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Posts de setembro/2010

6 Set 06h00

As revelações de Robert Rey, o Doutor Hollywood, no Brasil

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rey fabio guinalz agnews As revelações de Robert Rey, o Doutor Hollywood, no Brasil Fábio Guinalz /AgNews

A edição mais recente da revista Veja São Paulo traz uma entrevista interessante com Robert Rey, o Doutor Hollywood, estrela de um programa sobre cirurgia plástica exibido em vários países (no Brasil, é uma das atrações da Rede TV!)

Algumas revelações curiosas:

* Nascido no bairro paulistano da Lapa, Rey foi adotado aos 12 anos por um casal de mórmons americanos. Nos Estados Unidos, formou-se em medicina em Harvard, a mais prestigiada universidade do mundo.

* Ele veio ao Brasil para transferir o corpo de seu pai biológico do cemitério de Franco da Rocha, onde está enterrado, para o do Morumbi. “Ele me batia na infância, mas eu o perdoei”.

* Seus filhos estudam em Beverly Hills, reduto de celebridades próximo a Los Angeles, com os filhos da atriz Sharon Stone e os do fortão Sylvester Stallone.

* Rey é vizinho da patricinha Paris Hilton, que teve a casa assaltada dias atrás. “Los Angeles é pior do que aqui. Durmo com uma pistola 9 milímetros debaixo do meu travesseiro”, disse ele.

* Doutor Hollywood planeja abrir um spa em São Paulo até o final de 2011.

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5 Set 22h43

Maraca fechado para obras. Será que precisava fechar?

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fla santos maraca vipcomm Maraca fechado para obras. Será que precisava fechar? Vipcomm

Um insosso zero a zero entre Flamengo e Santos (foto acima), pelo Campeonato Brasileiro, marcou, neste domingo (5), o fechamento do Maracanã para as obras da Copa do Mundo de 2014.

Muitos acham que o Maraca poderia funcionar no restante do campeonato apenas com as arquibancadas abertas.

Para esses, a CBF teria optado por tirar os jogos do estádio para prejudicar o líder Fluminense, que é dirigido por opositores do presidente da confederação, Ricardo Teixeira.

Não sei.

Em todo caso, essa questão poderia - e ainda pode - ser resolvida de forma mais técnica e menos política.

Basta que os responsáveis pela obra e especialistas levem os veículos de imprensa ao estádio para aprovar seu uso apenas com as arquibancadas ou explicar os motivos que justificam a interdição total, o que foi o caso.

Não pode por que?

Há risco de alguém se ferir?

Espaços e buracos serão deixados na obra?

Há dificuldade para isolar a área em obra para que não seja invadida por torcedores mais animadinhos nos dias de jogos, causando prejuízos e aumentando riscos?

Se alguém fez este trabalho ou reportagem do tipo, confesso que não vi.

O fato é que o Maracanã está fechado – e poucos sabem se ele, tecnicamente, poderia ou não permanecer aberto.

Um mistério que poderia ser facilmente desfeito...

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4 Set 07h04

Quando crescer quero ser sofisticado como Claudia Pinho

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se meu fusca falasse 300x300 Quando crescer quero ser sofisticado como Claudia Pinho

A primeira coisa que eu faço quando sento em um computador é ler os deles e os delas de Claudia Pinho em Mulher 2.0,  o mais sofisticado blog deste R7.

E sempre acordo com prazer, porque eu acho Cláudia Pinho um luxo.

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3 Set 22h14

Bunda bate um bolão. Com Feio, Dora, Buchecha e Coco

2 Comentários

bumbum bebe Bunda bate um bolão. Com Feio, Dora, Buchecha e Coco

Deu no ótimo blog Bola de Meia, de Bernardo Pombo.

A súmula oficial de um jogo recente de um time de Niterói, num jogo do campeonato sub-17 organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, traz a seguinte sequência:

NOME APELIDO NASCIMENTO

Alef da Silva Calazans                 Feio               27/09/1993

Alex dos Santos                         Lekinho           24/03/1993

Rafael Nascimento Neves       Rafinha         03/02/1993

Thomas Gomes Lobo                Bunda 11/10/1994

Isso mesmo: Thomas Gomes Lobo teve oficialmente aceito e registrado pela federação fluminense o seu apelido Bunda.

Bunda corre marca e lança com a oito.

Camisa oito.

Ao lado de Feio, Dora, Buchecha e Coco, entre outros.

As súmulas deste campeonato são, por sinal, uma festa.

Há Xarope, Funkeiro, Tripa e até um moleque alcunhado Cachaça.

Detalhe: Cachaça tem apenas 16 aninhos.

Se bem que, diante da meio-campo espanhola Ana Buceta e do goleiro polonês Merda, todos virais gerais na rede nos últimos tempos, ser Bunda não é nada...

