-
20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
-
19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
31 Out 22h05
Volta ao fuso horário antigo no Acre é praticamente certa
A volta ao fuso horário antigo e histórico no estado do Acre, de duas horas de diferença, para menos, em relação a Brasília, está praticamente decidida pelos eleitores do estado.
É o que mostra uma parcial do referendo organizado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do estado neste domingo (31), em todo o Acre, junto com o segundo turno das eleições presidenciais.
Atualmente, com o horário de verão no Distrito Federal e nos estados do Nordeste, Sudeste e Sul, o fuso horário acreano deveria estar três horas a menos do que o de Brasília, mas está apenas duas horas a menos.
Neste domingo (31), além de ajudar a escolher o presidente da República, os eleitores acreanos decidiram nas urnas se queriam manter o fuso atual, de uma hora, definido por lei federal em 2008, ou voltar ao fuso histórico de duas horas.
O referendo fez aos eleitores a seguinte pergunta: você é a favor da recente alteração de horário legal promovida no seu estado?
Quem apoiava a mudança, feita por lei em 2008, digitou na urna eletrônica o número 55, correspondente ao sim.
Os que defendiam a volta ao fuso anterior, de duas horas a menos, digitaram o número 77, correspondente ao não.
A apuração do referendo não está tão rápida quanto a da presidência.
Com 57% dos votos do referendo computados, 59,09% dos eleitores acreanos votaram no número 77, o do não, ou seja, pediram o retorno do fuso antigo, de duas horas a menos na grade normal e de três horas a menos no horário de verão.
Os outros 30,91% digitaram o 55 do sim, ou seja, a opção pela manutenção da lei federal sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2008 com o apoio e a defesa enfática do então senador e hoje governador novamente eleito Tião Viana (PT).
Se vitória do não for confirmada, a volta ao horário antigo não será automática.
O TRE do Acre deverá enviar o resultado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que, por sua vez, comunicará oficialmente ao Congresso Nacional.
O Congresso Nacional, então, aprovará uma nova lei, que anulará os efeitos daquela aprovada em 2008.
31 Out 20h07
Dilma Rousseff vence campanha medíocre e oposição sem discurso
A pior, a mais despolitizada, a mais inócua, a mais sem graça, a mais irrelevante campanha política da história recente do país chegou, felizmente, ao fim.
Do jeito que foi feita, o horário eleitoral gratuito pode ser enterrado e acabar.
Do jeito que ela ficou, o noticiário tradicional cumpre, de longe, este papel com maior dignidade, seriedade e estatura.
Não sou a favor do final do horário eleitoral gratuito.
Sou a favor do final deste horário eleitoral gratuito, um lixo, uma coisa tétrica, por culpa exclusiva da despolitização promovida pelos principais partidos e políticos deste país.
Mas, enfim, temos (ufa!) um presidente.
No caso, uma mulher presidente: Dilma Rousseff.
É hora e momento de, sinceramente, a sociedade se sentir aliviada.
E este alívio não corresponde ao olhar supostamente indiferente dos incautos.
Corresponde à presunção dos burros, à implosão das ideias dos naftalinados, do olhar antigo, atrasado e saudoso, de grosserias de uma gente que quer ver este país atolado como aquele sapato castigado que esgarçou ao tamanho do calo.
Essa gente que é – e sempre foi – menor do que o calo que tem.
O país tem 98 milhões de caras na tal da classe C.
Feitas as contas, é metade da tigrada pátria.
Confesso que mesmo eu, filho de uma professora estadual com um cara que não completou a sexta série, também não estava acostumado com isso.
Mas o país mudou – e, graças ao Divino, para muito melhor.
E eis que eu abro o MSN e lá vejo uma jornalista, destas que representariam tipicamente a classe média branca paulista e paulistana, urrar da seguinte forma:
- Eu odeio a classe C brasileira.
Como assim?
