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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
30 Nov 19h25
Crise aérea: o que fazer para não passar festas na estrada
Foto: Tasso Marcelo/AE
Fim de ano.
Muita, muita chuva.
Muito, muito aeroporto lotado.
O tema aeroporto lotado será, inclusive, pauta do ótimo N Blogs, da Record News, às oito da noite desta terça-feira (30) e às oito da manhã desta quarta-feira (1º), com a participação deste blog. Conto com vocês lá, portanto.
Graças a Deus não vou viajar de avião nestas festas de dezembro.
Se fosse, já estaria desesperado.
A quem vai encarar um aeroporto, resta marcar o vôo com a maior antecedência e para dia e hora mais antecipados.
Em resumo: dar tempo ao tempo para que a Lei de Murphy (aquela que diz que tudo o que pode dar errado dará errado) cause o menor estrago possível.
Bom, mas você que vai encarar estrada de carro ou ônibus poderá sofrer com parte do efeito colateral dos aeroportos lotados.
Isso porque, como já se prevê a bagunça básica que vivemos nos últimos anos, com o mercado aeroviário crescendo entre 15% e 18% ao ano, muita gente que terá distâncias a cumprir entre 300 km e 1 mil km irão trocar o avião pelo próprio carro ou então por um belo de um busão executivo, e tal.
E o que isso significará? Claro: mais engarrafamento, mais atraso, rodoviárias ainda mais lotadas, falta de ônibus, horários extras, rodovias entupidas e, infelizmente, mais acidentes e piores condições de segurança nas estradas.
Por isso, vocês que tradicionalmente viaja de carro ou busão, e mesmo vocês que abandonarão os aviões em viagens curtas por falta de saco para enfrentar esses aeroportos lotados (em alguns deles, como o de Congonhas, em São Paulo, nem o ar condicionado está dando conta de tanta gente) devem prestar atenção em alguns detalhes.
Detalhes para que não acabem, de certa forma, pagando um pato comprado nos aeroportos pelas companhias aéreas.
* Se for de ônibus, compre sua passagem rápido. Agora, se possível. Já, se possível. Escolha com calma horários e poltronas. As passagens vão acabar rapidamente. É muito possível que horários normais e extras para os destinos mais procurados entupam de sete a dez dias antes das partidas.
* Compre sua passagem (ou saia de carro) no primeiro minuto que for possível, com a maior antecedência possível em relação ao primeiro minuto que gostaria de estar na casa do papai, da mamãe, da sobra, na praia ou aonde for. Isso porque a tendência é o trânsito ficar lento, travar geral, consumir muito mais horas (ou até dias) do que o normal e, aí... você corre o risco de passar o Natal ou o Ano Novo na estrada.
* Revise seu carro já, com todo cuidado - e, pelamor, economize nas duas últimas cervas, mas nunca - jamais - nos índices de segurança que o seu mecânico condenar e pedir para trocar. Freio, embreagem, amortecedor, pneu, fluídos, óleo... Pediu, trocou. Ou então, se não tiver com bala suficiente, vá de busão.
* Por fim, segurança: escolha os momentos do dia que estatisticamente chovem menos. A partir de oito da manhã, por exemplo. Se puder, fuja como uma ratazana dos finais de tarde. E, claro, sem cana, sem goroba, sem cerva, sem caldo durante toda, mas toda a jornada.
* Aí, quando chegar ao destino, abra uma gelada e brinde com seus familiares e amados o quanto você é um motorista e chefe de família responsável.
Tim tim. Tenham um Natal e um Ano Novo sob o olhar do Divino.
29 Nov 05h59
Entrega não existe. Faz parte do modelo. O problema é que não contaram para você…
Demorei mas, enfim, trucidei um arremedo de pensamento sobre essa polêmica do entrega-entrega que invadiu discussões de comentaristas e rodadas de cerveja de torcedores de maneira intensa ao final deste Brasileirão.
Vamos lá:
* Ao contrário de meu vigilante confrade Cosme Rímoli, não acredito em entrega-entrega. Acho isso uma tolice, uma análise moldada por um moralismo da década de 1910.
