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Posts de 06/10/2010

6 Out 06h00

Uniban pagará R$ 40 mil a Geisy. Acho pouco. Opine

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geisy Uniban pagará R$ 40 mil a Geisy. Acho pouco. Opine Divulgação

Geisy Arruda, nosso Discovery da perifa, nosso míssil Tomahawk do ABC, nosso tufão de Diadema, nossa musa estiletada da mobilidade social e, agora, nossa pantera-cor-de-rosa country fazendeira, vai encaixar R$ 40 mil da Uniban por danos morais.

É decisão da Justiça.

Acho pouco. Muito pouco. Pouco mesmo.

Aquela manifestação coletiva e animal de gente urrando, babando espuma grossa e oprimindo a moça daquela forma tribal, cafona, podre, criminosa, merecia que a Uniban, que pensa contribuir para a educação daquilo, desembolsasse um alegrete, um faz-me rir bem mais forte do que esse.

E você, amado amigo e amada amiga, o que acha?

Geisy recebeu pouco ou está no ponto?

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Leia aqui reportagem sobre a indenização de Geisy no R7.

A Fazenda? O amado amigo da blogosfera colorida sabe: só aqui, no R7.

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6 Out 06h00

Horário eleitoral gratuito: pior do que tá fica sim, mas do jeito que tá pode acabar

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 Horário eleitoral gratuito: pior do que tá fica sim, mas do jeito que tá pode acabar

Fui com minha filhota de sete anos a uma festa de aniversário de criança muito bacana, na casa de um amigo, na noite de terça-feira (5).

Havia muitos adolescentes, jovens, adultos e, evidentemente, crianças na festa, de praticamente todas as idades, níveis de instrução e classe social.

Entre os adolescentes, jovens e adultos, percebi uma coisa quase unânime: as pessoas estão se sentindo absolutamente aliviadas com o final do horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê.

E, ao mesmo tempo, muito incomodadas com a volta da propaganda eleitoral, daqui a pouco, no segundo turno.

A avaliação é a seguinte: o horário eleitoral, pior a cada eleição, chegou nesta campanha a patamares intoleráveis de baixaria, desinformação, marketing excessivo, esvaziamento de discurso político, mentira e falsidade.

Como conseqüência óbvia disso tudo, tornou-se também a melhor e mais acabada expressão da falta de utilidade.

A conclusão é a seguinte: do jeito que ela é feita atualmente, não precisa mais.

Se não sofrer uma reforma profunda, com limitações de baixarias e exigência de aspectos importantes atualmente abandonadas, o horário eleitoral pode acabar.

Para essas pessoas, a propaganda eleitoral de hoje altera muito pouco, na maioria das vezes quase nada, o que as populações desejavam fazer antes de seu início.

Ou seja: além de medíocre, é praticamente irrelevante.

Não bastasse, ela deixou de contribuir para a evolução do debate político.

Apenas juízes eleitorais e grupos políticos que estão atrás nas pesquisas enxergam nela alguma utilidade – que, obviamente, não é política no sentido maior da palavra, mas eleitoreira, para atender apenas os anseios de voto de um grupo.

Hoje, ele não faz a menor falta, a mais remota diferença.

Ao contrário: como só confunde e, portanto, piora.

Com esse lixo que é o horário eleitoral gratuito, o papel de preparar o eleitor para votar poderia ficar exclusivamente com os veículos de imprensa, com o trabalho como o que é feito hoje disciplinado pela Justiça Eleitoral.

Se isso fosse feito nesta eleição, sem o horário eleitoral compulsório, as pessoas fariam rigorosamente o que fizeram.

Ao contrário do que o Abestado Tiririca acha, no caso da propaganda eleitoral, pior do que ta fica sim – mas, como está, pode acabar

Acompanhe a melhor cobertura das Eleições 2010 no R7.

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