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Posts de 25/07/2010

25 Jul 20h49

Mano Menezes se despede do Corinthians com emoção. O futuro do técnico na Seleção, a CBF, o Corinthians, Ricardo Teixeira e Andrés Sanchez…

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mano abre total Mano Menezes se despede do Corinthians com emoção. O futuro do técnico na Seleção, a CBF, o Corinthians, Ricardo Teixeira e Andrés Sanchez...

2011 – Pré-olímpico dos Jogos de Londres e Copa América na Argentina.

2012 – Olimpíadas de Londres.

2013 – Copa das Confederações no Brasil.

2014 – Copa do Mundo no Brasil.

2015 – Copa América no Brasil.

2016 – Olimpíadas no Rio de Janeiro.

É o super-ciclo da Seleção Brasileira nos próximos seis anos.

mano 5 homenagem Mano Menezes se despede do Corinthians com emoção. O futuro do técnico na Seleção, a CBF, o Corinthians, Ricardo Teixeira e Andrés Sanchez...

Este super-ciclo acaba de ser entregue, pelo menos na definição inicial do projeto, a Mano Menezes, 48 anos, agora ex-técnico do Corinthians.

Na noite de domingo (25), emocionou-se em seu jogo de despedida como técnico do Corinthians, na vitória por 3 a 1 sobre o Guarani.

Deu até uma espécie de volta olímpica no gramado.

E, depois, foi abraçar os seus agora ex-comandados.

Foi bonito.

Tapa-buraco na escolha da CBF? Ele diz que ser segundo de Muricy Ramalho é uma honra.

A rigor foi o terceiro, se considerarmos, antes de tudo, Felipão.

De qualquer forma, se Mano vai seguir uma boa trajetória, só o tempo dirá.

Mas o fato é que tem qualidades inegáveis para realizar um bom trabalho no super-ciclo.

Algumas reflexões e pitacos sobre a escolha deste gaúcho de Passo do Sobrado, de 48 anos, para o cargo de técnico da Seleção:

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Currículo e experiência – As conquistas de Mano, a rigor, muito mais o indicam como potencial do que o consagram como “o” técnico da Seleção.

Ele chegou à semifinal da Copa do Brasil de 2004 (com o XV de Campo Bom), conquistou a Série B do Brasileirão no ano seguinte (no comando do Grêmio) e foi campeão paulista e da Copa do Brasil em 2009 (à frente do Corinthians).

Entre esses títulos, algumas boas campanhas, como o vice do Grêmio na Libertadores de 2007 e mesmo a chegada, com o Corinthians, às oitavas do mesmo torneio neste ano.

É um currículo ruim? Não, bem longe disso.

Mas, diante da dimensão do cargo e do que fizeram alguns dos “30, 40 ou 50 excelentes profissionais” seus concorrentes, segundo ele próprio diz, a lista é até modesta.

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O que muda a coisa a seu favor de forma respeitável, aí sim, é o conjunto de potencial, sensibilidade, inteligência, formação e educação mostrado por ele até agora.

Comportamento – Formado em Educação Física, jovem (48 anos), Mano traz inegável sensibilidade profissional.

Tem consciência do tamanho e da necessidades das instituições públicas que comanda e de como deve se comportar nestes estafes.

Para uma CBF ainda assustada com os seguidos abalos públicos provocados por seu técnico anterior, isso soa como música – ou gol decisivo em final.

Mano sabe lidar como poucos com jornalistas, veículos de comunicação e também com o próprio marketing pessoal. Sua conta no Twitter, com mais de um milhão de seguidores, frequentemente alcança o posto de número um do Brasil.

O técnico mostrou toda essa habilidade no Grêmio e, acima de tudo, no Corinthians.

Estilo de comando – Até agora, Mano exibiu capacidade para encontrar o ponto de equilíbrio entre o rigor, para não perder as rédeas dos grupos, e a capacidade de compreensão na conquista da simpatia e do apoio aos jogadores.

Enxerga os clubes que dirige com olhar bem menos superficial e limitado do que muitos pares convencidos de que sua função é apenas a de liderar boleiros jogando bola.

Por isso, compreendeu que Ronaldo, mais do que jogador, é parceiro financeiro do Corinthians.

Deu ao Fenômeno status privilegiado o tempo todo, sem jogar o clube na mira da imagem do “pode tudo” que marcou o Flamengo de Adriano Imperador, Vagner Love & Cia.

A festa e o abraço dos jogadores ainda na coletiva em que disse o seu sim é uma prova de tudo tudo.

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Mano ficara todo o superciclo à frente da Seleção – Discutir ou mesmo especular sobre isso agora é perda de tempo.

Até que ponto durará a lua-de-mel entre a CBF e o do Corinthians, Andrés Sanchez?

Até que ponto Ricardo Teixeira avaliza os supostos sonhos de Andrés de ser o seu sucessor na CBF?

Andrés é ou será, em algum momento, o homem de Teixeira para substituir Teixeira?

Alguém no universo do futebol consegue hoje responder essa pergunta com segurança? Não. Porque hoje ela é impossível de ser respondida.

Que decisão tomaria Mano no caso desta lua-de-mel entre Sanchez e a CBF se transformar em uma separação litigiosa?

Penderia para que lado?

Sua decisão iria depender do momento técnico em que estaria vivendo no momento? Ou não?

E o processo de renovação e as vitórias de Mano como técnico da Seleção?

O movimento das marés na política do futebol, sabemos todos, é mais imprevisível até mesmo do que o dos resultados no gramado.

Como era o cenário do relacionamento entre os clubes e CBF, por exemplo, quatro anos atrás?

Muitos adversários eram aliados e muitos aliados eram adversários.

Não era assim?

