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Posts de julho/2010

6 Jul 12h49

A torcida do blog, na ordem: Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha. E a sua? Opine. Registre seu comentário

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favorito A torcida do blog, na ordem: Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha. E a sua? Opine. Registre seu comentário

Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha.

Seja qual for a campeã da Copa, serão quatro belas histórias de vitoriosos para contar a partir de domingo (11).

O Uruguai é bicampeão mundial (1930-1950), mas não conquista um título há sessenta anos, desde o Maracanazzo que entristeceu tanto os brasileiros.

Belíssimo país-irmão nosso do Mercosul, com um povo educado e amante da cultura brasileira, o Uruguai recuperaria a auto-estima de seu futebol com esta terceira conquista.

A Espanha jamais conquistou um Mundial.

Monta boas seleções mas, na reta final, confessa.

Desta vez está jogando o fino, um belíssimo futebol.

E parece mais segura.

Toque de bola, iniciativa, controle de jogo e da situação.

Um técnico humilde e trabalhador (embora macambúzio).

E Casillas, David Villa, Xabi e Iniesta em plena forma.

O título seria um prêmio para tudo isso.

A Holanda também jamais foi campeã, mas brindou o esporte com belíssimas seleções.

Equipes que jogaram um ótimo futebol.

Algumas nos derrotaram, outras foram derrubadas pela Seleção.

No capítulo do triunfo laranja está o Carrossel Holandês vice-campeão de 1974, a revolução tática de Rinus Michels, liderada dentro de campo pelo “Laranja 14” Johan Cruff, que fez suco do Brasil mas sucumbiu, na final, ao pragmatismo da Alemanha.

E a deste Mundial, com Robben, Sneidjer e a virada sobre time de Dunga e Jorginho, que apresentou um pânico inexplicável.

Se passar pelo Uruguai daqui a pouco, será a terceira final disputada pela Holanda.

Até agora, não rolou título. Merece um.

Por fim, a Alemanha, que é tricampeã e, a rigor, joga o futebol mais encantador e eficiente entre as equipes semifinalistas.

A Alemanha sempre foi eficiente e competitiva, embora sem brilho em muitos momentos.

Desta vez, não.

Mistura técnica, força e disciplina com muita competência e em doses precisas.

E que contra-ataque mortal, heim, amado amigo?

Por jogar o fino – e também por ter se planejado a ponto de fazer, em pouco tempo, uma renovação realmente fulminante, capaz de gerar craques como Özil e Thomas Müller – a Alemanha é outra a merecer o caneco.

Pela bola jogada atualmente por cada uma das quatro, se fosse forçado a apostar em uma, escolheria a Alemanha.

Mas, como torcedor, tenho esta ordem de preferência: Uruguai, Espanha, Holanda e Alemanha.

No futebol de hoje, há coisas que podem acontecer mais do que as outras.

Mas, no final, tudo pode mesmo acontecer.

E você, amado amigo a blogosfera colorida, o que deseja?

Qual é a sua ordem de preferência como torcedor?

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5 Jul 19h51

Teixeira deu o recado: Felipão só assume se largar Palmeiras. Mas Brasil precisa também de um diretor-técnico para o “super-ciclo”

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misterio1 Teixeira deu o recado: Felipão só assume se largar Palmeiras. Mas Brasil precisa também de um diretor técnico para o super ciclo

2011 – Pré-olímpico dos Jogos de Londres e Copa América na Argentina.

2012 – Olimpíadas de Londres.

2013 – Copa das Confederações no Brasil.

2014 – Copa do Mundo no Brasil.

2015 – Copa América no Brasil.

2016 – Olimpíadas no Rio de Janeiro.

Um ciclo da pesada, sem a menor dúvida.

Programado para ser encerrado com três competições por aqui.

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, quer um técnico exclusivo desde o início para encarar esse pacotão.

Deu a entender que, se houver fracassos antes da Copa neste processo de renovação antes da Copa, irá bancar o treinador para que os frutos sejam colhidos na Copa de 2014.

Passou também a impressão de que tudo valerá à pena se tivermos seleções em condições claras de ganhar o Mundial e a Olimpíada em casa.

