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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
30 Jun 18h18
A Alemanha vai vencer a Argentina. Palavra de Paul, o polvo de palpite animal. Saiba o que é essa loucura

É, literalmente, algo que se pode chamar de palpite animal
Um polvo batizado de Paul faz muito sucesso no Aquário de Oberhausen, na Alemanha, e nos veículos de comunicação daquele país.
O motivo é no mínimo inusitado: de uma forma curiosa, Paul tem acertado todos os seus palpites sobre a Copa do Mundo da África do Sul.
Antes de cada jogo da Alemanha no Mundial, os funcionários do aquário colocam dois potes de comida para Paul, um decorado com a bandeira alemã e outro com a do adversário.
O pote em que o polvo comer primeiro será o da seleção vencedora.
A turma fez a brincadeira no jogo de estreia dos alemães e deu certo.
E, a partir daí, Paul “acertou” o vencedor de todos os outros jogos da Alemanha até agora, incluindo a derrota para a Sérvia, quando ele esgotou antes a comida do pote com a bandeira sérvia para só então procurar o decorado com a alemã.
Resultado: Paul virou celebridade nacional.
E o pior (ou o melhor) é que, nos últimos dois dias, ele tem buscado o pote alemão antes do argentino, num sinal, para os funcionários, de que a Alemanha sairá vencedora do confronto com a seleção liderada por Diego Maradona no próximo sábado (03), pelas quartas de final da Copa.
Será que Paul, o polvo, acertará mais uma vez?
Veremos.
Até agora, pelo menos, a brincadeira está engraçada e divertida.
30 Jun 17h28
Lúcio é o craque da Copa. Alemanha e Inglaterra, o melhor jogo. Cannavaro, o “mais boa pinta”. Tevez, “o mais feio disparado”. É Romário no Twitter. Opine

Artilheiro, melhor jogador e tetracampeão no Mundial de 1994, Romário tem analisado a Copa da África do Sul para os seguidores de seu Twitter (twitter.com/romarioonze).
Algumas conclusões, nas próprias palavras do Baixinho:
* “O zagueiro brasileiro Lúcio é o melhor jogador da Copa até agora. Pela ordem: Lúcio, (o alemão) Özil, Julio Cesar, o espanhol Villa e o alemão Thomas Müller. Para mim, não foge muito disso aí”.
* "A melhor (partida) foi Alemanha x Inglaterra. Já os piores (jogos) foram Paraguai x Japão e Brasil x Portugal."
* "O mais boa pinta e o mais feio do Mundial? Pela ordem, os boas pintas são Fabio Cannavaro, Cristiano Ronaldo e Kaká. E o mais feio, disparado, é o Carlito Tevez."
Foto: Divulgação CBF
E você, amado amigo da blogosfera colorida, concorda com o Baixinho?
Opine.
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28 Jun 17h29
Seleção Brasileira fez sua obrigação – e o que todos esperavam dela – contra o Chile. Que venha a Holanda. Mas não se iludam: a história será bem diferente…