* Acho que os caras perdem, mas perdem porque não estão mobilizados para ganhar e, no modelo deste campeonato, é preciso entender porque eles não estão mobilizados para se matar como guerreiros espartanos até ganhar, ainda que isso violente o ambiente do clube e da torcida que eles defendem. Quem acredita nisso é inocente – o que, absolutamente, não significa que esses profissionais entreguem qualquer parada.
* Isso é uma tolice esculpida em suor, diria o tricolor prestes a ser campeão (estivesse ele entre nós) Nelson Rodrigues.
* Vejamos, pois:
* O Vasco não perdeu para o Corinthians para ferrar o Fluminense. Paulistas, aliás, não conseguem dimensionar que, no Rio, a rivalidade, quando não envolve Flamengo contra Vasco ou Flamengo contra Botafogo, é bem mais elegante, cosmopolita, domada. Fora essas duas rivalidades realmente encarniçadas, ninguém morre assim para efe-três-pontinhos um ao outro. Não é automático assim – e isso, devo dizer, acho isso uma maravilha, uma ventura, uma elegância. O texto sublime do João Máximo saudando a primeiro rasante de Robinho no Maraca. O Solo Universal.
* O Vasco simplesmente perdeu do Timão. Perdeu porque é ruim mesmo, muito pior do que o Corinthians, o Cruzeiro, o Fluminense, o Grêmio, o Botafogo, o Atletico-PR... E sobretudo, muito, mas muito pior do que qualquer um desses clubes desde que qualquer um desses esteja devidamente motivado para ganhar algo. Mesmo porque, na pasta amorfa em que se esconde o futebol brasileiro atual, qualquer esforço extra vira fatalmente determinante para uma vitória.
* O Flamengo não perdeu do Cruzeiro porque pretendeu efe-três-pontinhos o Fluminense. Ou, ainda menos, o Timão. Longe disso. Muito longe disso. Perdeu porque é um time vergonhoso, horroroso, indigno de vestir a camisa do atual campeão. Sobre isso nem preciso gastar teclas aqui. Falo sobre essa baba no post anterior.
* No final de 2009, fui ver Fla e Corinthians no Brinco de Ouro da Princesa (acho esse nome sensacional, lindo e poético, a despeito da macheza futebolística primitiva que o acha coisa de vê-três-pontinhos).
* E o que eu vi em Campinas? Pois tá, o Ronaldão Tonelada não queria mesmo metê gol no Fla naquele jogo. Mas ele saiu logo. Uma cacetada de interesse com o Coringão àquela altura. Uma cacetada de dilema pessoal àquela altura. Mas... de resto, os camaradas que ficaram lá, os caras jogaram para frente. Aí o cidadão vai me perguntar: mas jogaram assim assim, né? Não tinham, assim, um graaande objetivo. Claro. Evidente. Notório. Óbeveo. Ou você acha que motivação é uma coisa prestidigitalizada, programável, contrária aos princípios humanos? Craro que não. Esse limite, essa pulsão subjetiva, isso não se programa em atividade alguma. Futebol é sangue, é vida, é motivação intrínseca, é briga com a patroa (mesmo porque eu já tive um monte destas últimas por causa deste cidadão, o fut).
* O Palmeiras até começou jogando bem contra o Fluminense. O pobrema é que um time aos cacos, desestabilizado e sem rumo como o Verdão vai jogar no máximo 30, 40, 50 minutos de boa performance. Do outro lado, ao contrário, há um time querendo ser campeão. Com o fio da faca no dente. E aí acontece o seguinte: como todos os times brasileiros hoje são umas babas que praticamente se equivalem, qualquer motivação decisiva como essa gera uma decisão favorável a quem está querendo. Elementar assim.
* Um monte de são-paulino amigo pediu, nos últimos dias, a segunda cerva para me perguntar: “pô, você que escreve praquelescaralá, fala sério: o Tricolor não entregou geral não?”
