-
30/03/2012 às 02:28:50
Eita .... viu somente 6 gols de Pelé ????
Só assistir Pelé Eterno ... tem mais de 400 gols lá ...
Não faltam jogadas não . Tem um negócio chamado Youtube que tem centenas de jogadas de Pelé ...
Quanto a cabeçadas ... Pelé também não era centroavante de origem ... Os centroavanted de origem de Pelé npo Santos foram Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro ....
Messi em 8 anos fez 10 gols de cabeça, 6 gols de falta ....
Marcos Assunção fez isso em gols de falta só esse ano que está começando ...
E desde quando "conduzir bola" e " habilidade " é parametro ??? Denilson também tinha uma "habilidade " incrivel ....
E a palavra "habilidade" serve prá um monte de coisas, né ???
Habilidade em defender, em chutar , em fazer embaixadas, em costurar , em desenhar .... em fazer gols ....
Ronaldinho Gaucho era outro " melhor que Pelé " um tempo atras ... abafaram o caso ... -
25/03/2012 às 10:50:53
Apesar de não ser muito fã de argentinos, tenho que admitir que MESSI é melhor que PELÉ apenas por um motivo: MESSI joga mais bola que PELÉ!
-
21/03/2012 às 22:08:46
Assisti ao jogo televisionado entre Brasil e Itália na copa do México, em 1970, e não vi nada de mais em Pelé. Depois disso, ele atuou por mais 7 anos e nada de jogadas espetaculares. Pode ter sido o maior artilheiro do século, mas jogador, na minha opinião, está muito aquém. Duvido que Pelé tinha a habilidade de Messi, nem conduzia a bola como ele. E os gols por sobre os goleiros. Quanta tranquilidade. Talvez faltem jogadas ou gols gravados de Pelé, até porque a televisão no Brasil teve início em 1950! Até hoje, conheço apenas os mesmos seis gols de Pelé que sempre passam na tv. Para quem fez mais de 1000! Vamos parar de saudosismo. O melhor de todos os tempos é Messi. E nem adianta falar que Pelé era bom de cabeça e Messi não, pois Messi não é centroavante de origem. E mais, apelar para gols de cabeça não dá! Pelé é mais um.
7 Mai 16h52
Vanderlei pediu desligamento do quadro de sócio do Santos. O clube anuncia que ele deve 14 mensalidades. Huuumm… Isso é que é dar troco antes mesmo de receber…

O técnico do Atlético-MG, Vanderlei Luxemburgo, informou em seu twitter que pediu, em caráter imediato e irrevogável, o desligamento como sócio do Santos. Disse ainda estar disposto a “arcar com as despesas necessárias”.
Foi o ponto alto de uma performance individual e exagerada do técnico.
Ela começou a ser construída no domingo (02), quando o técnico ouviu o “Vanderlei, pode esperar, a sua hora vai chegar” de Robinho e dos meninos do Peixe após a conquista do Paulistão sobre o Santo André.
Na partida de volta da Copa do Brasil, na quarta-feira (05), na Vila Belmiro, o Santos, que havia perdido o primeiro jogo por 3 a 2, cumpriu o prometido.
Ensacou um 3 a 1 no Galo e ficou com a vaga.
A hora chegou, O Galo voltou e o Peixe seguiu na competição.
Pois bem: o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, Laor para os íntimos, acaba de comunicar: Vanderlei, antes de se desligar do clube, deveria pagar as 14 mensalidades que deve como sócio.
Apesar do número de pregos (14), o papagaio é até pequeno.

No máximo R$ 378.
Cada mensalidade de sócio contribuinte do Peixe custa R$ 27 e, se Vanderlei quiser, dá até para encaixar um choro por um descontinho.
Mas, simbolicamente, o loirinho pulverizou a performance do técnico.
Hummm, Vanderlei... essa foi para desconcertar, não é mesmo?
Uma caixinha de surpresas, como sempre – e como o futebol.
O técnico deve ter usado muito o “pode esperar, a sua hora vai chegar” para motivar os jogadores mineiros na partida de volta.
Se assim o fez, não adiantou.
Vanderlei reagiu, mas acabou errando na mão e passando do ponto.
Reclamou demais, falou de mágoa, de ingratidão, de moleque, de avô...