A seleção brasileira fez a sua obrigação – e também o que todos esperavam dela - na vitória por 3 a 0 sobre o Chile pelas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul.
Quando a insegurança, a dúvida e a desconfiança ameaçam ganhar espaço no ambiente canarinho, nada melhor do que encontrar o Chile pela frente para recuperar a Autoestima.
Foram seis vitórias nas últimas seis partidas contra os chilenos.
É bonito, interessante e louvável ver o técnico do Chile, o argentino Marcelo El Loco Bielsa, exigir de seus comandados o jogo para frente e o ataque incessante a seus adversários.
Só que El Loco exagerou.
Pagou por ter se deixado dominar por sua conhecida ansiedade.
Temeu o Brasil bem menos do que deveria - ou não temeu em momento algum.
Com isso, errou na mão, sobretudo depois do primeiro gol brasileiro, de Juan, aos 34 minutos no primeiro tempo, em lance de bola parada, na cobrança de um escanteio.
El Loco Bielsa mandou seu time ir atrás do prejuízo sem se preocupar com os contra-ataques brasileiros, um dos mais eficientes do mundo.
Além disso, não teve a precaução mínima de mudar o posicionamento dos laterais e do meio-campo para neutralizar os contra-ataques brasileiros.
A negligência do ansioso Bielsa foi fatal.
Sua equipe perdeu todas as chances de classificação que tinha exatamente neste ponto e neste momento do primeiro tempo do jogo.
Com boa movimentação de Ramirez e de Daniel Alves, em contraste com as atuações perdidas dos volantes chilenos, o Brasil deitou e rolou nas respostas às investidas do adversário.
E chegou fácil aos 2 a 0, quatro minutos depois, com um gol de Luis Fabiano.
Os brasileiros poderiam ter feito o terceiro e definido a parada ainda na primeira etapa.
Criaram o suficiente para isso.
Na segunda etapa, El Loco Bielsa tentou tornar o time mais forte com uma substituição no meio-campo (Valdivia) e outra no ataque.
E o Brasil passou a atrair o Chile para seu campo, criando, com isso, condições para os botes mortais de contra-ataque, nos moldes da bem-sucedida tática adotada pela Alemanha na goleada de 4 a 1 sobre a Inglaterra.
Aos 14 minutos, numa arrancada sensacional, Ramirez tomou a bola no meio campo, partiu para o ataque com a defesa chilena desarrumada e passou para Robinho.
O atacante deu um belíssimo tapa na bola, colocando-a no canto esquerdo do goleiro chileno.
3 a 0.
Fatura liquidada.
Aos 35 minutos do segundo tempo, Kaká deu lugar a Kleberson.
Cinco minutos depois, Gilberto substituiu Robinho.
Ao que tudo indica, serão os únicos minutos jogados por esta dupla de reservas nesta Copa.
Que venha a Holanda às 11h da sexta-feira (02).
Será outra conversa.
Muito diferente desta.
O Brasil poderá até tornar fácil o jogo contra os holandeses.
Tem bola e disciplina tática para isso.
Mas precisará se esforçar e ser ainda mais preciso do que foi contra o Chile e a Costa do Marfim.
A Holanda é uma seleção muito bem organizada.
Tem rapidez, disciplina tática, volantes eficientes, jogadas ensaiadas pelas laterais, consistência no revezamento dos dois zagueiros e eficiência na proteção do sistema defensivo.
E, como se tudo isso não bastasse, dois jogadores em ótima forma do meio para frente: Snider e Arjen Robben.
Passando pelos holandeses, teremos Gana ou Uruguai.
Acredito nos uruguaios.
É uma seleção técnica, raçuda, mas o Brasil tem plenas condições de superá-la.
Vencendo os uruguaios, aí teremos Alemanha, Argentina, Espanha e Portugal, as duas últimas, na minha opinião, menos cotadas.
Não se pode tomar gol da Alemanha.
A pior coisa do mundo é jogar em desvantagem no placar com essa jovem, rápida e talentosa equipe alemã.
Qualquer time corre o risco de ser atropelado nos contra-ataques por Özil, Schweinsteiger, Klose e companhia, a turma dona dos contra-ataques mais fulminantes da Copa do Mundo até agora.
Mas isso é assunto para daqui a alguns dias.
Por enquanto, a festa para comemorar a boa vitória contra o Chile basta.
27 Jun 14h32
Repórter acompanha jogo do Brasil em “território português” no Rio

Fotos: Eduardo Marini
O R7 publicou essa reportagem que fiz, durante o jogo Brasil e Portugal, no Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara, no Rio de Janeiro, um dos maiores redutos portugueses no País.
Para quem leu, a oportunidade de ver de novo.
Para quem ainda não leu, tomara que goste.
R7 acompanha jogo Brasil e Portugal em “território português” no Rio
Mercadão Cadeg, em Benfica, região do bairro imperial de São Cristovão, é a principal referência lusitana do País
Eduardo Marini, do R7
Benfica, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, oito horas da manhã belíssima e ensolarada de sexta-feira (25)
José Antonio Monteiro, simpático e carinhoso português nascido em Trás-os-Montes, norte de Portugal, divisa com a Espanha, 73 anos, 53 deles vividos no Rio, comerciante no bairro do Catete, na zona sul da cidade, pai de um amigo querido do repórter, recebe o R7 com um sorriso que toma todo o seu rosto e uma frase que, além de profética, seria a marca e a tônica do dia:
- Queira Deus, meu filho, que a partida entre Portugal e Brasil termine empatada, para sairmos todos felizes e abraçados daqui.
Estávamos no Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara, o Cadeg.