Fez uma espécie de mea culpa por ter demitido precocemente Falcão, que revelou Cafu e vários outros jogadores, por causa das pressões por resultados.

Deixou tudo isso claro numa entrevista que acaba de dar ao canal por assinatura SporTV, da Rede Globo.

Essas medidas parecem mesmo as mais apropriadas.

Há mesmo renovação e muito trabalho a ser feito.

Mas, para além de tudo isso, está claro que o Brasil não precisa apenas de um técnico.

Precisa também de um diretor-técnico competente.

Um gestor que acompanhe de perto as convocações, o direcionamento tático, as estratégias, enfim, todo o trabalho o técnico da Seleção.

Os dos técnicos, se a opção for por um treinador diferente para a seleção olímpica.

Teixeira demonstrou seu espanto com o fato de Gana ter levado onze jogadores abaixo de 23 anos (olhe o miau aí, gente...), a Alemanha nove, a Argentina sete e o Brasil apenas um, o meia Ramirez.

Mas isso não deveria tê-lo espantado apenas agora.

Algum diretor-técnico mais ligado ao dia-a-dia do futebol já deveria ter alertado o presidente – e o próprio técnico – sobre, por exemplo, nossa altíssima média de idade (29 anos e três meses) nesta Copa.

Afinal de contas, o presidente estará diretamente envolvido na organização da Copa da Confederações, do Mundial, da Copa América e da logística para a Seleção disputar os Jogos de Londres 2012 e Rio 2016.

Não terá tempo para acompanhar essas questões técnicas, táticas e de grupo.

E não pode descobrir buracos do tipo depois que o barraco desabou.

Não pode correr o risco de descobrir em 2015, por exemplo, que o problema da seleção de 2014 foi o oposto do visto agora, ou seja, a falta de experiência.

O Brasil precisa de um diretor-técnico.

Dunga, como estreante, concentrou muito mais poder e responsabilidade do que deveria.

Independentemente do que deixou de bom legado, isso não fez bem para a Seleção.

E não faria bem se fosse qualquer outro treinador a mandar sozinho e solitário.

Leonardo, lateral-esquerdo campeão mundial de 1994, poderá ser um bom nome para o cargo de diretor-técnico.

Ainda não o acho preparado para ser o técnico.

Pode ser que nunca consiga ser um treinador à altura do Brasil.

Além disso, não há clima para novas experiências de novatos, como ocorreu com Dunga e Jorginho.

Mas, para o cargo de diretor-técnico, de gestor do futebol, a competência, a sofisticação intelectual, o equilíbrio e a educação de Leonardo seriam bem-vindas.

Ele é culto, fino, fala vários idiomas, estudou para a função e tem experiência internacional de gestão no futebol.
Teria grandes chances de se entender bem com treinadores teoricamente mais “cascudos”, como Felipão e Muricy, com durões mais equilibrados como Mano ou mesmo com treinadores mais parecidos com ele, caso de Ricardo Gomes.

Agora, para técnico...

Felipão recebeu hoje o recado: Teixeira o quer antes de qualquer outro, mas ele precisa esquecer o Palmeiras e ser só da CBF.

Vanderlei Luxemburgo e Muricy parecem empolgar pouco o presidente da CBF.

Sei não, mas acho que essa bola sobra, cada vez mais, para ser dividida entre Mano e Ricardo Gomes.

Amigo pessoal de Leonardo, Gomes ganharia força se o ex-lateral esquerdo for escolhido antes diretor-técnico.

Apadrinhado por Andrés Sanchez, Mano segue forte.

Felipão, se largar a mão do Palmeiras, pode ser o preferido.

E, nas últimas horas, o nome de Paulo Autuori também foi falado nos corredores.

Leonardo formaria belas duplas com Felipão ou Autuori...

Os próximos dias serão de expectativa...

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4 Jul 19h07

Dunga deveria ser demitido? A CBF o dispensou rápido demais? Quem deve ser o próximo técnico? Ele deve ficar por seis anos, até os Jogos do Rio? Opine

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dunga Dunga deveria ser demitido? A CBF o dispensou rápido demais? Quem deve ser o próximo técnico? Ele deve ficar por seis anos, até os Jogos do Rio? Opine

Dunga e toda a comissão técnica da Seleção Brasileira estão demitidos.

