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20/02/2012 às 14:21:15
Palahaçada da Riotur... só isso
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19/02/2012 às 00:04:56
esse é um caso bom pra discutir, mas é um fato.. se um orientador do AA está visivelmente sob efeito de embriaguez, ou do NA visivelmente "drogado", a credibilidade da instituição estaria comprometida...
Ela perdeu a oportunidade "educativa" de ter tentado "reposicionar" o seu peso e mostrar isso aos seus orientados.. -
18/02/2012 às 22:43:19
"OLHA EDUARDO" há controvérsia,não estou achando certo o que a *tal da empresa fêz com a moça*,mas vê bem *ELA* trabalhava nos VIGILANTES DO PESO.
"Se *ela* não entrava em contato com o público:tudo bem numa boa(apesar de não ser nada saudável para *ela*),*mas* caso contrário foi pelo menos falta de bom senso dela e da empresa".
Pois *ela* não engordou de uma hora para outra,não dormiu magra e acordou gorda.A empresa deve ter acompanhado a "engorda da moça",e somente depois de 20k é que foi achar ruim?
"ELA" por sua vêz deveria por questão de bom senso ter pedido *socorro a empresa*.
31 Jan 17h56
Economia e serviço no NBlogs da Record News. Não perca
Daqui a pouco, às 20h desta segunda-feira (31), com reprise às 8h45 de terça-feira (1°), este blogueiro participará de um debate sobre economia , construção civiel e serviços no Nblogs, da Record News, a mais interessante e simpática revista eletrônica da televisão brasileira.
Espero todos os amados amigos na telinha.
Obrigado.
30 Jan 16h02
Quem diz que Fla vencerá fácil o Vasco é um fanfarrão. Mesmo se tudo for assim…
Divulgação
Daqui a pouco, às 19h30 deste domingo (30), tem mais um Flamengo e Vasco, o Classico dos Milhões, pela Taça Guanabara.
Desta vez no Estádio do Engenhão, com o Maracanã fechado.
Se o Fla, por acaso, golear o Vasco hoje, não faltarão cidadãos berrando aos microfones hoje à noite e amanhã:
- Eu não falei, eu não falei?
São uns mentirosos, uns ficcioniestas, uns fanfarrões.
Pelo fato mero de que ninguém sabe o que ocorrerá daqui a pouco e todos possuem, no máximo, palpite a respeito.
Essa coisa de pegar quem está na lama, quando há alguém na lama, e matar de véspera em semana de clássico é tão velho - e tão cretino - quanto peru de Natal.
O Vasco, sem pontos ganhos no campeonato, vem de três derrotas, da demissão do técnico PC Gusmão, do afastamento dos dois principais jogadores, Felipe e Carlos Alberto, e de uma profunda crise por tudo isso
O Flamengo, com nove pontos, vem de três vitórias e da euforia pelas recentes contratações de peso, entre elas as de Ronaldinho Gaúcho e do meia Thiago Neves.
O Flamengo é favorito?
Diante das circunstâncias, sim, claro, é favorito.
Mas a partir desse suposto favoritismo é possível afirmar que o Flamengo já ganhou, já goleou ou mesmo que ganhar ou golear o Vasco hoje seria obrigação?
Claro que não.
Alto lá.
Flamengo e Vasco são adversários que sempre se enfrentaram e sempre enfrentarão com muito suor, faca na boca e respeito mútuo.
E em condições de vencer um o outro.
Esteja um time ou outro na mais adversa condição, este clássico sempre foi e sempre será disputado com ira e disposição.
São dois times de massa, que dividem os estádios sempre que a ocasião pede.
Quem acompanha futebol sabe que não é raro, em caso de Fla e Vasco, o que está em pior condição se superar e acabar por ganhar o jogo.
A rivalidade é muito, muito grande, encarniçada.
Estou eu dizendo que isto vai ocorrer e que o Vasco vai ganhar?
Não, claro que não.
Mesmo porque eu não sei, absolutamente, o que vai acontecer.
Nem eu nem ninguém, incluindo aqui os fanfarrões.