Grande mercado de atacado, flores, frutas e restaurantes dominado por comerciantes e famílias portuguesas, o Cadeg é uma das principais referências da cultura lusitana do Rio de Janeiro e do País.
Em um Rio português antes de qualquer coisa, o Cadeg não poderia ser mais lusitano.
Fica em Benfica, na região do bairro imperial de São Cristovão.
Está encravado entre o Estádio de São Januário, a maravilha arquitetônica do Vasco da Gama, o pedaço hoje chamado de bairro Vasco da Gama, várias residências e comércios de portugueses, a Quinta da Boa Vista (um dos pontos residenciais da família real portuguesa), o Maracanã e a saída para a Linha Vermelha, a Avenida Brasil e a Rodovia Washington Luis, caminhos para cidade imperial de Petrópolis, distante 55 quilômetros dali.
Na época em que foi construído, entre setembro de 1957 e janeiro de 1962, o gigante Cadeg tornou-se a terceira obra de concreto armado em tamanho do País, superada apenas pelo Maracanã e a Hidrelétrica de Furnas.
Em outro sintoma da tradição tipicamente lusitana, o nome, uma referência ao antigo estado que abrigava o Rio de Janeiro, então capital federal do Brasil, foi mantido após a fusão da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro.
E preservado até hoje.
Três horas depois da recepção calorosa do Seu José, cerca de 500 pessoas, mais da metade portuguesa ou descendente, se reuniriam ali para assistir acompanhar o jogo Brasil e Portugal pela Copa do Mundo da África do Sul.
Um jogo que 90% dos presentes, pelo menos nas declarações, gostaria que ver empatado.
Dez e meia da manhã. Falta meia hora para o início do jogo.
No ar, o aroma irresistível do bolinho de bacalhau, das postas de bacalhau cozidas e das sardinhas portuguesas assadas.
Garçons se equilibram entre o público com bandejas lotadas de vinho verde português e cerveja estourando de gelada.

Há momentos em que é muito difícil trabalhar enquanto a maioria se diverte – e hoje isso valeu, antes de tudo e fundamentalmente, para este repórter.
Germano Caridade, 64 anos, português nascido em Viana do Castelo, comerciante de frutas no Cadeg desde 1964, pega o microfone e pede a palavra:
- Como muita gente aqui sabe, todos os sábados nos reunimos aqui, neste ponto, para celebrar a cultura portuguesa e nosso país irmão amado, o Brasil, que nos acolhe com tanto carinho. Daqui a pouco, quando a partida começar, seremos adversários esportivos que se admiram, e nunca rivais, jamais inimigos. Particularmente, quero o empate. Portugal sai classificado, o Brasil permanece líder e a alegria de todo mundo está garantida até o final do dia. Que a festa seja bonita e que Deus nos proteja.
É aplaudido com entusiasmo por todos.
Em seguida, Conceição, cunhada de Germano, 50 anos, 44 deles vividos no Brasil, chama um amigo que está com um acordeon na mão e cai no Vira Livre, uma dança típica portuguesa.
Animada, Conceição é figura garantida nas reuniões semanais da colônia portuguesa, aos sábados, ali mesmo na Rua 16 do Cadeg.
A entrada é grátis para portugueses, para brasileiros, para todo mundo.
Conceição integra o grupo musical Tocata Amigos do Alto do Minho, que manda bala nos fados e viras nos encontros.
Ela diz com sinceridade:
- Meu coração está dividido. Quero antes de tudo o empate. Agora, se o destino quiser que o jogo tenha um vencedor, que seja Portugal.
Os times estão em campo.
Aos primeiros acordes do hino nacional português, uma cena emocionante.
Grande parte dos portugueses presentes se levanta das cadeiras, cola o braço no corpo e se vira em direção ao telão que exibiria a partida.
Começa o hino nacional brasileiro. Os portugueses fazem o mesmo.
Ao final da execução, várias pessoas com a camisa verde e amarela aplaudem a atitude.
Começa o jogo.
Pouco barulho e atenção nos primeiros minutos.
Felismino Miranda, 49 anos, filho de portugueses, seus tios Ercília e Armando são a imagem do dilema do torcedor típico desta manhã no Cadeg.
O Brasil ataca e perde um gol.
Felismino explode e lamenta com um palavrão.
Portugal bate o tiro de meta, sobe ao ataque e perde um gol.
Felismino explode e lamenta... com o mesmo palavrão.
Sua frase para justificar a atitude é uma beleza exemplar:
- Portugal ataca e eu penso no meu pai. O Brasil ataca e eu penso no meu país.

