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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
31 Jul 06h01
Cleo Pires na Playboy. Com o genial Fernando Pessoa e tudo. E o Fábio Jr. ainda não queria a moça na revista…
O amado amigo da blogosfera colorida por acaso conhece este poema aqui?
Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Muitos conhecem, né?
Pois é: uma beleza.
E este aqui?
Tabacaria
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Outro espetáculo, não?
E ainda ainda este trecho?
Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
Duro mas belíssimo, não é verdade.
E, por último, este?
O que está escrito aqui nesta foto, a rena, no epicentro de tudo o que salta aos olhos, como já mostrou com didatismo este R7, é o seguinte:
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
É o belíssimo poema Tempo de Travessia.
De Fernando António Nogueira Pessoa.
O português Fernando Pessoa.
O gênio rigoroso e absoluto da raça que viveu apenas 47 anos mas fez desse escasso tempo o suficiente para se transformar em um dos maiores poetas e escritores da humanidade em todos os tempos.
Por sinal, tudo neste texto - ou quase tudo, como se percebe - é Fernando Pessoa.
Se o amado amigo ou a amada amiga ainda conhece pouco o trabalho do homem, sugiro a oportunidade para mergulhar nesta obra.
Cléo Pires tem bom gosto: os escritos de Fernando Pessoa são soberbos, carregados de linhas, traços e contornos invejáveis.
Meio assim como Cleo Pires.
E o Fábio Jr. ainda não queria deixar que a moça fosse para a Playboy...
31 Jul 06h00
Silvia Pfeifer tem pena de Mayana Moura. Eu não tenho a menor pena de Mayana Moura. Aliás, quem deveria ter pena de mim é o gente boa do Otto, namorado dela…
A modelo-e-há-um-bom-tempo-atriz Silvia Pfeifer, um fino só, disse, segundo conta minha confreira de R7 Fabíola Reipert, que tem pena da modelo-e-há-pouco-tempo-atriz Mayana Moura, outro fino só.
Mayana Moura não é aquilo tudo de cabelo curtinho chanelzinho da novela Passione?
Pois então: eu não tenho a menor pena de Mayana Moura.
Imagine.
Cá entre nós: como eu poderia ter pena daquele espetáculo que angaria fãs todas as noites em rede nacional, encaixa um considerável alegrete de salário todos os meses, bomba a carreira individual de modelo e pessoa pública na telinha, fica amiga da deusa Fernandona Montenegro...
... e ainda por cima deve estar bem feliz ao lado do gente boníssima do Otto, cantor e compositor pernambucano que acaba de lançar um disco para lá de bacana?
Mayana poderá ou mesmo deverá ser colocada em geladeiras e freezers daqui para frente?
Sim. Mas e daí?
Terá valido a pena.
E bola para frente.
Não foi assim que, afinal, fez esse luxo todo chamado Silvia Pfeifer?
Então.
Não tenho a mais remota pena de Mayana Moura.
Antes, quem deveria ter pena de mim, por não ter aquilo tudo para chamar de minha, é o gente boníssima do Otto.
30 Jul 17h27
Dois brasileiros são tratados como craques nas divisões de base da Espanha. Ainda dá para recuperá-los. Abra o olho, Mano. Abra o olho, CBF
Há uma certa resistência na CBF em eixar a seleção principal convocar jogadores que não foram formados nas divisões de base de clubes brasileiros.
Isso poderá fazer o Brasil perder duas grandes promessas que jogam na Espanha: o meio-campo Thiago Alcántara e o atacante Rodrigo Moreno.
Os dois estão na seleção sub-19 da Espanha, que perdeu a decisão da copa europeia nesta sexta-feira (30) para a França, por 2 a 1 (foto).
Com os dois meninos brasileiros, a Espanha venceu oito dos dez jogos disputados na copa europeia.
Rodrigo (ou Rodri, como é chamado pelos espanhois) marcou seis gols.
Thiago fez três.
Italiano de nascimento (seus pais brasileiros moravam na Itália quando ele nasceu), 1,74 metro de altura, Thiago joga no Barcelona, da Espanha.
É meia defensivo, mas sobe com muito talento e eficiência para o ataque.
Tem bom passe. Lembra o estilo do craque espanhol campeão do mundo Xavi.
Thiago é filho do também meia Mazinho, que foi campeão do mundo pelo Brasil nos Estados Unidos, em 1994, ao lado de Zinho, Raí, Bebeto e Romário.