Chamaram-me, na deliciosa blogosfera colorida deste R7, de cristão, de ateu, de agnóstico, de corintiano, de rubro-negro, de nazista, de carioca, de fluminense (o time e o Estado), de esquerdista, de direitista, de serrista, de lulista, de palmeirense, de vegetariano, de pansexual, de homossexual, de tarado, de defensor do bispo Edir Macedo, de zen-budista, de branco, de preto, de mulato, de asiático, de espião americano, de europeu elitista de sobrenome Marini, do escambau a quatro.
Acertaram os que me rotularam de rubro-negro.
E os que me taxaram de pai da Isadora, minha filhota de sete anos, o meu encantamento.
O resto eu não discuto, não coloco a pipocar em praça pública, não estabeleço em discussão.
Mesmo porque quero refletir agora sobre alguns pontos que considero equívocos da campanha derrotada sem que vocês me considerem um cretino a cada vírgula.
Vamos, pois:
* A oposição não tinha discurso para combater o feel good factor, o fator de se sentir bem – O brasileiro médio deu uma aula de recado e de reivindicação. Tripudiou sobre os ólogos que o analisavam nos canais de assinatura dos riscos e, no final, disse claramente: eu voto com o limite do meu bolso (ou com a falta dele). O que, diga-se, era a análise mais óbvia a ser feita. Quem decide a eleição, não esqueçamos, é quem canta É o Amor, do Zezé di Camargo e do Luciano, e a tal da Meteoro da Paixão, daquele bonito de quem esqueci o nome, no Largo do Arouche, aquele centro infecto da cachaça e do picadinho na cidade de São Paulo. Seu voto vale um. O dele também.
* A oposição ignorou que, neste Brasil diferente, há 100 milhões de pessoas interessadas no fator de se sentir bem – Olhe, são exatamente 98,3 milhões de pessoas. Vamos arredondar para 100 milhões. Entre mortos e feridos, é mais do que a metade do que somos. Uma galerinha, não? Pois bem: quem esteve à direita ou à esquerda do tal dito populismo de resultados, nesta eleição, simplesmente não tinha e nem formulou discurso para essa gente.
* A situação falava: meu time é esse, meu técnico é Lula. E a oposição? – Queiram bem ou queiram mal, a Dilma cabia defender José Dirceu, Antônio Palocci e, em última instância, Lula. A José Serra coube dizer que Lula foi bom e ele seria o pós-bom, que Lula foi legal e ele seria o pós-legal, que Lula foi bacana e ele seria o pós-bacana... Bom... E..., perguntar jamais ofendeu: cadê o FHC?
* Questão de ótica do povo – Por que vale a classe AB escolher com o bolso os interesses e os planos para o futuro, como sempre foi, e não vale para a CDEFGHIJKLMN...?
* Aborto, religiosidade, falta de discurso e esquizofrenia – Não sei - e jamais quero saber - quantos abortos Serra e seus envolvidos um dia fizeram – isso se fizeram. Mas essa elite branca uspiana, toda assim lindinha, naquelas camisas com aqueles escudões no peito, sabe como? Toda ela clamando por esse monte de “engole criancinha” e esse “vai com Deus” de água benta inconfiável fez efeito, como era de se imaginar, até a página oito. O Brasil é cristão, majoritariamente refratário ao aborto por motivos individuais, filosóficos e religiosos mas... não é a Mooca.
* Privatização, falta de discurso e esquizofrenia – Foi um erro absurdo tentar competir com Dilma, Lula e sua turma no quesito “quem privatiza mais”. Era óbvio que a gasolina de quem fez, recentemente, a maior capitalização do planeta, transformando a Petrobrás numa empresa ainda mais estatal, era maior. Vista nos debates, a situação ficou esquizofrênica.
* O velho e inócuo papo do currículo – Dizer que Serra tem melhor currículo do que Dilma não ganha um voto decisivo sequer. Quem sabe disso e considera isso fundamental vota em Serra desde quarenta minutos antes do nada, o marco definitivo do surgimento do Fla-Flu na definição do gênio Nelson Rodrigues. Agora, quem sabe disso e não considera isso fundamental e decisivo para o seu voto... bom, esse não considera isso fundamental... Tinha, sei lá, três ou quatro prioridades a falar mais alto em sua mente do que esta. E votou em Dilma. Mais uma vez, a solução seria... ter proposta. Proposta que cale o bolso, a vida, a perspectiva do eleitor.