Primeiro tempo, 24 minutos.
Juan coloca a mão na bola e leva cartão amarelo. Os portugueses gritam.
Um jogador português reclama com o juiz pedindo o vermelho para Juan e também leva o amarelo.
Os brasileiros gritam e dão o troco.
Nilmar chuta a queima-roupa, o goleiro defende, a bola bate na trave e volta.
Os brasileiros começam a cantar, mas com leveza e sorriso, sem agressões.
O português Cristiano Ronaldo arranca pela esquerda, dribla o goleiro Julio Cesar e os portugueses vão a loucura à espera do gol.
Mas o juiz dá impedimento e paralisa a jogada.
Um senhor português provoca aos gritos:
- Vocês nos perdoem, mas hoje venceremos.
Leva uma pequena (mas amistosa) vaia.
Fim do primeiro tempo.
É hora de comer e de comprar produtos da cultura lusa.
A tabela do restaurante principal: bolinho de bacalhau a R$ 2,30 a unidade, sardinha portuguesa assada a R$ 15 a porção com três, posta de bacalhau grande com batatas, cebola, tomate e pimentão a R$ 75, rabo de bacalhau a R$ 35, galeto a R$ 17 e febras (carne de porco assada) também a R$ 17.
O chefe da churrasqueira, Geilson Batista, brasileiríssimo de Macabau, no Maranhão, calcula o consumo da festa:
- Até o final, imagino que venderemos cerca de 120 porções de bacalhau e oito caixas de 12 quilos de sardinha portuguesa, que dão cerca de 1,2 mil unidades.
Tudo mergulhado sem pena em azeite da melhor qualidade.
Um senhor português dá a receita para saborear o bolinho de bacalhau da melhor maneira:
- Nada de vinagre e nada de azeite. O nada de vinagre é nada mesmo, mas o nada de azeite é nada de nadando.
Segundo tempo.
Portugal começa a dominar a partida. Os portugueses se empolgam.
Mas o jogo corre sob controle, enquanto portugueses e brasileiros aumentam os índices de consumo de vinho e cerveja.
Juan entrega a bola para o adversário e Portugal quase marca.

Passado o lance, uma senhora portuguesa que comia um bacalhau ao lado do marido diz ao R7:
- Olhe, meu filho, confesso que, agora, não queria este gol.
O jogo caminha para os minutos finais.
Portugal e Brasil não se arriscam.
Fica claro que todos em campo querem o fim do jogo.
A Tocata dos Amigos do Alto Minho é substituída por dez ritmistas de escolas de samba cariocas contratados pela diretoria do Cadeg.
E por Renata Paschoal, Beyoncé e Sávia Oliphe (“assim mesmo, com ph”, ela diz), três estonteantes mulatas passistas da Beija-Flor de Nilópolis.
Domingão da Mangueira, líder dos sambistas, olha para uma delas, digamos assim, por um ângulo privilegiado, e comenta em alto e bom som:
- Isso sim é um...
Fim de jogo.
Zero a zero.
O placar desejado por 90% dos presentes.
Tudo certo.
Tudo beleza.
Tudo em paz.
Tudo só alegria.