Até acho que a maioria dos fatores positivos está ao lado do rubro-negro.
Mas daí a dizer que não existe outro resultado que não seja a vitória do time da Gávea é pura obra de chute no escuro.
Vamos esperar.
Será um jogo disputado palmo a palmo.
Como sempre.
30 Jan 15h21
Baterista exige na Justiça R$ 4,5 milhões de Ivete. Mas ele teria sonegado imposto junto com ela. Haja caco de telha…
A gente boa e onipresente Ivete Sangalo encaixa, com todo o merecimento, uma grana federal com seus shows hiperlotados e DVDs hipervendidos.
Disso até os acarajés das baianas do Rio Vermelho sabem.
E ela poderá precisar muito mesmo desses encaixes, sobretudo se vingarem algumas broncas judiciais pregadas contra sua empresa, a Caco de Telha.
A principal delas, movida pelo baterista Antônio da Silva, o Toinho Batera, demitido por Ivete em 2010, promete dar muito trabalho.
Toinho, conta o repórter Leonardo Coutinho na mais recente edição da revista Veja, pede R$ 4,5 milhões na Justiça do Trabalho, em Salvador, a título de reparação de prejuízos trabalhistas.
É, sem dúvida, uma belíssima grana.
Mas esse nem é o problema principal, sobretudo quando do outro lado está Ivete Sangalo.
Qualquer um pode pedir na Justiça o que acha que o outro deve.
Cabe ao juiz aceitar ou negar o próprio pedido ou o total da causa.
Ou mesmo reduzir o valor se julgar a demanda exagerada, o que, a rigor, ocorre na suprema maioria dos casos deste tipo.
Em caso de condenação do acusado, existe ainda a possibilidade de um acordo judicial entre as partes, que quase sempre traz o valor a ser pago pago para um ponto mais próximo da realidade.
O pepino maior para Ivete é que, no processo, Toinho acusa a Caco de Telha, grupo empresarial da cantora, de fraudar o recolhimento de INSS e de impostos com mutretas na hora de pagar os músicos.
Na versão do baterista, o irmão e empresário de Ivete, Jesus Sangalo, teria obrigado 13 músicos, entre eles Toinho, a abrir uma empresa de figuração, a Banda do Bem Produções Artísticas.
Por meio desta Banda que de Bem pode não ter nada, os músicos recebiam seus salários.
Só que eles e a Caco de Telha declarariam, segundo a acusação, valores infinitamente menores do que o depositado nas contas.
Com isso, as parcelas do INSS e as alíquotas de impostos eram calculadas a partir dos valores pequenos declarados, e não dos outros, infinitamente maiores, que eram depositados nas contas dos músicos.
Disse Toinho Batera ao repórter:
- Sou um laranja. Quem administrava tudo era o Jesus. Nós só assinávamos os recibos.
No processo, Toinho disse que a declaração feita pelo contador da empresa dos músicos – o mesmo do grupo de Ivete – registrou que o baterista recebera R$ 5.53 mil tributáveis em todo o ano de 2009.
No mesmo período, os cheques depositados em sua conta pela empresa de Ivete somam R$ 600 mil.
Agora, um detalhe: se tudo isso for provado, a Caco de Telha merece uma pancada da Justiça e os músicos, outra, com a mesma intensidade.
Afinal de contas, neste esquema, eles também sonegaram – e muito.
Na prática, teriam tungado do INSS e do fisco todo o dinheiro a ser descontado sobre a diferença entre os recibos que assinaram e os cheques que receberam.
Apenas no ano de 2009, por exemplo, Toinho teria enrolado o imposto a ser pago sobre a diferença entre os 600 mil recebidos por e os 5.530 declarados em recibo.
Isso só no caso de Toinho.
Fora o resto. Fora os outros 12 músicos envolvidos no guarda-chuvas da Banda do Bem.
Ao que tudo indica, Ivete não sabia e nem aprova as irregularidades.
Tanto que, recentemente, afastou o vice-presidente Ricardo Martins e o proprio irmão Jesus do grupo.