* Respondo: “não, tolinho. Isso é pressuposto do campeonato que o meu mestre Juca Kfouri considera sensacional, embora emoção seja outra coisa. Quanta rodada final de campeonato de ponto corrido europeu você viu só pelos gols, os caras sendo campeões, os outros perdendo por falta de estímulo e você aqui, sem nem sequer saber, achando que aquela suposta isonomia nos salvará, com a justiça destilada e nunca mais passível de ser alcançada de uma Revolução Francesa? Um monte.”
* A rigor, quase todos. Essa frouxidão que estamos vendo agora é parte intrínseca deste tipo de campeonato.
* O que, absolutamente, não significa que ele até não seja um modelo apropriado para esse major que é Brasileirão.
* Cá para mim, nas minhas vísceras suspeitas de bactérias, tenho em mente que tá legal, eu aceito o argumento, Deus Paulinho da Viola continua Deus mas... emoção é outra coisa.
* Em todo caso, todos nós, neófitos desta disputa, precisamos aceitar como parte dela o fato de que os times possam desistir de escalar suas forças de acordo com a conveniência.
* E também que tudo tem limite: atletas não se matam em um jogo quando sua torcida não quer, quando isso não é interessante e sobretudo, quando ao apito final restar, como diria Carlos Eduardo Samico, o comunista mais elegante que conheci, como única opção ficar sentado, olhando para alto com aquela cara de cachorro...
* cê-três-pontinhos no céu...
28 Nov 20h19
Fla: time horroroso salvo por vergonha maior dos rivais. Só o rodo geral salvará 2011
A situação desta 37ª rodada resumiu o que é hoje o Flamengo: um elenco horroroso, indigno na sua quase totalidade de vestir a camisa de uma equipe seis vezes campeã brasileira, atual vencedora da competição e dona da maior torcida do País, mas salvo pela incompetência ainda maior dos seus rivais.
A situação foi ridícula: após perder por 2 a 1 de virada, numa atuação pífia, como um cordeiro, para o Cruzeiro, e ver o argentino Walter Montillo trucidar o time mais uma vez, os jogadores ficaram na escada esperando a confirmação dos empates entre Internacional e Vitória e entre São Paulo e Atlético-GO para, aí sim, dar entrevista com a barriga aliviada e a permanência na Primeira garantida.
No final de 2010, o torcedor do Flamengo deverá agradecer apenas um fato: a incompetência de seus adversários diretos na luta para evitar o rebaixamento.
O time do Flamengo é horroroso.
É a soma de um ano absolutamente incompetente da presidente Patrícia Amorim e de seus seguidores com quatro meses de igual e absoluta incompetência do nosso amado e eterno ídolo Zico como gestor do futebol rubro-negro.
Luxemburgo foi muito mal durante todo o ano, no Atlético-MG e no Fla.
Mas, ao menos, lutou e conseguiu imprimir alguma autoridade sobre um elenco péssimo que, ainda por cima, não cumpria taticamente o que os técnicos anteriores mandavam.
Este elenco é a soma de todas essas questões.
O sofrimento da torcida rubro-negra este ano – um ano que deveria estar defendendo o título entre os líderes, ao menos – é fruto da soma dessas duas incompetências.
Uma vergonha que sobreviveu graças à vergonha maior de Guarani, Goiás, Atético-GO, Vitória e Cia. Limitada (companhia limitada, literalmente).
Para o próximo ano, se quiser fazer um papel minimamente digno da tradição rubro-negra, essa diretoria terá que dar a Vanderlei Luxemburgo condições de mudar radicalmente este elenco.
As mudanças?
Vamos lá:
Goleiro - Marcelo Lomba deve ser, no máximo, um bom reserva. Que fique bastante claro: esse rapaz pode ter feito sucesso nas divisões de base, mas está longe, muito longe, de ter potencial para vir a ser um Bruno ou um Julio Cesar. É inseguro. Amarela nas situações em que o time precisa dele. Perde o tempo de bola em vários lances. Coloca-se mal em momentos decisivos. E, por tudo isso, deixa os homens de linha – e a torcida fora de campo – inseguros. O Fla precisa de um goleiro melhor para ser titular. Quem teve Julio e Bruno não vai se conformar e nem resolver o problema com Lomba.