Como explicou com clareza o confrade Cosme Rímoli, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não gostou nada de ver Dunga desembarcar no Brasil manifestando publicamente que não considerava fora de cogitação a hipótese de permanecer no cargo.

Depois de tanta briga, tensão, corda esticada, truculência e batida de frente com patrocinadores e parceiros importantes da CBF, às portas de uma Copa do Mundo e de uma Olimpíada no Brasil, só o título poderia manter Dunga no cargo.

E, mesmo com ele, o título, a permanência não era certa.

Teixeira iria esperar mais alguns dias, enquanto rolariam as negociações com a comissão técnica futura, para encerrar o ciclo Dunga, iniciado em agosto em 2006.

Mas, diante da deixa do técnico, motivado certamente por ter sentido na própria pele, no País, o apoio de boa parte dos brasileiros por ter enfrentado a Rede Globo e seus profissionais, Teixeira usou uma justificativa oficial técnica e de calendário para ejetar Dunga, o auxiliar técnico Jorginho, o médico José Luiz Runco e o fisioterapeuta Luís Rosan.

Além de não ter gostado da reação do técnico em Porto Alegre, Teixeira quis, como também destacou meu confrade Rímoli, desvincular as imagens da Seleção e de Dunga antes da chegada do presidente Lula à África do Sul para o lançamento oficial da Brasil 2014.

O Brasil joga o primeiro amistoso depois da Copa do Mundo no próximo dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova York.

A Fifa exige que os nomes dos jogadores convocados sejam enviados a ela, no máximo, 15 dias antes da partida.

A data limite é, então, 25 de agosto, daqui a 21 dias, portanto.

Haveria tempo para esperar mais um pouco.

E Teixeira até esperaria a poeira baixar um pouco.

Mas a desenvoltura de Dunga o incomodou.

E ele resolveu usar o motivo oficial da necessidade de montar uma nova comissão antes do próximo dia 25 para dissolver a equipe atual ainda com a Copa rolando.

Felipão, Ricardo Gomes, Mano Menezes, Leonardo e Muricy Ramalho, nesta ordem de preferência, são os cinco nomes escritos na lista que Ricardo Teixeira leva no bolso interno do paletó.

O presidente da CBF deseja um técnico que saiba lidar com jogadores jovens.

Constatou que nossa seleção, uma das mais velhas desta Copa, precisa ser renovada.

Para se ter uma ideia, a Argentina levou sete jogadores abaixo dos 23 anos para a África do Sul.

A Alemanha nove, incluindo os excelentes Özil e Thomas Müller, dois candidatíssimos ao prêmio de melhor jogador jovem do Mundial.

O Brasil, apenas um: Ramirez.

Teixeira deseja ainda, e fundamentalmente, um técnico com mais experiência para lidar com as pressões, a imprensa, os parceiros e os patrocinadores.

Quer evitar constrangimentos e saias justas como as protagonizadas por Dunga.

A ideia inicial é manter o próximo técnico não por quatro, mas por seis anos, até o final dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

É sempre bom lembrar que a medalha de ouro olímpica é o único título ainda não ganho pelo futebol brasileiro.

Agora, se a futura comissão técnica não for campeã em 2014, no Brasil, o amado amigo sabe bem... Tudo pode acontecer...

Dunga estava forte até o início do segundo tempo do jogo contra a Holanda...

Particularmente, gostaria de ver no comando Felipão ou Paulo Autuori, um técnico que não está na lista de Teixeira.

E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que pensa?

Quatro perguntas:

Dunga deveria ser demitido?

A CBF demitiu de Dunga rápido demais?

Quem você gostaria de ver no lugar do demitido?

O novo técnico e sua comissão deverão trabalhar até o final da Copa 2014 ou da Olimpíada 2016?

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3 Jul 14h25

Argentina goleada, humilhada e eliminada. A tristeza total do brasileiro durou apenas 24 horas. Para muitos, isso é melhor do que ganhar Copa

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alemanha klose gol hg 20100703 Argentina goleada, humilhada e eliminada. A tristeza total do brasileiro durou apenas 24 horas. Para muitos, isso é melhor do que ganhar Copa

Fim de jogo: Alemanha 4 x 0 Argentina.