A reportagem encontra novamente Seu José António Monteiro, o pai do amigo que recebeu o R7 de manhã.
Ele tem um prato com três sardinhas assadas numa mão e outro, com dois bolinhos de bacalhau, na outra. E diz:
- Eu não falei? Você e meu filho são metidos a entender de futebol mas quem acerta os placares sou eu. Agora dê um tempo e vem comer.
O repórter, que é descendente de italianos mas não é bobo e nem tampouco de ferro, aceita o convite sem piscar.
Enquanto isso, o samba se reveza com o fado na festa da irmandade luso-brasileira.
A tarde será curta.
27 Jun 13h37
Gol da maldição anulado não pode servir para apagar a brilhante atuação da Alemanha na goleada contra os ingleses. Argentina e Brasil, abram o olho
Se fosse validado, o gol vergonhosamente mal anulado da Inglaterra, o gol da maldição inglesa que vigora desde o gol inglês que não entrou em 1966, poderia ter dado outra cara ao jogo contra a Alemanha?
É difícil dizer por causa da magnífica atuação da tricampeã Alemanha na vitória por 4 a 1 sobre os ingleses, agora há pouco, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no melhor jogo do Mundial até agora.
É verdade que a Alemanha construiu o placar nos contra-ataques que a Inglaterra precisou ceder por estar atrás no placar.
Se o jogo virasse empatado e com os ingleses mais cautelosos, a realidade seria outra.
Mas, de qualquer forma, o brilho da Alemanha não pode ser desvalorizado em função do erro do juiz.
Os alemães meteram um chocolate para além de qualquer surpresa nos ingleses.
A Alemanha evolui no momento certo.
O time todo cresce de produção, com destaque para o meio campo, com Khedira, Schweinsteiger, Muller o excelente Ozi, uma grata revelação deste Mundial.
Depois da bela estreia, a Alemanha volta a fazer uma grande partida.
Os alemães, claro, ainda podem ser batidos.
Mas se o Brasil, a Argentina ou qualquer outro time tomar um gol e precisar partir para cima deste time alemão de jovens talentosos, rápidos e poderosíssimos no contra-ataque, correrá o risco de tomar um saco de gols semelhante.
Uma vitória para dar moral no melhor jogo da Copa até aqui.
24 Jun 13h47
Quem deu o maior vexame: França ou Itália? Opine. Registre seu comentário

Quem deu o maior vexame, a França ou a Itália?
Particularmente, apesar de a Itália estar defendendo o título, por ter sido a última campeã, acho que a França foi mais vergonhosa, sobretudo porque acrescentou ao vexame dentro de campo uma série de grosserias fora dele.
Além disso, os franceses estiveram sempre desunidos, com grupinhos, ao contrário dos italianos, que até foram unidos, mas também incompetentes e medíocres.
E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?
Qual foi a mais vergonhosa?
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24 Jun 13h31
Para casa, com vergonha. É a manchete do principal jornal esportivo italiano para a desclassificação na lanterna da primeira fase

Vamos de volta para casa humilhados pela Eslováquia.
Perdemos no final para um time modesto (a Eslováquia), estivemos irreconhecíveis contra o Paraguai e nunca mais do que modesto contra a Nova Zelândia, um país que sequer tem uma liga interna e própria de futebol.
São frases dramáticas de Riccardo Pratesi, um dos enviados à África do Sul pelo Gazzetta dello Sport, o mais importante jornal esportivo da Itália.
A única seleção que poderia ser penta está fora.
Que o Brasil vá para o hexa.
24 Jun 13h03
Simpatizantes de Dunga criam o Dia Sem Globo na internet e, com humor, sugerem o técnico até para a presidência da República