Laterais – Léo Moura é ótimo. O melhor jogador do Flamengo na atualidade ao lado de Willians. Deve ser o titular absoluto no ano que vem. Juan: sabe jogar mas, nitidamente, quer sair do clube. Não mostra entusiasmo. Com isso, não consegue acertar uma boa jogada. Dessa forma, cai na boca da torcida, fica revoltado e nervoso com as críticas e, aí, não acerta mais nada mesmo. É um ciclo vicioso que vem de muito tempo. Acho que sua saída seria boa para ele e o clube.
Zagueiros – O elenco precisa de dois zagueiros em condições de assumir a posição. O grande Angelim é ótimo, mas não sabemos até que ponto seu futebol veterano vai segurar a barra na zaga. Wellinton tem futuro, mas ainda não é zagueiro para ser titular do Flamengo. A zaga para 2011 deverá ter Angelim (se estiver em boa forma) e mais um zagueiro de alto nível.
Meio-campo – Que o clube não venda Williams e mantenha Maldonado, dois jogadores à altura do Fla. Correa poderá ser um bom reserva. Renato Abreu pode chutar o que quiser, mas não tem futebol nem possui condições técnicas para jogar no rubro-negro. Kleberson prestou belos serviços mas, claramente, deu o que tinha que dar ao clube. Trocá-lo por Everton seria uma boa. Pet é craque. Mas, como vemos, não aguenta mais nem metade de um jogo em alta performance. E o que acontece: ele entra no segundo tempo sempre para tentar ajudar o time a sair de uma bucha. Veterano, precisa correr e resolver partidas duras, pegadas, com o placar adverso. Não vai conseguir fazer mais isso. Já não conseguiu este ano. Por tudo isso, o Flamengo precisa de dois meias ofensivos de alto nível. Ou ao menos um de alto nível e outro muito bom.
Ataque – Aqui a coisa ainda é pior. Para o nível de exigência que ser deve ter em um clube como o Flamengo, Diego, Diogo, Deivid e Val Baiano, somados, não fazem hoje um atacante aceitável. Aqui não tem jeito: o elenco carece de dois caras muito bons. Além disso, Luxa precisará fazer com que Deivid recupere o futebol que perdeu em algum lugar. Se tudo isso for realizado, o Diogo Drogbinha poderá até ser um bom reserva para, eventualmente, se firmar durante a temporada.
É imperioso que o Flamengo realize tudo o que se disse acima.
Rigorosamente tudo.
Se fizer apenas uma parte, que seja, terá na temporada de 2011 uma continuação da mediocridade ridícula deste ano.
É isso.
E você, o que acha?
Opine.
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28 Nov 16h15
Unidas, polícias e Forças resolvem. Vamos combinar: se tráfico voltar pesado, culpa será dos governos que não mantiveram a união
Durante anos, talvez décadas, milhões de brasileiros acreditaram que o tráfico no Rio se alastrava sem controle, oprimindo a sociedade, porque não havia no País força suficiente para detê-lo.
Agora ficou provado que isto é uma besteira.
Bastou querer.
Bastou um pouco vontade política e coragem para articular PM, Bope, Polícia Civil, polícias de outros estados e Forças Armadas para que a espanada funcionasse e aliviasse o trecho quase que geral.
A conclusão é, portanto, óbvia: fazer, dá para fazer.
Não é necessário deixar nenhuma sociedade refém de traficante como a do Rio de Janeiro ficou por tanto tempo.
O que precisa é coragem e vontade política para reunir essas forças na hora certa e dar o basta, como foi feito nos últimos dias.
Então, estamos combinados assim: se o tráfico voltar com força a essas comunidades, a culpa será das autoridades do governo estadual e da União, que baixaram a guarda e não mantiveram a articulação e a união para proteger a sociedade.
Sim, porque, como ficou claro, as forças armadas e policiais, quando bem trabalhadas, dão resultado até com certa facilidade.