Resumo da ópera: Dona Márcia, misto de santa e trabalhadora que cuida da minha vida há quatro, talvez cinco anos, fez-me, no final de tarde desta sexta-feira (29), poucas horas antes da eleição, a seguinte pergunta:
- Seu Eduardo, que garantia me deu esse moço, o Serra, durante toda a sua campanha, para eu trocar com segurança o pombo que o Lula já colocou na minha mão pelo que ele me oferece voando?
E eu ainda achando que quem pensa sou eu...
Pois é isso, José Serra, é isso...
Pois é isso, PSDB, é isso...
Pois é isso, oposição, é isso...
Veja mais:
+ Conheça todos os blogueiros do R7
+ Leia as notícias das Eleições 2010
+ Acompanhe os destaques do dia
31 Out 18h40
Lula vai faturar no mercado internacional de palestras
Escrever artigos para revista, assumir um cargo internacional ligado às causas sociais e humanistas, montar um instituto, ir ao estádio ver seu Timão do coração com maior frequência, fazer mais churrasco e cozidos no seu sítio, bater mais pelada, fazer política de maneira informal e nos momentos adequados.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a vontade de realizar todos esses projetos após entregar a faixa para o candidato que está sendo eleito hoje, agora, nestes momentos.
O que Lula e seus assessores ainda não revelaram é que, cuidadosamente, outra agenda importante vem sendo montada desde já para o futuro ex-presidente: a de palestras internacionais.
Lula, conta Lauro Jardim em sua coluna Radar, da revista Veja, ganhará um bom dinheiro com essa atividade.
Uma atividade que, lembre-se, seduziu o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, e figurões como o ex-primeiro-ministro inglês Tony Blair, o ex-vice dos Estados Unidos Al Gore e o ex-presidente americano Bill Clinton.
31 Out 18h17
Tiririca vota em Dilma e diz que teste de analfabetismo será “tranquilo”
- Tranquilo.
A única palavra usada pelo entrevistado para matar uma das duas perguntas que respondeu serve para dar o tom deste domingo (31) na 172ª seção da sexta zona eleitoral de São Paulo.
No último dia 3 de outubro, o mesmo lugar, uma das unidades de uma universidade particular, ferveu de jornalistas e curiosos atrás do homem que assumia não saber a diferença de um sonho para um projeto mas prometia ficar entre os recordistas de todos os tempos em votações proporcionais no País: o humorista cearense Francisco Everardo Oliveira Silva.
O palhaço Tiririca.
O Abestado, como aliás prefere o próprio.
O homem da Florentina, Florentina.
O compositor das emoções assumidas em Eu Sou Chifrudo.
Enfim, o candidato a deputado federal pelo PR de São Paulo que quebrou o pote de mel com 1,35 milhão de votos, meteu o polegar direito no passaporte para a Câmara dos Deputados e, ainda de quebra, rebocou mais três candidatos da coligação a que pertence (a mesma do PT de Dilma e de Lula) da campanha nas ruas para uma cadeira daquelas forradas de couro do parlamento de Brasília.
Ninguém é de ferro, afinal.
Tiririca voltou por volta das 15h30.
Tudo muito tranqüilo, sem cotovelada, sem estupidez de jornalista em insana manada, sem empurrões e gritarias de fãs e curiosos.
Deu para o Abestado entrar, votar, cumprimentar as pessoas como manda o figurino lá em Itapipoca, no interior do Ceará, onde nasceu, e voltar.
Tudo rapidinho.
Na primeira pergunta, sobre o teste que fará na Justiça Eleitoral para comprovar que não é analfa e deve manter seu mandato, o Abestado mandou o “tranqüilo” que resumiu a resposta, o clima e, ao menos neste domingo, toda a situação.