Os fãs do técnico da Seleção Brasileira, Dunga, estão mostrando toda sua força na internet e nas redes sociais.
As manifestações de apoio ao treinador, que dias atrás enfrentou um jornalista da Globo e a emissora, estão cada vez mais fortes na rede.
Seguidores da página o#diasemglobo convocaram os torcedores a assistir ao jogo de sexta-feira (24), contra Portugal, em outra emissora.
Rapidamente, a página superou os 1,6 mil seguidores.
Outra página no Twitter, a Dunga Rei, costuma sair do ar várias vezes por sobrecarga de acessos.
Um dos seguidores, de nome “diasemglobo”, soltou a voz:
- Desespero na Globo! Pesquisa CNI/Ibope para a presidência da República sai hoje (ontem) à noite no Jornal Nacional. Parece que vai dar Dunga!
A turma também está forte no Orkut.
A página “Eu acredito no Dunga” tem cerca de 20 mil seguidores.
E a “Dunga X Globo”, mais de 13 mil.
Nas duas, muitas manifestações de apoio ao treinador e de crítica à Globo e à “manipulação da mídia”.
Na guerra contra a Globo, a batalha na rede já foi vencida pelo treinador.
23 Jun 13h34
Kaká precisa chutar mais a gol. E Messi, caprichar no passe final. É o duelo dos dois craques nas estatísticas oficiais da Fifa na Copa

Kaká jogou duas partidas na Copa até agora. O argentino Lionel Messi, três.
Kaká ficou em campo por 166 minutos (os 14 a menos são por causa da expulsão), e La Pulga Messi, por 270.
Os dois possuem um ponto em comum: estão doidos para fazer o primeiro gol no Mundial.
A comparação das estatísticas dos craques, pelos números oficiais da Fifa, traz ensinamentos interessantes.
Alguns exemplos:
Kaká precisa chutar mais a gol – O argentino chutou 20 vezes em suas três partidas. Média de quase sete por jogo. O brasileiro, apenas três, ou seja, média de um chute e meio por partida. Messi acertou 11 chutes no gol. Kaká, apenas dois. Conclusão: o argentino chuta praticamente cinco vezes mais do que o brasileiro, que precisa melhorar suas marcas neste fundamento.
Para se tornar ainda mais útil ao Brasil, é necessário que Kaká seja mais participativo – Kaká deu 97 passes em duas partidas. Média de 48,5 por jogo. Messi, 217. Média 72,3 por jogo, ou seja, quase o dobro da marca do brasileiro. Conclusão: Kaká precisa “entrar” mais nos jogos.

Seria bom se Kaká encostasse mais em Luis Fabiano e em Robinho – Messi acertou 11 chutes a gol. Destes, quatro foram dentro da área. Kaká só acertou dois chutes no gol de dentro da área. Conclusão: além de cair pelas laterais, Kaká precisa tentar mais jogadas pelo meio com Robinho e Luis Fabiano.
Kaká é fera nos arremates precisos de fora da área. Mas precisa tentar mais essa jogada – Messi deu bem mais trabalho aos goleiros. Acertou sete chutes a gol de fora da área até agora. Kaká, nenhum. Conclusão: Kaká precisa arriscar mais seus chutes de fora da área. “Testar” mais o goleiro.
Kaká precisa lançar mais. E Messi, dar mais assistências – O argentino fez 28 lançamentos até agora. Média de 9,33 por partida. Kaká, onze. Média de 5,5 por partida. Kaká acertou duas assistências (ambas no jogo contra a Costa do Marfim, uma para Luis Fabiano, no primeiro gol, e outra para Elano, no terceiro). Conclusão: Kaká pode tentar mais lançamentos e o argentino precisa caprichar um pouco mais no passe final.
Os dois certamente irão melhorar e se tornar mais perigosos a partir de agora.
Tomara que Kaká seja o mais decisivo.
22 Jun 16h24
Kaká estará em campo nas oitavas de final. Juiz do jogo contra Costa do Marfim relata apenas lance de segundo cartão amarelo

A CBF recebeu nesta terça-feira (22) uma cópia do relatório do juiz do jogo do Brasil contra a Costa do Marfim, o francês Sthepane Lannoy.
No texto, Lannoy descreve o episódio da expulsão de Kaká apenas como um lance de segundo cartão amarelo.
Desta forma, está praticamente certo que Kaká pegue apenas um jogo, cumpra a suspensão contra Portugal na sexta-feira (25) e volte para a partida das oitavas de final, provavelmente como primeiro do grupo, no próximo dia 28.
Melhor assim.