27 Nov 19h27
PM no Alemão: “A noite nos favorece. Entreguem-se até por-do-sol ou atuaremos com força”. Percam. Ou País pode ter o seu Sábado Sangrento
O comando da PM acaba de informar que o prazo para a entrega dos acusados de tráfico no Complexo do Alemão é o pôr do sol.
Acaba de dizer o relações públicas da PM, coronel Lima Castro:
- A noite nos favorece. Estamos com muito mais gente, temos mira noturna, estamos alimentados, coisas que eles não estão. Nós repusemos nossas munições, eles não. Eles estão estressados, cansados com fome e com pouca munição. Não queremos banho de sangue. É melhor eles se entregarem. Faço um apelo às mães e aos familiares para que convençam essa gente. Ou então teremos um banho de sangue, uma ação muito densa e efetiva na comunidade.
26 Nov 23h51
Casseta & Planeta Urgente! está indo tarde até demais
Zé Paulo Cardeal/Divulgação/Rede Globo
Em mais um de seus ótimos trabalhos, meu competente confrade de R7 Miguel Arcanjo Prado informa que o programa Casseta & Planeta Urgente! acabou na Globo.
Para mim, está indo até tarde.
Foi uma longa agonia nos últimos tempos, com sinaís nítidos em praça pública
Esses caras precisavam mesmo de um tempo para repensar a produção e o caminho a ser tomado.
São talentosos.
E também responsáveis pela mudança do humor na televisão brasileira, que, a partir deles, assumiu um ar mais escrachado, corrosivo, debochado, engraçado pelo que tinha de escancarado.
Só que, após 18 anos de trabalho contínuo, eles se cansaram.
E acabaram por cansar o público, que começou a abandoná-los.
As tiradas nonsense já não tinham o mesmo efeito.
Em diversas ocasiões, pareciam se repetir.
E, além disso, o sucesso das novas gerações de humoristas, que seguiram e ampliaram a linha do escracho, deixou ainda mais claros o cansaço e a decadência estética do modelo Casseta.
A Globo diz que eles retornarão em um outro projeto em 2011.
O tempo costuma fazer algum bem nessas situações.
Vamos ver se será este o caso.
25 Nov 07h56
Apostei no Verdão. Caí do cavalo. Agora vou de Verdão, o goiano. Será preciso fé…
Marcelo Ferrelli - Gazeta Press
A exemplo do meu confrade Cosme Rímoli, fiquei chocado com a inoperância e a apatia do Palmeiras.
O Palmeiras ficou travado com o gol de empate do Goiás no final do primeiro tempo.
Nervoso.
Muito nervoso.
Sentiu a responsabilidade e amarelou diante dela.
No início do segundo tempo, pensava com os meus botões, silencioso, que tudo parecia estar desenhando uma noite ruim para o Palmeiras.
No mesmo momento em que pensava isso, lá pelos cinco, seis minutos do segundo tempo, o amigo palmeirense que via o jogo ao meu lado mandou:
- Falta um golzinho só para o Goiás estragar isso tudo. E um gol não é muito. O Goiás vai fazer e isso tudo vai para o saco, porque o Palmeiras, com essa tremedeira e sem o Valdivia, não marca gol hoje nem se tiver mais 900 minutos de jogo.
Não deu outra.
Trinta e sete do segundo tempo. Dois a um Goiás.
Eu e meu amigo apenas nos entreolhamos. Sem falar nada.
A gente já esperava.
A gente e, no fundo, a maioria dos 38 mil palmeirenses que estavam no Pacaembu e os milhões que acompanhavam em casa.
Agora, resta torcer para o Verdão.
Verdão de Goiás.
Contra o argentino Independiente (sete vezes campeão da Libertadores e duas vezes mundial) ou LDU (campeã da Libertadores de 2008).
Sei não... Tomara.
Mas os estrangeiros são favoritos.
De qualquer forma, o G-4 volta a ter chances de vida.
E você, o que achou?
O que aconteceu com o Palmeiras?
Acredita no Goiás?
Opine.
Registre seu comentário.