A tranquilidade do Abestado vem, a rigor, do curso intensivo a que é submetido em seu partido para encarar (e não fazer feio) no teste na “escolinha” do professor doutor Aloísio Sérgio Resende Silveira.
Juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Resende Silveira deverá marcar para breve a audiência em que Tiririca terá o seu bê-a-báde boas intenções sabatinado.
Enquanto isso, nossa besta fera dos votos trabalha ao menos oito horas por dia, com seu professor, para fazer tudim, tudim bunitim, bunitim.
Ao votar, na manhã deste domingo (31), Lula defendeu o humorista:
- Tiririca é a cara da sociedade. Acho uma cretinice o que tentam fazer com ele. Estão desrespeitando quase 1,5 milhão de pessoas que votaram nele. Então, que não deixassem ele ser candidato. Quem tem que fazer prova são os que estão pedindo para ele fazer prova.
De volta à universidade, na segunda pergunta a Tiririca, o tranco esperado.
Dilma ou Serra?
- Voto com o meu partido. E meu partido vota na Dilma. Faz parte da coligação da Dilma. Então, voto Dilma.
Simples como um ditado do TRE, Abestado, simples assim.
31 Out 16h32
Mesária bebum termina festa nada cívica no xilindró
A mesária estava alegre e falante demais em participar da festa da democracia nesta manhã, em uma seção eleitoral da zona 132, no Colégio Estadual Colina Azul, em Aparecida de Goiânia (GO).
Tão alegre que dava umas balançadas, uns sacolejos, umas soluçadas de vez em quando.
O entusiasmo despertou a atenção dos colegas, que não demoraram para confirmar que a colaboradora havia passado a noite de sábado (30) para domingo (31) numa carraspana daquelas de dar dó.
Nossa mesária bêba de doer, bebinha da silva, travada de matar.
Diante de tanto ânimo, movido a gasolina nada cívica, o juiz eleitoral responsável pela zona mandou nossa amiga terminar de festejar o dia cívico em outro equipamento.
Mais precisamente, no xilindró.
31 Out 16h07
Se eleito, Serra seria primeiro presidente paulistano do País
Nunca antes na história deste País, como costuma dizer um certo presidente da República pernambucano, houve um presidente da República paulistano.
Políticos nascidos na cidade de São Paulo jamais ocuparam a presidência da República.
E, apesar do poderio econômico e da influência política do estado, faz muito, mas muito tempo mesmo que um paulista não assume o poder maior no País.
Mais precisamente, 108 anos.
O último - Rodrigues Alves, paulista de Guaratinguetá - chegou à presidência em 15 de novembro de 1902.
Aos desavisados: Fernando Henrique Cardoso é carioca. E Lula, o presidente permambucano de Guaranhuns que adora o "nunca antes na história desse País...".
31 Out 15h38
Cuidado para não virar mesário na hora de votar. Neste domingo isso já rolou…
Observe o que aconteceu nesta manhã em Baleneário Piçarras, litoral norte de Santa Catarina.
Ânderson Vieira, mesário-chefe de uma das zonas eleitorais da cidade, faltou ao trabalho na eleição deste domingo (31).
A juíza eleitoral da cidade, Joana Zimmer, mandou outro mesário, Carlos Eduardo de Andrade, buscar Vieira em casa com a ajuda de um policial.
Resultado: revoltado com a busca em sua residência, Vieira enfiou a mão em Andrade. E, claro, foi levado em cana pelo policial.
Na volta à seção, ainda de manhã, a juíza Joana, diante da carência de material humano, não conversou.
Virou-se para um jovem que estava votando e decretou: "estamos em dificuldade por causa de faltas e você, a partir de agora, será o mesário desta seção".
O rapaz não teve espaço nem para dizer que tinha uma churrascada, um dia com a namorada nas belíssimas praias de Piçarras, um pagode com os amigos ou qualquer outro delicioso programa de domingo.
