30 Abr 17h57
O que as amigas e os amigos acharam dos vestidos da grife de Geisy Arruda? Opinem

Este país ainda consegue ser surprendente e engraçado por obra exclusiva de seu povão.
Da proba legião CDE, do andar de baixo, como gosta de dizer o jornalista Elio Gaspari.
Agora, por exemplo, estamos às voltas com a volta de Geisy Arruda, nosso Discovery social, nosso tufão de Diadema, nossa musa rosa da mobilidade.
No final do ano passado, essa moça foi transformada numa espécie de Geni por periféricas e periféricos caretas oficialmente registrados no campus São Bernado do Campo da Uniban (daí a afirmar que estudam poderia ser um ato leviano e não quero correr riscos...).
A medievália xingou, gritou e quase bateu na moça com o gato morto porque ela ia à aula com um vestidinho curtinho cafoninha de malhinha rosinha que destacava o semblante simpático, o sorriso farto e a silhueta, àquela altura, ainda muito soberba em dimensões.
Pois a vítima não deixou barato: invadiu os veículos de comunicação, contratou advogado, processou Deus e mundo e... virou viral geral em tudo o que é lugar.
Hoje, apenas seis meses depois de deixar a sala da Uniban protegida dos insanos pela polícia, Geisy Arruda é celebridade.
Frequenta eventos, cobra cachê, estrela programas de tevê.
Nesta quinta-feira (29), nosso tufão de Diadema lançou a Rosa Divino, grife para uma linha de, claro, vestidinhos curtinhos cafoninhas rosinhas. E também lilazezinhos, pink, vermelhinhos...
Estavam todos lá: as primas, as tias, as tias “de consideração” e do papo no fim de tarde no bairro, a criançada, e, claro, a mãe, com vestidinho rosa e cara emburrada de “o que eu estou fazendo aqui?”...

Até o Alexandre Frota, o ex-BBB Kléber Bam Bam e o ex-Fazenda Miro Moreira estavam lá.
Logo após o estouro do caso Geisy, numa reportagem da Folha de S. Paulo, eu e um grupo de colegas de veículos de comunicação da Record fomos os primeiros a entrevistar Geisy.
Na ocasião, nossa musa rosa era apenas uma jovem em paz comovente com o vigor inquestionável dos próprios contornos em em busca espantada pela reparação de sua dignidade.
Seis meses depois e vejam só...
Eu adoro essas coisas de paixão.
Essa mobilidade que, a cada dia, joga mais representantes do povão na gangorra social do dorme-sapo-e-acorda-príncipe ainda é um dos grandes baratos dessa sociedade.
Desejo de verdade que essa moça tenha sucesso também com sua grife.
E quero saber o que as amadas amigas e os amados amigos da blogosfera colorida acharam da investida fashion de Geisy Arruda, nosso foguete, nossa irresistível musa rosa da mobilidade.
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