Mas se isso for realmente fato, até pela sonegação de todos os lados, terá mesmo é que voar é caco de telha para todo lado.
29 Jan 13h18
Seja gentil com idoso e gente com limitação física. Parece inacreditável, mas o tempo será cruel também com você
No último dia 14 de janeiro, internei-me no Hospital Nove de Julho, em São Paulo, para trocar uma hérnia umbilical que crescia perigosamente por nove pontos externos, alguns outros internos e uns bons períodos de dores na barriga.
Graças ao Divino e ao talento do cirurgião e amigo querido Carlos Eduardo Pizani, chefe do Departamento de Cirurgias Gástricas do hospital, a cirurgia foi um sucesso absoluto.
Cheguei às dez da matina de uma sexta-feira, com uma hora de atraso, é preciso confessar.
O bisturi cantou no início da tarde do mesmo dia.
Recebi alta no dia seguinte, sábado (15) e, horas depois, no mesmo dia, batucava um texto para este nosso canto da blogosfera colorida.
Infelizmente, um texto sobre a tragédia que arrasou boa parte da Serra Fluminense e tirou a vida de amigos numa região bem próxima a minha Três Rios natal.
Como mexeram um pouco lá dentro da barriga, para retirar tecidos que atrapalhavam a contenção da hérnia, a coisa doía.
Às vezes, doía bastante.
Estou liberado para escrever e trabalhar, mas ainda preciso usar uma cinta abdominal.
Nas próximas duas semanas, ainda não poderei andar muito a pé, pegar peso, correr ou fazer coisas que produzam impacto na região do abdomen.
Conto tudo isso para confessar que abusei da sorte nos primeiros dias de recuperação.
Fiz um pouco de tudo o que listei acima - e outras coisas inconfessáveis.
Inconfessáveis sobretudo para o Dr. Pizani e sua turma, que me dariam um puxão de orelhas e me deixariam de castigo justificado por desafio à irresponsabilidade.
Uma delas foi cometer a pachorra de pegar o carro e dirigir até um hipermercado para fazer compras – sem pegar os pesos, naturalmente, porque até o maluco aqui identifica alguns limites e tem amor pela integridade física.
Disfarcei bem o curativo e os pontos com a faixa e uma camisa larga, afrouxei o cinto, coloquei um sapato leve e confortável de pelica... E fui.
Evidentemente, eu servia para nada ou quase isso.
Não esticava o braço, não empurrava o carrinho cheio, não escorava os produtos mais pesados, não abaixava e nem esticava o corpo para nada.
Estava eu ali, em público, na rotina insensível e sem muito papinho de um hipermercado, um homem de 44 anos e 1,90 metro, que sempre se reconheceu saudável, mas agora enfrentava limitações próprias de um senhor de 75, 80 ou 85 anos sem o melhor de sua saúde.
E pior: enfrentando limitações sem contar para ninguém – ou para quase ninguém.
Às vezes por não vir ao caso. Outras – a maior parte delas – por orgulho besta mesmo.
E qual foi o saldo dessa jornada irresponsável?
Olhem, como nada é só bom ou só ruim, como nada é só bônus ou só ônus, foi o dia em que levei as mais profundas e eficientes lições pessoais de solidariedade e de convivência humana em toda a minha desimportante vidinha.
Para não ficar muito tempo de pé, procurei um daqueles caixas para idosos, gestantes e pessoas com necessidades especiais.
Hummm... Os olhares, vindo de todos os lados, me fuzilaram.
O que esse girafão faz na fila de senhores e grávidas?
Saia justa no auge, tratei de explicar ao caixa o motivo da visita ao ambiente.
Contra a vontade, confesso, levantei uma pequena parte da camisa para mostrar um pedaço da faixa abdominal, como prova de que falava a verdade.
Não creio que alguém pensaria que eu colocaria uma faixa abdominal exclusivamente para descolar um lugar na fila menos crowdeada dos idosos.
Felizmente, o funcionário, simpático, deu-me apoio.
Algumas pessoas atrás de mim pareceram relaxar os ombros em sinal de entendimento.
Mas isso não diminuiu meu desconforto.
