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Posts de dezembro/2010

2 Dez 07h13

Quem vai a um show do Lulu Santos, não balança os braços e nem arruma uma namorada é mau caráter

4 Comentários

É isso...

Acho até que haverá de ter o duro que previu a seguinte: quem vai a um show do Lulu Santos é mau caráter.

Sei.

Mas já previ.

Beijos, pois.

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2 Dez 06h00

Entenda porque juiz absolveu Tiririca. Promotor: novela não acabou; ela vai longe

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tiririca eduardo marini Entenda porque juiz absolveu Tiririca. Promotor: novela não acabou; ela vai longe Foto: Eduardo Marini

O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, absolveu, na quarta-feira (1º), o deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, nosso Tiririca, das acusações de ser analfabeto absoluto, o que, pela lei, impediria o exercício do mandato.

Rezende Silveira considerou nosso Abestado livre também da acusação de falsidade ideológica feita pela pela promotoria por causa da suspeita de ter entregue à Justiça Eleitoral, no registro de sua candidatura, uma declaração de alfabetização falsa, escrita à mão por outra pessoa.

Atendendo a pedidos dos amados amigos deste blog, vou tentar traduzir o  juridiquês e explicar, em linguagem simples, os argumentos que levaram o juiz a livrar nosso Tira.

* Provas e provinha de leitura e ditado - Os advogados de Tiririca levaram algumas provas de que ele saberia ler e escrever. Além disso, na provinha aplicada pela Justiça Eleitoral, no último dia 11 de novembro, o Abestado escreveu, em um ditado, trechos do livro Os 60 Anos da Justiça Eleitoral. Em seguida, leu em voz alta trechos de duas reportagens de um jornal paulista.

* Ok, eu aceito – As provas levadas pela defesa e o desempenho de Tira na provinha convenceram o juiz de que o Abestado não é analfabeto absoluto. De acordo com o juiz, apenas os analfabetos absolutos – aqueles que não sabem rigorosamente nada, não conseguem ler e nem escrever patavinas – estão proibidos pela lei de exercer o cargo de deputado. Como ele definiu Tira não um analfabeto absoluto, mas sim um funcional - aquele que sabe assinar o nome e também ler e escrever alguma coisa, mesmo que com dificuldade -, acabou considerando o nível de alfabetização do deputado eleito suficiente para assumir o cargo.

* O texto da sentença – O juiz Rezende Silveira escreveu este texto na sentença para explicar o que eu escrevi acima: “A Justiça Eleitoral tem considerado inelegíveis (nota do blog: sem capacidade de serem eleitos) apenas os analfabetos absolutos, e não os funcionais. (...) O acusado submeteu-se por duas vezes ao exercício da leitura, seguido de compreensão de texto, a afastar qualquer dúvida quanto a não ser um analfabeto absoluto, pelo menos para fins de exercício de seus direitos políticos. (...) O acusado demonstrou disposição para a escrita, ainda que tenha se recusado a se submeter à colheita do material gráfico (nota do blog: escrever em um papel papel para comparar a letra com a da declaração entregue à Justiça Eleitoral), utilizado apenas para dirimir a dúvida quanto a discrepância de grafia entre a assinatura por ele firmada e a declaração contendo a afirmação de que sabe ler e escrever.”.

* Ok, o doutor se convenceu de que nosso Tira não é um cem por cento. Certo, mano. Mas... oxente: se ele não escreveu no papel para a turma comparar se a letra da declaração escrita à mão entregue na Justiça Eleitoral é dele mesmo, como foi inocentado também da acusação de falsidade ideológica? – Boa pergunta essa, enviada por alguns amados amigos do blog. É o seguinte: ninguém, pela nossas leis, é obrigado a tomar qualquer atitude que possa ajudar a produzir uma prova contra ele mesmo. Então é o seguinte: se o Abestado tivesse rabiscado qualquer coisa naquele papel, que seria utilizado apenas para comparar sua letra com a que estava na declaração, estaria ajudando a produzir uma prova que poderia ser contra ele mesmo. Assim, ele preferiu não ajudar. E se recusou a escrever no papel. A lei permite que ele tome essa atitude. E a autoridade que está lá não pode obrigá-lo a escrever. Essa mesma lei permite, por exemplo, que o camarada fique quieto e não fale nada quando é preso em flagrante. Pela lei, ele só é obrigado a falar perante o juiz.

