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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
31 Ago 15h45
Alguém precisa sair para o Marcelinho entrar no Timão de Todos os Tempos do R7
A contemporaneidade muitas vezes obnubila a visão e turva o julgamento.
Em termos de gente: muitas vezes somos injustos, a favor do mais antigo, ao comparar esse mais antigo com o que está ao nosso lado, entre nós.
No caso dos chamados times de todos os tempos de um determinado clube ou da Seleção, isso é muito comum.
Agora mesmo, meus confrades do R7 montaram uma equipe de todos os tempos do Timão.
Um Timão – mas sem Marcelinho Carioca.
No caso de Marcelinho, esse confronto entre o passado e o presente costuma ser abalado adicionalmente pela resistência de muitos à personalidade polêmica do Pé de Anjo.
Mas sejamos justos: se somarmos os títulos conquistados no Timão pelo genial e gente boníssima Rivelino, o fantástico e igualmente gente boníssima Neto e o genial e amigo querido Doutor Sócrates, veremos que esta total será menor do que o dos títulos importantes conquistados por Marcelinho no Corinthians.
E olhem que Riva, Neto e Magrão estão na minha seleção do Timão de todos os tempos e não abro mão.
Então é o seguinte: se tirarmos a dúvida entre passado e futuro, depois também o eventual julgamento negativo que se possa fazer de Marcelinho, ainda assim sobrará uma enormidade.
Sobrará, apenas, o maior vencedor deste século de existência do Timão.
Portanto, com todo respeito à opinião das feras de nossa artilharia de esportes erresseteana: seleção de todos os tempos do Timão sem Marcelinho Carioca não é seleção.
É distorção.
Opine.
Registre seu comentário.
31 Ago 13h05
No muro do CT do São Paulo: “A Copa e nossa, freguês!” Uma passagem para Itaquera a quem acertar os autores…
Um dos muros do CT do São Paulo amanheceu nesta terça-feira (31) com a seguinte pichação:
- A Copa é nossa, freguês!
A frase foi removida logo depois.
Quem acertar o time para o qual torcem os pichadores ganha uma... passagem de metrô de ida e volta para Itaquera.
Uma dica: o “freguês” da frase é uma ironia com o fato de o São Paulo não vencer há três anos e meio de um determinado time...
31 Ago 06h00
Sucesso de Fiuk “renova” imagem do papai Fábio Jr.
- Você vê como a vida não presta: eu era nova demais para seu pai e agora sou velha demais para você.
A frase, da atriz Fernanda Torres, foi dita ao cantor e ator Fiuk, filho do pai-herói-chorão-e-hombre-que-não-atira-uma-fora-do-alvo Fábio Jr, na recente entrega do Prêmio Multishow de Música.
Em parte, ela resume um fenômeno que rola entre Papai Jr. e filhão Fiuk com o estouro rápido e multifacetado do rapaz.
O sucesso, a beleza, a educação, a facilidade para transitar entre a TV e a música e a pegada de garotão pop-de-bem-com-a-vida de Fiuk estão, logicamente, fazendo muito bem, obrigado, a Fiuk.
Mas os respingos disso tudo estão beneficiando também o Papai Jr.
Não no trabalho de conquistar fãs, fazer shows e vender discos, longe disso.
Papai Jr. é um artista consolidado, que conquistou e mapeou um público que lhe é fiel há vários anos, em todo o país, por obra de sua competência.
Gostem ou não de sua música, ele teve a manha e o talento de descobrir e fazer fiel quem goste.
E isso, sabe muito bem quem convive ou rala no meio da música, não é – mesmo - tarefa fácil.
Mas a imagem de Fábio Jr. também foi, no decorrer destes anos, associada, às vezes justa e outras vezes injustamente, ao do conquistador metralhadora giratória.
Ao do franco-atirador insaciável e confesso, sempre a achar que alvo e saia eram a mesmíssima coisa.