De forma exagerada, levou a sério e ao público uma brincadeira que, no máximo, deveria servir para incentivar seus comandados dentro do vestiário.
Os atleticanos, os santistas, os jornalistas e o restante da opinião pública esportiva dedicavam tempo ali para conhecer as explicações de técnico de clube para uma derrota importante.
E não para ouvir reações individuais e pessoais de alguém diante de provocações, por mais justificadas que elas pudessem ser.
Por que o time não conseguiu a vaga?
Quem falhou?
Quem acertou?
Quais foram os erros e os acertos técnicos e táticos de uma e de outra equipe?
Quais foram seus erros e acertos no comando do time?
Essas coisas.
Em vez disso, Vanderlei deu apenas um depoimento, sem direito a perguntas, sobre os melindres provocados pelos cânticos dos Meninos da Vila.
Disse que sua vida profissional no Santos estava encerrada e que, daquele momento em diante, só entraria na Vila como adversário.
Enfim, colocou uma mágoa pessoal, um problema individual, à frente de algumas de suas funções profissionais importantes, entre elas a de dar satisfação sobre o jogo a seus torcedores e patrocinadores do Atlético-MG.
A atitude de exigir em público a saída do quadro social é um direito do técnico.
Mas, mesmo disposto a “arcar com as despesas necessárias”, teria sido prudente acertar o papagaio antes do anúncio.
Considerando o barulho que fez em torno de seu rompimento com o clue, seria simbolicamente positivo para um cidadão que já teve seu nome envolvido, entre outras coisas, com irregularidades em relação ao Imposto de Renda.
Como não quitou, deu a chance para o presidente do Santos divulgar os pregos.
E saborear, calmamente, a sopa da vingança.
Huuumm, Vanderlei...
Leia mais sobre futebol no R7.
7 Mai 14h35
Ronaldo disse, quase chorando, que está entre os que mais treinam no Corinthians. Então o que anula este trabalho fora de campo? Opine

- Por que faltou comprometimento da sua parte para entrar em forma?
A pergunta, feita pelo repórter Jesse Nascimento numa coletiva de imprensa na quinta-feira (06), dia seguinte ao da eliminação do Corinthians da Copa Libertadores da América, abalou Ronaldo Fenômeno.
Com os olhos marejados e a voz baixa, pausada e embargada, num esforço visível para não derramar lágrimas, o craque respondeu:
- É muito fácil alguém que está de fora, como você (o autor da pergunta), falar em falta de comprometimento. O preparador físico do Corinthians afirma que eu estou entre os dez jogadores do elenco que mais treinam em horas de trabalho, em tempo de atividade. Então, não há falta de comprometimento. Eu tenho 33 anos, oito cirurgias no corpo, muitas dores e ainda ouço esse tipo de pergunta. O povo está comigo. O corintiano está comigo.
O repórter foi corajoso ao perguntar sem meias palavras.
E Ronaldo mostrou sofrimento sincero por não ter conseguido dar uma contribuição maior para a campanha do Corinthians.
Mas um ponto da declaração do Fenômeno talvez ajude a decifrar o enigma.
Ele disse que o próprio preparador físico do clube atesta que ele é um dos dez primeiros do elenco em número de horas treinadas.
Se isso for verdade – e deve ser, porque o craque não teria motivos para inventar tal coisa -, a média parece ser bem aceitável se considerarmos que Ronaldo é um dos mais velhos do grupo e, como ele próprio lembra, tem oito cirurgias no corpo.
O desempenho físico esportivo de qualquer ser humano é o resultado de sua preparação menos o que ele gasta de seu corpo quando não está praticando o seu esporte.
Fisicamente, Ronaldo Fenômeno não está muito diferente do que no ano passado, quando teve um boa performance.
Na prática, está gordo agora como estava gordo antes.
Se a situação do corpo não mudou e ele, segundo afirma, teve carga de treino compatível para um atleta de sua idade, o problema pode estar na forma como Ronaldo está gastando fora de campo, neste ano, as energias e o preparo físico acumulados nas horas de preparação.
Em resumo: o craque pode até estar acumulando de forma aceitável, mas deve estar gastando além das medidas fora de campo.
Fala-se em muito cigarro, até dois maços por dia.