Ao lado do repórter, uma professora comenta:

- Isso é melhor do que ganhar Copa.

O torcedor brasileiro típico recebeu um forte consolo 24 horas depois da derrota para a Holanda e a desclassificação da Copa: a eliminação da Argentina com a goleada de 4 a 0 imposta pelo belo time da Alemanha.

O esquadrão de jogadores talentosos, o poderio ofensivo e o show de carinho e motivação do técnico Diego Maradona viraram pó diante do futebol alegre e eficiente jogado pela jovem equipe alemã.

A revelação Özi não repetiu, desta vez, as atuações brilhantes dos primeiros jogos do Mundial.

Sua jornada mediana foi compensada, no entanto, pelo show de bola dado por quatro jogadores: os atacantes Müller e Klose e os meias Schweinsteiger e Khedira.

O passeio começou aos dois minutos, numa cabeçada de Müller após cobrança de falta de Schweinsteiger.

E prosseguiu por todo o jogo, com uma segurança impressionante do time alemão para controlar a partida.

A fatura foi liquidada com rapidez, ainda aos 29 minutos do primeiro tempo, com o terceiro gol da Alemanha.

Klose, autor do segundo e do quarto gols, se igualou a Gerd Müller com 14 gols.

Um trabalho foi facilitado pela ausência do meia Verón e as péssimas atuações do goleiro argentino Romero e dos zagueiros Burdisso e Heinze.

E de um Lionel Messi irreconhecível, apático e sumido em campo.

O melhor jogador do mundo na atualidade saiu do Mundial sem nenhum gol.

Uma goleada de um time renovado, bem comandado, obediente em termos táticos e,  acima de tudo, muito talentoso.

Ao final da partida, um Maradona  acabado disse lamentar a desclassificação "pelos jogadores que estão sofrendo muito". E completou, num sintoma claro do desequilíbrio emocional do momento:

- Messi terminou a Copa sem nenhum gol porque os zagueiros foram eficientes. Quem ainda acredita que ele sente o peso da camisa argentina é estúpido.

Para muitos, isso é mesmo melhor do que ganhar uma Copa.

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2 Jul 12h55

No primeiro tempo, o sonho que o Brasil não aproveitou. No segundo, o pesadelo que a Holanda transformou em realidade. E a Seleção, com desequilíbrio emocional absurdo, está fora da Copa

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festa da holanda AFP PHOTO CARL DE SOUZA 640x487 300x228 No primeiro tempo, o sonho que o Brasil não aproveitou. No segundo, o pesadelo que a Holanda transformou em realidade. E a Seleção, com desequilíbrio emocional absurdo, está fora da Copa

O desequilíbrio emocional da Seleção na partida contra a Holanda foi inexplicável.

A Seleção Brasileira tinha tudo para matar a partida ainda no primeiro tempo.

Não aproveitou essa chance rara em uma partida difícil com esta e deixou a Holanda gostar do jogo.

Por isso, está fora da Copa do Mundo da África do Sul.

O Brasil falhou no que tinha de melhor: a bola em seu miolo de zaga, praticamente perfeito na Copa até então.

E a Holanda, no segundo tempo, fez exatamente o que o Brasil não soube fazer no primeiro: aproveitar o momento de instabilidade do adversário.

Não se pode perder uma oportunidade como a que o Brasil teve de decidir a partida em uma Copa do Mundo.

Resultado: a Seleção tomou um gol absolutamente bobo aos sete minutos do segundo tempo e sofremos.

O Brasil começou perfeito taticamente.

E arrasador.

Surpreendeu a Holanda executando melhor exatamente a tática que os holandeses adotaram, de marcação sob pressão.

Era marcação contra marcação, com a do Brasil mais eficiente, bem posicionada e agressiva.

Aos sete minutos, Daniel Alves recebeu impedido um lançamento e tocou para Robinho.

Robinho fez o gol, mas o juiz anulou corretamente.

Três minutos depois, o prêmio pelo início fulminante do Brasil: Robinho recebe um lançamento perfeito de Felipe Melo pelo meio e só teve o trabalho de chutar, sem sequer ajeitar a bola.