E ao do dono de um repertório cada vez mais derramado, chorado, apaixonado e, portanto, compatível com o seu espírito.
Sei lá, tomara que eu esteja errado, mas desconfio de que isso tudo fez e faz, por exemplo, a Cléo Pires, aquilo tudo, nos passar, sempre que pode, a sensação de que não é exatamente empolgada com o pai.
A ex Glória Pires, então...
Sabe aquela brincadeira de rico emergente que diz: “se um dia eu fui pobre, eu já esqueci”.
Pois é.
Às vezes desconfio também que Glória pensa que, se um dia ela foi mulher de Fábio Jr., ela já esqueceu.
Mas Fiuk não.
Fiuk faz questão, sempre que pode, de homenagear o pai.
E dizer coisas como “preciso comer muito angu para chegar a 30% do que esse cara foi”.
E tome rios de lágrimas do papai chorão...
Essa associação, de certa forma, tem devolvido a Fábio Jr. alguns ícones de imagem com os quais ele era identificado em seu início de carreira como ator e cantor, nas Ciranda Cirandinhas da vida.
O gente boa e papai carinhoso Fábio Jr. merece.
Só poderia esquecer aquele "brigaduuu"...
30 Ago 18h07
Estados Unidos 70, Brasil 68. Uma derrota da ressurreição do basquete brasileiro
O Brasil acaba de perder para os Estados Unidos por 70 a 68, no Mundial de Basquete disputado na Turquia.
Mas, por tudo que a seleção fez em quadra, essa derrota, ironicamente, pode ser classificada como a da ressurreição do basquete masculino brasileiro.
A equipe jogou muito bem, sem medo, sem pipoca, sem desmerecimento próprio diante de um adversário notoriamente qualificado.
Foi para cima, assumiu a disputa e não deixou transparecer em nenhum momento que aceitaria uma derrota passivamente.
E eles estavam enfrentando os Estados Unidos, que, como sabemos, estão para o basquete como a Seleção Brasileira está, ao menos no todo da história, para o futebol.
O Brasil esteve à frente na metade do tempo do jogo.
Teve a chance de matar a partida a três segundos do final, quando já perdia pelos 70 a 68 finais, quando Marcelinho Huertas sofreu uma falta enquanto arremessava dentro do garrafão.
Infelizmente, ele não converteu a bola.
Uma bola que daria dois pontos, o empate do jogo e o direito de mais um lance livre para, possivelmente, fazer o 71º ponto e liquidar a partida.
Huertas, que fazia uma excelente partida, foi então para os dois lances livres.
E, por nova infelicidade, errou o primeiro.
Como o outro ponto não seria suficiente para empatar, Huertas no segundo lance livre, mandou propositalmente a bola no aro para tentar, no rebote, uma cesta de dois ou três pontos.
Mas a marcação americana impediu que a bola caísse e os três segundos se passaram.
Eu, como muitos, quase sempre fico de saco cheio quando se diz que o Brasil perdeu algo com dignidade, cabeça erguida, que foi o vencedor moral de uma partida ou de um campeonato...
Na maioria dos casos, é patriotismo barato de perdedor que se acostumou a esta condição.
Mas desta vez, acreditem, quem disser coisa do tipo estará plemamente certo.
Apesar da derrota, o basquete masculino brasileiro mostrou técnica, entrosamento, competitividade e vontade de vencer não vistos há mais de uma década.
Para uma seleção que estava paralisada, fora das últimas olimpíadas, consumida bor brigas políticas mesquinhas, com gestão falida e os melhores jogadores se recusando a defendê-la, numa draga de fazer dó, essa derrota, apesar de ter sido derrota, representou uma ressurreição.
Agora, o Brasil passa a brigar com Eslovênia e Croácia pela segunda colocação do grupo.
Os Estados Unidos são líderes.
Mas esta Seleção, dirigida pelo bravo e competente argentino Rubén Magnano, pode ainda dar alegria neste Mundial.
