tonta, mais branca do que já é, do carro de destaque que ocupou no desfile da Porto da Pedra, no Rio de Janeiro, na madrugada de terça-feira (16).

Pressão baixa.

Sintomas de desidratação.

Pedia água, pedia remédio, pedia médico e posto de saúde.

Chegou a dar uma arriada no chão enquanto esperava antendimento.

Nada grave e tudo resolvido, de acordo com as primeiras informações.

Nossa Geisy estava bonita de Elizabeth I.

Penteadão matador, pedraria na composição da maquiagem modernosa... tudo bacaninha.

Mas, apesar da referência à realeza britânica, onde esses estilistas e carnavalescos da Porto da Pedra pensam que fazem Carnaval?

O tecido do vestido da moça era grosso, um veludão, um verdadeiro lonão de cobertura.

Coisa para atravessar geleiras.

Isso no fogo eterno do verão carioca.

O bom senso não mandaria escolher um tecido mais fino?

Quem aguenta colocar aquilo na estufa em que o Rio foi tranformado nesses dias?

Os carnavalescos e estilistas da escola vivem no Rio.

Deveriam saber que aquilo era um absurdo.

Primeiro, uns insanos primitivos da Uniban quase matam Geisy por causa de um vestidinho curtinho rosinha cafoninha.

Depois, uns sem noção quase matam Geisy de calor por causa de um vestidinho grosso de doer idealizado para um momento em que a cidade parece ter sido colocada dentro de um forno aceso.

Não é por nada não, mas que tal nossa Geisy usar apenas calça comprida daqui para frente?

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