Pois é: as variáveis são tantas que analisar todo o superciclo com as ferramentas que se tem neste momento é, no mínimo, obra de inocência.

Resumo da ópera – Como técnico, Mano precisará ser um pouco mais rápido e menos conservador nas suas mudanças e movimentos táticos no comando de Seleções jovens, impetuosas e em formação, como as que certamente irá comandar.

Talvez sentirá a necessidade de assumir uma postura muito mais ousada do que a média mostrada no Corinthians, mesmo com os bons resultados.

Na última Libertadores, por exemplo, apesar da belíssima campanha na primeira fase, demorou a injetar novidade tática, técnica e ânimo no time nas duas partidas contra o Flamengo, facilitando o trabalho do rival.

Mas tem potencial técnico e bom senso para, ao menos, alterar rotas em busca do que se anuncia como melhor opção sem comprar brigas com óbvio e dar murro em ponta de faca.

Mas, em se tratando de Seleção, tudo isso, como se viu aqui e em vários lugares, está longe de bastar.

Corinthians, Brasileirão e Seleção? No R7.

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25 Jul 06h01

Ter uma super-empresa de promoção de shows, eventos e gerência de carreiras. É o que Ronaldo pretende fazer após deixar o Corinthians

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ronaldo 2 Ter uma super empresa de promoção de shows, eventos e gerência de carreiras. É o que Ronaldo pretende fazer após deixar o Corinthians Fotos: Getty Images

Ronaldo Fenômeno decidiu o que deseja fazer após deixar o Corinthians e pendurar as chuteiras, em 2011.

Ele pretende ser sócio do empresário Marcus Buaiz, marido da cantora Wanessa Camargo, e da WPP, o maior conglomerado de propaganda do mundo, numa empresa de promoção de eventos esportivos, shows e gerenciamento de carreiras de artistas e jogadores de futebol.

ronaldo 3 Ter uma super empresa de promoção de shows, eventos e gerência de carreiras. É o que Ronaldo pretende fazer após deixar o Corinthians

O craque, segundo informa o colunista Lauro Jardim, da revista Veja, teria negociado a futura parceria pessoalmente, olho no olho, com chefão mundial da WPP, o empresário inglês Sir Martin Sorrell.

O desejo de Ronaldo Fenômeno é que a empresa tenha escritório central no Brasil e unidades em vários países.

Com seu carisma planetário, tem grandes chances de dar mais um tiro no alvo.

Quer encontrar esportes e entretenimento da melhor qualidade? R7, é elementar.

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25 Jul 06h00

Institutos erram feio. É o samba da pesquisa doida. Manipulação ou apenas incompetência? De qualquer forma, é triste, muito triste…

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confiar Institutos erram feio. É o samba da pesquisa doida. Manipulação ou apenas incompetência? De qualquer forma, é triste, muito triste...

Cena um.

Resultado da pesquisa do Instituto Vox Populi/Band/Portal IG com 3 mil eleitores entre os dias 17 de 20 de julho: Dilma Rousseff (PT) com 41% das intenções de voto, José Serra (PSDB) com 33% e Marina Silva com 8%.

Uma liderança folgada (oito pontos) de uma candidatura (Dilma) que, a se julgar apenas pelos dados do Vox Populi/Band/IG, estaria em marcha firme rumo à vitória ainda no primeiro turno.

Isso porque, diz o Vox Populi, a diferença entre a candidatura líder e a soma de todos os outros oponentes seria de apenas um ponto percentual.

E, ao mesmo tempo, a líder estaria crescendo bem mais do que a soma dos oponentes nas pesquisas espontâneas de intenção de voto.

Cena dois.

Pesquisa feita pelo Instituto Datafolha com 10.905 eleitores entre os dias 20 e 23 de julho: José Serra (PSDB) com 37%, Dilma Rousseff (PT) com 36% e Marina Silva com 10%.

A se julgar apenas pelas informações fornecidas pelo Datafolha, há um empate técnico clássico e uma disputa acirradíssima entre as duas primeiras candidaturas (Serra e Dilma).

Com vantagem de um ponto percentual para um candidato (Serra) que, de acordo com o Vox Populi, está oito pontos atrás da candidatura líder (de Dilma).

Considerada a margem de erro do Vox Populi, de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, a melhor situação pró-Serra seria uma diferença de 39,2% a 34,8% a favor de Dilma.

A pior, de 42,8% a 31,2%, ainda a favor da candidata petista.

Por outro lado, levando em conta as margens de erro do Datafolha, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a melhor situação para Serra, no limite do erro a seu favor, seria uma liderança de 39% a 34% .

Uma diferença de cinco pontos percentuais a favor de um candidato que, apenas três dias antes, de acordo com a concorrência, tinha oito contra.

A pior para a candidatura tucana seria uma vitória da candidata petista por 38% contra 35% de Serra.

Lideranças folgadas de um lado.

Disputas acirrada do outro.

Alternâncias de um lado.

Candidatos que jamais passam o concorrente do outro.

Nem é preciso ouvir os argumentos de um ou outro lado para constatar o óbvio: trata-se do samba da pesquisa doida.

Há algo de muito estranho no no reino dos institutos de pesquisa.

Acho que eles deveriam sair à campo, neste final de semana, não para aplicar questionários, mas para tentar explicar porque essas coisas ocorrem.

Alguém está errando muito feio nesta campanha.

Se é por manipulação ou por incompetência, é preciso explicar, sob pena de ter o que sobrou de credibilidade reduzido a pó.

Ibope e Sensus estão vindo por aí.

O samba da pesquisa doida continuará a repicar?

De qualquer forma, é triste, muito triste.

Leia mais sobre política e Brasil no R7.

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