Paga a conta, era a hora de colocar toda aquela tralha no porta-malas do carro.
Caixas de leite, sacos de arroz e feijão, carnes pesadas?
Eu?
Impossível.
Procurei um dos rapazes na saída lotada de gente e pedi ajuda. Alertei que não poderia pegar peso sem dar maiores explicações.
Hummm....
Fui novamente fuzilado com olhares e sorrisinhos amarelos.
Por que essa besta aí, de camisa larga e cara e bolacha, não pode levantar uma caixinha de leite por alguns segundos?
Bom, o rapaz ajudou-me e fez o serviço no porta-malas.
Para chegar em casa, preciso pegar uma das rodovias estaduais que partem de São Paulo.
Naquele dia eu, obviamente, dirigia bem devagar.
Meu lado Ayrton Senna estava limitado.
Se eu não deveria sequer estar ali ao volante, imagine uma pilotagem arrojada, lotada de freadas e acelerações?
Resultado: o que tomei de farol alto, buzinada e gritos não está neste nem em qualquer outro gibi.
Exatamente como uma parte inacreditável de pessoas faz com motoristas mais velhos ou idosos que enfrentam o trânsito com a cautela que a idade e a limitação de reflexos pedem.
Cheguei inteiro com Isadora, minha filhota de oito anos.
Para meu alívio, ela e Luan, seu irmão, trataram de descarregar o carro.
Sobrou-me, naquela noite, uma dor acima da média na região da cirurgia.
Mas não o arrependimento.
Porque junto a ela veio a seguinte reflexão: respeite a qualquer custo as limitações das pessoas doentes ou mais velhas.
E, sempre que possível, ajude-as a resolver seus problemas em ambiente público, ainda que isso custe a você um pequeno tempo ou esforço.
Você pode realmente não acreditar (como eu, em certo momento da vida e do meu vigor de jovem, não acreditei), mas o tempo, a exemplo do que ocorre com todo mundo, vencerá a batalha e será cruel também com você.
Anote aí.
Dr. Pizani e sua turma modificaram o corpo.
A experiência no hipermercado modificou a cabeça.
Sinceramente, não sei qual foi o ganho maior.
A melhor cobertura sobre os principais assuntos você encontra aqui. No R7.
28 Jan 17h29
Bate-boca vazado para a imprensa. Demissão 12 horas depois de garantia no cargo. O Vasco de hoje é só decepção
Os jogadores não se comprometeram com o Vasco neste início de temporada.
O Vasco, com problemas financeiros, não conseguiu manter os salários em dia, como era de se esperar.
Tudo isso é contado - e muito bem contado - pelo meu querido confrade Cosme Rímoli aqui ao lado.
O problema é que, quando o barraco começa a desabar, tudo parece ser motivo, quando, na verdade, a incompetência geral é que deveria motivar uma reflexão geral.
O presidente, Roberto Dinamite, figura querida por quase todos os de bem e também por este blogueiro, vai aos microfones no início da noite de quinta-feira (27), com a derrota para o Boavista por 3 a 1, a terceira em três jogos iniciais, ainda quente, e manda ver:
- O técnico está garantido. Vamos conversar, mas ele está garantido.
Hummm....
Eu olhei e disse: pronto, PC não será mais técnico do Vasco.
Poderá até respirar no cargo por mais alguns dias se vencer o rival Flamengo no próximo domingo.
Mas se o time perder ou for atropelado pelo Fla, se não chegar à final da Taça Guanabara, 0 que parece muito provável, ou mesmo se voltar a perder para adversários mais fracos depois da partida contra o rubro-negro, babau.
Falei isso sozinho, em voz alta, para mim mesmo, deitadão na minha cama como um bacalhau de molho esperando os pontos que tenho na barriga, fruto de uma cirurgia, me darem paz.
Pois bem: pouco mais de 12 horas depois, Dinamite demite PC.
Nada contra.
Mas se sabia que o cara seria limado, por que essa coisa típica de dirigente que "garantir" sobrevida a treinador quando todo mundo já sente no ar o cheiro de carniça?