Jogou algumas vezes e até marcou gol entre os profissionais.
No Barcelona, é tratado como promessa de craque, como joia a ser lapidada.
E olha que disso eles entendem. Basta lembrar que contrataram e levaram para a Espanha um moleque argentino de apenas 13 anos que ainda não tinha disputado nada por seu país natal. Seu nome: Lionel Messi, o maior do mundo na atualidade.
O outro brasileiro na seleção espanhola sub-19 é Rodrigo Moreno, 1,83 metro de altura, pertence ao Real Madrid.
Um atacante típico, canhoto que bate bem com as duas pernas. Fez o único gol da Espanha na derrota para a França na final desta sexta-feira (30).
É filho de Adalberto, um lateral-esquerdo impetuoso que jogou no Flamengo por muito tempo.
A CBF ainda tem tempo de recuperar essas duas promessas. Pelas regras da Fifa, o jogador só assume uma nacionalidade no futebol quando joga a primeira partida pela eleção principal daquele país. Thiago e Rodrigo ainda não jogaram pela seleção principal da Espanha nem de qualquer outro país.
Por isso, se forem convocados e quiserem, ainda poderão integrar a Seleção Brasileira.
Mas a dupla (sobretudo Thiago) está próxima de ser convocada na Espanha.
É bom não perder tempo, sobretudo nesta época de renovação do futebol brasileiro.
Mesmo se não forem Messi, poderão ser úteis nesta época de renovação do futebol brasileiro.
Abra o olho, Mano. Abra o olho, CBF.
29 Jul 20h47
Acreditem: o velho e bom fusquinha ainda é o nono veículo mais roubado no País. Gol, CG e Uno lideram lista
Acaba de sair a lista dos veículos mais roubados no primeiro semestre de 2010.
Primeiro lugar: Gol
Segundo lugar: moto Honda CG 125
Terceiro lugar: Uno.
Até aí nada de novidade.
O curioso é que o bom é velho fusquinha ainda resiste na lista dos dez mais.
Nossa velha e boa fuca, vejam só, ainda é o nono carro mais roubado do país.
Só nos primeiros seis meses deste ano, 3.581 foram levados de seus donos no Brasil.
Nossa simpática fuca ainda é muito roubadas porque suas peças são vendidas facilmente e a estrutura é muito procurada para bugres e coisas do tipo.
E o pior é que, fora uma minoria de colecionadores com mais recursos, a suprema maioria dos donos de fusquinha é composta por trabalhadores apertados e sem grana para fazer seguro.
Ou seja: levou e não achou, no prejuízo ficou.
Uma pena.
O velho e bom fusca
29 Jul 20h12
Santos coloca mão na taça na Copa do Brasil. Santistas, sejam generosos: agradeçam a… Mano Menezes. Opine
O Santos colocou a mão na Copa do Brasil.
Uma vitória segura sobre o Vitória, por 2 a 0, na primeira partida da decisão.
Triunfo que poderia ser ainda maior e mais tranquilizadora se Neymar não cometesse a besteira de atrasar a bola para o goleiro Rafael, do time baiano, com aquela cavadinha no pênalti, aos 28 minutos do segundo tempo.
Mesmo assim, uma vitória firme.
Santistas, sejam generosos: agradeçam ao técnico... Mano Menezes.
Isso mesmo: ao técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes.
O time santista estava em queda livre desde antes da parada do Brasileirão para a Copa.
Chegou a ser o pior na volta do campeonato, com derrotas acumuladas e muita balada fora de campo.
Neymar e Ganso haviam perdido, por algumas semanas, o melhor futebol.
Em Santos, não se falava em outra coisa a não ser nas noitadas de Neymar & Cia.
O próprio pai de Neymar elogiou publicamente uma ameaça de punição feita pelos Santos aos meninos.
Mas nada como a convocação de quatro jogadores para renovar os próprios atletas e o time.
Pois bastou Mano chamar Ganso, Robinho, Neymar e André para sua renovada Seleção que o quarteto reencontrou a alegria de jogar e, consequentemente, o talento decisivo.
Ontem, os quatro se movimentaram, buscaram a bola e jogaram muito bem, com destaque para Ganso e Neymar, este último apesar da bobagem da cavadinha defendida.
Motivado e feliz, o quarteto decidiu a partida.
E pode ter decidido o torneio.
Sejam generosos, santistas: agradeçam a Mano Menezes.
Opine.