Fala-se em baladas às vezes exageradas, que roubam noites de sono e uma parte considerável da energia de qualquer cidadão, sobretudo os que usam a potência do corpo para trabalhar.
Fala-se em problemas pessoais e familiares, que também minam – e muito – a disposição de qualquer um.
Algo deve estar consumindo suas energias além do aceitável fora de campo.
Adriano, o Imperador, passa a mesma impressão.
Corre, treina, faz sauna, vai ao fisiologista, trabalha com o fisioterapeuta e... nada.
Em campo, não chega nem perto da explosão física que sempre foi sua marca.
Ronaldo Fenômeno ficou chateado com a questão do repórter.
Deve ter se perguntado: sou milionário, vencedor, bicampeão mundial de seleções nacionais, recordista de gols em copas, três vezes eleito o melhor jogador do mundo, reconhecido em todo o planeta e ainda tenho que escutar perguntas como essa?
Enquanto for jogador profissional, correrá, sim, o risco de escutar perguntas como essa.
Tem todo o direito de se defender delas com seus argumentos.
O mesmo que os repórteres possuem de perguntar.
Agora, se o Fenômeno, tão querido como é por todos nós, está treinando como deve aos 33 anos, talvez valesse a pena aproveitar este início de Campeonato Brasileiro para avaliar o que está destruindo o trabalho fora dos jogos e dos treinos?
Na mesma entrevista, o Ronaldo disse:
- Não vou deixar que parem comigo. Eu ainda me emociono e me divirto com o futebol.
Seu contrato com o Corinthians vai até o final de 2011.
Se quiser mesmo parar quando achar a hora, e não “ser parado” antes dela, o genial Ronaldo Fenômeno precisa localizar e anular esses problemas que claramente minam suas energias.
Agora.
6 Mai 17h07
Você sabe o que é vlog? Tem um diário em vídeo na internet? Beleza. Mas tome muito cuidado para não correr riscos

O vlog é uma das mais novas e concorridas sensações da internet.
Você sabe o que é vlog?
É uma referência a videoblog, a versão em vídeo dos blogs que conhecemos.
A maior parte dos vlogs abriga diários pessoais.
O cidadão senta diante da câmera, conta detalhes de sua vida pessoal, relata como foi o dia, faz referências a amigos, familiares, estudo, namorados, namoradas...
Ou pega a câmera e sai a registrar encontros com os amigos, almoços e jantares com a galera, festas, farras, raves, shows...
E, depois, publica tudo isso na internet, nos YouTubes e afins da vida.
Você gosta de videoblog? Tem um?
Ótimo. Beleza. Saudável.
Mas é fundamental ter cuidado, muito cuidado mesmo, com as informações passadas sobre sua casa, seu quarto, o endereço e tudo aquilo que possa ajudar a identificar sua rotina e a de seus amigos.
Imagem é informação – e das boas.
Nas últimas semanas, várias reportagem trouxeram casos de vlogueiros, em sua suprema maioria mulheres adolescentes e jovens, que foram perseguidas por pessoas depois de terem identificados seus endereços e o local em que estudam a partir de imagens e comentários colocados no vlogs.
Dias atrás, Mariana, 19 anos, contou ao jornal Folha de S. Paulo, que foi infernizada durante várias semanas por um sujeito que mandava e-mails com pedidos de encontro.
Pelas imagens, o camarada conseguiu localizar a faculdade em que ela estuda.
Mariana revelou sua preocupação:
- Fiquei morrendo de medo de ele aparecer na porta.
Portanto, amados amigos da blogosfera colorida, todo cuidado é pouco.
As imagens postadas devem ter sempre cenário e fundo neutros, sem referências pessoais que permitam qualquer tipo de localização.
Comentários e conversas não devem trazer detalhes e referências que localizem o vlogueiro e seus amigos.
E nem revelar detalhes de intimidade que possam facilitar o mapeamento de suas rotinas.
Sem esses cuidados, vlogar pode ser um ato com algum risco.
E você, o que pensa sobre o assunto?
Teria coragem de ter um vlog?
Opine.
Registre seu comentário.
6 Mai 16h02
O que o time do Palmeiras merece após o vexame de perder quatro pênaltis em uma disputa? Opine

Eu nunca imaginei que pudesse ser possível um goleiro pegar três cobranças em uma disputa de pênatis e ainda assim sair derrotado.