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2 Set 09h50

Vi o cofrinho de La Riquelme, la paraguaya del fuego

14 Comentários

larissa double 300x200 Vi o cofrinho de La Riquelme, la paraguaya del fuego

Larissa Riquelme, la Paraguaia del Fuego, strikes again, ataca novamente.

Dessa vez ela nos bota para escolher: ou aquele par de óculos ridículo pendurado no seu (dela) peitão ou ela com o "oclão" na cara e tudo focado, como você pode ver.

Opine. Escolha.

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2 Set 07h21

Quero Palmirinha para mim

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palmirinha 8GD 300x225 Quero Palmirinha para mim Julia Chequer/R7

Dona Morena, minha mãe, figura que me inventou em todos os aspectos, a começar pelo suposto apêndice decadente intelectual (sentiu a maldade e a delícia de rir de si mesmo?), morreu em meados de 2002.

Tinha ela um costume - e ai de quem o questionasse.

Sabem aquele livro de receitas da Dona Benta?

Pois é: entre vários outros de receita, ela tinha dois.

Um deles pairava lá, monstruoso e intocável, na biblioteca.

O outro servia de pano de chão metafórico, um volume amorfo que sempre era consultado, recebia respingos de gordura, era borrado com mãos divinas, era testemunha inicial do que pouco depois haveria de se tornar comida santa e bem feita.

Enfim, era usado.

Era ele, este livro usado, cúmplice do que um dia houve de se chamar na cidade grande, para calúnia do meu e dos nossos corações interioranos, de confort food.

Aliás, vocês sabem o que é confort food?

Eu sei.

Confort food é uma cascata que o mercado da gastronomia inventou para te vender a comida que a sua mãe, a sua avó e a sua tia sempre fizeram por um preço que você jamais pagou em casa e, evidentemente, não pode pagar na mesa desses cretinos.

Pois bem:

Eu, hoje, vendo Palmirinha chorar e agonizar em praça pública, já desisto de contabilizar a ignonímia e a estupidez média do que foi feito naquele canal de quase ninguém da Gazeta e deste processo de strip tease da tal mídia besta em busca de um clique.

Imaginem: planejaram algo (c0m certeza revolucionário, para dar 50 pontos de ibope talvez) e não deixaram a dona se despedir da plena copiosa de suas receitas... Eu não acredito.

Eu quero Palmirinha para mim.

Eu quero aquela misturada toda para mim.

Quero para mim aquelas misturadas que, pelos indícios de preparo, nos dão a sagrada sensação de que basta riscar um fósforo para que aquilo tudo exploda.

Mas, mesmo assim, eu quero Palmirinha para mim.

Até porque aquela misturada toda dá ibope.

Só os imbecis esculpidos em suor não percebem.

Não chore, Palmirinha.

Eu quero Palmirinha para mim.

Os famosos estão no R7.

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1 Set 18h25

Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, fala ao R7 sobre sua passagem pelo centenário Noroeste, o Demolidor

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noroeste bauru vale esse Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, fala ao R7 sobre sua passagem pelo centenário Noroeste, o Demolidor Divulgação/Noroeste de Bauru

Baroninho (Palmeiras e Flamengo), Lela (Inter de Limeira e Coritiba), Toninho Guerreiro (Santos, Corinthians, Portuguesa, Palmeiras e São Paulo), Lorico (Portuguesa), Zeola (Palmeiras, Fluminense, Independiente da Argentina e Napoli da Itália) e Fedato (Botafogo de Ribeirão Preto e Palmeiras).

Exemplos de grandes jogadores que suaram a camisa do grande Esporte Clube Noroeste de Bauru, o Alvirrubro, o Demolidor Ferroviário, a arrasadora Maquininha Vermelha.

Em meio ao justificado tufão provocado pelo centenário do Corinthians, o Norusca também completa um século de existência, nesta quarta-feira (1º).

Todos os jogadores citados acima são glória e orgulho do simpático e amado time do noroeste paulista, fundado em 1910 por um grupo de ferroviários ávidos por rolar a bola em seus momentos de lazer.

Mas, nestes cem anos de história da Maquininha Vermelha, nenhuma aquisição ou contrato com jovem revelação foi tão bombástica e badalada quanto a de Jair Ventura Filho, o tricampeão mundial Jairzinho, o Furacão da Copa de 1970.

Jairzinho e seus companheiros formaram um grande time na temporada de 1978, ano em que o Demolidor Ferroviário estreou na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.

É verdade que um menino mineiro chamado Edson Arantes do Nascimento, um certo Pelé, filho do ótimo atacante Dondinho, funcionário da ferrovia em Bauru, chegou a treinar nas divisões de base do Alvirrubro (foto abaixo).

noroeste pele divulgacao 300x227 Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, fala ao R7 sobre sua passagem pelo centenário Noroeste, o Demolidor Divulgação/ Noroeste de Bauru

Mas, antes de se profissionalizar, foi levado para o Santos pelo pai, que o queria em um time mais badalado.