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Futebol é no R7.
28 Jul 06h01
Um em cada quatro pacientes corre sérios riscos porque não entende o que o médico pede. Leia a receita com quem precisa. Isso salva
O amado amigo com certeza já teve dificuldade para entender o que o médico pediu nos garranchos que rabiscou na sua receita após uma consulta.
Tenho certeza que sim.
E mais: não conheço quem não tenha enfrentado esse problema ao menos uma vez na vida.
Dias atrás, minha competente confreira Camila Neumam assinou neste R7 uma reportagem mostrando que muitos desses médicos ainda resistem em abandonar esses rabiscos quase impossíveis de se ler.
Isso mesmo com as ameaças de punição registradas em leis federais e em códigos de conduta de medicina.
Quando o paciente consegue decifrar os garranchos e entender o que foi pedido, a situação, apesar do constrangimento desnecessário, ainda volta à normalidade.
O pior é quando a pessoa consegue ler o que está escrito na receita, identifica as palavras e frases mas não entende patavinas do que o médico receitou.
Isso mesmo: problemas não só de desenho de letra, mas também de texto impreciso, complicado para a compreensão média.
E, por tudo isso, incapaz de estabelecer uma comunicação clara e geral, uma condição indispensável para um documento que precisa ser decifrado por todos, do seu amigo sabe-tudo àquele porteiro ou pedreiro quase analfabeto que você conhece.
Pois bem: uma pesquisa com pacientes do Hospital das Clínicas, em São Paulo, um dos maiores do mundo, mostra o quanto esta situação é preocupante.
O trabalho mostrou que 25% dos pacientes entrevistados simplesmente vão para casa e iniciam o tratamento sem entender uma parte importante ou até tudo o que devem fazer no tratamento.
Isso é o mesmo do que um em cada quatro pacientes, ou seja, uma quantidade absurda de gente.
Esta parte espantosa não entende a receita porque não consegue ler o texto, por falta de instrução suficiente, ou, quando consegue, não compreende o que o médico quis dizer.
Um exemplo: o médico escreve “ingerir um comprimido uma hora antes das principais refeições”. O paciente consegue ler, mas não compreende que precisa tomar a dose uma hora antes do almoço e uma hora antes do jantar.
Outro exemplo: a receita determina “tomar o antibiótico três vezes ao dia”.
O paciente lê o que está escrito mas não sabe (e não foi orientado para saber) que precisa existir um intervalo regular de oito horas entre cada dose.
Aí o cidadão toma um de manhãzinha, quando acorda, e vai mandar outro, por exemplo, lá para as sete e meia, oito da noite, no jantar.
E o terceiro três horas depois, antes de dormir.
Cumpriu o que foi pedido.
Tomou três por dia.
Mas o dotô se esqueceu de esclarecer o detalhe básico de que os três deveriam ser divididos com precisão entre as 24 horas do dia.
Há muitos casos de ginecologistas que não explicam às mulheres simples que, se elas deixarem de tomar a pílula anticoncepcional por alguns dias para economizar, algo comum em regiões pobres do País, a gravidez virá ali na frente.
E por aí vai.
Como um em cada quatro pacientes tem esse tipo de dificuldade de compreensão, não é difícil concluir que muitos deles pioram e correm sérios riscos de morte por causa de um problema muito simples de resolver.
Muitos devem ter efetivamente morrido por causa do problema.
Médicos, mais do que nunca, devem ler o que escreve para seus pacientes, na frente deles, e perguntar se entenderam plenamente o recado.
E eu, você, amado amigo, e todos nós, mais do que nunca, devemos conferir se o pai, a mãe, aquele tio ou qualquer pessoa amada com um pouco menos de instrução e recurso efetivamente entendeu - de forma exata, precisa - o que foi rabiscado pelo médico para ser feito.
Leia a receita para ele.
Confira todos os procedimentos com a pessoa querida.
É rápido.
Não custa nada.
E salva uma infinidade de vidas.
28 Jul 06h00
Milton Neves diz a Cosme Rímoli que Muricy já se arrepende de não ter aceito a Seleção. Tive sempre essa impressão. E você? Isso pode abalar o Flu? Opine
Cosme Rímoli, meu confrade aqui de R7, acaba de publicar em seu blog uma ótima e grande entrevista com o apresentador Milton Neves.
Se o amado amigo ainda não leu, por favor leia. Vale a pena.