28 Ago 11h57
Dado dá sinais de que o pior ainda pode estar por vir?
Vou partir do princípio (até porque neste caso é preciso partir de algum) de que é verdadeiro tudo o que foi dito e reclamado de Dado Dolabella na Justiça por Luana Piovani e por sua atual mulher, a publicitária Viviane Sarahyba.
Se a verdade for realmente esta, é necessário – e até urgente - que este rapaz e também os que o amam e o cercam discutam um aspecto muito mais sério, importante e preocupante do que as discussões, separações, condenações e até mesmo agressões promovidas por eles contra essas moças na intensidade em que elas foram feitas até agora.
Uma discussão que até pode contribuir para evitar a ruína pessoal de Dado e, quem sabe, algo pior com alguma próxima mulher ou namorada com a qual ele venha a conviver.
Leio e ouço nas últimas horas que Dado e Viviane firmaram um acordo de separação amigável.
Melhor assim.
Sempre melhor assim.
Como se sabe, Viviane entrou, no último dia 19 de agosto, com uma separação de corpos contra Carlos Eduardo Bouças Dolabella Filho, o Dado, na 1ª Vara de Família do Fórum da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
No processo, de número 00202860320108190209, Viviane acusa Dado de tê-la agredido algumas vezes entre setembro de 2009 e o início de agosto deste ano, período em que eles estiveram casados.
Dado, como também se sabe, tem uma condenação de dois anos e nove meses de prisão, em regime aberto, por ter agredido a ex-namorada Luana Piovani e uma colaboradora da atriz, a camareira Esmeralda de Souza, na boate 00, na Gávea, zona sul do Rio.
Na sexta-feira (20), dia seguinte ao da entrada da ação movida por Viviane, a juíza Maria Cristina Brito Lima deu uma liminar favorável a ela e determinou o afastamento de Dado do “lar conjugal”.
O ator teve direito de tirar do apartamento apenas “seus bens de uso pessoal e documentos”.
Em seu despacho, a juíza Maria Cristina fala em “farta documentação que comprova que a autora (Viviane) vem sofrendo agressões físicas por parte do réu (Dado)”.
AgNews
Fiz vários trabalhos jornalísticos sobre psicologia, psicoterapia e psiquiatria, um tema que me encanta.
Em vários deles, ouvi de psiquiatras, psicoterapeutas e pesquisadores importantes da área explicações sobre um certo tipo patológico – homem, naturalmente – que simplesmente não admite ser contrariado ou contestado, em qualquer hipótese, pela namorada, mulher ou companheira.
Fiz terapia com um profissional – do Rio de Janeiro, por coincidência – que adorava este tema e também me ensinou muito sobre ele.
De acordo com meu terapeuta e esses estudiosos, o sujeito é até boa gente.
Carinhoso, com notórias qualidades, trabalhador, identificado pelos amigos como boa-praça, bom pai, bom irmão, bom filho, mas...
... se a companheira contraria algo que ele pensa ou deseja ver feito, o sujeito parte para agressão.
Colegas, amigos e familiares não conseguem entender como aquele belo de sempre pode se tornar aquela fera descrita pela mulher (isso quando a mulher descreve...)
Na suprema maioria dos casos, esse comportamento tende a progredir.
E a violência em casa, a aumentar de intensidade.
Nestes casos, concluem os especialistas, é fundamental que a pessoa se trate, faça um terapia para conter esses impulsos.
Para não prejudicar a própria vida e – mais importante – não evoluir nessa vibe a ponto de machucar gravemente ou mesmo matar uma namorada, mulher ou companheira.
Não sei se este é o caso de Dado.
Mas, pelas semelhanças, evidentemente lembrei-me desses estudos e conversas diante de tudo isso.
Isso porque, apesar dos problemas, esse rapaz é muito elogiado pelos amigos.
E, na Fazenda, exibiu, na maior parte do tempo, um lado bacana de amigo carinhoso.