Por que um cara limpo, do bem, bacana e político experiente como o Roberto faz isso?
No Vasco rola a desconfiança de que teria sido PC Gusmão quem vazou para a imprensa a informação de que Dinamite e Carlos Alberto discutiram feio após cobranças do presidente e, por pouco, não saíram na mão.
O bate-boca rolou no vestiário. Tinha muita gente lá. Todo o elenco, médicos, massagistas e a comissão técnica, pelo menos, além do presidente.
Seria leviano dizer que foi o técnico sem se ter certeza.
Pode ter sido um dos jogadores, já que, teoricamente, o grupo estaria sendo criticado e cobrado por Dinamite.
Mas se foi PC, ele agiu de forma vulgar, se considerarmos sua função de comandante.
O Vasco de Dinamite na presidência era uma esperança depois da fase anterior, que talvez seja melhor esquecer.
Aos poucos, essa esperança foi se transformando em frustração.
Essa frustração vai ser transformada em decepção total ou ainda será revertida.
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27 Jan 23h55
Tite deveria tentar Roberto Carlos no meio campo? Opine
Dia desses o comentarista e corintiano doente Neto sugeriu na Bandeirantes que Roberto Carlos fosse para o meio campo do Timão.
Assistindo ontem a partida contra o Deportivo Tolima, tive a mesma impressão.
RC já correu muito na vida, mas hoje está lento.
Compromete saídas de bola do time, perde bolas na defesa, deixa o ataque adversário livre de impedimento e em condições de jogo muitas vezes.
Tudo isso aconteceu em quantidade incômoda neste e nos últimos jogos.
Desconfio de que este será um problema do Corinthians na temporada com RC na lateral.
Ao passo que, se estivesse no meio campo, poderia, com seu talento, dar um pouco de vida a este setor hoje tão pobre do time, aproximando-se do ataque, chegando de frente para a defesa adversária e batendo de fora com a força habitual.
Mais ou menos como Júnior fez no fim de sua carreira, com aproximadamente 40 anos, no meio campo do jovem Flamengo campeão brasileiro de 1992.
Roberto Carlos não tem o talento refinado de Júnior, é verdade.
Mas ainda assim tem muito talento.
Do seu modo, acho que daria certo.
Nós aqui no Brasil somos muito conservadores para mudar jogador de posição.
Na Europa, o caras não pensam meio segundo quando acham que essa é a melhor solução.
Vejam o caso do jovem zagueiro Thiago Silva, que já está sendo escalado no meio campo no Milan.
Tite poderia ao menos tentar.
Se não der certo, simples: volta ao que era antes.
E você, amado amigo, o que acha?
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26 Jan 18h46
Ariadna e a frase do ano: “sou mulher e heterossexual. Nunca beijei uma menina na boca”. Existe mulher presa em corpo de homem? Opine
André Arruda/Divulgação/Rede Globo
É da transexual carioca Ariadna Thalia, 26 anos, a melhor frase do ano até agora.
E também a melhor que eu vi nos últimos tempos.
À revista Contigo! desta semana, Ariadna fuzilou:
- Sou mulher e heterossexual. Nunca beijei uma menina na boca. Nunca me senti homem. Nasci, vivi e vou morrer mulher.
De acordo com a moça (por que não?), o sonho de ser mulher existe desde criança.
Sua família nunca teve dúvidas a respeito de sua sexualidade.
Ela teve sua primeira relação sexual aos 16 anos, mesmo período em que passou a tomar hormônios femininos.
E os tomou até fazer, tempos depois, a cirurgia que, vamos nos entender assim, tirou o sinal palpável símbolo de sua masculinidade, supostamente apenas física, e colocou em seu lugar uma outra identidade física, explícita.
Aquela da feminilidade com que ela sempre garantiu conviver, sem a menor culpa, em todos os pensamentos, atos, sentimentos, sonhos, paixões, palavras e omissões.
Ariadna é o caso clássico do que muitos psicólogos, psiquiatras e pesquisadores definem como uma alma de mulher aprisionada em um corpo de homem.
É uma teoria relativamente nova.