Pois até isso o atual time do Palmeiras tornou realidade.
Na noite de quarta-feira (05), após a partida de volta contra o Atlético-GO, pela Copa do Brasil, vencida no tempo normal pelo time goiano por 1 a 0, o goleiro palmeirense Marcos pegou três penalidades.
Mas seus companheiros jogaram o trabalho de São Marcos fora e perderam quatro.
Três delas terminaram nas mãos do goleiro e a outra foi para fora.
Final da disputa: sete dos dez tiros perdidos, vitória do Atlético-GO por magros 2 a 1 nos pênaltis e eliminação do Palmeiras da Copa do Brasil.
Palmeiras que deixou escapar o título do último Brasileirão para um adversário que estava 15 pontos atrás (o Flamengo) e terminou o Paulistão 2010 em 11º lugar.
Um vexame.
Não me lembro de ter visto nem time amador perder tantos pênaltis assim na primeira série de cinco cobranças.
O que você acha que os jogadores palmeirenses merecem, amago amigo da blogosfera colorida?
Opine.
Registre seu comentário.
5 Mai 17h58
Fiz um copie e cole da Nicole Bahs. Terminei meu namoro com a Penélope Cruz, a Pê, por e-mail

Não adianta insistir, dona Penélope Cruz.
Eu já decidi: não quero mais.
Acabou.
Foi ótimo enquanto durou, você-é-uma-pessoa-assim-incrível-sabia?, sua beleza interior me emociona, mas estou confuso.
Estou confuso, Pê.
Amanhã mandarei um e-mail terminando oficialmente.
E–mail?
Como assim, e-mail?
Isso mesmo: e-mail.
Ag News
É que eu li agora no R7: minha estimada paniquete Nicole Bahls (foto acima) rompeu por e-mail a relação (sabe assim?) com o rapper americano Akon.
Olhe só a frase linda que minha colega de R7 Daniella Machado, do Rio de Janeiro, escreveu para explicar a decisão da Nicole.
- Os dois chegaram à conclusão, por e-mail, de que não daria para manter o namoro à distância.
Eles ficaram três meses juntos.
Se havia apenas dois encontros por ano, é possível concluir que eles nunca mais se viram depois da última passagem do rapaz pelo Brasil.
Mesmo assim, pelo jeitão da Nicole, a coisa parece ter sido intensa, com uma energia muito forte rolando entre os dois, não é mesmo?
Li e gostei.
Se eles dois tiveram uma relação assim, tãão profunda, e terminaram tudo por e-mail, eu achei chique a gente colocar ponto final também de forma virtual, com um e-mail.
Há pelo menos duas vantagens nesta forma: você não me enche muito o saco para voltar atrás e eu não chego perto de você, despertando a ira e a inveja dos milhões de doidos para um dia ter, como eu tive (se bem que não me lembro bem da última vez), a chance de te pegar.
Aliás, a Nicole e o Akon estão provando que, até para namorar, esse negócio de chegar perto, no mundo globalizado de hoje, virou um mero detalhe, uma coisa dispensável, não é mesmo?
Meu Deus do céu...
Qual será o limite dessa gente para a busca dos holofotes?
Depois do mundo virtual, as pessoas decidiram também que elas próprias – e suas vidas – são virtuais.
Espantoso, espantoso.
E, você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa desses exageros?
Opine.
Registre seu comentário.
Leia mais sobre o caso Nicole e Akon no R7.
3 Mai 17h37
Robinho e o Santos berraram: ô Vanderlei, pode esperar, a sua hora vai chegar. O técnico deve ter amado. Era tudo o que ele queria para incendiar o Atlético

O coro, puxado por Robinho, foi logo seguido por outros jogadores do Santos e pela torcida em êxtase nas comemorações do 18º título paulista do time da Vila Belmiro, no domingo (02):
- O Vanderlei, pode esperaaaaaaaaaaaaaaaaar: a sua hora vai chegaaaaaaaaaar!
Para quem ainda não identificou, o Vanderlei em questão é ele mesmo, o Luxemburgo, técnico do Santos no ano passado e atual treinador do Atlético Mineiro.
