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Posts de 01/03/2010

1 Mar 19h30

Tessália na capa da Playboy. Com água na boca. Coisa grotesca? Mau gosto? Boa ideia? Nada disso? Opine

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tessalia capa Tessália na capa da Playboy. Com água na boca. Coisa grotesca? Mau gosto? Boa ideia? Nada disso? Opine

Eis a capa de Tessália na Playboy de março.

Assim, com uma mangueira aberta e ... água na boca.

Difícil não ser remetido ao episódio de sexo oral que rolou ou teria rolado ou (segundo ela) não rolou com Michel, por longos oito minutos, embaixo de um edredon do BBB10.

Mau gosto?

Referência grotesca?

Bela foto?

Boa ideia?

Nada disso?

Tessalia coelho 300x186 Tessália na capa da Playboy. Com água na boca. Coisa grotesca? Mau gosto? Boa ideia? Nada disso? Opine

Opine, amado amigo da blogosfera colorida, opine.

É o típico episódio bom para comentar.

Leia mais sobre Tessália no R7.

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1 Mar 19h02

Conar julga Paris Hilton não pelo que vê no comercial, mas por seu passado quente. O anúncio suspenso é até bobinho

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paris 300x225 Conar julga Paris Hilton não pelo que vê no comercial, mas por seu passado quente. O anúncio suspenso é até bobinho

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) acaba de conceder uma liminar parcial suspendendo a veiculação da campanha publicitária da cerveja Devassa Bem Loura, marca do grupo Schincariol.

No anúncio, a patricinha americana Paris Hilton aparece dançado em um apartamento do Rio de Janeiro.

Ela usa um vestido curto. Em alguns momentos, desliza uma lata da cerveja em partes do corpo.

Nada demais. Veja aqui o comercial e volte.

A Secretaria Especial de Políticas para a Mulher, ligada à presidência da República, o Conar e um grupo de consumidores abriram três processos contra a campanha.

A ação dos consumidores, um grupo que considera o comercial com apelo exagerado à sexualidade, motivou a liminar do conselho.

A decisão é exagerada e moralista.

O vestido usado por Paris está de acordo com o que se vê aos montes, hoje em dia, na rua e na tevê.

Considerar os movimentos da bilionária no anúncio um material de conotação sexista é ver fantasma e fazer tempestade em copo d’água.

Tampouco há apelo exagerado à sexualidade para os padrões de hoje.

A toda hora, em todo momento, em todos os canais, os brasileiros assistem cenas muito piores e mais provocantes.

A mulata Adele Fátima, de biquíni, requebrando suas curvas monumentais nos anos 1970, ao som de “nem oito nem oitenta: sardinha é 88”, era muito, mas muito mais provocante e sensual do que essas carinhas e boquinhas da nossa loira rala.

É apenas um exemplo. Há centenas de outros.

A preocupação da Secretaria, neste caso, é nitidamente exagerada e descolada do bom senso.

As pessoas estão perdendo o humor e os limites.

E o pior: estão querendo pensar por nós, decidir o que consumimos, com essa falta de humor e de limites.

Julgaram Paris Hilton não pelo que viram no comercial, mas pelo seu passado pessoal.

Tiraram do ar a Paris Hilton que aparece nos YouTubes da vida em carraspanas homéricas e refregas quentes com namorados.

E não aquela bobagem (no sentido erótico) que todos vimos.

Se fosse outra mulher, com passado, digamos assim, menos comprometedor e polêmico, a coisa teria passado batida.

O problema não é o que se vê no comercial. É Paris Hilton fazendo o que se vê no comercial.

Moralismo exagerado.

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