25 Nov 07h56
Apostei no Verdão. Caí do cavalo. Agora vou de Verdão, o goiano. Será preciso fé…
Marcelo Ferrelli - Gazeta Press
A exemplo do meu confrade Cosme Rímoli, fiquei chocado com a inoperância e a apatia do Palmeiras.
O Palmeiras ficou travado com o gol de empate do Goiás no final do primeiro tempo.
Nervoso.
Muito nervoso.
Sentiu a responsabilidade e amarelou diante dela.
No início do segundo tempo, pensava com os meus botões, silencioso, que tudo parecia estar desenhando uma noite ruim para o Palmeiras.
No mesmo momento em que pensava isso, lá pelos cinco, seis minutos do segundo tempo, o amigo palmeirense que via o jogo ao meu lado mandou:
- Falta um golzinho só para o Goiás estragar isso tudo. E um gol não é muito. O Goiás vai fazer e isso tudo vai para o saco, porque o Palmeiras, com essa tremedeira e sem o Valdivia, não marca gol hoje nem se tiver mais 900 minutos de jogo.
Não deu outra.
Trinta e sete do segundo tempo. Dois a um Goiás.
Eu e meu amigo apenas nos entreolhamos. Sem falar nada.
A gente já esperava.
A gente e, no fundo, a maioria dos 38 mil palmeirenses que estavam no Pacaembu e os milhões que acompanhavam em casa.
Agora, resta torcer para o Verdão.
Verdão de Goiás.
Contra o argentino Independiente (sete vezes campeão da Libertadores e duas vezes mundial) ou LDU (campeã da Libertadores de 2008).
Sei não... Tomara.
Mas os estrangeiros são favoritos.
De qualquer forma, o G-4 volta a ter chances de vida.
E você, o que achou?
O que aconteceu com o Palmeiras?
Acredita no Goiás?
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