Atlético Mineiro, um time com Ricardinho e Diego Tardelli em grande fase.
Um time que venceu o Santos por 3 a 2 na quarta-feira passada.
Um time campeão mineiro no mesmo domingo (02) com uma convincente vitória sobre o Ipatinga.
Um time que vai encarar novamente o time da Baixada na próxima quarta-feira (5), na Vila Belmiro, no jogo de volta do mata-mata da Copa do Brasil, com a vantagem do empate para ficar com a vaga e eliminar o rival.
E, queiram ou não, um time comandado por Vanderlei Luxemburgo, treinador dono de um dos maiores rosários de conquistas da história do futebol brasileiro.
A experiência sempre mostrou que, no caso das provocações e gozações, sobretudo as antecipadas, o melhor é deixá-la no âmbito das torcidas.
Sinceramente, não sei o que dá na cabeça de jogadores profissionais experientes como Robinho ao liderar espetadas públicas como essa.
E logo em Vanderlei, um cidadão que sabe, como poucos, aproveitar essas situações externas para colocar fogo em seus comandados e transformar o limão em limonada.
Nas semanas de jogos decisivos, Vanderlei espera ansiosamente coisas desse tipo.
Uma declaração megalomaníaca de um dirigente, uma ofensa de um jogador rival, um deslize do técnico adversário, uma manifestação de superioridade do outro lado.
Espera como se fosse um prêmio, justamente para incendiar seus jogadores nas preleções com frases do tipo “estão vendo o que falam da gente do outro lado?” “vão deixar isso assim, dessa forma?” ou “permitirão que a carreira profissional de vocês seja desvalorizada dessa maneira?”.
Aí vai um gaiato de um Robinho e... pinba: morde a isca.
Entrega de bandeja rigorosamente tudo o que Vanderelei queria.
Cada um fala o que quer, mas eu acho esse tipo de coisa pouco inteligente quando parte de quem vai jogar.
Pelo mero fato de que boleiro ou dirigente que faz uma provocação dessa antes do jogo não tem qualquer chance de ganhar algo com isso.
Só de perder.
Senão vejamos:
Primeiro, ele precisará de mais força, empenho e talento para derrubar um adversário mordido e com motivação extra pelo que ouviu antes do jogo.
Se ainda assim o provocador conseguir derrubar o provocado, não ganhará um cisco de areia a mais do que se tivesse vencido sem provocações públicas.
Mas se perder, ahhh... o que irá ouvir depois...
Huummm...
Vanderlei, Robinho e o elenco do Santos devem entendem muito bem.
A questão não é de melindre bobo, longe disso.
É a seguinte: a esta altura do campeonato, Vanderlei certamente já conta com uma boa coleção de vídeos e de recortes com o tal “pode esperar: a sua hora vai chegar” berrado por Robinho e a Orquestra dos Meninos Felizes.
Deve estar esfregando as mãos e agradecendo o Pedalador.
O Santos pode derrubar o Atlético Mineiro?
Claro que pode.
Possui todas as chances.
O Galo tem condições de vencer?
Claro que sim.
O time mineiro está arrumado e tem jogadores em grande fase.
Condições que, depois dessa do time do Santos, ficaram, ao meu ver, um pouco maiores.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa sobre o assunto?
Opine.
Registre seu comentário.
3 Mai 16h31
Dorival Jr. pode ter sido sábio e nobre no caso da tentativa de substituir Ganso. Mas, se foi, não soube vender seu peixe
O técnico do Santos, Dorival Jr., tentou substituir Paulo Henrique Ganso no segundo tempo da final do Paulistão, contra o Santo André, no domingo (2), logo após a expulsão de Roberto Brum, que deixou o time da Vila Belmiro com apenas oito jogadores.
Ao ser chamado, Ganso fez, de dentro do campo, enfáticos sinais negativos com as duas mãos.
Ao mesmo tempo, disse para quem quisesse ouvir (ou filmar lábios para leitura, a moda atual), que não iria sair.
O técnico sacou André, e não Ganso, para a entrada de Bruno Aguiar.
Ficou no ar a sensação de que Ganso teria afrontado o técnico e rompido a hierarquia de comando do time.
Depois do jogo, Ganso afirmou que não houve desrespeito e tudo não passou de uma etapa de conversa.