E... bem, o resto da história os amados amigos conhecem bem.

No time profissional, a maior estrela destes cem anos vermelhos foi, sem dúvida, o Furacão.

Jairzinho jogou ao lado de bons jogadores, entre eles o ponta esquerda Baroninho, que jogou no Palmeiras e no belo Flamengo da geração de Zico.

E também do animado Lela, pai do volante Richarlyson, do São Paulo, que os mais velhos haverão de se lembrar como o ponta que comemorava seus gols com as duas mãos abertas ao lado do rosto, pulando e fazendo caretas enlouquecidas.

A formação mais frequente do Norusca do Furacão foi Maurício, Ednaldo, Marco Antonio, Beto, Jorge Fernandes, João Marcos, Jorge Maravilha, João Carlos, Amadeu, Jairzinho e Baroninho.

Nesta entrevista ao R7, Jairzinho, hoje com 65 anos, resgata da memória sua passagem por Bauru, o carinho que recebeu da população e o esforço para manter o time na Primeirona naquela campanha.

R7 – Jair, bom dia. Ligo para conversar sobre o centenário do Noroeste de Bauru...

Jairzinho – Pois é, rapaz... Legal. O Corinthians merece todo o carinho e a atenção de todo mundo, mas eu me lembrava agora há pouco, aqui no Rio, que o grande Norusca também completa cem anos esta semana, aliás hoje, e a turma da imprensa pouco me procurou. Trabalhei no Noroeste por sete ou oito meses, mas guardo recordações maravilhosas daquele período. Acho que sou até agora o único campeão do mundo a ter jogado lá. Você saberia me informar?

R7 – Isso mesmo. Mas conte algumas de suas recordações...

Jairzinho – Olhe, o que mais me impressionava era o carinho e a atenção das pessoas. Ficava emocionado ao ver como eram gratos pela minha decisão de, com o currículo que tinha, ter aceitado o desafio de fazer parte de um projeto importante de um time do interior.

R7 – Você era muito paparicado?

Jairzinho – Nem sei se paparicado era o termo. Era tratado com carinho e respeito. Graças a Deus, até hoje recebo gentilezas aonde quer que eu vá. Coisas como, por exemplo, ir pagar a conta no restaurante e descobrir que alguém tinha acertado aquilo. Mas, em Bauru, tudo isso rolava de maneira ainda mais intensa. Além disso, as pessoas da cidade programavam coisas para que eu tivesse bons momentos de lazer e de descontração nos períodos de folga. Os jogos eram loucura, lotados. A meninada pedindo autógrafo, as pessoas querendo agradar. Foi realmente uma experiência incrível. Sou muito grato ao povo de Bauru pela atenção que recebi.

R7 – Você se lembra especialmente de alguma figura importante do clube e da cidade?

Jairzinho – O dirigente Samir Hadba foi um irmão que fiz lá. Cuidou de mim durante todo o período em que estive em Bauru. É, até hoje, um amigo querido. Sempre me levava para almoçar e jantar na sua casa, com sua família. Conheci lugares e aspectos interessantes da cidade e da região graças a ele. Samir, sua família e seus amigos foram de uma gentileza imensa.

R7 – Quem chamava atenção, tecnicamente, no time?

Jairzinho – Os fortes da equipe eram o equilíbrio e a luta. Tínhamos o Lela e o Baroninho em alguns momentos, o Jorge Maravilha... Mas nem quero destacar um ou outro individualmente porque certamente iria cometer injustiças. Eu mesmo não me comportava como estrela do time. Atuava dentro do projeto de cooperação que era a marca da equipe.

jairzinho noroeste chegando digulgacao 300x227 Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, fala ao R7 sobre sua passagem pelo centenário Noroeste, o Demolidor Divulgação/Noroeste de Bauru

R7 – Quantos gols o Furação da Copa fez em sua sua temporada no Demolidor Ferroviário?

Jairzinho – Vou ser sincero: não me lembro. Não foram muitos, mas foram importantes.

R7 – Qual foi o maior feito da campanha?

Jairzinho - O mais importante, a maior marca, foi não deixar o Noroeste cair para a Segunda Divisão. Conseguimos. Mérito de todos. Não me lembro exatamente qual foi nossa colocação final (Nota do blog: 28º lugar), mas ficamos à frente, por exemplo, do Atlético-MG, que tinha sido vice-campeão na temporada anterior.

R7 – Lembrar dos tempos do Demolidor parece deixá-lo feliz...

Jairzinho – Muito. Esse clube tem um papel importante no futebol e o povo de Bauru é fantástico, maravilhoso. Parabéns e vida longa para o Norusca. Mas cem, 200, 300, 400 anos...

Leia a reportagem do R7 sobre o centenário do Noroeste de Bauru.

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