* E porque o juiz o livrou mesmo sem o papel escrito? – Aí é que está. Como o juiz achou que as provas levadas e o desempenho de Tira na provinha foram suficientes para mostrar que ele é cem por cento, considerou sem importância saber se a letra daquela declaração entregue anteriormente era de fato do acusado. O raciocínio do juiz é o seguinte: se eu estou aqui, agora, nesta quarta-feira (30), atestando que ele não é absolutão e que pode cumprir o mandato, porque iremos discutir o mérito de uma declaração que fala justamente isso? Eu, o juiz escalado para decidir o caso, atesto que ele é alfabetizado o suficiente neste momento e ponto: tudo o que for anterior a isso perde valor ou importância. Entendeu?

* Mais uma vez, a sentença do juiz – Na sentença, o juiz escreveu o seguinte para dizer o que eu explico no tópico anterior: “(...) Do conteúdo probatório trazido pela defesa e complementado pelo ditado simples, seguido de leitura e compreensão de texto (a provinha), impõe-se a sua absolvição sumária quanto ao fato imputado no aditamento da denúncia (...), tornando irrelevante a investigação sobre quem, como ou em que circunstâncias a declaração que continha a afirmação de que saber ler e escrever foi produzida.

* Conclusão - Na frase “tornando irrelevante a investigação sobre quem, como ou em que circunstâncias a declaração que continha a afirmação de que saber ler e escrever foi produzida”, o juiz  quer dizer exatamente que a decisão tomada nesta quarta-feira (1º) torna sem efeito e utilidade a acusação de falsidade ideológica anteior, a da declaração de próprio punho.

* Mas... - gora todos os amados amigos entenderam tu-di-nho, né? Pois é, mas a novela... ah, meu velho e bom Abestado, não querem deixar essa novela acabar, não é mesmo. Na mesma quarta-feira (1º) da sentença que livrou a pele de Tira, o promotor do Miunistério Público Eleitoral ligado ao caso, Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, afirmou que vai recorrer exatamente da absolvição do crime de falsidade ideológica. Lopes argumenta que Tiririca cometeu fraude na declaração de alfabetização entregue no registro de sua candidatura. O promotor reclama também que o Abestado não acertou nem 30% da provinha, a mesma que foi considerada satisfatória pelo juiz Rezende Silveira. Lopes vai recorrer à plenária do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Se eles livrarem novamente nosso Tira, o promotor promete novos recursos que a lei ainda lhe permite: no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, e, se perder de novo, no Supremo Tribunal Federal, o STF.

* Diante disso... - A diplomação do Abestado e dos deputados federais eleitos pelo Estado de São Paulo está marcada para o dia 17 de dezembro. A posse, para o dia 1º de fevereiro. Mas, como se vê, a coisa, infelizmente, não acabou. Tudo indica que nosso Tira tomará posse e o processo continuará a rolar. O Abestado conhece bem programa de humor na tevê. Agora, vai ter que se acostumar ao ritmo das novelas.

Acompanhe a melhor cobertura do caso no R7, é claro.

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1 Dez 17h28

Geisy, o tomahawk do ABCD, escorregou feio na gordura

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Geisy daia olivier r7 Geisy, o tomahawk do ABCD, escorregou feio na gordura Daia Olivier/R7

Geisy Arruda, nosso míssil Tomahawk da mobilidade social, nossa Discovery do ABCD, você mesmo, amorzinho, desta vez pisou na bola.

Em mais um ótimo trabalho do confrade de R7 Miguel Arcanjo Prado (só para variar), com a colaboração da confreira Fabíola Reipert, o cabeleireiro Julinho do Carmo, que ajudou nossa musa de Diadema a domar a juba, a cobri-la com o louro da gritaria do pecado e a chupar alguns litrões de gordura e tecido adiposo da carcaça, reclamou, com aparente razão, de uma entrevista dada pela sua ex-lindinha ao programa Tudo É Possível no domingo (21).