Dorival Jr. também deu sua explicação:
- Conversamos antes e ele (Ganso) disse que estava desgastado, arrebentado. Pensei em fazer uma alteração para dar mais sustentação ao time. Foi uma iniciativa dele (permanecer em campo). De homem. E isso deve ser valorizado. Não é menosprezo nem desrespeito (ao comando do técnico). Foi uma decisão de um atleta que resolveu o jogo para nós.
O fato: com ou sem insubordinação de Ganso, o ótimo Dorival vacilou.
Das duas, uma: o técnico quis sacar o meia por questões técnicas e táticas ou por motivos físicos, como ele alega.
Se a decisão foi técnica ou tática, Ganso o atropelou. Deveria ter sido repreendido por isso.
Cabe exclusivamente ao técnico decidir quem fica ou sai de campo.
Se, por outro lado, Dorival queria mesmo Ganso no jogo até o fim, mas pensou em trocá-lo por medo de que ele pudesse prejudicar o time, sendo depois convencido de que o jogador aguentaria até o final (ou seja, se foi o que ele, Dorival, disse depois do jogo), o treinador está de parabéns.
No ambiente fanfarrão e de falsa autoridade que reina no futebol, teria tido a coragem e a grandeza de não posar de único sabe-tudo ao ouvir a sugestão de um comandado.
E sensibilidade e inteligência suficientes para perceber que o seu próprio trabalho seria beneficiado com a permanência de Ganso.
E, por último, maturidade para tomar tais atitudes num momento tenso e decisivo da final.
Só que, se foi isso o que ocorreu, Dorival precisava ter explicado melhor a situação ao final do jogo.
Ele deveria ter dito, com muita clareza, que só pensou em tirar os jogador por motivos físicos, que o jovem craque deixara em sua reclamação de cansaço a sensação de que poderia prejudicar o time, que por questões técnicas não tiraria Ganso nem a pau, Dorival...
E aí ficaria inequivocadamente claro que tudo isso não passou de um mal entendido.
Do jeito que as coisas ficaram, pairou no ar a sensação de que qualquer bom jogador, mesmo bem intencionado, pode, em nome de seu ímpeto e de sua boa vontade, deixar de cumprir uma decisão técnica do comandante Dorival Jr. e, eventualmente, prejudicar o time com esta decisão.
E isso, francamente, não pode.
Nem mesmo Ganso pode.
3 Mai 14h15
Mais uma falta de Adriano. Multa: R$ 20 mil. Vou deixar meu celular. Na próxima, é só avisar. Não estou com essa bola toda, mas, por esse vintão, eu treino dobrado no lugar dele

Adriano, o Imperador, não foi treinar no sábado (1º).
Foi a sua 12ª falta em 2010 no Flamengo.
No domingo (2), ele reapareceu.
Disse que precisou acompanhar a mãe, que estava com “um problema grave”.
Por isso, não foi à Gávea e nem conseguiu avisar que faltaria.
Com a internet, as mensagens e, sobretudo, os celulares de hoje (Adriano certamente tem vários desses aparelhos, os mais modernos, com web e todos os outros recursos), fica difícil imaginar como um problema de mãe, por mais grave que seja, pode impedir uma ligação de 40 segundos ou, pelo menos, um torpedozinho básico.
Jorginho, assessor técnico de Dunga na Seleção Brasileira, esteve na Gávea no mesmo sábado, para dar um abraço em seu amigo Rogério, atual técnico do time, e testemunhou a ausência.
Se isso influirá na presença ou na ausência do atacante na próxima convocação, a definitiva para a Copa da África do Sul, veremos na próxima semana.
Desejo, no entanto, comentar outro lado dessa questão.
A diretoria do Flamengo anunciou que o Imperador terá o dia de falta descontado de seu salário.
Adriano, segundo se diz, ganha R$ 600 mil por mês apenas de salário, fora o que encaixa com publicidade, marketing e outras ações.
Fiz as contas: ele deixará de receber R$ 20 mil neste mês.
Isso significa 1/30 de R$ 600 mil, ou seja, um dia do salário mensal da fera.
Dinheiro de pinga (ops!, é só expressão popular...) para quem acumulou, de acordo com a imprensa europeia, uma fortuna calculada por baixo em 25 milhões de euros, algo próximo de R$ 71 milhões.