Foi desenvolvida e estruturada com provas científicas apenas nas três ou quatro últimas décadas.
E tão nova quanto polêmica: não faltam os que questionam esta tese com justificativas evolucionistas, orgânicas, filosóficas, religiosas e, claro, também científicas.
Os homossexuais e os movimentos ligados à causa nem gostam muito de relacionar a escolha sexual a algum fator físico, psicológico ou psiquiátrico.
Ao contrário: detestam.
E condenam essa atitude sempre que podem.
Acham que, na medida em que se adota esse caminho, abre-se um flanco para que, em pouco tempo, as pessoas passem a qualificar, a dar valor maior ou menor, a julgar boas ou más essas diferenças orgânicas.
Diferenças que mesmo a ciência e os cientistas não têm como consumado o fato delas existirem.
Ao se admitir diferenças vitais entre homo e hetero, poderia-se abrir caminho para rotular o homossexual como uma pessoa “organicamente menor” do que heterossexual supostamente “normal” e “sem alterações”.
Por isso, os homossexuais, em sua suprema maioria, afirmam se tratar apenas de uma questão de uma orientação que se tomou.
De preferência.
De opção.
De livre e democrática escolha individual para o seu próprio corpo.
O corpo, a única coisa no mundo sobre a qual o ser humano tem certeza de que será seu até o final da vida.
E que os não-homossexuais têm a obrigação de respeitá-los porque eles são cidadãos pagadores de impostos e submetidos às leis, como outros quaisquer.
E também porque a orientação escolhida, a opção por um caminho, por uma preferência, por estar ao lado de alguém do mesmo sexo, é uma questão que diz respeito e interessa apenas às pessoas envolvidas.
Parecem-me certos: vincular o homossexualismo a uma diferença física, anatômica ou orgânica poderia contribuir para teorias de seres humanos melhores e piores, maiores e menores, voltassem a assombrar a Humanidade.
Como se viu, por exemplo, no nazismo e em outros momentos da História.
Mas, no caso de Ariadna, a coisa é ainda mais profunda, mas não totalmente diferente, do que esta orientação conscientemente tomada pelos homossexuais.
Os especialistas consideram que o equilíbrio psicológico e o estado psiquiátrico de uma pessoa fazem parte de seu conjunto vital.
De seu “corpo de vida”.
De sua vida, portanto.
Tudo isso, na conclusão desses especialistas, justificaria a busca do encontro entre o sexo mental e o real.
A busca do transexualismo, a ação cirúrgica que unificaria cabeça, tronco, membro e – mais importante - mente.
A tese é polêmica.
Eu estou entre os que concordam com ela.
Considero possível existir uma mulher aprisionada em um corpo de homem ou vice-versa.
Um ser humano que tem o sistema sexual e reprodutivo de um sexo mas todos os outros apelos, sentimentos, vontades e visões de mundo relacionados ao outro sexo.
Tanto de um lado quanto de outro.
A ponto de existirem pessoas como Ariadna, que, mesmo tendo nascido com o sexo orgânico Y, jamais tocou e nem sequer teve vontade de tocar em alguém do sexo X.
Mas há muitos pontos e panos para manga envolvidos nesta discussão.
Por isso, desejo, mais do que nunca, conhecer a opinião do amado amigo da blogosfera colorida.
Você acha ser possível existir uma mulher aprisionada num corpo de homem, ou vice-versa?
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As melhores discussões sobre tudo o que ocorre no Brasil e no Mundo estão... Você já sabe...
26 Jan 17h04
Nubiarologia Óliiver encarna revista masculina de casado: todo mês com a mesma capa
Uma das piadas mais infames do machismo contemporâneo diz o seguinte: casamento, para homem, é como se a revista Playboy viesse todos os meses com a mesma capa.
Pois Núbia de Oliveira (ah, a numerologia...) Óliiver (e agora ainda tem outro i, Meus Deus...) encarnou, agora na concorrência, o espírito da piada.
A edição de fevereiro da revista Sexy traz a moça peladona pela 15ª vez.
