Publicidade

8 Ago 20h10

Timão joga quase nada no primeiro tempo – e nada no segundo. Mas hoje isso é suficiente para vencer o manso e inofensivo Fla

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , 2 Comentários

elias Timão joga quase nada no primeiro tempo   e nada no segundo. Mas hoje isso é suficiente para vencer o manso e inofensivo Fla Djalma Vassao - Gazeta Press

Mais uma derrota do Flamengo no Brasileirão.

Agora para o Corinthians, por 1 a 0, num belo chute de fora da área de Elias.

Mais um jogo (o quarto) sem gols do Flamengo no Brasileirão.

O Timão é vice-líder, com 28 pontos, um a menos do que o cada vez mais firme Fluminense (leia sobre o Flu no outro post deste blog).

Enquanto isso, o Fla, em queda livre, vertiginosa e mais do que merecida, deverá terminar esta rodada abaixo da décima primeira colocação.

O Corinthians jogou quase nada no primeiro tempo.

Com três atacantes (dois deles, Dentinho e Jorge Henrique, impedindo as subidas de Leonardo Moura e Juan), o Timão teve alguns lances bem armados, o gol e só.

No segundo tempo foi ainda mais opaco.

Assumiu a estratégia do contra-ataque e deu espaço ao adversário.

Ainda assim, essa miséria foi o suficiente para dominar amplamente e vencer o limitado e inofensivo Flamengo, um time que, como já se disse por aqui, agora não faz mal a ninguém, a começar pelos adversários.

Na metade final do segundo tempo, o Corinthians parecia mostrar até desprezo pelo jogo.

Mas a incompetência e a mansidão do Fla eram tantas que o Timão parecia convencido de que o rival jamais iria empatar aquela partida.

Por isso, nem se esforçou para fazer mais um e decidir logo a partida.

Era algo do tipo “haveria mais o que fazer e dizer, mas... quer saber, deixa para lá...”.

Perdido entre os zagueiros e as linhas de impedimento, o pesado e fora de forma Val Baiano, além de tudo, fazia o time ter a sensação de que jogava com dez.

O Corinthians, como todos sabem, é um time qualificado.

Um dos candidatos ao título.

Mas hoje, contra o Flamengo, nem precisou apresentar suas credenciais.

Ganhou de um grupo sem inspiração, talento e direção técnica.

De um grupo que, hoje, pede para perder de todo mundo que merece, minimamente, ser chamado de time.

Enquanto isso, os adversários, que não têm nada a ver com os erros e saltos no escuro do rubro-negro, fazem a sua parte e vão tirando o atual campeão, precocemente, do páreo.

Mas, se o próprio Flamengo quer isso, por que não colaborar, não é mesmo?

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009-2011 Rádio e Televisão Record S/A