Tomei uma decisão: vou ligar para o Imperador e deixar o número do meu celular.
Na próxima vez que ele tiver um problema grave, basta me ligar na véspera ou mesmo de manhã cedinho.
Não estou com essa bola toda, mas por esse vintão - ou por até metade dele – eu corro, pulo, chuto, cabeceio, piso no cocô dos gatos da Gávea...
Enfim, faço o dobro da carga de trabalho reservada ao Imperador.
A cada dia que passa, Adriano passa com mais força a sensação de que não está nem aí para o futebol.
Tomara que não seja assim.
E você, treinaria para o Imperador por esses vintinhos?
Opine.
Registre seu comentário.
2 Mai 21h43
Arbitragem decide campeonato a favor do Santos. Isso é didático. Pode convencer a maioria dos santistas de que árbitros não foram inventados para roubar o time da Vila

Estou feliz com o título paulista do Santos.
Para o bem da Humanidade, em nome das coisas decentes da vida, a favor dos que não carregam o corvo embaixo do braço, um time que joga com essa beleza, esse deslindamento estético, precisa ser campeão.
Mas, além de irônico, não deixa de ser didático e útil que a Orquestra dos Meninos Felizes tenha conquistado o título graças a um erro decisivo do trio arbitragem.
Aos 17 minutos do primeiro tempo, o jogador Braquinho, do Santo André, recebeu a bola em condição legal e cruzou para Rodriguinho, que cabeceou para as redes.
Gol.
Gol legal.
Gol legalíssimo.
O árbitro da partida, Sálvio Spinola Fagundes Filho, anulou o gol alertado pela bandeirinha Maria Elisa Correia Barbosa, que viu impedimento de Branquinho.
Erro feio: ao receber a bola, Branquinho estava quase um metro atrás do último defensor santista.
O Santo André jogou melhor toda a partida final, teve um jogador a mais durante grande parte do jogo e chegou ao final com dez atletas contra oito.
Não acredito que o Santos seria campeão se aquele gol tivesse sido validado.
Digo que episódios como esse (um erro que decide um campeonato a favor do Santos) são didáticos porque não conheço torcedor mais chorão e tomado de paranóia persecutória do que o santista apaixonado.
Erro de arbitragem contra o time do coração deixa todo mundo indignado, é fato.
Mas, na maioria dos casos, como um ou dois dias, tudo isso passa.
Não para a maioria suprema dos santistas.
Torcedor típico do Santos é aquele que senta ao seu lado, morde a bochecha por dentro, crispa a testa e puxa na memória, em detalhes, um a um, todos – rigorosamente todos – os 2.476 episódios graves em que os sopradores de apito prejudicaram o nobre time da Vila Belmiro.
Torcedor santista, muito mais do que qualquer outro neste planeta redondo, acha que o trio de preto foi inventado, em algum momento entre a juventude de Charles Miller e o instante em que você lê este texto, com a missão exclusiva e determinada de prejudicar o Santos.
Nos últimos anos, com a conquista de títulos importantes, até que a coisa melhorou um pouco.
Mas não nos empolguemos: apenas um pouco.
Um amigo amado, rubro-negro, costuma cutucar outro amigo amado, este santista enlouquecido, com a seguinte frase: “quem reclama e não esquece de erro de arbitragem é torcedor de time pequeno”.
Pronto: o santista quer morrer.
Só não se pegaram ainda porque os dois se amam muito.
Pergunte a um santista apaixonado se algum carrasco rival fez a ele um mal tão grande ao Santos Santos nas últimas décadas quanto o perpetrado pelo árbitro mineiro Márcio Rezende de Freitas.
Este cidadão, o Rezende de Freitas, anulou um gol legítimo de Camanducaia e validou ou dois irregulares (um a favor e outro contra o Santos) na partida final do Brasileirão de 1995, vencida pelo Botafogo no Pacaembu.
Você certamente ouvirá um NÃO rotundo.
Rezende de Freitas errou naquele jogo simplesmente porque errou.
Como errou depois, igualmente com gravidade, contra o Internacional.
Mas não tente convercer um santista de que aquilo foi mera conformação dos céus diante da força descompromissada do destino.