O feito motivou até uma vaguinha no Rank Brasil, o livro dos recordes do País.
Antes e independentemente de tudo, parabéns para Núbia Numerologia.
Afinal de contas, ter coragem, caixa e massa ainda compacta para baixá os pano pela 15ª vez, aos 37 anos e uns quebrados, não é para qualquer um.
Mas Núbiarologia, considerando todos os considerandos, está entrando na área com a bola bem dominadinha.
Pensas assim?
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25 Jan 13h38
Mano acerta ao resgatar Julio César e Hernanes. Deveria ter feito o mesmo com Fred…
Laurence griffths - Getty Images
Primeiro, a lista dos 23 jogadores que acabam de ser convocados pelo técnico Mano Menezes para o amistoso da Seleção Brasileira contra a França, em Paris, no próximo dia 9 de fevereiro:
Goleiros
Julio Cesar (Inter de Milão)
Gomes (Tottenham)
Neto (Fiorentina)
Laterais
Daniel Alves (Barcelona)
Rafael (Manchester United)
Marcelo (Real Madrid)
André Santos (Fenerbahçe-Turquia)
Zagueiros
Breno (Bayern-Munique)
David Luiz (Benfica)
Thiago Silva (Milan)
Luisão (Benfica)
Meio de campo
Lucas (Liverpool)
Ramires (Chelsea)
Sandro (Tottenham)
Elias (Atlético de Madri)
Hernanes (Lazio)
Anderson (Manchester United)
Renato Augusto (Bayer Leverkusen)
Jadson (Shaktar )
Atacantes
Robinho (Milan)
Alexandre Pato (Milan)
André (Dínamo de Kiev)
Hulk (Porto)
Agora, as humildes opiniões do blog.
Primeiro, as novidades:
* Ótimo, justo e em momento bem escolhido o retorno de Julio Cesar entre os goleiros. É jovem, ótimo atleta, bom sujeito e, ainda, o melhor goleiro do mundo. Não poderia ser punido o resto da carreira e da vida pela atuação infeliz naquela partida da uma seleção igualmente infeliz, contra a Holanda, na Copa da África do Sul.
* Bela lembrança a de Renato Augusto. Sempre foi bom jogador. É objetivo. Joga em direção ao gol, sabe enfiar bolas em profundidade para os atacantes e quem ultrapassa pelas laterais. E também chegar batendo com precisão. Amadureceu e pegou corpo na Alemanha. Vi duas partidas suas recentemente. Está jogando muito bem. Merece ao menos uma oportunidade. Se ele irá agarrá-la é outra conversa. Mas a chance veio em momento justo.
* Breno é outro em bela forma. Seguro, jogando com firmeza, lembrando a seriedade que levou Thiago Silva a conquistar seu lugar no grupo de Mano. Também merece a oportunidade.
* Sinceramente, não tenho informação suficiente para opinar sobre Jádson. Não o vi jogar recentemente no Shaktar. Alguém pode esclarecer os blogueiro e os amados amigos?
Agora, as generalidades:
* Mano Menezes teve bom senso mais uma vez. Mostrou inteligência ao escolher o momento certo para não chamar jogadores que atuam no País. Com isso, poupou os times brasileiros de desfalques, sobretudo os que estão em campanha na Libertadores da América.
* Kaká voltou ao Real Madrid após a cirurgia no joelho esquerdo. Mas ainda é cedo para chamá-lo. Melhor esperar um pouco para que ele recupere o embalo. Outra decisão correta de Mano.
* Hernanes (jogando mais à frente na Lazio) e Hulk (metendo gol como sempre) estão bem. Mereceram ser chamados.
* Juan e Lúcio não estão na lista. Mano está com a razão neste caso. Apesar de serem dois jogadores disciplinados e ótimos tecnicamente, e de terem feito um belo papel na Copa da África do Sul, não terão idade e condição física para representar a Seleção nas principais competições deste novo ciclo. Então, o correto é formar a geração de substitutos.