Brasil 1 a 0.

Gilberto Silva incorporou de vez o papel do terceiro zagueiro e Felipe Melo, bem posicionado e ligado na partida, dava combate e passava a bola com eficiência.

O passe é um dos fortes de Felipe Melo.

Ele sabe jogar bola. Não precisa ser tão violento como costuma ser, algo que sempre preocupa pela perspectiva de um cartão vermelho.

Robinho, Felipe Melo e Lúcio foram os destaques do primeiro tempo.

Luís Fabiano foi muito bem marcado.

Michel Bastos, com a missão de marcação mais difícil, o primeiro combate em Arjen Robben, teve dificuldades para neutralizar o adversário.

Tomou um cartão amarelo.

Precisará de uma cobertura mais próxima e de um posicionamento melhor na segunda etapa para não ser expulso.

Kaká atuou travado na primeira etapa.

É jogo para ele – e ainda poderá ser no segundo tempo.

Se o camisa dez estivesse um pouco melhor na partida, com deslocamentos e arrancadas pelas pontas, talvez tivesse decidido a classificação do Brasil ainda na primeira etapa.

Na verdade, o cenário estava montado para o Brasil fazer o segundo gol e decidir a parada ainda na primeira etapa.

Kaká poderia ter feito essa diferença no primeiro tempo, mas pareceu preocupado com sua condição física quando tentava arrancar.

Mas o primeiro tempo foi ótimo, considerando que o saldo de gols a favor do Brasil, nas dez partidas jogadas até agora contra a Holanda, é de apenas um gol.

Começa o segundo tempo.

Os holandeses, que conseguiam neutralizar Luís Fabiano, parecem também ter encontrado Robinho.

Aos sete minutos, o gol absurdo: no cruzamento da Holanda, a bola raspa na cabeça de Felipe Melo e vai direto para as redes.

Falha maior de Julio César, que vinha de frente para o lance e não poderia trombar com o defensor que está de costas, porque a bola, em vários desses lances, vai para o gol. Como foi.

Logo do Julio César...

O time sente o gol e fica muito nervoso.

Começa a dar espaço para a Holanda, que tenta aproveitar o momento de instabilidade dos brasileiros.

Aos 22 minutos, gol de Sneijder, em outra falha de marcação do setor defensivo brasileiro e, de novo, de Julio César, que fica travado na linha no gol vendo a bola atravessar a pequena área, após ser cabeceada no primeiro pau por um jogador baixo.

Sneijder cabeceia livre para as redes, na pequena área, entre cinco brasileiros.

Logo Julio César...

No segundo tempo, Kaká, Luís Fabiano e Robinho foram neutralizados pela marcação.

E a Holanda fazia rigorosamente o que o Brasil não fez no primeiro tempo: aproveitar a instabilidade do Brasil.

Aos 27, Felipe Melo pisa infantilmente em um holandês e é expulso. O filme anunciado em toda a Copa vira realidade.

Aos 30, no desespero, Dunga troca o apagado Luís Fabiano por Nilmar.

Mas já era tarde.

Em desvantagem num jogo tão duro com um time bem armado na defesa e eficiente nos contra-ataques, os minutos finais foram de desespero.

O Brasil foi uma tragédia emocional no segundo tempo.

Robinho foi anulado no segundo tempo.

Kaká e Luís Fabiano, neutralizados no jogo todo.

Felipe Melo expulso.

A zaga em um dia ruim.

Assim, não dava mesmo para ganhar da forte Holanda.

Estamos fora.

E não dá para dizer que a Holanda não mereceu.

O filme virou realidade.

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1 Jul 14h44

Brasil erra menos e rouba mais a bola. Argentina acerta mais o gol e a Espanha, os passes. Conheça os finalistas pelas estatísticas da Fifa

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dungachuta Brasil erra menos e rouba mais a bola. Argentina acerta mais o gol e a Espanha, os passes. Conheça os finalistas pelas estatísticas da Fifa

Números curiosos e importantes sobre fundamentos dos finalistas do Mundial, de acordo com as estatísticas oficiais da Fifa:

Passes certos – A Espanha é líder, com 1980, seguida por Argentina (1794), Brasil (1717), Alemanha (1651) e Holanda (1497).