A lei permite que os juízes tomem essa atitude diante da dificuldade.
Você que ainda não votou, tome, portanto, muito cuidado.
Embora pequeno, há o risco de que você ainda venha a servir a nação como mesário das Eleições 2010.
31 Out 15h14
Serra diz que alternância de poder faria bem ao Brasil. Sugerir não ofende: que tal dar esta ideia aos paulistas?
Num rápido discurso após votar, neste domingo (31), na zona oeste de São Paulo, o canditato tucano à presidência da República, José Serra, declarou que "a beleza" da alternância do poder" iria fazer muito bem ao País.
Era uma clara sugestão para que o eleitor o escolhesse no lugar da petista Dilma Rousseff, candidata apoiada por quem sentou na cadeira presidencial nos últimos oito anos, o presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Aconselhar não ofende: talvez fosse oportuno, talvez até belo, que Serra desse a mesma ideia aos paulistas, que há 16 anos seguram o PSDB na chefia do estado mais rico da federação.
E resolveram, no último dia 3, que os tucanos, com Geraldo Alckmin, merecem, com mais quatro anos, completar duas décadas de império no estado.
31 Out 14h45
No Acre, briga nas urnas é para decidir em que fuso horário o estado vai viver
Amado amigo da blogosfera colorida, este blog fará a partir de agora, durante todo o domingo (31), um plantão de informações e comentários sobre o segundo turno das Eleições 2010.
Começo indicando uma reportagem que fiz para o portal sobre o Acre.
Além de escolherem entre Dilma e Serra, os acreanos irão decidir neste domingo, também nas urnas, em um referendo, em qual fuso horário querem viver.
Escolherão entre uma e duas horas a menos do que o de Brasília e dos estados no Nordeste, Sudeste e Sul do País.
Conheça aqui mais detalhes desta briga que divide as opiniões no estado do Acre.
29 Out 21h24
Confusão com Marcel foi uma bobagem, mas esse Neymar mimadinho está um saco
Ricardo Saibun / Agif/ AE
Vi o filme inteiro da discussão e do empurra-empurra entre Neymar e Marcel na tortura de aniversário de 23 anos de Zé Eduardo no Santos.
Foi uma bobagem.
Uma besteirinha indigna de repercussão, dessas que acontecem o tempo todo nos grupos de futebol.
A questão é que ela envolve Neymar - e Neymar deveria ter cuidado nestes tempos para que nada do tipo, incluindo as besteirinhas, o envolvesse.
A discussão foi uma bobagem.
Neymar não deve ser julgado por isso.
Ademais, é preciso que a gente, da imprensa, se contenha e use o bom senso para não transformar qualquer sopro deste garoto num vendaval.
Mas, por outro lado, Neymar precisa se cuidar para não reagir como o garotinho mimadinho dono da bola, que foge de qualquer parada resmungando, pagando de vítima e querendo melar a brincadeira.
Agora mesmo, após a discussão com Marcel, saiu antes do final da atividade, com carinha de poucos amigos, e foi defendido pela diretoria do Santos com essa desculpa cretina de que fora acertar passaporte, como se todos nós fossemos uns imbecis débeis mentais.
Nesta toada, Neymar virará (se é que já não virou) um moleque chato, perna, penta, resmungão, e, daqui a pouco, está fazendo besteiras grossas como as feitas recentemente.
A diretoria do Santos, por sua vez, precisa dar seus apertos no garoto para que ele não ache que craque, ídolo jovem e dono do Santos, daqueles que passam a mão na cara dos cartolas sem ser repreendido, são a mesma coisa.
Se o Santos for negligente com Neymar como foi no eposídio Dorival Jr. e em outros (esse último, repito, foi uma bobabem), pagará caro, em dinheiro vivo, por isso.
Posso também estar enganado, mas, como muitos, não acredito em alguém que pague, neste momento, algo próximo dos cerca de R$ 101 milhões pelo passe deste rapaz.