* A não ser que tenha tomado alguma atitude contrária à Seleção nos bastidores, o lateral Maicon deveria estar nesta chamada. Ele preserva o futebol capaz de habilitá-lo para as convocações. É forte, ótimo jogador, dedicado e ainda tem idade possível de ser trabalhada na Seleção. Mesmo com o talento de Daniel Alves, só um pedido do jogador, um vacilo ou algo do tipo justificaria Maicon fora deste grupo.
* Fred merece e teria de ser convocado. Está arrebentando. Jogando o fino. É o melhor atacante brasileiro da atualidade. Entre todos, dentro e fora do País. Apesar de apoiar a política de não desfalcar neste momento os times que disputam a Libertadores, acho que tudo conspirava para que se abrisse esta exceção e que Fred estivesse na convocação. Seria um prazer vê-lo jogar o futebol que ele está apresentando com a amarelinha.
É isso.
E você, o que pensa?
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25 Jan 12h38
O mundo foi injusto a favor do Fla na final da Copinha. Em mais uma invasão, a massa rubro-negra agradeceu
O jogo foi no Pacaembu, no miolo de São Paulo, embora a invasão rubro-negra torne esse fato difícil de ser aceito apenas por quem, por exemplo, visse a foto acima.
Entre tantas opções, assisti a final da Copa São Paulo de Juniores, a Copinha, entre Flamengo e Bahia, na manhã desta terça-feira (25), na TV Brasil.
Comentavam a final o experiente Alberto Leo e o craque Djalminha, uma das estrelas do primeiro título rubro-negro na competição, em 1990, ao lado de Paulo Nunes, Marcelinho, Marquinhos, Júnior Baiano, Mário Carlos e outros ótimos jogadores.
Por volta de 15 minutos do segundo tempo, com o time baiano no claro controle do jogo, Djalminha mandou a seguinte análise:
- O Bahia tem o domínio da partida.. Marca melhor, parece estar com mais vontade e, além de tudo, os homens de frente do Flamengo não estão jogando nem sombra do futebol que fez o time marcar 19 gols no torneio. Mesmo assim, acho que o Fla tem mais jogadores em condição de decidir a partida. Por isso, creio que será campeão.
Cinco minutos depois, Thomas dribla o baiano Dudu dentro da área e é puxado.
Pênalti.
Dudu é expulso.
Aos 23 minutos do segundo tempo, Negueba, de pênalti, faz 2 a 1 e define o título para o rubro-negro.
Se considerarmos apenas a atuação rubro-negra na final, o mundo foi injusto a favor do Flamengo.
O time começou o jogo bem marcado e dominado pelo Bahia, que tem jogadores mais altos e fortes na média e parecia com mais disposto no jogo.
No auge do domínio do time baiano, houve o escanteio que gerou o primeiro gol do Flamengo, do zagueiro Frouches, aos sete minutos da primeira etapa (festa na foto abaixo).
O Bahia não se intimidou.
Foi para frente, empatou o jogo (Rafael, de pênalti, aos 30 minutos) e criou oportunidades para virar a partida ainda na primeira fase.
O time baiano voltou muito seguro para a segunda etapa.
Melhor distribuído em campo, marcava a saída de bola rubro-negra com eficiência e chutava de fora da área com muita personalidade.
Mas uma vez mais na partida, por esses caprichos do futebol, o Bahia foi punido quando tudo indicava que viraria a partida e seria campeão.
O Flamengo não jogou bem.
Rafinha, Lucas e Adrian, o trio de ataque tão eficiente nas últimas partidas, teve jornada apagada.
Mas o destino havia decidido que, nesta tarde de feriado paulistano, o mundo seria realmente injusto a favor do Flamengo e ponto final.
Visto pelo ângulo rubro-negro, isso pode também ser chamado de sorte de campeão.
Pela final, não mereceu.
Pelo torneio, é o campeão legítimo.
Um belo prêmio para a sua impressionante torcida, que, em mais um show, invadiu o Pacaembu e proporcionou um belo espetáculo em plena cidadela paulistana, ao lado dos baianos, também e grande número.
Apesar da final sem maiores brilhos, parabéns meninos do Fla.






