Neves fala sobre Dunga, CBF, empresários no futebol, carreira, profissão, Mano Menezes, Felipão, filhos, netos, amigos e o escambau.
Mas o melhor do papo tem nome e sobrenome: Muricy Ramalho.
Entre outras coisas, o apresentador diz que o atual técnico do Fluminese, seu amigo pessoal, já está arrependido de ter recusado o convite do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para dirigir a Seleção Brasileira.
Neves detalha:
- Só eu sei o quanto Muricy queria a Seleção. Ele me mandou um torpedo na quarta-feira (21). Liguei de volta. Estava esperançoso, torcendo, queria demais a Seleção. Na sexta-feira, ele disse não. Foi a maior burrada de todos os tempos. Perdeu a chance da vida dele. Dentro de seis meses o Fluminense vai dar um pé no traseiro dele e aí ele vai querer se matar.
Pego uma carona no habitualmente belo trabalho de meu confrade Rímoli porque todas as imagens que vi de Muricy após o sim de Mano Menezes, fixas ou móveis, me passaram, rigorosamente, essa sensação de arrependimento agora descrita por Milton Neves.
Por mais que amigos, assessores, jogadores, profissionais e cartolas tricolores dissessem o contrário, por mais que a torcida do Flu berrasse seu nome nos treinos em versos de apoio para incentivá-lo, a sensação de abatimento do bravo, sincero e competente Muricy jamais deixou de me ser clara.
Enquanto Mano Menezes era apenas convidado, a coisa ainda ficou um pouco disfarçada.
Mas, com o sim no domingo (25), a despedida emocionante com a Fiel após a vitória sobre o Guarani e, sobretudo, a ótima repercussão, na média, da convocação e da coletiva na segunda-feira (26), ficou difícil para Muricy esconder em seu semblante o desconforto e o abatimento pela oportunidade perdida.
E mais: temo que esta frustração possa interferir de forma negativa na bela campanha do Fluminense no campeonato até agora.
Por isso, tive a curiosidade de saber o que vocês, os meus amados amigos da blogosfera colorida, pensam sobre o assunto.
Muricy acertou ou errou ao recusar o convite?
Na opinião de vocês, ele está ou não arrependido?
Se este arrependimento ou frustração existe, Muricy pode atrapalhar a campanha do Fluminense no Brasileirão daqui para frente?
Opine.
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27 Jul 19h23
Sabatinas do R7 e da Record News formam o painel de informações mais completo e útil desta campanha para o eleitor e o público
O conjunto de sabatinas do R7 e da Record News com os candidatos à presidência da República vem fornecendo o material mais precioso e revelador desta campanha em todo o ambiente jornalístico brasileiro.
Os profissionais estão bem, seguros e preparados, mas o forte da coisa é o conjunto.
Um conjunto honesto, revelador, ritmado, inteligente.
Nesta terça-feira (27), na sabatina do polêmico e sincero candidato Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, não foi diferente.
Com uma sensível combinação de rigor, postura formal e profissionalismo, os jornalistas presentes à sabatina, auxiliados por internautas e convidados, fizeram o mais detalhado e útil retrato de Sampaio e das propostas da campanha do PSOL em toda esta maratona eleitoral.
Sempre com elegância, não deixavam o candidato escapar ou se esquecer de qualquer tema proposto ou questionado.
Uma beleza.
Nas sabatinas anteriores, a realidade foi a mesma.
Para o eleitor em busca de informação com a meta de escolher com segurança, é um serviço admirável.
Jornalismo é isso.
Escolha seu candidato com a ajuda das sabatinas do R7./Record News.
26 Jul 18h17
Nota nove e meio para a primeira convocação de Mano Menezes. E nota dez para a postura do treinador…
Mano Menezes acaba de divulgar sua primeira convocação da Seleção Brasileira, para a partida do próximo dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos.
Ei-la:
Goleiros: Victor (Grêmio), Renan (Avaí) e Jefferson (Botafogo)
Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Rafael (Manchester United), Marcelo (Real Madrid) e André Santos (Fenerbahçe)
Zagueiros: David Luiz (Benfica), Henrique (Racing Santander), Réver (Atlético-MG) e Thiago Silva (Milan)
Volantes: Sandro (Internacional), Jucilei (Corinthians), Hernanes (São Paulo) , Lucas (Liverpool) e Ramires (Benfica)
Meias: Carlos Eduardo (Hoffenheim), Ederson (Lyon) e Paulo Henrique Ganso (Santos)
Atacantes: Robinho (Santos), André (Santos), Neymar (Santos), Alexandre Pato (Milan) e Diego Tardelli (Atlético-MG).