De qualquer forma, cabe a ele, com coragem e auto-crítica, e a quem o cerca incentivá-lo a procurar um profissional para ver se o seu caso merece ser cuidado em alguma terapia ou análise.
Porque primeiro tivemos Luana e Esmeralda.
Logo depois veio Viviane com suas reclamações de ações contínuas.
Se isso existe como está relatado, precisa parar.
Para o bem de Dado.
E mais do que tudo, para a integridade física de quem vier a conviver com ele daqui para frente.
Não se trata de querer apenas que Dado ou quem quer que seja pague na Justiça por algo errado que tenha feito.
Isso, como se diz, é de lei.
Deve ser automático.
O problema é que, mesmo que isso ocorra, com vem ocorrendo, não poderia reparar os prejuízos físicos ou vitais de uma agressão grave que possa ser cometida contra uma outra mulher.
Os profissionais poderão dizer.
Mas, se Dado está dando sinais, que ele e os que o cercam entendam esses sinais logo, enquanto é tempo.
27 Ago 17h51
Fla demite Rogério. Agora, nada de experiências, viu?
O técnico Rogério (à direita na foto, ao lado de Petkovic) foi demitido há poucas horas, nesta sexta-feira (27), do Flamengo.
Não aguentou a sequencia de atuações medíocres do time sob o seu comando.
E também um ataque (o segundo pior do campeonato, com 13 gols, à frente apenas dos 12 do Ceará) que simplesmente parou de fazer gols.
Eu parecia estar advinhando.
Na noite de ontem, quinta-feira (26), aproveitei um comentário e coloquei neste nosso canto um comentário que mistura a vontade de Vanderelei Luxemburgo trabalhar no Flamengo, o diretor Zico e o momento oportuno para demitir Rogério.
Eu parecia estar advinhando.
Bom, como o texto é atual (tem poucas horas de “vida”) e absolutamente de acordo com o ocorrido, limito-me a reproduzi-lo aqui para quem ainda não o leu.
Que agora o Flamengo contrate um técnico experiente, cascudo, com costa larga para aguentar a pancada da transição, como ocorre, por exemplo, com Felipão no Palmeiras.
Nada de experiências.
Aí vai o texto publicado :
Vanderlei Luxemburgo (, técnico do Atlético-MG, em entrevista ao repórter Tiago Pereira, do Mais Vencer:
- Quero voltar ao Flamengo e trabalhar com o Zico. É o clube que eu gosto. Sou flamenguista. Voltarei como técnico ou num cargo de dirigente. Isso é fato. É claro que, quando vou jogar contra, faço de tudo pela equipe em que estou trabalhando, tanto que já ganhei dois títulos em finais contra o Flamengo.
E em seguida:
- Com a história que Zico tem no Flamengo, tudo facilita. A volta dele traz muita credibilidade e seriedade. Tudo passa a ser olhado de maneira diferente. Quando ele vai a público e diz que a imagem do Flamengo tem de mudar, dá outro impacto. É o Zico, né?
Declaração de amor para uns, cavada em momento indevido para outros.
Tire sua conclusão.
Tenho minhas dúvidas de que seria bom para o Flamengo, ao menos neste momento, ter Luxemburgo como técnico.
Seria um caso a pensar.
O que tenho certeza é de que Rogério Lourenço ainda não é um técnico à altura das necessidades de um clube e de uma equipe com as dimensões do rubro-negro.
Pode até ser que um dia se torne, mas ainda não é.
Rogério não é hoje e nem tampouco era quando o maravilhoso Zico assumiu a chefia do futebol rubro-negro.
Em janeiro deste ano, Zico foi demitido, como técnico, do Olimpiakos, da Grécia.
Sentiu demais. Ficou muito magoado.
Expressou publicamente sua decepção (“confesso que estou muito triste e desiludido com o futebol”).
E se disse decidido a processar o clube grego (“vou atrás dos meus direitos na Justiça. Estou conversando com advogados. O documento que recebi traz argumentos que não fazem sentido para a minha demissão e tudo foi feito para um rompimento litigioso”).
