27 Set 18h46
Hoje não tem crítica, ironia ou chibatada. Só a alma leve para festejar o primeiro ano do R7, esse menino abusado
Hoje, de minha parte, não haverá crítica ou ironia contra ninguém.
Nem chicotada verbal, chibatada, paulada, caída de pau, essas coisas que jornalista adora fazer e, sobretudo, falar que fez.
Hoje não haverá borrachada no lombo de quem quer que seja, ainda que o ser mereça o ato simbólico ou mesmo o físico.
Dane-se se algum gaiato ou um monte deles desejar cravar a ferro quente, na minha testa, o rótulo supostamente definitivo de simulacro de jornalista sem compromisso com as causas.
Neste resto de hoje, 27 de setembro de 2010, quero o corpo e alma leves e sugiro que você, amado amigo da blogosfera colorida, faça o mesmo.
Neste 27 de setembro de 2010, cultivaremos a leveza, você e eu, para merecermos festejar o primeiro ano de um moleque travesso que, embora sempre estabelecido entre você e eu, jamais dorme ou marca ponto.
Um moleque abusado que já nasceu na pilha, correndo para sentar na frente de muita gente mais velha (ele ainda não entendeu porque essa galera é chamada de concorrente) nos busões e aviões dos ibopes da vida.
Parece que a gente não te educou, rapá...
R7. Um ano.
Parabéns, menino.
Desde que o vi berrar pela primeira vez, na noite de 27 de setembro de 2009, este é o texto número 441 que tasco no seu bolso ao que tudo indica sem fundo.
Para mim, reincidente incorrigível em cometer textos-testamentos tão longos quanto pretensiosos, nesta terra de poucas e nem sempre boas da internet, não deixa de ser um monte e tanto de dedadas nos teclados da vida.
Mas, em todo caso, comporte-se, meu camarada.
Ou melhor: pensando bem, comporte-se nada, patavina alguma.
Continue indo para cima do mundo virtual.
O mesmo mundo virtual que te ensinaram chamar de concorrência.
Com a mesma competência precoce, a mesma fúria, mas também com o fair play de sempre.
Olhe lá, heim, rapá.
Beijo forte, menino.
Coisas boas como o R7 estão, é claro, no R7. Poupe-se do esforço de tentar encontrá-las em outro lugar...