24 Nov 06h00
Vanusa, aprenda com Geisy: grave o comercial do “ih, deu branco”, encaixe bela grana, faça limonada de seu limão e dê uma Vanusa nisso tudo
Minha confreira de R7, Fabíola Reipert, a jornalista mais bem informada sobre o mundo vip do Brasil, informa em seu blog que a cantora Vanusa recusou uma proposta gorda para estrelar a campanha publicitária de uma marca de cerveja.
Motivo: os anúncios lembrariam o seu famoso esquecimento da letra do Hino Nacional numa cerimônia da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Lançado no YouTube, o branco de memória de Vanusa diante das autoridades gerou mais de 45 milhões de visitas até agora.
Seria o maior cachê da vida por um único trabalho para a consagrada intérprete de Paralelas e de Sonho de Um Palhaço.
Vanusa teria ficado tão chateada e deprimida com as gozações e a repercussão do caso que preferiu não encaixar a grana, mesmo diante da insistência do filho, Rafael Vanucci, para que assinasse o contrato.
Tomara que Rafael consiga convencê-la a aceitar a proposta.
Acionem o Tico e o Teco comigo: ao recusar uma grana preta para brincar com essa história (que não deve ser levada a sério de forma torturante nem por ela nem por ninguém), nossa querida Vanusa sofreu e se puniu duas vezes.
E, como se não bastasse, ainda perdeu a oportunidade de dar um tapa de luva e sacudir a poeira por cima dos que passaram do limite do saudável nas inevitáveis brincadeiras que situações como essa geram e até permitem.
Vanusa sofreu e se puniu duas vezes porque acusou o golpe pessoalmente, como sabemos, e ainda deixou de ganhar um caraminguá dos bons para compensar o baque sofrido com uma história da qual, afinal das contas, ela é mais protagonista do que vítima.
Essa história é, antes de tudo, dela.
Nossa Geisy Arruda, nosso míssil Tomahawk da mobilidade social, por exemplo, fez radicalmente diferente.
A loira matadora do ABCD pegou o seu limão azedo, aquela agressão inqualificável, e transformou tudo aquilo (e mais seus vestidinhos rosinhas de malhinha cafoninhas, os gritos de piranha e afins, os insultos, o preconceito travestido de inveja, e vice-versa, de boa parte da mulérada, etc) numa limonada para lá de refrescante num ensaio molhado de verão.
Está faturando. E não de forma irregular, mas com sua imagem e seu trabalho, o que é mais importante.
A grande Vanusa, para mim, deveria aproveitar o convite da fabricante de cerveja para fazer o mesmo. Ou, no mínimo, tomar um caminho semelhante.
Se aceitasse o convite, encaixaria um belo de um troco.
Daria a ela mesma a chance de produzir uma reviravolta psicológica neste caso e de rir de si mesma numa boa.
E ainda tiraria um sarro de quem jogou pesado com o argumento de que, no final da história, e por vias aparentemente tortas (ou esquecidas), o prêmio acabou caindo no seu colo.
Aí, você daria uma Vanusa nisso tudo - e no maior estilo possível.
Mas, outra vez, ao que tudo indica, perdeu, Vanusa, perdeu...
24 Nov 05h47
O verso mais sublime do século 20: tá legal, eu aceito o argumento, mas não me…
... altere o samba tanto assim.
Foi Deus quem fez Paulinho da Viola.
Eu sou um que sabe.
23 Nov 10h54
Paul McCartney caiu no palco do Morumbi. Se fosse no Pacaembu, juiz daria pênalti
Paul McCartney, o Velho Macca, o maior artista pop vivo, fez dois shows memoráveis no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
No primeiro deles, no domingo (21), caiu feio ao sair do palco.
Ao final da segunda apresentação, na segunda-feira (22), brincou com o tombão da noite anterior fingindo que iria cair de novo.
São-paulinos, palmeirenses e santistas não perderam tempo:
- Se o show fosse no Pacaembu, o juiz marcaria pênalti na hora. Mesmo na hora em que ele ameaçou brincando.
Maldade, gente, maldade.



