Além do ícone do esporte e do exemplo de cidadão que sempre foi, Zico é a ética em pessoa, a correção com dois braços e duas pernas.
Tenho certeza de que ele não substituiu Rogério Lourenço logo quando chegou porque não queria ser acusado de ter feito o mesmo que fizeram com ele sem dar chance a um novato de mostrar o seu trabalho.
Logo ele, que, dias atrás, tanto sentira sua demissão do Olimpiakos.
Mas agora a situação é rigorosamente diferente.
Mesmo com o álibi da substituição por baixo dos craques que foram, o time não anda como minimamente esperava que se andasse.
O ataque não faz gol, o meio-campo não cria...
E a defesa precisa se virar para tentar tapar as dezenas de furos desta represa chamada Flamengo com seus poucos pés e mãos.
No início, Zico agiu com ética, com o sentimento de quem viveu aquilo na própria carne e que por isso saberia, melhor do que todo mundo, como lidar com o assunto.
Mas tudo tem limite – e ele, o limite, chegou.
Rogério até pode um dia treinar o Flamengo, mas agora esse cargo precisa ser ocupado por alguém com maior experiência e capacidade de exigir e de arrancar rendimento dos jogadores.
Esse técnico, agora, pode até não ser Luxemburgo.
Ou pode.
Mas que a mudança se impõe, ah, isso sim, ela se impõe com vontade...
E você, amada amiga e amado amigo, o que pensam?
Opinem.
Registrem seu comentário.
27 Ago 06h00
Santos não pode cair na tentação de economizar na blindagem com azar de Ganso
Paulo Henrique Ganso só voltará a desfilar seu futebol encantador em 2011.
Mais provavelmente em março de 2011.
Ele rompeu o ligamento cruzado anterior de seu joelho esquerdo na vitória do Santos sobre o Grêmio por 2 a 1, na noite de quarta-feira (25), pelo Campeonato Brasileiro.
Será operado neste sábado (28) pelo ortopedista José Ricardo Pécora, chefe do Setor de Cirurgia de Joelhos do Hospital das Clínicas de São Paulo, o mesmo que fez uma cirurgia em seu joelho direito semanas atrás, durante a Copa do Mundo da África do Sul.
Os médicos Rodrigo Zogaib e Maurício Zenaide, do Santos, acompanharão a cirurgia.
Ganso é um craque refinado, raro.
Um dos poucos no mundo que ainda são capazes de produzir um estado de elevação em quem o vê jogar.
Tem apenas 19 anos (completará 20 no próximo dia 12 de outubro).
Tão novo e já com tantas alegrias dadas ao torcedor santista.
O presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, tem dado demonstrações de ser correto e competente.
Foi eleito com o discurso da preservação e da valorização do clube e de suas jovens revelações.
Dias atrás, Laor selou um acordo revolucionário que manteve o jovem Neymar no clube por, especula-se, algo em torno de R$ 500 mil mensais, fora bônus e participações.
Acordo firmado com Neymar, prometeu o mesmo a Ganso.
Agora, Ganso machuca.
Penso ser obrigação e questão de honra Laor e o Santos preservarem a proposta de blindagem a Ganso exatamente como desejavam fazer antes desta contusão.
Sem tirar nem colocar um centavo além do que seria justo descontar em função dos seis meses de parada.
Mas, a partir da volta, que seja tudo igual.
Mesmo porque a cirurgia não tem qualquer mistério científico, o médico e a equipe que tratarão Ganso são craques, o meia é um menino e sairá dessa fácil, sem qualquer sequela.
Laor não parece ser homem de pensar em economizar algum neste processo de blindagem em função da contusão.
Tomara que seja assim.
Mesmo porque essa faca teria dois gumes: se o salário não receber um belíssimo reajuste, a multa rescisória para levar Ganso também fica pequena.