Eles dirão, parodiando Chico Buarque na belíssima Hino de Duran: “nada disso, Rezende de Freitas é nocivo, e o estorvo, é o tumor.”
A rigor, a arbitragem brasileira erra muito, e para todos os lados, por um motivo singelo: ela é, na média, muito, muito, mas muito ruim mesmo.
Erra demais e de maneira democrática, ou seja, contra e a favor de todo mundo.
Hoje um árbitro prejudica seu time com uma besteira.
Cinco rodadas depois, esse mesmo sujeito ajuda seu clube com uma outra patacada – e aí é o adversário a berrar.
A última coisa de que esse timaço maravilhoso do Santos necessitaria era da ajuda da arbitragem.
Por isso, a vitória de hoje – com a ajuda da arbitragem – não deixa de ser, como disse, muito útil e didática.
Mas, por tudo o que fez até agora no ano, e pelo belo com que fez, viva o Santos.
Viva o campeão dos cem gols.
Viva a Orquestra dos Meninos Felizes.
(Esta tascada é uma homenagem a Chico Silva, Dinho, Rocco e Gilberto Nascimento e a todos os santistas típicos, ou seja, chorões como sempre e como ninguém)
E você, amado amigo, o que acha sobre o assunto?
Opine.
Registre seu comentário.
1 Mai 11h10
O “comida de padre” do presidente do TJ-SP foi grosseiro. Mas acreditem: é o mínimo que se diz na paróquia ao se descobrir padre pedófilo…

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antonio Carlos Viana Santos, colocou um pouco mais de combustível na fogueira acesa pelos casos de pedofilia na Igreja Católica no País.
Na cerimônia do lançamento de um fórum internacional de Justiça, Viana Santos disparou:
- Desculpe o termo, são todos maiores. Eu sei que vai para o ar, mas eu sou assim. Já imaginou numa cidade aí de uns cem mil habitantes: "ah, aquele lá é comida de padre." Já imaginou como é que fica na cidade? Então ele (o coroinha) se retrai, se esconde.
A Igreja Católica reagiu.
O vigário da Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, Antônio Aparecido Pereira, rebateu:
- A expressão é grosseira e preconceituosa. A forma como ele (Viana Santos) tratou o papa e a pedofilia não fica bem para um magistrado que está à frente de um Tribunal de Justiça.
Independentemente do julgamento que se possa fazer de suas opiniões, Viana Santos não é exatamente um homem de declarações confortáveis.
Ao analisar uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo sobre índias que são mães ainda crianças, até com 11 anos de idade, ele não deixou por menos:
- Não considero isso (parto de índias aos 11 anos) pedofilia. É um acasalamento. Eles estão vivendo à moda deles.
Se considerarmos as peculiaridades culturais de cada tribo, é provável que ele tenha razão.
No caso dos padres pedófilos, seu “comida de padre” pode ter sido grotesco.
Mas a verdade é o seguinte: isso é o mínimo e o mais suave que se diz ao se descobrir casos como esses em uma paróquia, sobretudo no interior do País.
Em Arapiraca, cidade distante 146 quilômetros de Maceió, no Alagoas, palco do mais recente escândalo de pedofilia envolvendo padres, vários funcionários da paróquia e amigos dos ex-coroinhas abordavam os jovens com perguntas do tipo “já deu o trato na Gorda?”
Ou então“já fez o serviço com a Dama?”.
“Gorda” e “Dama” eram referências não exatamente celestes e carinhosas ao monselhor Luís Marques Barbosa, 83 anos, filmado numa efervecente e variada jornada sexual com um dos três coroinhas que denunciaram a situação.
Edilson Duarte, um dos padres envolvidos no caso, admitiu ter se relacionado com três jovens quando eles ainda eram menores.
Duarte costumava dar nomes pitorescos como “Mônica” aos outros religiosos envolvidos no caso.
No ambiente supostamente pudorado e nobre dos congressos da elite o “comida de padre” do magistrado pode descer pesado, arranhando.
Mas, longe de querer estimular supostas grosserias, é fichinha no mundo real, aquele que vale, quando situações semelhantes deixam de ser segredo de fundo de paróquia.
E o pior: quem sofre por lá não é a Igreja, mas os menores e seus familiares.