Roubadas de bola – O Brasil está na ponta com 96, seguido por Holanda (95), Uruguai (94) e Argentina (88). A Alemanha é a última dos oito finalistas neste fundamento, com 56.

Passes errados – O Brasil é o que menos erra passe (140), seguido por Holanda (142), Argentina (154) e Espanha (157).

Chutes dentro do gol – Os argentinos lideram com folga (34), à frente de Holanda (29), Alemanha (27), Brasil (26) e Espanha (23).

Chutes para fora – Espanha e Gana são as piores, com 50 cada, seguidas de Brasil (47), Argentina (39) e Alemanha (35). Dos oito que ainda estão lá, a Holanda, com 27, é a seleção que menos chuta para fora.

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1 Jul 14h34

Médicos da Seleção Brasileira teriam bobeado na contusão de Elano

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elanotv Médicos da Seleção Brasileira teriam bobeado na contusão de Elano

As chances de Elano voltar a jogar na Copa do Mundo são cada vez mais remotas.

Há, nos bastidores da CBF, quem aposte que a dupla de médicos da Seleção “comeu mosca” no caso da contusão do meia.

Marcelo Damato, do jornal Lance!, conta em sua coluna que a contusão de Elano provocou uma divisão entre o médico da Seleção, José Luiz Runco, e o fisioterapeuta Luís Rosan.

Um deles teria identificado o problema do jogador como “leve” e não realizado todos os exames que seriam necessários, incluindo alguns de imagem, nas horas seguintes à contusão.

Quando descobriram o erro – e também o edema ósseo que hoje impede Elano de entrar em campo – teria sido tarde demais.

A “bola engolida” pela dupla de médicos teria incomodado até Dunga, que chegou a desconfiar, em alguns momentos, de que Elano estivesse exagerando nas reclamações de dor.

A comissão técnica da Seleção, acrescenta o colunista, teria consultado o regulamento para tentar substituir o meia, mas não encontrou qualquer brecha para isso.

Na entrevista coletiva, o competente Runco, médico da Seleção e também do Flamengo, disse que contava com a “ajuda de Papai do Céu” para fazer com que o organismo de Elano absorva o edema ósseo antes das duas partidas finais do Mundial.

Papai do Céu, como sabemos, sempre ajuda – mas a gente tem que fazer nossa parte aqui na Terra...

E pensar que o juiz nem falta marcou no lance em que Elano se contundiu...

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1 Jul 14h19

Cruyff diz que Brasil é “vergonha” da Copa. Mais da metade dos holandeses acredita na vitória. Prato cheio para dar o troco em campo, não é, Dunga?

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bla bla bla Cruyff diz que Brasil é vergonha da Copa. Mais da metade dos holandeses acredita na vitória. Prato cheio para dar o troco em campo, não é, Dunga?

Primeiro, os ataques do holandês Johann Cruyff.

O maestro genial da Laranja Mecânica, o carrossel holandês que destruiu a equipe treinada por Zagallo no Mundial de 1974, declarou ao jornal inglês Daily Mirror, entre outras coisas, que a Seleção Brasileira “perdeu a magia”, “é o ponto chato do torneio”, “atua de forma mais defensiva e menos empolgante” e “é uma vergonha para os torcedores e a Copa”.

Na mesma entrevista, Cruyff acrescentou que “nunca pagaria por um ingresso para assistir aos jogos da Seleção Brasileira de Dunga”.

Agora chega outra provocação, embora indireta, dos holandeses.

Pesquisa citada em uma reportagem publicada na página do De Volkskrant, um dos mais importantes jornais da Holanda, mostra que mais da metade da população daquele país acredita na vitória sobre os brasileiros nesta sexta-feira (02), às 11h no horário de Brasília.

Mais: um em cada quatro holandeses aposta, neste momento, que sua seleção será a campeã da Copa.

Há uma semana, esses otimistas eram menos da metade deste percentual.

São duas informações preciosas para o técnico Dunga, que não costuma perder a oportunidade de usar o dito por jornalistas e adversários para motivar seus jogadores.

E o amado amigo, o que acha?

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