E aí, amado amigo, já viu: daqui a seis meses, Ganso estará voando de novo.
Só que com multa barata, livre, solto e barato no mercado para o primeiro clube europeu que quiser dar o bote em uma preciosidade do futebol com apenas 20 anos.
26 Ago 19h10
Luxa: “quero trabalhar com Zico”. E o Fla, troca Rogério?
Vanderlei Luxemburgo (, técnico do Atlético-MG, em entrevista ao repórter Tiago Pereira, do Mais Vencer:
- Quero voltar ao Flamengo e trabalhar com o Zico. É o clube que eu gosto. Sou flamenguista. Voltarei como técnico ou num cargo de dirigente. Isso é fato. É claro que, quando vou jogar contra, faço de tudo pela equipe em que estou trabalhando, tanto que já ganhei dois títulos em finais contra o Flamengo.
E em seguida:
- Com a história que Zico tem no Flamengo, tudo facilita. A volta dele traz muita credibilidade e seriedade. Tudo passa a ser olhado de maneira diferente. Quando ele vai a público e diz que a imagem do Flamengo tem de mudar, dá outro impacto. É o Zico, né?
Declaração de amor para uns, cavada em momento indevido para outros.
Tire sua conclusão.
Tenho minhas dúvidas de que seria bom para o Flamengo, ao menos neste momento, ter Luxemburgo como técnico.
Seria um caso a pensar.
O que tenho certeza é de que Rogério Lourenço ainda não é um técnico à altura das necessidades de um clube e de uma equipe com as dimensões do rubro-negro.
Pode até ser que um dia se torne, mas ainda não é.
Rogério não é hoje e nem tampouco era quando o maravilhoso Zico assumiu a chefia do futebol rubro-negro.
Em janeiro deste ano, Zico foi demitido, como técnico, do Olimpiakos, da Grécia.
Sentiu demais. Ficou muito magoado.
Expressou publicamente sua decepção (“confesso que estou muito triste e desiludido com o futebol”).
E se disse decidido a processar o clube grego (“vou atrás dos meus direitos na Justiça. Estou conversando com advogados. O documento que recebi traz argumentos que não fazem sentido para a minha demissão e tudo foi feito para um rompimento litigioso”).
Além do ícone do esporte e do exemplo de cidadão que sempre foi, Zico é a ética em pessoa, a correção com dois braços e duas pernas.
Tenho certeza de que ele não substituiu Rogério Lourenço logo quando chegou porque não queria ser acusado de ter feito o mesmo que fizeram com ele sem dar chance a um novato de mostrar o seu trabalho.
Logo ele, que, dias atrás, tanto sentira sua demissão do Olimpiakos.
Mas agora a situação é rigorosamente diferente.
Mesmo com o álibi da substituição por baixo dos craques que foram, o time não anda como minimamente esperava que se andasse.
O ataque não faz gol, o meio-campo não cria...
E a defesa precisa se virar para tentar tapar as dezenas de furos desta represa chamada Flamengo com seus poucos pés e mãos.
No início, Zico agiu com ética, com o sentimento de quem viveu aquilo na própria carne e que por isso saberia, melhor do que todo mundo, como lidar com o assunto.
Mas tudo tem limite – e ele, o limite, chegou.
Rogério até pode um dia treinar o Flamengo, mas agora esse cargo precisa ser ocupado por alguém com maior experiência e capacidade de exigir e de arrancar rendimento dos jogadores.
Esse técnico, agora, pode até não ser Luxemburgo.
Ou pode.
Mas que a mudança se impõe, ah, isso sim, ela se impõe com vontade...
E você, amada amiga e amado amigo, o que pensam?
Opinem.
Registrem seu comentário.
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26 Ago 17h44
Vascaíno Roberto Carlos deverá ser estrela do show do centenário do Corinthians
O vascaíno Roberto Carlos deverá ser a grande estrela do centenário do Corinthians.