Geisy atirou:

- Ele não cuida mais dos meus cabelos porque faz um estilo de alongamento mais vulgar.

Julinho respondeu na ótima entrevista a Arcanjo Prado, do R7:

- Eu acho que é um direito dela falar o que quiser. Só que atendo inúmeras mulheres, inclusive atrizes globais, que utilizam a minha técnica. Falar que a minha técnica é ultrapassada não é uma verdade. Se ela não quer vir ao meu salão, não me importo, é uma pessoa a menos. Agora, falar mal do trabalho que a colocou em evidência na mídia... O mínimo que ela deveria fazer é ficar calada. Se eu continuar ouvindo isso, eu vou fazê-la engolir os litros de gordura que foram tirados do corpinho dela e vou pedir os peitos dela de volta.

julinho geisy arquivo Geisy, o tomahawk do ABCD, escorregou feio na gordura

Arquivo pessoal de Julinho do Carmo

E completou:

- Eu a tirei da água, meu filho. Quero que ela fale mal de mim na minha cara. Vou convidá-la a beber todos os litros de gordura que ajudei a tirar.

Geisy mandou chumbo novo em seu Twitter:

- Não tenho estômago nem coragem para responder. Meu bom senso não permite. Desejo tudo em dobro para Julinho do Carmo. Consegui mostrar para minha mãe quem é você de verdade. Não te devolvo a gordura.

Bom senso?

Geysinha, amore mio, sabes que te admiro.

Mas, francamente, se houve alguma coisa que lhe faltou neste episódio foi esse negócio identificado pelo ser comum como bom senso.

Você e hoje uma louraça-bope que vive, sobretudo, da tal da imagem.

Ainda que o moço estivesse aprontando e exagerando com você e sua família, você e a sua imagem não poderiam sair atirando publicamente, por aí, uma e outra pedra no peito de quem já te fez tanto bem (nunca ouviu falar de Herivelto Martins, né... é bonito...).

Sabe por que?

Porque você mesmo alardeou, no início de sua decolagem monumental, que o cara te ajudou muito.

E aí, amore, sorry perifa, mas o tal do público lê a coisa assim: a Discovery do ABCD aproveitou do rapaz enquanto não ela era nada, nadinha, nothing, e, agora, bombadona, cospe no prato que comeu.

Vamos imaginar que vocêzinha tenha total razão neste episódio.

Vamos imaginar também que Julinho esteja exigindo um retorno muito além do normal pelos favores um dia feitos para vocezinha.

Pode ser. Pode realmente ser.

Mas, ainda assim, você não poderia sair por aí esfriando a chapinha do camarada.

Por alguns motivos simples.

É feito.

É deselegante.

É vulgar - como são, na sua opinião, os esticas capilares feitos pelo moço.

E, ainda que tudo isso não contasse no plano pessoal, detornar um ex-parceiro é, antes de tudo, muito ruim para você.

Imagine alguém poderoso hoje disposto a fazer uma parceria qualquer com você vendo esse babado todo, você espinafrando o cara que até ontem amava e até anteontem era Deus no seu coraçãozinho, esse coraçãozinho alisado na inocência de região metropolitana que as durezas deste mundo ajudou a crispar?

Pois bem, este cidadão deve estar pensando exatamente o seguinte: “eu, entrar numa roubada dessas para daqui a pouco nosso vulcão da classe C sair por aí rabiscando meu nome no muro de lodo e jogando meu vudu no esgoto a céu aberto?. Na-na-ni-na-não. Escolham outra heroína do leste de Guarulhos ao oeste de Osasco (ou vice-versa).

Você entendeu, claro, né amore?

Então tome cuidado da próxima vez.

Trate essas coisas com parceiros passados nas internas.

Porque esse negócio de ética, educação, postura, elegância, tudo isso pode até ser muito relativo.

Coisa de visão de mundo, horizonte, teto alto ou baixo, percebes?

Mas esses negócios de dinheiro e de imagem são reais.

E a gente perde mesmo.

Beijão, viu?

E você, amado amigo da blogosfera colorida, o que acha?

Opine.

Registre seu comentário.

O melhor dos Famosos você encontra aqui. No R7.

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