Vamos tabelar ponto a ponto, toque a toque:
* A melhor novidade: todos os quatro volantes - Sandro, Jucilei, Hernanes e Lucas – sabem jogar. E o que poderá ser o quinto em alguns casos, o meia polivalente Ramires, também.
* Não se trata de querer ser Espanha, mas os espanhois mostraram nos últimos três anos, com Xavi e Iniesta, o quanto é benéfico ter refinamento na saída de bola, quando o adversário é desarmado ou a zaga retoma o jogo pelo meio.
* A Espanha ficou com este rótulo porque faz isso bem hoje em meio ao futebol burocrático e pesado jogado por quase todas as seleções do mundo. Mas é sempre bom lembrar que quem lançou essa característica no futebol mundial foi o Brasil.
* Vinte e quatro convocados. Doze de times brasileiros e 12 “estrangeiros”. Uma boa medida para começar um trabalho.
* Bons os quatro nomes da última convocação: Ramires, Robinho, Thiago Silva e Daniel Alves.
* Robinho e Daniel Alves foram bem na Copa. Se esforçaram muito. Confesso que o desempenho de Robinho me surpreendeu. Esperava menos. Ramires e Thiago Silva são meninos talentosos e dedicados, com muita gasolina e talento para queimar a favor da Seleção no futuro.
* Quatro jogadores que foram à Àfrica do Sul não é um número pequeno nem grande. Está de bom tom.
* Além disso, ignorar um jogador de talento, potencial e comportamento exemplar só porque ele fez parte da última campanha seria uma decisão preconceituosa e desprovida de bom senso, que só faria mal à Seleção.
* Nota nove e meio para a convocação. Nem tanto pelo conjunto de jogadores, que é bom, mas pela filosofia que norteou a construçao da lista.
* Nota dez para a postura profissional do também gaúcho Mano Menezes na grande vitrine da entrevista coletiva de anúncio.
* Técnicos da Seleção não precisam ser deselegantes, agressivos e destemperados para mostrar que merecem respeito. Pelo menos no trato, as coisas parecem ter mudado muito.
A melhor cobertura de esportes da internet brasileira está no R7. Ela é toda sua. Basta clicar.
26 Jul 17h11
Nem Cláudia Raia e Celulari resistiram. É realmente um espanto. Casamento perfeito é coisa impossível no mundo das celebridades? Opine
Quem disse que a realidade não pode ser mais surpreendente do que a ficção?
Confesso: estou absolutamente surpreso, quase estupefato, de saber que Edson Celulari e Claudia Raia se separaram após 17 anos de casamento.
Surpreso como há muito tempo não ficava. Com quase nada.
Em algum momento me convenci de que isso, sim, poderia ser impossível.
No meu caso, não havia nada de desejo, moralismo ou pendor principesco.
Apenas passei a acreditar, como muitos, que um sempre achava o outro o pé de sapato com a curva exata para não apertar o calo.
Musa total da tevê, Cláudia Raia saiu de Campinas (SP) para o Rio de Janeiro.
Em 15 de dezembro de 1986, em clima de princesa, casou-se com o ator Alexandre Frota numa cerimônia de almanaque em plena Igreja da Candelária, no centro do Rio.
A primeira união durou pouco.
Passado o furacão, a musa, agora uma mulher madura, parecia ter encontrado no bonitão-gente-boa-competente-com-cara-de-bom-pai-e-bom-marido o sentido para o amadurecimento longe dos impulsos da juventude.
E o bonitão-gente-boa-com-cara-de-bom-marido achado a companheira ideal, empreendedora e admirada, para a sua fama justificada de partidão invejado.
Por isso, para mim, aquela parecia uma fórmula indestrutível.
O triunfo do relacionamento humano – e em praça pública, para todo mundo ver e invejar.
Mas não era – ou pelo foi enquanto durou, a exemplo do que disse o poeta.
Na verdade, muita gente acha que não existe celebridade ou ser público que não se separa pelo menos uma vez na vida.
Acredita que amor eterno e definitivo só é possível no plano dos anônimos, na legião dos sem fama.
Por isso, quando vê um casal como Raia/Celulari, torce tanto para que aquilo não acabe.
E, quando acaba, o observador sofre como se fosse uma das partes.
Você é assim?
O que pensa?
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