Deverá fazer, no próximo dia 27 de setembro, um show para 2 mil convidados no Anhembi, em São Paulo, com a presença do presidente Lula.
Se Lula aparecer, será o primeiro encontro entre os dois desde a posse do presidente, informa Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo.
Sim, porque, com todo respeito à maravilhosa e emocionante nação do Timão, o Rei torce tanto para o Corinthians como o Ronaldo Fenômeno.
Ou seja: na verdade, nada.
Não torce, mas sabe que é uma delícia para seus interesses profissionais e artístico dizer que torce.
O carioca suburbano Ronaldo Fenômeno é, como até as pedras sabem, flamenguista até as vísceras.
O capixaba Roberto Carlos, nascido e criado em Cachoeiro de Itapemirim, cidade onde até as pedras se formam torcendo para times do Estado do Rio de Janeiro, é, como também se sabe, vascaíno até a alma.
Sempre foi.
Quem conviveu minimamente com ele sabe disso, simplesmente porque o Rei declarou isso em quase toda sua vida.
Agora, claro, uma vez estrela geradora de grandes negócios, e de vendas de discos e de produtos em volumes incalculáveis, é bem mais interessante, sob o olhar do marketing e do afago nas multidões, declarar, sobretudo em São Paulo, que torce para o Corinthians e não para o Vasco, mesmo sendo o Gigante da Colina, como o próprio nome diz, também um gigante.
Um dos filhos de Roberto é, sim, corintiano doido.
Mas o Rei não. É Vasco.
Vasco que algumas más línguas da pernambucana Guaranhuns, dizem, inclusive, que era o time de infância de um certo menino pobre chamado Luís Inácio da Silva antes de embarcar com a mãe em um pau-de-arara para São Paulo.
Em todo caso – ou no caso específico do presidente – é claro que não dá para dizer que ele torce para outro clube além do Timão.
Mas a questão do Rei é completamente diferente.
Nasceu e cresceu em Cachoeiro torcendo para o Vascão – lembre-se, também o time do seu “amiiigo” Erasmo Carlos, este bem mais fanático por bola do que Sua Majestade.
Foi para o Rio e firmou-se como músico, na esquina tijucana das Ruas Haddock Lobo com Mattoso, na inesquecível Jovem Guarda, torcendo para o Vascão.
Alguns caem na esparrela de dizer “bom, mas ele é vascaíno no Rio e corintiano em São Paulo...”.
Papinho.
Quem aprendeu a torcer e a amar um time torce apenas para ele e ponto final.
Perguntem a um corintiano típico se ele tem outro time?
Eu, por exemplo, sou Flamengo, como os amados amigos já foram informados.
Flamengo em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Espírito Santo, no Pará, no Rio Grande do Sul, em Marte, em Júpiter, em Vênus, em Saturno, em Plutão...
Bom, mas, de qualquer forma, será lindo e nobre.
O grande Rei e o grande Corinthians estão um à altura do outro.
Viva o Timão centenário.
25 Ago 06h06
A imperdível Gaiola das Cabeçudas de Marcelo Adnet
O carioca Marcelo Adnet é um dos mais talentosos representantes do chamado novo humor brasileiro.
Um dos mais inspirados de uma turma escrachada, direta e cortante, mas também inegavelmente inteligente e bem formada.
Há muitas coisas boas de Adnet na rede.
Mas este vídeo, feito para o programa Comédia MTV, virou, com toda razão, viral geral no YouTube.
A brincadeira com ícones da cultura e das artes de todos os tempos (o multi-artista italiano Leonardo da Vinci, o dramaturgo romeno-francês Eugene Ionesco, o escritor e pensador alemão Goethe e o compositor italiano Antonio Vivaldi, entre vários outros) cantados em ritmo de funk dos morros cariocas é realmente impagável.
De rolar de rir.
Se ainda não viu, vale – e muito - a pena conhecer.

























